quinta-feira, 21 de junho de 2018

E cá vamos cantando e rindo, levados, levados sim!...



E cá vamos cantando e rindo, levados, levados sim!...

Leoninamente,
Até à próxima

A acompanhar com atenção!...



O novo treinador do Sporting, Sinisa Mihajlovic, já deitou mãos aos trabalho e, além de ter dado ‘nega’ ao avançado holandês do Groningen, Van Weert, também apontou aquele que, na sua opinião, seria um dos principais reforços para dar maior dimensão à formação leonina: Adem Ljajic, internacional sérvio vinculado ao Torino até 2020 e que está avaliado no Tansfermarkt em cerca de 13 milhões de euros.

NOMEAdem Bojan Ljajić
NASCIMENTO1991-09-29(26 ANOS)PAÍS DE NASCIMENTO
Jugoslávia
Jugoslávia
NACIONALIDADE
Sérvia
Sérvia
NATURALIDADENovi Pazar
POSIÇÃOMédio (Médio Ofensivo) / Avançado (Extremo Esquerdo)
INTERNACIONALIZAÇÕES A30 Jogos / 6 Golos
PÉ PREFERENCIALDireito
ALTURA182 cm
PESO74 kg







Adem Ljajic é um desequilibrador por natureza e, apesar de jogar preferencialmente pelo lado esquerdo no ataque, não tem quaisquer problemas em alinhar no corredor oposto. O internacional sérvio também já foi diversas vezes utilizado nas costas dos avançados, uma qualidade que pode permitir ao treinador utilizar o 3x5x2. Sinisa Mihajlovic, em Itália, apostou preferencialmente no 4x4x2, mas é um treinador que costuma adaptar as suas ideias ao plantel disponível. A grande prioridade é a pressão alta, um dos pontos fortes que Ljajic tem mostrado nos últimos anos em Itália.

A acompanhar com atenção!...

Leoninamente,
Até à próxima

Apenas um juízo justo!...


"Quando ouvi a cidade de noite batendo as panelas"


«Bruno de Carvalho merece um juízo justo, despoluído do linchamento comunicacional a que foi sujeito nos últimos dois meses. Suficientemente justo, para se lhe reconhecer que a revogação do seu mandato não deve ser ditada, nem pelos sistemáticos insucessos desportivos da equipa de futebol 11, nem pelos históricos resultados das modalidades amadoras. 

Inequivocamente justo, para que não se lhe atribuam culpas pelo bárbaro ataque que foi perpetrado contra a equipa de futebol e objectivamente justo, para lhe atribuir totais responsabilidades na deserção de quase metade da equipa e na destruição estúpida do trabalho de 5 anos, criando uma guerra pública irresponsável contra os jogadores, que abriu a porta ao oportunismo e ao desrespeito pelo Sporting Clube de Portugal. 

Completamente justo, para lhe atribuir exclusivas responsabilidades pela crise institucional em que o clube mergulhou, não tendo promovido a necessária clarificação e pacificação com a realização urgente de eleições. Claramente justo, para não omitir que, aberrantemente, patrocinou a criação de estruturas contrárias aos Estatutos do Sporting Clube de Portugal, como a Comissão Transitória da senhora Judas, que por sua vez queria ilegalmente realizar uma Assembleia Geral apressada e inopinada, para promover alterações estatutárias espúrias.

Totalmente justo, para não haver dúvidas que o presidente do Conselho Directivo colocou Sportinguistas contra Sportinguistas, Sócios contra os Sócios, promovendo uma brutal fractura entre os adeptos, suportada na ideia peregrina que de um lado temos 6 Sportinguistas de uma santidade imaculada e do outro, uma corja de oportunistas, golpistas e conspiradores, que vai da quase totalidade dos membros dos órgãos sociais que integraram as suas listas aos jogadores, abrangendo todos aqueles que dele discordam.

