sexta-feira, 31 de março de 2017

Obviamente demitiram-no!...



Por demasiado evidente a sua inadequação ao lugar, por demasiado notória a sua ligação ao Benfica, por demasiado exibidas as suas debilidades de carácter, naquilo que diz respeito a isenção e credibilidade, porque a blogosfera leonina está atenta e unida e porque o que tem que ser tem mais força que aquilo que muita gente pensa, João Pinheiro já era... (LINK)

Obviamente demitiram-no!...

Leoninamente,
Até à próxima

Há por aí "meirinhos" que nem para lhe limpar as botas serviriam!...


«O Benfica tem vindo a dominar de forma escandalosa a opinião pública e chega aos órgãos da justiça desportiva. Percebe-se que há sempre uma mão, bem visível e vermelha que está a abusar do seu poder. Pode até fazer o seu jogo dentro das regras mas não pode utilizar vias ilegítimas para exercer o seu domínio (através de uma) 'poderosíssima máquina de propaganda'. [...]

As pessoas que estão no futebol e que querem fazer uma estratégia ilegítima não são amadoras. O futebol português, ao mais alto nível, está entregue a pessoas muito ardilosas, profissionais e com muita 'manha'. Os órgãos que devem ser independentes, por vezes, podem sentir-se condicionados. [...]

Penso que há uma grande falta de bom senso e falta de cultura jurídica das pessoas que estão na justiça desportiva. De juristas têm pouco e estão a precisar um curso de reciclagem de Introdução ao Direito e do que é a Constituição e o respeito das liberdades fundamentais. As deliberações que visam a proibição de qualquer declaração pública da parte do presidente do Sporting são manifestamente disparatadas, exageradas e desproporcionadas. Isso é limitar o direito à liberdade de expressão, que é algo de elementar. Admito que possa haver castigos do ponto de vista desportivo e algumas restrições, mas nunca chegando a esse extremo. Essa decisão não tem qualquer adequação com o que se pretende com a medida. Se a medida é punir algo que o presidente do Sporting fez de errado, não é preciso chegar a este exagero. [...]

(Sobre a frustração, revolta e disposição de Bruno de Carvalho de lutar até às ultimas instâncias e consequências, aceita-as e, sobretudo, apoia-as, suportado na Constituição, recordando que as decisões da justiça desportiva, em casos devidamente comprovados, podem ser alvo de anulação por parte do poder judicial civil) A questão é saber se se trata de algo estritamente desportivo. Se se verificar que o que está em causa são os direitos fundamentais dos cidadãos, a justiça desportiva não pode nunca ficar imune ao poder judicial do Estado, que pode reparar uma violação grosseira da Constituição.»
(Bacelar Gouveia, in Rádio Renascença)


Quem pensa assim e o afirma publicamente com a força do conhecimento e do crédito de ser um dos mais proeminentes constitucionalistas portugueses é Jorge Bacelar Gouveia...

Há por aí "meirinhos" que nem para lhe limpar as botas serviriam!...

Leoninamente,
Até à próxima

Ainda bem que Cláudia Viana está livre de tal padecimento!...

«Este senhor, João Pinheiro, é membro da Comissão Arbitral da Liga. Agora existe quem queira branquear o seu reprovável comportamento público, anti-Sporting, dizendo que ser adepto do benfica (ou de outro clube) não pode impedir qualquer pessoa de cumprir as suas funções, pois todos somos livres de fazer as nossas escolhas.
As pessoas que chegaram a esta excelente conclusão, demonstrando um nível de inteligência muito acima da média, são notoriamente fãs de La Pallice...
Mas a questão aqui não está nas afiliações de cada criatura, mas tão somente na sua actuação que, ao gozar de forma recorrente com um Clube e com o seu Presidente, não tem qualquer condição para ter sido convidado para um cargo destes, muito menos para o manter.
Este é apenas mais um caso de falta de bom senso e de falta de atenção quando se formam equipas. E também mais um exemplo de como se pode falar, com autoridade moral, da existência de falta de respeito e de uma "vertente" anti-Sportinguista cada vez com menos medo de dar a cara (que perdeu a pouca vergonha que tinha) e que milita no futebol português.
Agora que não se andem a apagar posts em facebooks ou twitters para se esconderem falhas de carácter e/ou personalidade.
Quem tem de fazer escolhas que as faça com "sentido de estado". Que se informe, que indague, que se preocupe, que seja cuidadoso e criterioso, pois o futebol merece pessoas que sejam idóneas, imparciais, credíveis e que respeitem e sejam merecedoras de respeito.
Mas atenção, este tipo de exemplos maus não se ficam pelo Sr. João Pinheiro, e as medidas de afastamento têm de começar a ser a regra e não a excepção.»
(Bruno de Carvalho, na sua página do Facebook, hoje)

Mais um decisivo e incontornável contributo para a terrível orquialgia de que padecerá José Manuel Meirim. É de presumir que o senhor tenha seguido o conselho do seu urulogista e abandonado em definitivo o uso das calças "skinny" e de cuecas de "lycra". Porém, é crível que a patalogia se mantenha e que um novo processo já tenha sido encomendado e venha a caminho...

Ainda bem que Cláudia Viana está livre de tal padecimento!...

Leoninamente,
Até à próxima

À mulher de César não lhe basta ser séria!...

A nova Comissão Arbitral: Lúcio Correia, Ricardo Nascimento e João Pinheiro

Ainda envolta em papel celofane, aí está a nova Comissão Arbitral, "cozinhada" entre o senhor Pedro Proença, presidente da LPFP e o senhor João Evangelista, presidente do Sindicato dos Jogadores de Futebol...

Uma excelente contribuição para o apaziguamento e a procura de respeitabilidade que o futebol português exige. (LINK1) e (LINK2)

Distraídos e com tamanha pressa, Pedro Proença e João Evangelista, ter-se-ão metido numa camisa de onze varas e agora pouco lhes restará que demitir quem até já colocou o seu lugar à disposição. Nem se terão lembrado que...

