sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Pois cá por mim, o meu voto é... Irrevogável!...



Pois cá por mim, o meu voto é...  Irrevogável!...


Leoninamente,
Até à próxima

É preciso exigir-lhes o fim do colaboracionismo com o crime!...



NINGUÉM PODE FICAR DE FORA


«O mais importante não são os cargos, mas o que fazemos com eles.

A minha recente nomeação para a Comissão Executiva da FIFA, como a vice-presidência da UEFA, é uma oportunidade de Portugal participar na definição de políticas e nas decisões das instâncias do futebol internacional.

Nos últimos anos assistimos a diversas alterações nas principais competições de clubes e selecções, os valores com direitos televisivos e comerciais nunca foram tão elevados e o mercado de transferências movimenta hoje montantes que seriam inimagináveis há poucos anos.

Os desafios que o futebol enfrenta são enormes.

No caso específico da FIFA, trata-se de uma organização que enfrentou um período negro do qual só nos últimos meses começou a sair.

A presença em cargos nas instâncias internacionais é resultado do trabalho que tem sido desenvolvido por toda a equipa federativa, com o apoio dos sócios da Federação Portuguesa de Futebol.

Se na FIFA e UEFA os desafios são enormes, na FPF não são menores.

Há muito para fazer no futebol português.

O ecossistema económico do futebol mundial está a mudar muito depressa e isso levanta desafios enormes aos clubes portugueses, nomeadamente aos que participam nas provas europeias, com repercussões nas nossas competições profissionais. Tenho tido oportunidade de conversar com todos eles sobre estes temas.

Neste contexto, é muito relevante que Portugal consiga ter uma Liga forte.

Para que tal seja possível é necessário que os clubes saibam encontrar pontes de diálogo naquilo que os une – e na minha opinião é muito! – e, de uma vez por todas, deixem de permitir que os seus símbolos, a sua história e a sua força sejam capturados para a apologia do ódio.

Tal como já tive oportunidade de afirmar em diversas ocasiões, o clima que se vive no futebol profissional português é inimigo do crescimento e da afirmação da indústria, quer no plano nacional quer internacionalmente.

É também um péssimo exemplo para os mais jovens e um fenómeno que contribui para afastar o adepto, dos estádios e mesmo da modalidade. E sem adeptos, ‘sem consumidores’, bem se sabe como fica comprometida qualquer evolução positiva de uma indústria, de um ‘negócio’.

Acompanho com particular preocupação o que se passa em dois sectores: a arbitragem e os adeptos.

O constante tom de crítica em relação à arbitragem é inaceitável e impróprio de um país civilizado e com espírito desportivo.

Estas críticas, que muitas vezes são inspiradas em dirigentes com as mais altas responsabilidades, potenciam o ódio e a violência. São, quase sempre, uma forma de tentar esconder insucessos próprios, além de constituírem actos de cobardia.

Esta época, a exemplo do que sucedeu em outras, já houve acções condenáveis que tiveram como alvo os árbitros e que os afectaram a eles e às suas famílias.

Neste contexto, não me surpreenderia se Conselho de Arbitragem e árbitros reflectissem profundamente sobre as reais condições que existem, em Portugal, para quem tem a tarefa de dirigir jogos nas competições profissionais.

Que ninguém tenha dúvidas sobre a minha posição: toda a minha força está com os que, diariamente, são obrigados a lidar com insultos, ameaças, insinuações e entraves à tranquilidade que o desempenho das suas funções exige. Nomeadamente os que se expõem na arbitragem e na disciplina, pilares fundamentais deste desporto que amamos.

O clima de ódio tem tido reflexo também entre os adeptos.

Basta olhar semanalmente para o registo disciplinar nas competições profissionais e para as notícias que relatam incidentes – alguns infelizmente com gravidade – entre adeptos de diferentes clubes.

É com profundo lamento que o escrevo: existem sinais de alarme no futebol português.

Os clubes profissionais não podem ignorar estes sinais de alarme.

O Estado não pode ignorar estes sinais de alarme: a arbitragem sob ameaça e constante crítica; a violência entre adeptos; o ódio entre clubes, espalhado por redes sociais e órgãos de comunicação social.

E também o desrespeito de muitos pelas regras que eles próprios aprovaram em Assembleia Geral da Liga.