Inapelavelmente justo, para reconhecer que nos enganámos na sua capacidade em constituir uma equipa directiva séria e competente, porque afinal, nas suas palavras, fez-se rodear de “ratos” e de “cobardes”. Genuinamente justo, para reconhecer que quem convidou o Comendador Jaime Marta Soares a integrar a Candidatura Sporting no Rumo Certo - Bruno de Carvalho, como Presidente da Mesa da Assembleia Geral, foi Bruno de Carvalho, não fomos nós.

O juízo justo de quem criou esta guerra fratricida, que nos envergonha e nos divide, que nos enfraquece e desprestigia, e da qual também Bruno de Carvalho é vitima ao pulverizar o reconhecimento que os Sportinguistas lhe tinham, cabe somente a cada um dos sócios. De preferência, mostrando desta vez, na forma e no resultado, que aquilo de “sermos diferentes” é mesmo verdade e que Bas Dost tinha razão, quando não confundiu a delinquência com os verdadeiros adeptos do Sporting.

Minha cabeça talvez faça as pazes assim.»
(Sérgio Barroso, in A Insustentável Leveza de Liedson)

Para que as cabeças de todos os sportinguistas possam fazer as pazes assim...

Apenas um juízo justo!...

Leoninamente,
Até à próxima

Com sportinguistas destes o Sporting é eterno!...



"O voto contra a corrente"


«O meu sentido de voto será fruto da reflexão sobre o que é o Sporting e o que ele representa.

O Sporting para além de um clube é um conceito. É abstrato e dinâmico, porque ele não é mais do que a soma dos nossos valores individuais, dos nossos princípios. Assim sendo, o Sporting representa-nos, projeta-nos e nós identificamo-nos com ele. Não é estático e não está escrito em pedra. Porque a soma de todos nós é também mutável. E é nas nossas manifestações e decisões que o Sporting se define, é através da escolha da liderança que melhor nos representa, que nós escolhemos que valores e princípios que o Sporting se deve reger.

Neste momento marcante da nossa história nunca foi tão crítico dizer afinal o que é o Sporting. Não foi só um caso de terrorismo ou de um crime. É muito mais do que isso – é a definição do estilo, de liderança, de posicionamento junto da sociedade no geral e com a nação Sportinguista, do futuro.

A evolução tem-se sentido há algum tempo e definiu-se de forma marcante nos últimos tempos. O que tem aconteceu é demasiado importante para que o Sporting fique calado, temos de lhe dar voz. E porquê? Porque agora que temos mais clareza do caminho que estamos a seguir sabemos para onde nos leva. Então está na hora de definirmos em conjunto se queremos ou não continuar este caminho. Está na hora de definirmos, todos, em conjunto, o que é então o Sporting.

Para mim não é importante apoiar a, b ou c até porque não os conheço. Para mim o importante é saber se os valores que eu sempre assumi eram os desta grande organização – a excelência desportiva, esperança para os jovens, elevação no debate, trabalho ético, respeito pelos demais, contribuição para a sociedade através do desporto – ainda são os do Sporting.

Para mim a glória não é olhar para trás e ver a vitória a todo custo, é olhar para trás e dizer que tudo fizemos, com esforço, dedicação, devoção… Com ética, respeito e elevação (e no fim ganhar).

Eu olho para o estado atual e não conheço este Sporting. Não me revejo neste estilo, nas ações constantes feitas por outros sportinguistas. Eu quero e preciso que o Sporting fale, que me deixe contribuir para que ele fale. Nós não somos adeptos do Sporting, não. Nós fazemos parte do Sporting! Ele está em todos nós, nós fazemo-lo a ele, é embrionário!

Os timings são difíceis e há muita incerteza, todas as opções são más. A continuidade? Do quê? Do que nos trouxe aqui? Mudança? Tanta incerteza nos atores transitórios que nas suas manifestações públicas não nos deram garantias nenhumas que iriam tratar com competência os desafios enormes que encontramos (rescisões, reestruturação financeira, preparação da época). Incerteza em quem poderá liderar o clube no futuro, ninguém quer o regresso ao passado.