À mulher de César não lhe basta ser séria!...

Leoninamente,
Até à próxima

quinta-feira, 30 de março de 2017

Vier a chamar-se de Luís Filipe Vieira!...


AINDA É CEDO

«No Aeroporto da Madeira aconteceu um acidente. Um acidente grave que deixou a cara do herói nacional, Cristiano Ronaldo, irreconhecível. Para assistir ao descalabro, que segundo o autor demorou 15 árduos dias a esculpir, as autoridades nacionais e regionais compareceram em peso. Digo Aeroporto da Madeira mas devo corrigir. Agora chama-se, para gáudio do bimbismo nacional, Aeroporto Cristiano Ronaldo. Só não sinto vergonha alheia porque sou português. Da imagem do busto ao momento patético da mudança do nome, sinto vergonha. Ponto. Nós somos mais do que aquilo, bolas!

O problema não é a principal infraestrutura da Madeira ficar com o nome de futebolista. Se o Aeroporto de Ponta Delgada tem um nome de um Papa que nem sequer é português ou açoriano, vivo bem com isso. O problema é Cristiano Ronaldo não só ser vivinho da silva, como ter 32 anos e ainda estar no ativo. Não é por acaso que se fazem homenagens deste género a mortos ou, pelo menos, a retirados. Não é porque só nos lembramos deles depois de partirem. É porque já não podem desmerecer o nome que conquistaram. Não podem fazer nada que torne a utilização do seu nome num embaraço. Dar a um miúdo de 32 anos o nome de um aeroporto é absurdo. É um insulto a pessoas com longas histórias de sucessos, batalhas, sacrifícios. Mas, acima de tudo, tratando-se de alguém que continua a jogar e está longe do fim da sua carreira, é das coisas mais estúpidas que já se fizeram neste país. E a competição não é fácil. Ainda pior do que dar o nome de alguém que morreu num acidente de aviação a um aeroporto, como se fez no Porto. Há um tempo para tudo. Ainda não é tempo para Ronaldo ser um Aeroporto.»
(Daniel Oliveira, Verde na Bola, in Record)

Volto a repetir a impressão que por aqui tive a oportunidade de deixar sobre a crónica de Miguel Guedes, exactamente sobre o mesmo tema, mas estranhamente nos antípodas para quem comunga a mesma ideia política: "I rest may case"! E tudo porque será uma matéria que deverá, fundamental e essencialmente, dizer respeito aos madeirenses...

A minha preocupação, que quase não me deixa dormir e que poderá até vir a impôr-me a condição de emigrante, que toda a vida rejeitei, será se o aeroporto do Montijo...

Vier a chamar-se de Luís Filipe Vieira!...

Leoninamente,
Até à próxima

Maior potência desportiva nacional!...




Depois de envergar a gloriosa verde e branca durante sete épocas - entre 1996 e 2003 - e de emblemáticas e sintomáticas passagens pela Alemanha, Itália, Rússia e França, eis que aos 33 anos, João Monteiro volta a Portugal, para de novo defender as cores do Sporting, onde coleccionou títulos sobre títulos em todas as variantes do ténis de mesa. (LINK)

Dada a condição imposta pela European Table Tennis Union (ETTU) para a participação na Liga dos Campeões Europeus da modalidade, de a equipa campeã nacional de qualquer país possuir nos seus quadros pelo menos dois mesatenistas no top-100 mundial, o Sporting que conta com Aruna Quadri, actualmente 36º mundial e considerado o melhor jogador mundial em 2014 e candidato ao mesmo prémio da federação internacional em 2016, viu-se na necessidade de avançar para João Monteiro, o 46º mundial, para assim poder estar presente ao mais alto nível da competição europeia da modalidade.

O desafio parece ter sido suficientemente aliciante para João Monteiro e aí o teremos na próxima época de regresso à casa que tão bem conhece, para envergar a camisola que nunca terá esquecido, dado tratar-se da...

Maior potência desportiva nacional!...

Leoninamente,
Até à próxima

Porque tinha força a menos ou porque os outros tinham força a mais?!...


O ESCUDO


«Não ponho em causa a decisão disciplinar recentemente aplicada a Bruno de Carvalho. Não posso pôr: desconheço-a. Desconheço eu como toda a gente, os seus termos não são claros para ninguém. Apenas o é a decisão final. Aplique-se.

Aplique-se, sim, mas constate-se: 113 dias de castigo é mais do que uma sanção, é um pancadão na cabeça de quem gosta de andar com ela erguida. É como quem diz: está caladinho. 113 dias é ligar para a urgência do 112 para quebrar as costas.

Parece exagerado, sim, até porque parece ser o ‘juiz’ a fazer beicinho a quem lhe fez beiçolas. Bruno de Carvalho, já aqui o escrevi, a falar é bruto como as casas e, inclusive, já foi algumas vezes intolerável com jornalistas, a classe profissional a que pertenço. Mas o futebol não é para meninos. Nunca foi. Se Bruno se excedeu – e excede-se muitas vezes –, é também verdade que um excesso não justifica outro. 113 dias? 113 dias dá para dar uma volta e meia ao mundo de balão.

Esta punição a Bruno mostra que ele é tocável quando outros são intocáveis. O presidente do Sporting questiona como querem fazer-lhe mal se o seu clube até está arrumado este ano no campeonato. Mas a pergunta está mal feita. Porque a pergunta correta é se fariam o mesmo se o Sporting fosse campeão. Fariam?

