quinta-feira, 27 de abril de 2017

Todos os guarda-chuvas virados do avesso!...


TEMPOS EXCEPCIONAIS, MEDIDAS EXCEPCIONAIS

«Eu sei, como todos os leitores de Record e como todos os portugueses sabem, que o Presidente da República é hoje uma figura omnipresente na vida do país. Marcelo Rebelo de Sousa está, já esteve ou estará em todo o lado. Há um grande exagero nessa sobreexposição, mas da mesma decorre um poder sem paralelo que deve ser usado nos momentos limite. 

Ora, no futebol português vivemos um momento limite e o que estou a sugerir é uma intervenção directa do Presidente da República. Não uma intervenção directa na linha desastrada do Teatro da Barraca, não um almoço em Belém com os presidentes dos clubes grandes a ver o Tejo, mas uma magistratura efectiva para resolver um problema que, com inteira franqueza e cortante lucidez, os outros agentes – talvez excepção feita a Fernando Gomes – não têm nuns casos poder, noutros qualquer autoridade para resolver. Mesmo com boas intenções e posições formalmente certas, como as de Pedro Proença. 

O problema, ou um dos problemas do futebol em Portugal, é que todas estas pessoas se conhecem e se desrespeitam há demasiado tempo. Mesmo Bruno de Carvalho, o cristão (mais) novo, cedo aprendeu a tese de que a melhor defesa é o ataque e tem sido, embora o faça muitas vezes porque é preciso colocar o Sporting no mapa, um dos grandes agitadores dos últimos quatro anos.

Aqui chegados, as acções do presidente da Liga e do presidente da Federação, em planos diferentes, surgem tarde. A escalada dos últimos dias, designadamente na troca de acusações entre Bruno de Carvalho e Luís Filipe Vieira é uma descida aos infernos. É um incentivo, indirecto ou não, ao ódio e ao acirrar de ânimos. 

Se apelarmos à memória, o futebol português é este esterco, com flutuações, há mais de 20 anos. Estranha ironia: em duas décadas gerámos jogadores, treinadores e até dirigentes de excepção e temos, a muitos níveis, organizações de topo. Na Federação, designadamente. Também nos clubes há muito trabalho bem feito, mesmo que estes nunca se tivessem libertado em pleno de um certo estigma do dirigismo dos anos 80 e 90, das jogadas de bastidores, dos negócios pouco claros. Já tivemos outros momentos negros. Até já tivemos, lamentavelmente, outras mortes, mas nunca como hoje com a pressão mediática e a necessidade que os protagonistas têm em fazer ouvir a sua voz o risco foi tão elevado. 

Dir-me-ão que a época acaba e tudo passa. Acalma, por certo, mas há uma semente do mal que é necessário erradicar, primeiro com um pacto de silêncio (deram por ele?), depois com um compromisso entre os agentes e, imediatamente a seguir, com medidas concretas. Se for tudo a fingir, piores dias virão. Por isso esta é a hora de Marcelo.

P. S.: Há várias semanas escrevi aqui que o Benfica tinha, nesta luta para o título com o Porto, mais densidade. Não se trata de ser melhor equipa, trata-se de ter cultura de vitória e resiliência. A Liga ainda não acabou, mas julgo não me ter enganado. 

O dia em que Jesus perdeu

Nos últimos oito anos, desde que chegou ao topo do futebol português no Benfica, Jorge Jesus já perdeu em várias ocasiões. E em algumas por sua exclusiva responsabilidade, tanto quanto um treinador é o responsável absoluto pelo desempenho dentro de campo. Mas, mesmo entre os seus ferozes opositores, ninguém deixa de lhe reconhecer um conhecimento do jogo, uma capacidade de interpretação e leitura do mesmo que o colocam invariavelmente num patamar superior. Ora, pela primeira vez, no passado sábado, Jorge Jesus foi suplantado, neste caso por Rui Vitória. E foi-o sem que Vitória deixasse de ser fiel aos seus básicos princípios. Foi-o, talvez, porque, como na época passada, o Benfica aliou, neste caso, uma supremacia no campo a uma supremacia na mente. Tudo isso e as fragilidades do plantel do Sporting que, confesso aí a minha surpresa, reapareceram de supetão, após semanas em que estiveram esbatidas. O Sporting, se quer ser campeão, tem que dispensar e comprar. Bem. 