É uma mistura potencialmente explosiva. Temos de conseguir parar antes que seja tarde de mais.

Em Maio de 2016, quando me candidatei ao segundo mandato na FPF, anunciei que me bateria por uma nova lei que punisse de forma mais pesada e efectiva a corrupção desportiva. Após trabalho conjunto e produtivo com a Unidade Nacional de Combate à Corrupção, da Direcção Nacional da Polícia Judiciária, a nova lei foi discutida na Assembleia da República e aprovada pelos partidos.

A acusação de 27 pessoas no chamado ‘Jogo Duplo’ mostrou que existem instrumentos para investigar e acusar.

O Estado, o Governo, a Assembleia da República, os diferentes responsáveis institucionais devem envolver-se cada vez mais neste objectivo colectivo de combater de forma efectiva as ameaças ao futebol, nas suas diversas vertentes.

A FPF está disponível para colaborar com o Estado em todas estas frentes, nomeadamente na revisão das competências do Conselho Nacional do Desporto, um órgão que poderá desempenhar papel fulcral.

A Federação está a fazer a sua parte e estará sempre do lado das soluções construtivas e pacificadoras.

Ninguém pode ficar de fora desta responsabilidade.»
(Fernando Gomes, artigo de opinião publicado nos 3 jornais desportivos)


Palavras, palavras e mais palavras, senhor Presidente!...

Palavras leva-as o vento e cartas de amor são papéis... ridículos como diria Pessoa!...

As leis existem e deveriam fazer deste lodaçal em que infelizmente vivemos, um "estado de direito"!...

Mas, senhor Presidente, o que desgraçadamente vai coexistindo com o "estado de direito" que deveríamos ser, é uma atroz, indignificante e humilhante... IMPUNIDADE!...

Diga, diga por favor BASTA, grite bem alto se puder e tiver coragem para isso, não virado para os interlocutores que escolheu neste seu "discurso melífluo e inócuo", apenas tristes figurantes de uma pobre e mais triste ainda "ópera bufa", mas dirija-se, de sobrolho carregado e exibindo a indignação que lhe assiste, a todas as instâncias que neste país deveriam zelar pela aplicação da Justiça e exija-lhes acção, em vez de colaboração com o crime que nos rodeia...

É preciso exigir-lhes o fim do colaboracionismo com o crime!...

Leoninamente,
Até à próxima

Promiscuidade não tem fim, felicidade sim!...



Só faltará o "Kadafi dos Pneus" vir fazer a recomendação de voto, assim à maneira do "Vilavinho": "Temos de votar em quem nos ajuda"!...

O pior é se o Chico J. Marques descobre algum email comprometedor e... A "Cristas" acaba por levar na crista!...

Promiscuidade não tem fim, felicidade sim!...

Leoninamente,
Até à próxima

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Nem tudo o que Luz é oiro, a começar pela Porta 18!...


«Divirto-me a ver algumas análises das contas do Benfica, cheia de mitos, ao mesmo tempo que me chamam ignorante:
- Dizem que o grande problema do Benfica eram os juros e agora a coisa está resolvida!
Pois bem, o Benfica pagou neste ano 19,7 milhões de juros e o ano passado tinha pago 21,3 milhões. A gestão genial do Benfica poupou 1,6 milhões de euros..., o que é exactamente metade do que custou um Fariña da vida... (quem não sabe quem é ver, por favor, no Google porque ele nunca chegou a jogar no Benfica)
- Falam muito, também, que os clientes aumentaram 40 milhões, dinheiro que para o ano fará baixar incrivelmente o Passivo, mas esquecem-se de dizer que os Fornecedores aumentaram 15 milhões e o dinheiro em Caixa e Outros activos diminuiu 21 milhões, isto é 36 milhões... Afinal os tais Clientes só significam 4 milhões...
- Ninguém diz que só os Custos com o Pessoal aumentaram 13 milhões de euros... Deve ser o salário daquele senhor da comunicação das redes sociais que gosta muito de falar de mim e só diz mentiras.
- O valor do plantel passou de 115 para 124 milhões, tendo registado um aumento de quase 8%... Repito, este plantel vale mais do que o do ano passado! Acredite quem quiser...
A verdade é que depois de venderem quase tudo o que mexe, depois de vendas dos últimos anos de mais de 400 milhões, o Passivo baixou 17 milhões e é superior ao de 2015...
Continuem a dizer que eu não percebo nada de contas, continuem a dizer que eu não percebo nada de gestão...
Eu só não me rio porque andam a brincar com o Benfica.
Andam a ficar milionários à custa do meu clube e com palmas da maioria dos sócios. É obra!»