Os grandes clubes de futebol têm uma força própria que advém do número dos seus adeptos e do seu fanatismo (ou irracionalidade). O caso mais evidente da força desse escudo foi o de Vale e Azevedo, que embora já estivesse antes sob suspeita criminal, só quando saiu do Benfica foi verdadeiramente posto em causa pela Justiça. Enquanto são poderosos de equipas poderosas, quase ninguém os afronta. Mas Bruno de Carvalho é afrontado. Porque será? Porque o Sporting tem força a menos ou porque outros têm força a mais?»
(Pedro Santos Guerreiro, Abrir o Jogo, in Record)

Humberto Delgado, foi afrontado, perseguido e assassinado! Porquê?!...

Porque tinha força a menos ou porque os outros tinham força a mais?!...

Leoninamente,
Até à próxima

Esta corja toda apenas merece silêncio, desprezo e o Sporting campeão!...



A entrevista de ontem na TVI e as declarações de hoje à saída do Campus de Justiça, em Lisboa onde se deslocou para prestar depoimento no âmbito do processo resultante da Operação Fénix, onde terá afirmado,

«Estive quase para dizer aqui aos juízes que não podia falar, porque estava impedido, mas decidi cumprir o meu dever cívico, que era o de falar.[...]

Isto porque, supostamente, não podia falar de nada e essa regra não faz sentido, como não faz sentido um castigo, quanto mais o maior castigo depois do Apito Dourado. Não faz sentido nenhum, mas isso já tinha transmitido ontem.

Acato tudo, que remédio tenho eu senão acatar. Agora, desde que tenha a ver com as quatro linhas e áreas técnicas. Nunca deixarei de cumprir o mandato que os sportinguistas me deram, pois isso faz parte da Constituição, da lei, e ninguém me pode retirar o que me foi dado por eleições. Podem retirar-me do terreno de jogo, do banco [de suplentes], da área técnca, mas não me podem retirar o poder de representar em público, seja onde for, o Sporting.» (LINK)


mesmo tendo em conta o facto de em nenhum momento, nem uma vírgula dos discursos que saíram da boca do Presidente do Sporting Clube de Portugal poderá ser objecto de qualquer crítica, antes do mais veemente aplauso, nunca poderão ser entendidas como o silêncio que por aqui vinha sendo contabilizado e que no meu entendimento será a postura mais adequada ao pântano em que vai vivendo o futebol em Portugal.

Nesta condição, a ampulheta do "count up" necessariamente teria de regressar a zero, numa terceira fase de silêncio que espero e desejo suplante as duas anteriores. Porque...

Esta corja toda apenas merece silêncio, desprezo e o Sporting campeão!...

Leoninamente,
Até à próxima

Um dirigente íntegro do futebol português!...


Benfica-Sporting


Há uma guerra particular, e irrelevante para o futebol, a esgotar os recursos da FPF e da Liga

«Bruno de Carvalho e Octávio Machado foram suspensos num processo aberto em novembro de 2015. Normalmente, seria adequado apontar-se os canhões à morosidade-da-justiça, mas este é um caso especial no qual outras questões têm prioridade. Há um ano discutíamos a lentidão do processo a Slimani, que joga à bola. Bruno de Carvalho e Octávio Machado não jogam à bola, tal como Luís Filipe Vieira não joga à bola, nem os autores do comunicado benfiquista de ataque à FPF que o Conselho de Disciplina decidiu processar na semana passada. Os castigos que quaisquer destes personagens possam receber são irrelevantes para o futebol de todas as maneiras possíveis. Não fui ver as listas, mas já vamos em quase três anos de monopolização do espaço mediático e dos serviços jurídicos da Federação e da Liga pelas queixas, intrigas, maquinações e birras de Benfica e Sporting. São usados como banais instrumentos da comunicação dos clubes (ou pior, dos egos), sem nenhum efeito prático que não seja vender uma imagem qualquer. Há, literalmente, dezenas de pessoas na Federação e na Liga que ocupam parte substancial dos seus horários laborais a trabalhar nisto, sob pressão, como se fosse importante para mais alguém; como se o futebol morresse amanhã; como se não fossem encenações; como se, nos gabinetes, os sentenciados não se rissem dos castigos (Bruno de Carvalho vai dar uma entrevista já hoje). Como se não houvesse já processos suficientes e sérios.

Nota 1: o irónico do castigo a Bruno de Carvalho é que questionar as nomeações dos árbitros feitas por Vítor Pereira era incontornável. Disse o que todo o futebol pensava, a começar pelos árbitros.

Nota 2: a Federação alheou-se ontem da claque da selecção, numa espécie de comunicado unissexo que pretendeu não escolher um lado. Mas escolhendo.»
(José Manuel Ribeiro, Opinião, in O Jogo)

Três apontamentos que inquestionavelmente marcam a actualidade do futebol cá do pântano!...

E se sobre o primeiro e como sportinguista, nunca poderia afinar pelo diapasão que JMR pretende que afinemos, repartindo culpas por ambos os contendores e afastando a "sua dama" da confusão, porque a amnésia lhe levou o caso escabroso do Apito Dourado, muito antes pelo contrário saúdo e aplaudo o esforço do Sporting no sentido de abrir a cortina de par em par sobre a vergonha do Apito Vermelho que agora envolve o pântano, já o mesmo não acontece com as duas notas finais.

Para não ir mais longe, porque o cheiro que vem do CD da FPF é de tal modo insuportável, que só a ironia poderá acompanhar-nos no conhecimento dos castigos aplicados a Bruno de Carvalho  e Octávio Machado.

Quando à escolha da Federação no caso das claques, de tão óbvia e repelente, deverá ser analisada por aqueles que passam o seu tempo a tentar fazer de Fernando Gomes aquilo que nunca será...

Um dirigente íntegro do futebol português!...

Leoninamente,
Até à próxima

Onde guardará o actual CD da Federação o proveito?!...


O LADO NEGRO DO FUTEBOL PORTUGUÊS

«É difícil encontrar ângulos novos de observação e palavras de esperança. A indústria do futebol, porque é disso que se trata, é – como aqui escrevi há apenas uma semana – absolutamente esquizofrénica em Portugal. E somos sempre capazes de descer mais baixo ou, na melhor das piores hipóteses, de repetir situações bastante estúpidas que todos já vimos, muitos criticámos e, sobre as quais, quem de direito, lavou as mãos como Pilatos.