JORGE SIMÃO. O Braga, que quase já foi campeão e diz querer ser campeão até 2020, é um cemitério de treinadores, mesmo que seja um clube onde se fazem bons negócios, ainda que negócios a mais. A entrada de Jorge Simão, que agora sai pela porta pequena, não foi apenas um acto de traição a José Peseiro, foi objectivamente uma má escolha. Simão terá qualidades, mas é um deslumbrado, fala demais, abriu conflitos desnecessários e a equipa perdeu a (boa) ideia de jogo que tinha. Um desastre, só minimizado pela entrada de Abel. 

PEDRO MARTINS. Do outro lado do espelho encontramos um treinador com o perfil de Pedro Martins, com trabalho sólido e sério em todos os clubes por onde passou. Há situações assim: Pedro treinador faz muito lembrar Pedro jogador, um pêndulo, com uma visão panorâmica, procura de soluções – fundamental num clube remediado, mas dos poucos com massa adepta. Registe-se o crescimento da equipa em poucos meses, mesmo tendo perdido o seu principal marcador de golos. Será o Vitória o degrau mais alto para Pedro Martins ou ainda poderá subir mais?»
(Nuno Santos, Ângulo Inverso, in Record)


Acredito na boa intenção de Nuno Santos. Mas assalta-me um mar de dúvidas e reservas sobre a possibilidade de Marcelo Rebelo de Sousa alguma vez se revelar disponível para afrontar semelhante "ninho de vespas"!...

É certo que quando os "deuses" o decidem, não precisam de "mandar chuva a cântaros" para encharcar até aos ossos quem quer que seja...

Bastar-lhes-à, no seu silêncio, enviar umas fortes rabanadas de vento, para assistirem ao espectáculo deslumbrante de ver...

Todos os guarda-chuvas virados do avesso!...

Leoninamente,
Até à próxima

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Em terra onde não há tribunais, reinam os "principes"!...



Nicolau Maquiavel na "obra de todas as suas obras", num último e quiçá desesperado acto satírico que apenas pretenderia retratar o cinismo de uma nação governada por uma só pessoa, terá afirmado que  "...Nas acções de todos os homens, em especial dos príncipes, onde não existe tribunal a que recorrer, o que importa é o sucesso das mesmas. Deverá pois, um príncipe, vencer e manter o Estado: os meios serão sempre julgados honrosos e por todos louvados, porque o vulgo sempre se deixa levar pelas aparências e pelos resultados, e no mundo não existe senão o vulgo..." 

Cinco séculos depois a sua sátira, convenientemente deturpada, resumida e adaptada aos desígnios de cada um, virou lei em todas as "cortes absolutistas" de todas as áreas que imaginar se possam e em cinco simples palavras foi possível sepultar a grandeza da sua sátira: "... Os fins justificam os meios"!...

Restringindo a minha análise à razão de ser deste blog e centrando-me especificamente no "pântano futebolístico desta pobre terra onde nasci", direi que estaremos a caminho das quatro décadas em que fomos surpreendidos pela ascensão e retumbante êxito de um "príncipe" para quem o importante sempre terão sido os fins, independentemente da bondade dos meios utilizados para os alcançar!...

Mas assim como de qualquer acção resultará necessariamente uma reacção, também à ascensão desse príncipe sucedeu a queda. E... rei morto, rei posto, logo outro lhe tomou o seu lugar. Com uma "pequena" diferença: numa leitura ainda mais "maquiavélica", ao primado de "os fins justificarem os meios" sucedeu... o "vale tudo para atingir os fins"... Importante será chegar ao primeiro lugar! Em tudo, bom ou mau!...

Em terra onde não há tribunais, reinam os "principes"!...

Leoninamente,
Até à próxima

O mundo é composto de mudança e não pára!...