Mas se pensarmos onde nós sócios poderemos ter mais controlo, é no cenário de eleições, controlamos quem deixamos entrar, quem liderará este grande clube. E temos de acreditar que em 3 milhões de pessoas haverá alguém competente. Também penso que já tivemos provas suficientes que os sócios não têm o que querem com a actual liderança. Houve controlo no estilo? Houve abandono do Facebook? Houve respeito pelos demais?

Está na hora de deixarmos o Sporting falar e isso só se consegue como? Com eleições. Eu quero ouvir o Sporting falar, quero ouvir o que vocês têm para dizer. Está na hora de eleições!»
(MRC, O voto contra a corrente, in A Tasca do Cherba)

Deixo aqui dois fortes abraços a dois sportinguistas de quem me orgulharei sempre de ter por companheiros, nesta hora difícil para o nosso Sporting.

Ao Cherba, porque é preciso ter tudo no sítio para ousar publicar um texto com tamanha grandeza.

Ao MRC, porque sem tudo no sítio ninguém seria capaz de escrever este texto.

Com sportinguistas destes o Sporting é eterno!...

Leoninamente,
Até à próxima

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Amanhã? Ninguém sabe!!!...


Entrevista a Daniel Oliveira. “Bruno de Carvalho é um homem fraco e de uma fragilidade perturbante”
19/6/2018, 8:47
O comentador falou do seu novo podcast, do voto contra a eutanásia e de Bruno de Carvalho. Não dorme há um mês por causa do Sporting. (LINK)
Por Fábio Martins

«... E como é ser sportinguista numa altura tão conturbada do clube?

É ser uma pessoa que sofre, que está profundamente triste e que não dorme há um mês. Sou um sportinguista ferrenho e sempre sofri muito com o meu clube, mas era um sofrimento saudável. Ficava feliz quando a equipa ganhava e triste quando perdia. Mas neste momento vivo quase numa crise existencial.

Eu já me zanguei muitas vezes na política, mas na política é fácil. Zangamo-mos, aguentamos até ao limite e no limite saímos e até estamos livres para mudar de partido ou criar um novo. Eu vou ser sportinguista até morrer e assistir a este espectáculo deprimente revela um sentimento de impotência enorme. A única coisa que eu quero neste momento é correr com este homem [Bruno de Carvalho] do Sporting.

Onde é que Bruno de Carvalho perdeu o controlo?

Há quatro meses, entre aquela publicação idiota e a marcação de uma assembleia geral que já não foi idiota, mas sim uma coisa pensada para aproveitar o primeiro ano do Sporting para tentar reforçar o seu poder. Claro que há sempre pessoas que viram isto acontecer muito tempo antes e, na minha opinião, viram mal porque o que está a acontecer não esteve sempre a acontecer. Houve um momento em que Bruno de Carvalho acordou para uma realidade em que o poder é transitório e que provavelmente o iria perder. É um homem sem estrutura emocional e psicológica para suportar a ideia de que o poder é transitório.

Nós temos a mania de dizer que os ditadores são pessoas fortes, mas eu acredito que os ditadores são pessoas fracas de espírito, que não aguentam perder aquilo que pessoas que não são ditadoras aguentam perder. Eu tinha uma amiga que me dizia uma frase que ainda hoje repito muitas vezes, que os fracos são os nossos carrascos. Bruno de Carvalho é um homem fraco e de uma fragilidade perturbante. E cabe aos sportinguistas remover a pessoa que está a criar um problema no clube e assegurar que o clube continua na mão dos sócios. É uma tarefa que vai demorar uns anos.

Como é que se salva o Sporting de Bruno de Carvalho?

As pessoas a quem entregamos poder absoluto para salvar as instituições rapidamente as começam a destruir. Como é que se reverte uma situação destas? É difícil. Se fosse fácil acho que já estava feito, mas acho que não vai demorar assim tanto tempo. Bruno de Carvalho já não controla rigorosamente nada no clube e toda a estratégia que lhe resta é dizer que a culpa é dos jogadores ou de outra pessoa qualquer que não ele.