Não, não foi porque o Benfica o pediu – até porque o fez em causa própria e de maneira pouco decente – mas está mais do que na hora dos principais responsáveis a Federação e da Liga tomarem atitudes públicas e claras sobre as arbitragens, as claques, os castigos. Para citar alguns dos temas em cima da mesa.

Sabemos que Fernando Gomes, pela sua natureza, gosta mais de fazer do que de falar, mas o seu silêncio – até em nome da separação de poderes – está a abrir caminho para que a podridão se instale e alastre. Não pode ser. 

Vejamos os mais recentes e tristes episódios. O caso da ‘claque’ da Selecção no Estádio da Luz não é mais do que o aproveitamento clubístico do escudo de Portugal. É uma vergonha. Uma macacada em vários actos, e nunca saberemos onde está a verdade – ou seja quem provocou primeiro. Uns e outros são capazes de o fazer. Uma claque em pleno país escoltada pela polícia? Tenham dó. Dito isto não era necessário o comunicado da Federação para ter a certeza que não saiu da cabeça dos dirigentes federativos aquele inusitado carrossel, mas que terá que sair agora das suas cabeças a forma de travar no futuro ideia tão peregrina. O apoio à Selecção é tanto melhor se for genuíno.

Noutro plano os castigos ao presidente do Sporting e a Octávio Machado são uma indecência. Pela forma. Pela duração. São eles absolutamente inocentes? Não, não lhes dou esse beneplácito. Sublinho, ainda assim, que estamos – no caso de BdC no domínio da opinião, se há crime é de delito de opinião, algo que foi banido da ordem jurídica portuguesa em 1976. 

Agora o que sucedeu e da forma como sucedeu só descredibiliza as instituições e dá razão ao grito de revolta do presidente do Sporting. A Justiça em Portugal é, em geral, o que se sabe. No futebol é igual ou pior. Que tristeza. Está na hora de inverter o estado a que isto chegou.»

Se a outros que por lá passaram só um dia a morte os livrará da fama...

Onde guardará o actual CD da Federação o proveito?!...

Leoninamente,
Até à próxima

quarta-feira, 29 de março de 2017

O DIA SEGUINTE ÀS MENTIRAS!...



O meu  forte, amplo, sincero e justo aplauso para o Presidente Bruno de Carvalho e para a TVI na pessoa de José Alberto Carvalho: 

1 - Pela coragem de estar presente nesta entrevista da TVI, mesmo depois da mordaça atrabiliária, gongórica e inconsequente que a disciplina federativa, em nome dos interesses espúrios de quem atira a pedra, esconde a mão e deixa o rabo de fora - vidé capa Record desta 4ª feira - tentou impôr-lhe.

2 - Pela postura inteligente, arguta e delicadamente subtil, embora profundamente incisiva e de irrepreensível sentido comunicacional,  evidenciada ao longo de todo o programa.

3 - Pela lisura de processos do entrevistador e pelo painel de excelência que conseguiu reunir.

Hoje teremos visto um programa especial...

O DIA SEGUINTE ÀS MENTIRAS!...

Leoninamente,
Até á próxima

"I rest my case"!....


Arquipélago Ronaldo


«No avião que o fará partir depois da cerimónia que atira o Aeroporto da Madeira para os braços do seu nome particular, Ronaldo sentir-se-á a voar sobre si. Não a voar sobre os centrais como, num jogo de dupla, Veloso e Tê tão bem celebrizaram Jardel nas canções. Ainda que com estranheza, Ronaldo sobrevoará tudo o que conseguiu e tudo o que está para vir. Voará vivo, não em sonhos ou segundas vidas. Não foi preciso nascer duas vezes ou reinventar oásis à sombra da meia banana. Não foi preciso morrer, desta vez.

Um país que só reconhece os seus ídolos ou heróis após a hora da morte é um país que não faz justiça ao seu espelho de amor. É um país menor, o país do medinho e da canonização nas nuvens. Quando todos passam a iguais após a vida, eis que desaparecem os defeitos que o corpo levou a enterrar. Modelo de falsas virtudes, um país que não admite mestres mas adora gurus. Servil ao medo de errar, crucificado em antecipação pelo nervoso miudinho de se antecipar ao julgamento da história, país que serve frios os mártires para o panteão. Só pela ruptura epistemológica, sabe muito bem. A atribuição do nome de Cristiano Ronaldo ao Aeroporto da Madeira é a glorificação do presente indesmentível.

Diz bem da intranquilidade portuguesa com o nosso simbolismo, esta falta de consenso sobre a justeza de ter um aeroporto com o nome de um jogador de futebol. Há quem defenda até que, para Ronaldo, só um campo relvado ou pavilhão gimnodesportivo. A lógica de que, para escritor, só biblioteca ou jardim romântico. A lógica de que, para médicos, só hospitais e fontes de água potável. Se para políticos ou militares tudo é possível, nomeie-se a ala psiquiátrica para o povo que lava neste rio. Deitados no divã, a seu tempo, descobriríamos quão falível é a nossa relação com os símbolos que temos como certos e com as coroas de glória que julgamos moldar a história e traçar-nos o destino.

Para a civilização que conhecemos, a madeira simbólica é matéria-prima, centro da vida, quase fulgor do útero materno. O saber no coração da floresta. Mas, aparentemente e com tiques de dono, Portugal Continental manifestou estranheza pelo rebaptismo do aeroporto. Eterno complexo de inferioridade nacional, este, que traça a qualidade dos seus símbolos pela nobreza escolástica das aptidões ou dos pedaços de barro. Lamentavelmente para alguns, a Madeira não é só a terra da poncha-banana ou de Alberto João Jardim a quem já caberia muito bem, para muitos, dar nome a aeroporto (e que até o terá recusado). A Madeira deve hoje ao Arquipélago Ronaldo muito do que permanece. O país inteiro deveria entender que não pode nacionalizar os interesses regionais por decreto. Muito menos quando estes pertencem ao Mundo.»
(Miguel Guedes, músico e advogado, Opinião, in JN)

"I rest my case"!....