Será bem provável que tudo gire em torno de um quadro a que, não sendo alheia a pressão exercida pelo mercado por via do incontestável valor dos atletas, não sejam estranhos os compromissos assumidos para com estes, num louvável esforço para garantir a sua presença nesta época prestes a chegar ao fim e garantir a Jorge Jesus a base imprescindível para que pudesse vir a alcançar os objectivos desejados, por parte dos ou do responsável máximo do Clube. Porém, face à dura realidade e enquanto se lambem as feridas do inêxito, sobrará apenas a palavra empenhada, que deverá e bem, ser cumprida...

Por muito que isso custe a digerir a todo o fantástico universo leonino, o que tem que ser tem muita força e... que pelo menos se salvem os dedos!...

O mundo é composto de mudança e não pára!...

Leoninamente,
Até à próxima

 

Vou ficar à espera que me telefonem de Canelas!...



"Quo vadis", Simão?!...

Vou ficar à espera que me telefonem de Canelas!...

Leoninamente,
Até à próxima

A verdadeira dimensão universal de Fernando Peyroteo!...



Fernando Baptista de Seixas de Vasconcelos Peyroteo 
(Humpata, 10 de Março de 1918 - Lisboa, 28 de Novembro de 1978)

Fernando Peyroteo estreou-se com a camisola do Sporting em 12 de Setembro de 1937 num Torneio no Campo das Salésias defrontando o Benfica (Taça Preparação), jogo que venceu por 5-3 com 2 golos de sua autoria. Nesse seu primeiro ano no Sporting, Peyroteo ajudou o Clube a conquistar mais um Campeonato de Portugal, tendo Peyroteo contribuído decisivamente para a conquista de 5 campeonatos nacionais, 4 Taças de Portugal e 7 campeonatos de Lisboa. Peyroteo foi por 6 vezes o melhor marcador do campeonato nacional, prova em que apontou 331 golos em 197 jogos, uma média fantástica de mais de 1,6 golos por jogo, média ainda hoje não superada por nenhum jogador do mundo em jogos a contar para os campeonatos nacionais.

Peyroteo realizou 393 jogos com a camisola «leonina» (1937-1949) tendo marcado 635 golos (média de 1,61 por jogo) e ao longo da carreira disputou 432 jogos marcando 700 golos (1,62 por jogo). Os seus 43 golos apontados no campeonato nacional de 1947/48 só vieram a ser ultrapassados por outro sportinguista: Hector Yazalde que em 1973/74 marcou 46 golos.

É difícil escolher a tarde de maior glória de Peyroteo, tantas foram elas com a camisola do Sporting. No entanto salientamos uma quando, em 24 de Abril de 1948 o Sporting precisava de vencer o Benfica, fora de casa, por uma diferença de três golos para conquistar mais um campeonato nacional. Nessa tarde de glória, Peyroteo, apesar de ter passado a noite em estado febril, jogou e marcou os quatro golos que permitiram ao Sporting ganhar o campeonato nacional e, em simultâneo, a primeira Taça «O Século», um troféu verdadeiramente monumental. Peyroteo terminou a sua carreira aos 31 anos, depois de um curto ano ao serviço de Os Belenenses, e faleceu, vítima de ataque cardíaco, em 28 de Novembro de 1978 com apenas 60 anos de idade.

Por ocasião das comemorações do 1º centenário do Sporting Clube de Portugal, este clube homenageou Fernando Peyroteo, lembrando-o com um memorial no dia 10 de Março de 2006, dia do seu 88º aniversário. Depois de descerrada a placa, usou da palavra o filho de nome Fernando Peyroteo: «Gostaria de dizer duas palavras de profundo agradecimento. Tenho a certeza absoluta que se fosse possível esta seria uma das prendas que teriam dado mais prazer ao longo da vida de meu pai. É com orgulho que recebo em seu nome uma homenagem destas. Estou agradecido à Comissão do Centenário. Apesar de tudo, os valores que me foram transmitidos pelo meu pai estão a ser reafirmados. Estou muito sensibilizado. Em relação à minha família será transmitida toda esta emoção.» 

