segunda-feira, 18 de março de 2019

Nas mãos do juiz Neto de Moura!...



Por, alegadamente, os factos apontarem para que este crime não possa ser considerado "violência doméstica", já que terá, factualmente e segundo testemunhos presenciais, sido perpretado nos "domínios domésticos do FC do Porto", mais precisamente no Dragão Caixa e durante um encontro de hóquei em patins com o Sporting CP, tudo aponta para que o julgamento deste hediondo acontecimento possa acabar por ir parar...


Nas mãos do juiz Neto de Moura!...

Leoninamente,
Até à próxima

Terá tempo, capacidade e vontade?!...



Poucos terão sido os sportinguistas que não surpreendeu quando chegou! Mas à "entrada de leão" seguiu-se uma série demasiado grande e que começa a ser quase insuportável e sem fim à vista, de "saídas de cão"!...

Para mal dos seus pecados, ter-se-à convencido da facilidade com que os sportinguistas "papavam" as suas tão repetidas "evidências", sem vislumbrar que terá conseguido, paulatinamente, transportar o ambiente do balneário do Sporting para um patamar igual ou parecido àquele que, bem recentemente, determinou o regresso de Zidane a Madrid.

Hoje começarão a ser muito escassos os adeptos leoninos que ainda o desejarão ver à frente da equipa na próxima época. A menos que seja capaz de corrigir o rumo e mostrar provas de umas outras e bem diferentes "evidências"!...

Terá tempo, capacidade e vontade?!...

Leoninamente,
Até à próxima   

sábado, 16 de março de 2019

Decerto que seria sportinguista!...



Ah grande Manuel Maria Barbosa du Bocage! Se porventura ainda hoje estivesse entre nós...

Decerto que seria sportinguista!...

Leoninamente,
Até à próxima 

A coragem de afrontar o desconforto da Verdade!...


Quem quer casar com um ex-banqueiro?

«A entrevista de José Maria Ricciardi concedida a este jornal e publicada na passada quarta-feira é a prova de que o Sporting não consegue travar ou fazer uma pequena pausa que seja nesta sanha de autodestruição.

Não são necessários adeptos e muito menos figuras de referência de outros clubes para enfraquecer a imagem do Sporting e diminuir as suas possibilidades num contexto de afirmação desportiva. Têm sido os ‘sportinguistas’ os maiores inimigos do Sporting.

Já não bastava haver quase 100 mil sócios com quotas em atraso e, portanto, sem contribuir para o ‘bolo’ do interesse do Sporting. É preciso adicionar outros ingredientes, seja através de pitadas de elitismo ou populismo, para que o fermento da autofagia cresça sem parar.

Há poucos mais de 6 meses, o clube de Alvalade elegeu um novo presidente, Frederico Varandas, com 42,32% dos votos, superiorizando-se a João Benedito, que alcançou 36,84%.

Em terceiro lugar ficou José Maria Ricciardi (JMR), com 14,55% dos votos, com os restantes candidatos a registarem resultados residuais.

No final de 2016, JMR fazia parte da Comissão de Honra de Bruno de Carvalho, com vista às eleições de Março de 2017. Um ano depois, sensivelmente, retirava-lhe o apoio e demitia-se do Conselho Leonino.

Antes, JMR era conhecido por ‘presidente-sombra’, seja lá o que isso significa na prática — e foi por isso que, na melhor das intenções, o convidei a explicar, publicamente, em que se traduziu a sua influência na tentativa de resolução dos problemas do Sporting. Era importante perceber, sem sofismas, a génese dos apoios que foi concedendo a diversas presidências do clube de Alvalade.

É que, sem essa explicação, JMR contribui para o crescimento da ideia de que andou perto do poder — se não for heresia considerar que existiam outros poderes paralelos ao seu poder como ‘poderoso da banca’ — para preparar, no tempo que mais lhe aprouvesse, e no quadro das suas estratégias e projectos pessoais, a chegada à presidência do Sporting.

Já todos percebemos que, na óptica de JMR, esse tempo chegou, o que é legítimo, e por isso se apresentou a eleições. Mas perdeu. A verdade, porém, é que, no ciclo imediato pós-eleições, JMR não parou de fazer campanha. Como se o período de governança se esgotasse num mês ou como se os resultados eleitorais não tivessem qualquer significado e fossem achados através de uma qualquer fraude eleitoral, própria de um país sem regras e que não apelasse às mínimas regras de escrutínio, no espaço público ou privado.

Ainda Frederico Varandas não se tinha ajustado aos ‘sapatos de presidente’ e já JMR estava decidido a não dar tréguas na sua batalha. Nenhum benefício da dúvida, nenhuma tolerância para deixar que Varandas e a sua equipa pudessem mostrar algum trabalho, nada vezes nada. O que, convenhamos, não parece um comportamento muito democrático.

José Maria Ricciardi parece desvalorizar o facto de o Sporting ter entrado no último combate eleitoral numa situação de absoluta singularidade e precariedade. Uma equipa destruída no seu orgulho, jogadores puxados para baixo no estímulo e na estabilidade emocional (tão necessários na alta competição), adeptos tratados como inimigos, perseguidos como se fossem alvos a abater numa guerra pela sobrevivência, uma destituição com tanta gente a revelar a verdadeira face e dando nota do que são capazes de fazer para justificar o injustificável, um ex-presidente a publicar um livro para tornar mais evidentes os despojos dessa guerra fratricida, enfim, um cenário que, mesmo para transformar numa obra cinematográfica recheado de tensões e dramas, seria necessária (se não houvesse suporte em factos reais) uma grande dose de imaginação e loucura.