Leoninamente,
Até à próxima

Não acontece todos os dias curvar-me perante um benfiquista!...



«Ainda é um dos melhores treinadores do Mundo e não me esqueço que me ajudou imenso. Agora está a viver uma má fase como eu e é nestas alturas que se deve apoiar. Felizmente para o Benfica, ele não tem tido o sucesso que queria no Sporting mas está a construir uma equipa nova e mostrará a sua qualidade. [...]

Mourinho sempre me defendeu e está a ter uma boa época de estreia. Para o ano, o United lutará pelo título. Jardim foi um amigo e merece o sucesso que está a ter no Monaco.»...
(Fábio Coentrão, in Record)

Não acontece todos os dias curvar-me perante a nobreza de um benfiquista!...

Leoninamente,
Até à próxima

Vergonha para todos os intérpretes!!!...


Para quem ainda restassem algumas dúvidas sobre o que é o pântano do futebol português e o papel que nele desempenha toda uma Comunicação Social de cócoras ante o "poder escarlate"... Bastará esta capa de hoje do jornal Record!...

Vergonha para todos os intérpretes!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

terça-feira, 28 de março de 2017

É um crime deitar a felicidade janela fora!...



Bastou que Fernando Santos resolvesse voltar a teimar em dar ao quadro umas pinceladas daquela cor que há tanto tempo vinha baralhando a harmonia cromática da nossa selecção e de que em bom tempo abdicou com os resultados que levaram Marcelo a proclamar uma chuva de comendadores, para que, sem culpa alguma, os madeirenses vissem desabar sobre o seu remodelado e lindíssimo estádio, uma "chuva púrpura" de causar inveja a Prince, se por felicidade nossa ainda por cá andasse!...





Se algo de impossível haverá na vida, a primeira será pretender ter simultaneamente "Sol na eira e chuva do nabal"! E a segunda, quase pela certa, será pretender andar em cada momento "de bem com os deuses e com o diabo"! Manda a prudência que em qualquer dos casos se escolha a circunstância mais adequada... 

Bem pode o seleccionar erguer agora aos céus as suas lamúrias, se calhar arrependido! O mal está feito...

É um crime deitar a felicidade janela fora!...


Leoninamente,
Até à próxima

Força leão, a malta não vê a hora!...



A caminho de entrar no intervalo das seis a oito semanas previsto por Frederico Varandas e o seu staff, para a recuperação da violenta entrada de que foi vítima a 18 de Fevereiro frente ao Rio Ave e que lhe afectou o ligamento lateral interno do joelho direito, Adrien Silva declarou, à margem de uma conferência na Fundação Champalimaud, que "... é sempre chato estar parado e não fazer a nossa paixão, mas estou focado em voltar o mais rápido possível e na melhor forma possível...".

Força leão, a malta não vê a hora!...

Leoninamente,
Até à próxima

E ainda protestam e ameaçam com boicotes!...


DEIXEMOS AS CLAQUES E FALEMOS DE BOLA 

«Nos últimos dias o clássico tem quase eclipsado a Selecção Nacional e a excelente vitória frente à Hungria por 3-0. A última guerra em que nos vimos envolvidos está relacionada com a claque lançada pela FPF no Euro e o facto de adeptos de Porto e Sporting terem ido à Luz, liderados por Madureira e Samico, apoiar Portugal. 

As claques no futebol português são um tema que merecia cuidada análise dos agentes desportivos. Apoiadas às claras (N. do A. - Porto e Sporting) e às escuras (N. do A. - cala-te boca!) pelos clubes, ainda assim parecem andar demasiadas vezes à margem das leis. É verdade que existem verdadeiros ultras em Portugal, dos que amam o clube e o futebol sem quererem matar-se por isso. Mas também há muita gente má infiltrada e a controlar os grupos, legais (N. do A. - Porto e Sporting) e ilegais (N. do A. - cala-te boca!). Tenho a certeza de que bom para o futebol português seria que o juiz Carlos Alexandre tivesse um tempinho para meter as mãos neste mundo. Não serão estes dirigentes a resolver. A proximidade é evidente em todos os quadrantes. 

Mas deixemos as claques e falemos de bola. Hoje há mais um jogo da equipa portuguesa. Desta vez sem o stress da competição, o que no nosso caso costuma levar a algum desleixo, apesar de Fernando Santos dizer que com Portugal "não há amigáveis". A história diz o contrário. Mas felizmente para nós existe hoje na Selecção um naipe de jogadores de luxo que podem dar show, seja o jogo a sério ou a brincar. Não é que o futebol espectáculo seja a nossa imagem de marca. Pelo contrário. Mas pode ser que este ensaio permita aos nossos craques libertarem-se das grilhetas que parecem prendê-los quando é a contar e nos deliciem com o que melhor sabem fazer.

O Benfica promete acalmar o discurso e tentar serenar um clássico que já ferve. Bom. Dispensamos mortos e feridos.» 

Pois é, entre "promessas de acalmar discursos e tentar serenar um clássico" e "cala-te boca" sobre as classes ilegais apoiadas às escuras, vai vivendo o futebol português!... 

Mas Carlos Alexandre não tem mesmo "um tempinho"! E a Senhora PGR provavelmente também não! E a outros se calhar não lhes apetece!E no meio dos parvos governam-se os espertos que... Continuam por aí a fazer o que lhes apetece! Chamam-se DDTs, vivem na mais completa impunidade...

E ainda protestam e ameaçam com boicotes!...