Em defesa de Rui Gomes da Silva, que não será o único benfas cujas intenções de candidatura me tiram do sério - já ultrapassaram a centena as missas que mandei rezar pela continuação do Kadafi dos Pneus! -, por aqui deixo hoje mais uma demonstração da profunda e exemplar união escarlate!... 

Nem tudo o que Luz é oiro, a começar pela Porta 18!...

Leoninamente,
Até à próxima

Que o seu alerta ribombe com a força de um trovão em Alvalade!...


O BENFICA AINDA NÃO PERDEU NADA

«Jorge Jesus, quando está com os pés na terra, para lá de ser um excepcional treinador, tem a capacidade de ler o momento do futebol como poucos. E sobre o que se vive actualmente disse: «não vamos pela classificação, não nos vamos iludir porque o nosso rival continua a ser uma equipa forte e está tudo em aberto para as três equipas». Tão simples mas relevou o essencial.
E a realidade é que o Benfica ainda não perdeu nada. Tem uma qualidade de jogo sofrível, há vozes de protesto e uma crise de resultados que leva a uma evidente crise de confiança. Ainda falta muito campeonato e nunca gostei da estupidez de se reservar o Marquês com antecedência. Porém, que ninguém tente varrer para debaixo do tapete os problemas visíveis que afectam as águias e eles são múltiplos

Do lado do Sporting, que tantas vezes no passado recente passou pelo turbilhão da instabilidade e descrença, o que importa é continuar o apoio dos adeptos e o bom trabalho que Jesus tem vindo a realizar. O momento é de alegria e esperança, mas sem euforias, fanfarronices e megalomanias, porque se o Benfica ainda nada perdeu, os leões ainda não ganharam nada. Daí que o silêncio seja nesta altura o melhor aliado para a tranquilidade e para seguirmos calmamente o nosso caminho, que não haja desvarios nem temas secundários a emperrarem a engrenagem que se deseja de vitórias.

«A soberba nunca desce de onde sobe, mas cai sempre de onde subiu», dizia o escritor espanhol Francisco de Quevedo. Sim, a maldita soberba está na base deste mau momento do Benfica. A arrogância do tetra trouxe displicência na construção do plantel e a crença de que a estrutura podia aguentar tudo. Mas como uma vez disse Jorge Jesus, e já se esqueceram, «a estrutura são vitórias», quando elas não aparecem nenhuma é de aço e à prova de derrotas. E, além das lacunas evidentes no quadro de jogadores, subsiste um modelo de jogo que se tornou previsível e facilmente desmontável e que não tem alternativa até ver.

Luís Filipe Vieira e Rui Vitória são os rostos da angústia dos benfiquistas. O primeiro porque vendeu muito, mais de 100 milhões – e só abateu no passivo 17 milhões – mas não soube encontrar soluções fiáveis no mercado para o sector recuado e ainda mandou embora o único verdadeiro matador de vermelho, Mitroglou. O treinador, que não é milagreiro, está visivelmente mais nervoso e tem perdido o verniz que sempre norteou a sua conduta. Para lá das múltiplas lesões musculares – apesar do recrutamento de um médico que veio do Barcelona – a equipa está nervosa, parece abúlica e sem confiança e o plantel é evidentemente mais fraco. Como sabemos o futebol é fértil em ressurreições, o vórtice da passagem da felicidade para a depressão é supersónico e apenas existe uma couraça tranquilizadora: as vitórias. Sem elas só há a instabilidade das crises anunciadas.»
(Rui Calafate, Factor Rcional, in Record)


Rui Calafate com o saber, o equilíbrio, a racionalidade e a ponderação que aqueles que o conhecem poderão aferir, e para mais na sua zona de conforto que domina como poucos, não tem dúvidas: "o silêncio é o melhor aliado para a tranquilidade (do Sporting) e (quiçá única via) para seguirmos calmamente o nosso caminho, sem desvarios nem temas secundários a emperrarem a engrenagem que se deseja de vitórias"!...