Certamente, Fernando Peyroteo é e sempre será para todos os sportinguistas, como o melhor ponta de lança de todos os tempos a jogar no Sporting. De entre os variadíssimos recordes de Peyroteo destacamos apenas seis deles que ainda hoje se mantêm: 

- O jogador português que mais golos marcou na história do Campeonato Nacional: 331 golos; 
- O jogador português que mais golos marcou num só jogo em campeonatos nacionais: 9 golos contra o Leça em 22 de fevereiro de 1942, que o Sporting venceu por 14-0; 
- O jogador português que mais golos consecutivos num só jogo para campeonatos nacionais: 5 golos ao Vitória de Guimarães em 8 de fevereiro de 1942; 
- O jogador com melhor média de golos marcados pela selecção de Portugal: 14 golos marcados em 20 jogos (média de 0,7 por jogo); 
- O jogador com mais golos marcados ao Benfica: 64 golos em 55 jogos (média de 1,2 por jogo); 
- O jogador com mais golos marcados ao F.C.Porto: 33 golos em 32 jogos (média de 1,02 por jogo).
(Fonte: Youtube)



Um dia a Federação Portuguesa de Futebol terá à frente dos seus destinos quem saberá reconhecer... 

A verdadeira dimensão universal de Fernando Peyroteo!...

Leoninamente,
Até à próxima

terça-feira, 25 de abril de 2017

Ou por ser do Benfica fica isento de qualquer castigo?!...





O árbitro não teve possibilidade de se aperceber das irregularidades, repetidas por seis vezes, cometidas nas suas costas por Victor Lindelöf, pelo que as mesmas não foram por si sancionadas, nem constarão naturalmente do seu relatório.

O que está à espera José Manuel Meirim e os seus pares para promoverem um processo sumaríssimo?! E qual será a pena aplicável prevista nos regulamentos para um caso destes?!...

Ou por ser do Benfica fica isento de qualquer castigo?!...

Leoninamente,
Até à próxima

Teve o que fez por merecer por palavras, actos e obras!...


Jorge Simão estará de saída do comando técnico do Braga (LINK)

Não sou de meias palavras, meias tintas ou hipocrisias...

Teve o que fez por merecer por palavras, actos e obras!...

Leoninamente,
Até à próxima

A Dignidade e a Verdade são de germinação muito difícil!...


«Dirigente do Benfica em zona proibida em Alvalade
09:24 - 25-04-2017
Paulo Gonçalves, director jurídico do Benfica, encontrava-se na zona que dá acesso aos balneários no intervalo do jogo do último sábado, em Alvalade, e não podia - o seu nome estava inscrito no modelo P, que permite a sua presença naquela zona apenas até a partida começar e 15 minutos após o jogo acabar. 

O causídico encontrava-se naquela zona na companhia de Luís Filipe Vieira e Rui Costa, tendo estes três elementos abordado o árbitro da partida no período de descanso. Porém, ao que A BOLA apurou, esta situação nem terá sido relatada pelos delegados da Liga que marcaram presença na partida, o lisboeta Manuel Castelo e o escalabitano Rui Manhoso, uma vez que a abordagem foi feita com a máxima educação, trocaram-se alguns pontos de vista e o próprio juiz da partida, o portuense Artur Soares Dias, conversou sem qualquer problema com os três educados e cordiais dirigentes do Benfica - não se ouviu um grito ou palavrão que fosse, ou seja, nada se passou que fosse suscetível de ser mencionado no relatório dos delegados.

Porém, a presença de Paulo Gonçalves num local onde não podia estar, naquela fase do encontro, pode vir a dar que falar - a presença do dirigente encarnado deveria ter sido fiscalizada pelos porteiros daquela zona o que, pelos vistos, não aconteceu.»


Esta local publicada na edição online do jornal A Bola, com imagem, título e descrição nos termos e conforme a data e hora nela inseridas e que aqui apresento com o rigor do "copy & past", apenas merece da minha parte a colocação de algumas "simples, despretensiosas e inofensivas questões":

1 - Como interpretar e classificar a presença e a atitude protagonizada pelo presidente do Benfica, na companhia dos dois funcionários do mesmo clube, nas instalações do estádio José Alvalade, em hora e local que os regulamentos da competição expressamente lhes vedavam?!