Leoninamente,
Até à próxima 

segunda-feira, 27 de março de 2017

Quando se nasce porco, é para toda a vida!...



Nem o hábito faz o monge, nem os hábitos fazem o ser e muito menos as novas tecnologias poderão algum dia modificá-lo!...

Quando se nasce porco, é para toda a vida!...

Leoninamente,
Até à próxima

Estará na forja mais um ponta de lança à nossa moda?!...



«Leonardo Ruiz, avançado colombiano que se encontra em Portugal há três anos, é o entrevistado desta segunda-feira do Desporto ao Minuto, onde fala da sua passagem pelo Porto B, do que correu mal com João de Deus e da sua veia goleadora na presente temporada.

Com apenas 20 anos, chegou a Portugal para representar as cores do Porto, por empréstimo do Atlético Nacional. No entanto, os dragões não chegaram a acordo para a transferência a título definitivo, tendo este acabado por rumar ao Sporting. Com os olhos postos no futuro, Leonardo Ruiz promete tudo fazer para "chegar à equipa A", onde já espera aprender com Jorge Jesus e Bas Dost.

DesportoaoMinuto: Após um ciclo complicado, o Sporting B está numa série de cinco vitórias consecutivas. Como é que a equipa se sente neste momento? 

Leonardo Ruiz: Estamos muito motivados e contentes. A equipa encontrava-se numa posição muito delicada, mas esteve sempre junta e acreditou sempre. Agora, estamos no lugar onde estamos [12.º] e queremos chegar ainda mais longe.

DM: A equipa passou por momentos complicados, esteve 13 jogos consecutivos sem vencer. Foi um momento difícil?

LR: As coisas não nos corriam bem e a sorte não estava a nosso favor, mas o importante é que acreditámos sempre, mostrámos a nossa convicção perante os adversários e conseguimos reverter a situação.

DM: Que explicação encontra para esse período negativo?

LR: Já passou, foi uma fase de aprendizagem para nós e foi muito importante. Agora, a ideia é continuar com o bom trabalho e neste bom caminho. Temos um bom grupo, um plantel muito unido e isso foi o mais importante nos momentos difíceis, é aí que se vê as grandes equipas.

DM: A saída de João de Deus acabou por ser inevitável?

LR: É verdade que, desde que o ex-treinador abandonou o cargo, os nossos resultados têm sido diferentes. Mas a equipa é a mesma e temos trabalhado da mesma forma. O novo técnico [Luís Martins] trouxe novas ideias para a equipa e, para além disso, temos jogadores de qualidade, um culminar de coisas que nos ajudou a colocar-nos num lugar confortável na tabela classificativa. Ainda assim, tenho de agradecer ao treinador João de Deus por tudo o que fez pela a equipa B do Sporting e desejo-lhe muito sorte para o seu próximo projecto.

DM: Como é que o mister Luís Martins conseguiu recuperar a equipa tão rapidamente?

LR: Tem uma metodologia de jogo e de treino um pouco diferente. Estamos à disposição do treinador no que ele precisar. Temos de dar o nosso máximo e continuar a mostrar serviço.

DM: Que diferenças encontra entre os dois treinadores?

LR: São treinadores com estilos de jogo distintos, um é mais de posse e o outro prefere um jogo mais de transições.

DM: No último ano foi campeão da II Liga, este ano teve de lutar para deixar os lugares de despromoção. Alguma vez sentiu que poderia não ter feito a melhor escolha?

LR: Acredito muito em Deus, e ele põe-me no caminho certo. Se me pôs aqui é porque era aqui que ele queria que ficasse, portanto vou fazer de tudo para representar o clube da melhor maneira possível.

DM: O Leonardo também passa por um bom momento, leva três golos nos últimos quatro jogos. Ao todo, leva dez golos, mais um do que na época passada. Sente-se completamente adaptado ao futebol português?

LR: Já me sinto bem adaptado ao futebol português, já passaram três anos desde que cheguei a este país. Desde início, foquei-me na ideia de que queria adaptar-me o mais rápido que conseguisse. Para além disso, tento de tudo para marcar golos, é a minha verdadeira felicidade.

DM: Quais foram as principais dificuldades que sentiu quando chegou da Colômbia?

LR: Tive de criar o hábito de me deitar cedo [risos] e, principalmente, a intensidade dos treinos que há nos clubes português. Também é muito importante descansar bem. Além disso, os jogo em Portugal têm muita movimentação, enquanto que na Colômbia é mais caraterístico usar-se a força e a potência. Não foi difícil adaptar-me à comida portuguesa, que é boa!

DM: Chegou muito jovem a Portugal. A nível pessoal, foi difícil ter de deixar amigos e família para trás?

LR: Senti muito a falta da família, que é muito importante para mim, e, como sou filho único, ainda é mais difícil ‘abandonar’ a casa onde cresci. Mas, com os sacrifícios e obstáculos que a vida me coloca, eu vou conseguir sacar os 'frutos'.

DM: Esteve duas épocas no Porto e jogou contra o Sporting nos juniores e na II Liga. Alguma vez imaginou que podia acabar a jogar pelo Sporting?

LR: Não, nunca imaginei. Tinha a noção que o Sporting era um grande clube e uma grande instituição e, agora que aqui estou, estou muito contente. No FC Porto também fui feliz mas o Sporting abriu-me as portas, é um grande clube, e quero mostrar as minhas qualidades nesta instituição.

DM: A Academia de Alcochete é apontada como um exemplo a nível mundial. O Leonardo vive a Academia por dentro, comprova que está a esse nível?

LR: Têm uma excelente academia, eu gostava de ter vindo para aqui desde pequenino. Formou grandes jogadores e tem umas condições invejáveis, tenho de dizer que estou mesmo impressionado com a Academia de Alcochete. Aqui respira-se e vive-se futebol… é mesmo futebol por todo o lado [risos].

DM: Que jogadores mais o impressionaram na equipa B do Sporting?