Que o seu alerta ribombe com a força de um trovão em Alvalade!...

Leoninamente,
Até à próxima

Vamos ter 50.000 Leões a fazer de Alvalade um verdadeiro vulcão!...



O Sporting Clube de Portugal acaba de anunciar que o tão desejado confronto com o Barcelona, marcado para as 19:45 do próximo dia 27, terá lotação esgotada. Mesmo com bilhetes a 60 euros, os adeptos sportinguistas disseram 'presente' à perspectiva de ver actuar o seu grande amor perante Lionel Messi e companhia, num duelo referente à 2.ª jornada do Grupo D da Champions, que poderá levar o Sporting a cumprir mais uma vez o grandioso sonho do seu fundador: tão grande como os maiores da Europa!...

A confirmar-se a enchente, poderá vir a ser desafiada a melhor assistência de sempre do Estádio José Alvalade, registada na última época, quando os leões receberam o Real Madrid de Cristiano Ronaldo, a que assistiram então 50.046 espectadores.

Vamos ter 50.000 Leões a fazer de Alvalade um verdadeiro vulcão!...

Leoninamente,
Até à próxima

Um privilégio, um orgulho do tamanho do amor ao Sporting!...


A um pequeno passo de atingir tantos acessos como adeptos tem o Sporting!...

Um privilégio, um orgulho do tamanho do amor ao Sporting!...

Leoninamente,
Até à próxima

Olha quem nos vem falar de ornitologia!...


ABUTRES NO NINHO DA ÁGUIA

«Por mais dinheiro que custem ou ganhem as suas peças, as equipas de futebol não são constituídas por máquinas. Por isso, a estratégia como se absorvem os momentos de crise de forma, ou de confiança, pode ser mais ou menos eficaz no cumprimento da intenção de voltar às vitórias. O Benfica está com um futebol telegrafado, previsível, contrariável. 

A maneira como Rui Vitória está a lidar com esta fase má da sua equipa não se afigura a mais adequada. Esbraceja mais do que Sérgio Conceição e inventa mais do que Jesus (este, aliás, esta época, não tem inventado nada). O esbracejar, pressionando a equipa de arbitragem por dá cá aquela palha, seria o menos grave se não fosse sintoma de um mal mais profundo: a falta de opções para lugares-chave e o efeito em cadeia que tal carência tem gerado em más opções de jogo. 

Pobre guardião e defesa que tem no meio-campo um equívoco chamado Filipe Augusto, a trinco, e que, por arrasto ou não, vê Pizzi sem as soluções e velocidade de decisão que fizeram dele um destaque na época passada. E, assim, a bola chega mal aos flancos e pior à área contrária. 

Mas o jogo de ontem deixou boas indicações sobre várias peças ainda pouco rodadas, apesar de ter acabado num empate, e com Rui Vitória a ser pouco claro nos terrenos a pisar pelos substitutos, que entraram já após o empate do Braga. O caso gritante foi Pizzi, que chegou ao final do jogo sem que se percebesse se entrara como solução no flanco direito, função para que está sem velocidade, ou para o centro, onde chocava com o prometedor Krovinovic. Uma outra nota sobre um jogador em concreto: Gabriel Barbosa bateu às portas da Europa, a jogar no Santos como segundo avançado, com um nove fixo na frente (o veterano Ricardo Oliveira). É no centro, e com mobilidade, que este jogador poderá render alguma coisa.

Efeito, que se vai tornando causa, deste mau momento, é a agitação lançada por alguns abutres que frequentam o ninho da águia. Neste domínio, Rui Gomes da Silva escolheu o pior momento para atacar a estrutura de que saiu por Vieira não lhe querer reconhecer o estatuto de número-dois. Várias das farpas lançadas pelo ex-vice podem até reflectir realidades no âmago da vida do Benfica. Mas são realidades persistentes. Se a crítica pretende ser construtiva deve ser feita quando as coisas ainda estão bem. É quando a doença ainda não descambou para uma fase aguda que pode e deve ser atacada com êxito. O perfil de Rui Costa é o mesmo de sempre, a falta de contratações ao nível dos jogadores que saíram é um facto desde o primeiro dia de Setembro. Altura em que a sua voz soaria bem no silêncio geral. 