E alguém que tem como legado o facto de (no dia da entrevista) em Junho não termos treinador e termos acabado de perder quase metade da equipa a custo zero, digamos que não tem propriamente grande rival a nível de legado. E acho que a maior parte dos sócios já percebeu isto. Esta novela vai demorar muito a terminar mas já sabemos como é que vai acabar. Não vai ser um final feliz para Bruno de Carvalho e, infelizmente, para o Sporting...»


É muito difícil prever o início de um regime autocrático cuja génese resultou de uma manifestação democrática. Mais difícil será estabelecer o momento da usurpação e não raras vezes e durante inacreditáveis espaços de tempo em que falham rotundamente os alertas da nossa razão, julgamos como democrata o autocrata que nos espezinha numa espiral absurda de que não damos conta. Quase impossível será adivinhar o seu fim!...

Amanhã? Ninguém sabe!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

Quem se atreverá a garantir o contrário?!...




A AG do Sporting e as sondagens. 

«Pequena conversa para quem quer aplicar um módico de inteligência neste processo insano. 
Sim, é possível saber, através de uma sondagem, qual a opinião dos portugueses (ou melhor, dos residentes em Portugal e com telefone) acerca da destituição de Bruno de Carvalho. Ou daqueles que, perguntados ao telefone, digam que são sportinguistas (mesmo os que estiverem a mentir) ou, ainda, que digam ser sócios do Sporting (mesmo os que estiverem a mentir). 
Mas, como é possível obter uma amostra dos sócios do Sporting que vão votar na AG de sábado? Quantas dezenas de milhar de telefonemas seria necessário fazer para obter uns 400 ou 500 resultados positivos? E, dentre estes, como fazer a triagem entre os sócios que votam com 1 voto e aqueles que votam com 3 ou 5 ou 8? Quanto é que isso custaria? Quantos dias seriam necessários para executar o trabalho de campo?
Pois, não é que seja impossível prever por sondagem o resultado da AG, mas convenhamos que não vai ser possível. 
Portanto, sejam quais forem os resultados que forem sendo anunciados nos próximos dias, nenhum deles terá sido obtido a partir de uma amostra dos votantes da AG. 
Portanto, a verdadeira sondagem será a contagem das urnas. 
É o que se costuma dizer, mas, desta vez, tem toda a propriedade.»

Subsistirá no universo leonino apenas uma pequena ou mesmo grande dúvida, sendo dado adquirido que a "não destituição" do Conselho Directivo será pacifica e democraticamente aceite...

Mas quando nem as determinações dos tribunais são aceites e respeitadas...

Quem se atreverá a garantir o contrário?!...

Leoninamente,
Até à próxima

Quem foi o pior em campo?!...


No Portugal 1-0 Marrocos...

Quem foi o pior em campo?!...

Leoninamente,
Até à próxima

Até quando?!...


Comissão de Gestão impedida de entrar em Alvalade


Artur Torres Pereira, Sousa Cintra e Luís Marques, três elementos da Comissão de Gestão para o Sporting, nomeada por Jaime Marta Soares, estiveram no Estádio de Alvalade, esta manhã, para tentar assumir funções, mas o acesso ao local foi-lhes negado. Artur Torres Pereira declarou aos jornalistas:

"No cumprimento de mandato e missão, a Comissão deslocou-se ao Estádio para poder iniciar as suas funções no Estádio. O nosso acesso às instalações foi-nos vedado, negado, numa manifestação de hostilidade para comissão de gestão e desprezo para decisões judiciais. Hoje a tarde faremos um comunicado sobre a situação."

Bruno de Carvalho terá entendido por bem comentar assim a situação:

"Foram tomar café ao Multidesportivo e fazer uma cena de que foi impedida de entrar..."

Jardim de infância, coutada ou manicómio?!

Até quando?!...

Leoninamente,
Até à próxima

Um belo par de botas!...


Mihajlovic chumba contratação de Tom van Weert

Avançado de 28 anos estava para ser oficializado, mas o técnico sérvio puxou do travão de mão e rejeitou a contratação.