LR: Gosto muito do Ivanildo Fernandes, acho que é um excelente defesa-central, e do Edu Pinheiro, que para mim é um grande jogador. Mas tenho um grande apreço por todo o plantel do Sporting B, é uma equipa muito trabalhadora e tenta dar o seu máximo em todos os jogos.

DM: É um jogador jovem, de um país que tem produzido muitos talentos, já jogou no FC Porto e está atualmente numa das melhores Academias do mundo. Por tudo isso, sente que os adeptos esperam muito de si?

LR: Consigo lidar com isso. Aliás, fico muito contente quando reconhecem o meu valor como jogador e, principalmente, quando as pessoas ficam satisfeitas com o meu trabalho no clube. A ideia é continuar o meu caminho e dar alegrias aos adeptos.

DM: Está aqui emprestado pelo Atlético Nacional, o objetivo é continuar na próxima temporada?

LR: Para mim era importante continuar neste clube, é aqui que quero construir o meu caminho como futebolista e espero, acima de tudo, que seja o começo de algo muito bom.

DM: Tem sido apontado como um dos jogadores que poderá fazer a pré-época com a equipa principal. Sente-se preparado para esse desafio?

LR: Claro que sim. Se o mister Jorge Jesus me chamar para a pré-época, vou para lá com a maior felicidade, com muita personalidade, mas com os pés assentes na terra para este novo desafio.

DM: Costuma falar com Jorge Jesus?

LR: Às vezes treino com a equipa principal e troco algumas palavras com o treinador Jorge Jesus, mas tento é desfrutar os momentos e tentar mostrar a minha qualidade ao técnico.

DM: Que imagem tem do treinador?

LR: É um treinador forte, que gosta de fazer um trabalho bastante sério e eu gosto muito de ver isso num treinador de futebol. Se treinar com ele, acredito que vai correr tudo bem [risos].

DM: Jorge Jesus é conhecido por potenciar o talento dos jogadores. Está entusiasmado em trabalhar com ele?

LR: Claro que sim, estou a trabalhar arduamente e bem para, quando o mister Jorge Jesus me chamar, estar preparado para o desafio.

DM: O Bas Dost chegou esta temporada e leva 26 golos em 33 jogos. É um jogador com quem pode aprender?

LR: Bas Dost é um excelente avançado, toda a gente sabe disso, e, se tiver oportunidade de trabalhar com ele, seria muito bom para mim, aprenderia muitas coisas boas.

DM: A Colômbia tem um outro avançado, o Falcao, que também tem estado a grande nível. Por Portugal também já passaram colombianos como Teo Gutiérrez, Fredy Montero ou Jackson Martínez.Sente que tem potencial para dar continuidade a esse legado?

LR: Foram e são grandes jogadores colombianos. Sigo os seus jogos e as suas carreiras são muito inspiradoras para mim. A minha ideia é representar o meu país, chegar o mais alto possível, tentado fazer o que eles fazem ou ainda melhor.

DM: Com que jogador mais se identifica?

LR: Identifico-me com o Bas Dost, familiarizo-me com as suas movimentações em campo, principalmente quando recebe a bola e, na área, mostra um grande poder de finalização.

DM: E acha que pode chegar a esse nível?

LR: Acho que posso, sim senhor.

DM: Quais consideras que são os seus pontos fortes enquanto jogador?

LR: Ser forte na finalização, principalmente na área e no jogo aéreo, estar sempre a comunicar os colegas de equipa e ter visão de jogo.

DM: Quais são os seus planos para o futuro?

LR: O meu primeiro grande objectivo é tentar chegar à equipa A, para isso tenho lutado muito e dado o meu máximo para que, quando aparecer essa oportunidade, eu consiga singrar.»



Uma curiosa e interessante entrevista de Leonardo Ruiz que muito provavelmente passará despercebida a uma boa franja de sportinguistas!...

Estará na forja mais um ponta de lança à nossa moda?!...

Leoninamente,
Até à próxima

Também tu, Brunus, filho meu?!...


Então também tu, Brunus, filho meu?!...        (LINK)

Leoninamente,
Até à próxima

Toda a sorte do mundo para Luís Carvalhas!...



Diz o povo que "não há fumo sem fogo"! É o que se poderá inferir da notícia que o jornal "O Jogo" hoje entendeu avançar na sua edição online, a poucos minutos do meio-dia: Luís Carvalhas, que todo o universo leonino ficou a conhecer como Litos, depois de uma carreira promissora como futebolista de eleição, evidenciada ao longo de 10 anos na formação e equipa principal do Sporting, onde disputou 193 jogos e marcou 19 golos, continuada depois com passagens mais ou menos discretas, entre outras, pelo Boavista, Braga e Estoril, viria a enveredar pela difícil profissão de treinador, em que se destacou no Maxaquene e Liga Desportiva de Maputo com a obtenção de 6 títulos a nível local, parece estar na cogitação dos responsáveis da Sporting SAD, para ocupar no final da época, o lugar que Luís Martins brilhantemente vem desempenhando na equipa B, conseguindo o feito de recuperar a equipa secundária leonina da quase inevitável queda no abismo que muitos lhe prognosticavam.

Luís Martins passará assim a assumir de novo e em exclusivo, a coordenação técnica da formação leonina, com Luís Carvalhas à frente da equipa B do Sporting Clube de Portugal, muito provavelmente, a concretização de um seu velho e legítimo sonho de sportinguista, que poderá catapultá-lo em definitivo, para a alta roda do futebol nacional, assim consiga fazer vingar as qualidades técnicas que os mais diversos analistas lhe apontam.

Aqui do meu canto desejo e aplaudo que esta intenção da SAD leonina se concretize e...

Toda a sorte do mundo para Luís Carvalhas!...

Leoninamente,
Até à próxima

O sonho comanda a vida!...