Agora, Rui Gomes da Silva teve uma entrada fora de tempo, que desestabilizou ainda mais a equipa. Isso os benfiquistas não costumam perdoar nem esquecer.»
(Octávio Ribeiro, De olhos na bola, in Record)


Sendo um dos mais prestigiados ornitólogos cá desta nossa pobre e singular freguesia...

Olha quem nos vem falar de ornitologia!...

Leoninamente,
Até à próxima

E todo o povo, crente ou não, é obrigado a ver a banda passar!...


Um dos padres ordenados com pompa e circunstância, na "capelinha das aparições escarlates", "Esteve(s)" ontem no estádio da Luz, para mal dos arsenalistas de Braga e do futebol português, a rezar mais uma missinha. E o escândalo naturalmente voltou a acontecer, como as imagens do vídeo acima demonstram à saciedade: nem um cartãozinho esteve nas mãos do "esteves", mesmo que João Carlos Teixeira e Paulinho quase tivessem sido estrangulados.

Nada que apoquente a esmagadora maioria dos jornalistas deste "quintal escarlate", a julgar pelas capas que os pasquins desportivos pela enésima vez voltaram a exibir hoje, prova mais do que provada de que o crime compensa e até se organizam procissões onde os "criminosos" desfilam sem pudor com asinhas de anjo:




E os Conselhos de Arbitragem e de Disciplina da FPF, bem acompanhados por insuspeitas entidades a quem competiria a admnistração da justiça, como a Procuradoria Geral da República e a Polícia Judiciária, contrafeitas ou por legítima devoção, também seguem na procissão, só que logo a seguir à banda:



E todo o povo, crente ou não, é obrigado a ver a banda passar!...

Leoninamente,
Até à próxima

Serão milhões a pensar o mesmo!...


A NÓDOA

«Benfica tem relacionamentos promíscuos com duas figuras centrais no caso Marco Ferreira. Factos

Um árbitro internacional (e profissional) desce de escalão depois de ter dirigido três derrotas do Benfica. O vice-presidente do Conselho de Arbitragem que, à data, administrava as classificações dos árbitros é, posteriormente, apoiado pelo Benfica na candidatura à AF Coimbra e envia facturas de dezenas de milhares de euros para a Luz. O observador que deu ao árbitro a nota que mais contribuiu para a descida (num jogo perdido pelo Benfica) tem relações altamente promíscuas, se não até ilegais, com o mesmo clube. É isto que está nos emails revelados pelo Porto (já descontando várias outras acusações), resumido com clareza, sem gorduras, nem subjectividades. Estes são os factos que constam dos documentos contestados pelo Benfica não como falsificações mas como pirataria informática ou violação de correspondência. O que há a esclarecer, com urgência, é isto: como é que um clube com a permanente altivez moral do Benfica pode, primeiro, manter trocas de favores com observadores e ex-responsáveis pelas classificações de árbitros; e, depois, sem nunca negar a autenticidade dos emails, furtar-se de mil maneiras a explicar esses relacionamentos obviamente comprometedores. Mas o Benfica responde aos benfiquistas e a Federação, a quem pertenceram os dois envolvidos, responde aos cidadãos. Se da Luz não vêm esclarecimentos, ao menos que a FPF obrigue os antigos colaboradores a justificarem as suas condutas, em tribunal se for preciso. É muito digno que, da Cidade do Futebol, venha finalmente tanta preocupação com a gritaria que emporcalha o jogo, mas há sempre dois responsáveis quando algo está sujo: quem sujou e quem não limpa.

Nota: escrevo isto sabendo que, nas últimas eleições, a lista de Fernando Gomes varreu muita desta gente, incluindo as duas figuras deste comentário, mas, aos olhos do público, a nódoa continua lá.»

Permanente altivez moral ou jactância?! Ou afinal, permanente sordidez moral e permanente, continuada e eterna impunidade?!...

O que pensar da "funesta paralisia" que parece afectar a PGR e a PJ sobre este tenebroso "caso dos emails"?!...

Serão milhões a pensar o mesmo!...

Leoninamente,
Até à próxima

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