2 - Como interpretar e classificar a atitude, reportada pelo jornal, de cumplicidade, silêncio e omissão no relatório, por parte dos delegados da Liga, o lisboeta Manuel Castelo e o escalabitano Rui Manhoso e de tão estranha submissão, quanto iguais silêncios e omissões no relatório, por parte do árbitro Artur Soares Dias, face à violação flagrante dos regulamentos, cujo cumprimento rigoroso, total e sem excepções, deveria ser a única razão da sua, deles delegados e árbitro, presença no jogo e naquele local e àquela hora?!

3 - Como interpretar e classificar o "lápis de dois bicos" usado pelo jornal A Bola, denunciando primeiro, explosivamente, a situação e despejando-lhe depois uma arrepiante carga de lixívia - máxima educação por parte dos três educados e cordiais dirigentes -, no sentido do seu branqueamento?!

4 - Como interpretar e classificar, tendo em conta a imediata denúncia pública dos acontecimentos - obviamente públicos também! - por parte do Sporting, através do seu director de comunicação, o silêncio ensurdecedor manifestado até agora pelos orgãos competentes na administração da Justiça da FPF e LPFP, com especial enfoque no senhor José Manuel Meirim, putativo presidente do CD da FPF, no exacto, rigoroso e nunca perjurativo sentido, conforme referem os dicionários, de que tal título parece implicar a existência de um proprietário para um bem que talvez não exista?!

Cá pelo meu canto, fico sentado à espera de respostas...

Dizem que em meio adverso, a Dignidade e a Verdade são de germinação muito difícil!...

Leoninamente,
Até à próxima

Porca miséria!...



Ainda hão-de sobrar para o Sporting as culpas da deselegância e da falta de respeito para com o dono da casa, o Sporting e para com Jorge Jesus, o Marquês, patenteadas pelo presumido "sonso silencioso" em pleno auditório Joaquim Agostinho!...

Ainda estaremos muito provavelmente condenados a assistir a que apareça por aí um "bernardo" qualquer a acusar o Sporting de ter mandado instalar, espalhados por todo o auditório, microfones bem escondidos e dissimulados, para "apanhar as bacoradas" que o porco inevitavelmente debitaria, a partir do momento em que Lindelöf lhe aqueceu as costas, transformando em golo aquela "borla" de Soares Dias, quando decidiu marcar a "falta que nunca foi falta, nem ninguém viu"!...

E já ninguém terá dúvidas sobre o que acontecerá, num futuro próximo, ao "janela da cartilha", cuja defenestração obviamente estará iminente, por efeito das eufóricas consequências que o tetra determinará, tanto pelas poupanças que representará em termos de custos, quanto pelos óbvios benefícios que virão a ser alcançados em termos de salvaguarda da degradação de imagem a que a queda no domínio público da sua "gloriosa actuação" inevitavelmente teria de conduzir: depois de mastigado o "chiclete" é sempre para deitar fora!...

A partir de agora e com o tetra no bolso, "muammar" não precisará de intermediários para continuar a domesticar jornalistas!...

Porca miséria!...

Leoninamente,
Até à próxima

Há muita gente por aí que deveria ler o livrinho!...


Foi com estes dois ouvidos que a terra há-de comer que eu bem ouvi Nuno Espírito Santo atribuir parte da culpa do empate do Porto frente ao Feirense ao “medo” de os jogadores voltarem a nada ganhar esta época. 

E ninguém alguma vez me tirará da cabeça que terá sido o "terrível medo de falhar" que impediu nos últimos dois e decisivos dérbis de Alvalade, há um ano e agora, Bryan Ruiz e Bas Dost de darem ao resultado a expressão justa e concorrerem para que tudo fosse diferente!...

Jorge Silvério, mestre em psicologia desportiva e autor do livro “Como ganhar usando a Cabeça”, confirma que o medo pode bloquear o rendimento, algo que acontece porque dirigentes e técnicos negligenciam toda a preparação e treino mental dos atletas!...

Há muita gente por aí que deveria ler o livrinho!...

Leoninamente,
Até à próxima

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