Completam-se precisamente hoje, dois anos que foi lançada a primeira pedra do futuro Pavilhão João Rocha, a primeira pedra de um sonho que há muito se encontrava fechado numa gaveta!

Passado este tempo, ao lado do Estádio José Alvalade surge hoje a estrutura com o nome de João Rocha, saudoso presidente do Sporting entre 1973 e 1986, em plena fase de acabamentos: na última semana, iniciou-se a colocação do piso e, apesar de ainda não existir data oficial para a inauguração, tudo aponta para que em Maio a "casa das modalidades leonina" seja uma formidável realidade

O custo total pelo qual foi adjudicada a obra foi de 9,62 milhões de euros, para o qual os sócios sportinguistas contribuíram com uma parte significativa, através da ‘Missão Pavilhão’, lançada em Abril de 2014, e 3 mil lugares será a lotação da estrutura, que passará a ser a maior em Portugal ao nível de clubes.

Finalmente em casa, o sonho comanda a vida!...

Leoninamente,
Até à próxima

Entrevista de Bas Dost




Bas Dost deu uma entrevista ao jornal Dagblad van het Noorden, da Holanda, em que falou praticamente de tudo. Até... da proposta do futebol chinês.

«Quando o meu empresário me disse que existia interesse de um clube chinês e que eles tinham apresentado uma proposta concreta de 40 milhões de euros, eu ri-me às gargalhadas», referiu Bas Dost, sobre o interesse do Tianjin Quanjian.

«Depois fiquei lisonjeado, uma proposta de 40 milhões de euros não é normal. O Sporting tinha-me comprado meio ano antes por um quarto desse valor. Mas o clube recusou. O presidente disse a um jornal que não iam aceitar a proposta. Isso foi especial, para mim. Mostra o apreço que têm por mim ao recusar 40 milhões de euros. Não me importei, porque não estava à espera de ir para a China. Ia ganhar muito dinheiro, claro, mas eu tenho um bom contrato aqui no Sporting.»

Antes disso, Bas Dost já tinha falado da luta pelo título de melhor marcador europeu: Bas Dost, recorde-se, está em segundo lugar na corrida à Bota de Ouro, com apenas menos um golo do que Lionel Messi.

«Não estava de facto à espera disto, mas é um prazer estar nesta lista. Só o Messi está acima de mim», sorriu.

«O meu trabalho é marcar golos. Até podia jogar bem futebol, mas num avançado o que conta são os golos. Mesmo que tenha trabalhado muito e que não tenha tido bolas, num jogo, vão exigir-te sempre golos. No final do ano, o que toda a gente vai ver é quantos golos um avançado marcou. É tão simples como isto. Antes de chegar ao Sporting também queria fazer golos, claro, mas tinha menos percepção do quanto importante é marcar.»

Pelo caminho, Bas Dost diz que às vezes se torna injusto até para os companheiros.

«Há uma grande pressão sobre o ponta de lança. Se não fizer golos, tenho um problema. Mas se você fizer, então é um luxo. Ser ponta de lança torna-se a melhor posição do mundo. Recebo todos os elogios, o que é injusto até, porque são os meus companheiros que me colocam na posição em que posso marcar. É importante ter essa noção. Desde que me mantenha consciente que não sou um Deus, acho que não há problema.»

Bas Dost confessa que ainda está a habituar-se à cultura portuguesa: que é completamente diferente do que conhecia na Holanda e na Alemanha. O avançado diz que é feliz em Lisboa, que gosta muito de viver perto do rio Tejo, na zona do Parque das Nações, embora só saia para conhecer a cidade quando recebe a visita de algum familiar.

Mas acordar e ver o sol a nascer em cima do Tejo não lhe diminuiu a sensação de choque que é a cultura portuguesa.

Por exemplo, Bruno de Carvalho.

«O presidente senta-se no banco todos os jogos. Eu nunca via o presidente do Wolfsburgo. Ou antes, via uma vez por ano: na festa de Natal. Aqui o presidente está quase sempre no treino. Só falta ele dar o treino, porque de resto está quase sempre lá. Tivemos uma eleição presidencial há pouco tempo e foi um circo», sorri.

«O nosso presidente foi reeleito com um número recorde de votos. Mas o outro homem que também concorreu, por exemplo, queria mudar tudo. Ele falava todos os dias à imprensa, dizia que ia despedir o nosso treinador imediatamente quando fosse eleito e que ia contratar o Juande Ramos. Enfim, é o tipo de situações que na Holanda não acontece. De todo.»

Por outro lado, para Jorge Jesus é só elogios.

«Nunca tive um treinador que soubesse tão bem o que eu posso e o que eu não posso fazer. E ele sabe muito bem como convencer todos os outros jogadores a jogar de forma a eu poder tirar o melhor rendimento de mim. Recebo exactamente as bolas que eu gostava de receber», refere.

«Ele entende tudo sobre mim. Conhece-me por dentro e por fora. Se ele não fosse uma pessoa tão importante neste clube, a minha transferência não teria acontecido, porque o Wolfsburgo já tinha recusado duas propostas por mim. Então o presidente do Wolfsburgo disse-me que tinha recebido outra proposta, de um clube que tinha um treinador que era um Deus. Então corri um risco, mas a verdade é que agora estou a fazer golos e o responsável por fazer isso possível é o treinador.»
(in MaisFutebol, edição online ontem)

Começa a ser muito difícil ao adepto sportinguista que me orgulho de ser desde que me conheço, encontrar palavras para expressar a cada vez maior admiração que me infunde este extraordinário jogador e homem, que quase com pés de lã nos entrou pela porta dentro!...

Quando me ponho a imaginar aquilo que nos poderá estar reservado para a próxima época, se a sorte o acompanhar e as lesões ou os castigos não o apoquentarem e for capaz de entender e falar a nossa língua...

Acho que será desta que volto a queimar o claxon do automóvel!...

Leoninamente,
Até à próxima

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