sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Cada tiro, cada melro!...


Sporting não pode cair na asneira de responder ao Benfica

«O Sporting começa a meter medo e a prova disso é que a magnífica exibição que fez em Madrid levantou alguns temores em algumas forças, centrais de intoxicação, que tudo fazem para desestabilizar o Sporting atacando sobretudo o treinador. [...]

Mesmo perante algumas alfinetadas por parte do Benfica, o Sporting não pode cair na asneira de responder como respondeu no ano passado. Eu deixava-os a falar sozinhos, porque já se percebeu que ao tentarem desestabilizar o treinador estão a desestabilizar o Sporting. [...]

Saúdo a nova atitude de Bruno de Carvalho, que não está a responder a tudo a torto e a direito, como aconteceu no ano passado...»


Embora com a bala na câmara e o dispositivo de segurança accionado, também saúdo a argúcia de Bruno de Carvalho em colocar o revólver no coldre, de onde não deverá sair, a meu ver, nem para ensaiar no alvo "fecebookiano" um tirinho de vez em quando! Nada. Absolutamente nada! Nem em treino!...

E permitam-me até ir um pouco mais longe. Nos comentários que teci à última e soberba crónica de Daniel Oliveira (AQUI), corroborei a opinião do cronista de que o Sporting, terá encontrado finalmente um "oficial" de primeira água para chefiar a defesa comunicacional do Clube. Ora na sequência dessa feliz escolha, presumo que também lhe terá fornecido "armamento" à altura da importante missão que lhe confiou, nomeadamente em termos de "granadas" defensivas ou mesmo "rockets", a que não poderá deixar de estar associada a excelência de uma terrífica e letal metralhadora, segundo a última palavra na sofisticação e eficácia...

Se bem me lembro dos meus "gloriosos" tempos de militar em Vale de Zebro, ainda que os orçamentos da defesa nesse tempo não fossem além das tradiconais "FBPs" e, no limite, a poderosa e eficaz "G3", adaptada pelos nossos peritos militares à realidade da famigerada guerra colonial, as metralhadoras poderiam ter dois registos: a "rajada" e o "tiro a tiro". Julgo que ainda hoje continuará a ser assim, ainda que com outra sofisticação...

A ser assim, desafiaria até Nuno Saraiva a mudar o registo da "saraivada" que vem utilizando, para um registo mais económico em munições e, se calhar, bem mais eficaz: o tiro a tiro! É que do seu privilegiado posto de observação, poderá calmamente alcançar um outro tipo de concentração muito superior, terá tempo para afinar ao micron a mira telescópica e, qual "snipper" letal, nunca mais desperdiçar uma única bala. Poder-se-à contrapôr que se ficará a perder no estardalhaço e no folclore, mas eu julgo que os efeitos seriam devastadores nas primeiras linhas das hostes adversárias e terminaria o alvoroço, ficando eliminada à partida qualquer hipótese de euforia interna...

Cada tiro, cada melro!...

Leoninamente,
Até à próxima

4 comentários:

  1. Boa analogia Caro Álamo:)

    o saraiva nestas coisas da comunicação tem de ser como o Abrantes Mendes, sempre com um olho no burro e outro no cigano, no entanto, sempre com a bala na câmara para não perder um segundo que seja, é que os voucheristas nessas coisas de fugir com o rabo à seringa parecem umas enguias cheias de óleo, por mais que as agarremos, fogem entre os dedos...

    um abraço amigo Álamo.

    p.s- recebeu o meu email de hoje? fiquei com dúvidas se mandei para o email correcto.

    SL

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  2. Olá filho da escola Álamo.o melhor para Leões e Águias é haver respeito e deixarem para ver quem é o melhor e maior dentro das competiçoes em que participam.

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    Respostas
    1. "Filho da escola", seja-me dirigido por quem for, mesmo que anónimo, sempre será música para os meus ouvidos! Sofri por lá muito camarada, mas fica sempre um sentimento só comparável ao que sinto pelo meu Sporting, mesmo quando perde!...

      Já Camões nos deixou o legado de nunca esquecermos que "o amor é senhor grande e não se manda"!..

      E o repto que me lança, eu aceitaria de olhos fechados, não fossem os esquemas daqueles que por aí andam com eles demasiado abertos...

      Abraço camarada.

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