Jorge Jesus já não mora em Alvalade, mas o mesmo parece não acontecer com a fúria comissionista que, aparentemente, dá ideia de continuar a ter quem por ali a cuide, adube e regue com os cuidados e o empenho que o amadorense sempre lhe dedicou.

Um novo "Castaignos" chegou recentemente à Portela e tudo estaria a ser preparado para que o Sporting, depois da abalada de Bas Dost, contratasse mais um escudeiro para o avançado que não tem! A habitual e típica expressão de interesses pouco claros, que obrigam depois o Clube a suportar elevados encargos com quem apenas joga de vez em quando e para salvar aparências.

O Sporting precisa urgentemente de um ponta de lança! Um homem golo, como foram no passado Islam Slimani e Bas Dost. Mas quem se perfilava era mais um holandês alto e loiro que, mesmo de más relações com as balizas adversárias, era bem capaz de proporcionar a quem ainda vai mexendo os cordelinhos leoninos, interessantes pecúlios...

Desta vez o tiro terá saído pela culatra. Mihajlović não terá vindo para Alvalade com a ideia de se juntar ao extenso pelotão de "yes men". Quer ver na equipa que vai liderar quem seja capaz de abdicar de floreados inúteis e em vez disso dê ordens à redondinha para ir beijar com relativa frequência o véu da noiva.

Vai ser interessante esta "guerra" entre o Bruninho, o Augusto e o recém chegado "soldado dos Balcâs", Siniša! Sem o suspeitarem, se calhar terão que se haver com aquilo que não esperariam...

Um belo par de botas!...

Leoninamente,
Até à próxima

terça-feira, 19 de junho de 2018

No sábado há Sporting!...


A GRANDE DECISÃO

«Provavelmente, nunca na história do clube os sócios foram investidos num papel tão transcendente como aquele que decorre da assembleia de dia 23. Por isso, vou ser muito sucinto e directo.

É óbvio que, em termos imediatos, está em causa a destituição, com justa causa, dos elementos sobrantes do conselho directivo. Mas 23 é muito mais do que isso: é saber se os sócios rejeitam ou não um estilo e uma prática que vêm sendo seguidos na gestão do clube e da SAD, ou seja, se querem mais do mesmo, ou se querem romper com este ciclo. Mais do que pessoas, estão em jogo princípios e valores.

Com uma particularidade: o poder instalado vai fazer tudo o que estiver ao seu alcance para se manter e, previsivelmente, embora desconsidere esta assembleia e a fulmine de ilegalidade, as forças vivas do brunismo comparecerão – se calhar transportadas com o dinheiro do Sporting – em massa.

E sendo assim, as coisas só mudarão se os sócios do Sporting decidirem que é importante lutar por esta causa. A história marca encontro com os sócios, no próximo sábado, pois deles e só deles, depende o começo da definição do seu futuro; 23 é como o comício da Fonte Luminosa, em que, não se sabendo, ao certo, o que se queria, sabia-se bem o que se não queria.

O divisionismo no Sporting está a atingir os limites do intolerável; é preciso recuperar os valores da convivência, da tolerância, do pluralismo, da educação e da decência, que estão lamentavelmente colocados entre parêntesis. Esta disputa da gestão do clube, por interpostas providências cautelares, tem de acabar, porquanto, para lá da entropia que representa, desloca os centros de decisão para instâncias que não são as que os estatutos preveem. Importa acabar com este vexatório regime de administração judicial a que o Sporting, por força das circunstâncias, tem estado sujeito.

No sábado, não há faltas de comparência, não há família, nem há praia. No sábado há Sporting. Porque eu quero o meu clube de volta.»
Estou absolutamente de acordo com CBdC: sábado 23 será "como o comício da Fonte Luminosa, em que, não se sabendo, ao certo, o que se queria, sabia-se bem o que se não queria"...

No sábado há Sporting!...

Leoninamente,
Até à próxima

PUBLICIDADE