Esta entrevista de JMR era tudo o que o Sporting, como instituição (independentemente de quem é, neste momento, o presidente), e na conjuntura actual, não precisava. Não é que Frederico Varandas não possa ser criticado pelas suas decisões (nunca a crítica foi tão fácil e acessível, por força do efeito das redes sociais), mas quem foi eleito democraticamente por um mandato de quatro anos mereceria ser protegido por um mínimo de bom-senso.

Falar agora de uma injecção de 200M€ (estas operações nunca são explicadas e valem o que valem no momento em que são anunciadas), de investidores estrangeiros, de novo treinador e de novos jogadores, não é servir o Sporting; é servir uma ideia de ambição pessoal, completamente fora de tempo.

Neste contexto, servindo-nos de um conhecido programa de TV na área da agricultura, há… quem queira ‘casar’ com um ex-banqueiro? O problema do Sporting é que, seja qual for o contexto, há sempre pretendentes…

O Sporting está como está porque o umbiguismo tem sido maior do que o sportinguismo dos ‘sportinguistas". E assim é impossível governar. Assim, só é possível queimar o que resta da terra (já muito) queimada.

NOTA - Tão pobre o futebol do Sporting, ontem, em Alvalade. Inaceitável.

JARDIM DAS ESTRELAS *** (3 estrelas)

O poder tem medo?

A extradição de Rui Pinto vai consumar-se (sem surpresa) mas este caso é um grande desafio ao edifício da justiça portuguesa. Queremos saber se Rui Pinto cometeu algum crime, mas queremos saber se a justiça vai fundo sobre o que Rui Pinto ajudou a denunciar, no mundo (marginal) do futebol.

O ‘delete’ a Rui Pinto não pode ser a solução para proteger os (mais) poderosos.

O CACTO - Boas e más venturas

O jogador Lionn, ex-Rio Ave, afirmou em tribunal que um empresário "tentou comprar-me para o jogo com o Benfica". Uma afirmação destas, feita sob juramento, não pode ser desvalorizada nem mais uma vez ser relativizada— como convém a muita gente — ou atirada para os meandros da ‘guerra’ Benfica-FC Porto. É uma acusação grave, e a justiça desportiva não pode ficar postada à janela a assistir a este indecoroso espectáculo. A justiça desportiva existe para fazer o seu trabalho e estes processos não podem ficar eternamente na gaveta, à espera não se sabe bem do quê. Há 3 jogadores a dizer que foram aliciados, e neste particular não interessa se estavam lesionados ou convocados… O que interessa apurar é se foram ou não foram, apesar da eventual dificuldade da obtenção da prova… O que parece evidente é que há um intermediário constantemente metido em casos altamente suspeitos e o nome do Benfica vem sempre à baila… O Benfica diz que ‘desconhece’, mas ninguém pode negar que o intermediário tem utilizado o nome do clube encarnado como seu escudo protector… Não seria de supor uma intervenção mais enérgica do clube da Luz perante um intermediário que devia ser conhecido provavelmente por acções reconhecidas e não por todas estas confusões em que se vê envolvido?

Há claramente ‘desprotecções protegidas" como é o caso de Paulo Gonçalves (hoje, agente de jogadores) e agora este caso de ‘venturas desaventuradas’. Porquê?»
(Rui Santos, Pressão Alta, in Record)


Serão poucos, muito poucos mesmo, os jornalistas que actualmente em Portugal e para além de Rui Santos, se revelem capazes da coragem e do descomprometimento com que este afronta o pântano em que vegeta o triste e pobre futebol português, absurda e desgraçadamente coberto de feridas e chagas purulentas !...

Mas, nesta condição, será justo e legítimo pensarmos na singularidade do seu pensamento e na relevância das muitas opções que terá tomado ao longo da sua já longa carreira jornalística, quase exclusivamente virada para o futebol?! Decerto que, felizmente, nem será caso único no jornalismo desportivo em Portugal, nem, com qualquer de nós, seus leitores, algum dia poderá estar isento de críticas o seu trabalho. São por demais conhecidas de todos, tanto a subtileza com que tem escondido ao longo de dezenas de anos os seus afectos clubísticos, tornando-os numa recôndita, quase perdida e remota ilha verde clarinha, quase água, quanto os seus óbvios e evidentes "ódios de estimação pluricromáticos". Afinal, aquilo que o distinguirá dos poucos que lhe imitam a passada, será apenas e tão só...

A coragem de afrontar o desconforto da Verdade!...

Leoninamente,
Até à próxima

"Atrás dos tempos vêm tempos e outros tempos hão-de vir"!...




Acordo com a Apollo assinado já na 2ª feira
Sobre a reestruturação financeira


A reestruturação financeira negociada com os norte-americanos da Apollo deverá ser assinada já na próxima 2ª feira. A direcção presidida por Frederico Varandas terá já todos os detalhes do acordo fechados com esse fundo e a entrada dos 65 milhões deverá ser uma realidade muito em breve estando, ao que se vai sabendo, relacionada em termos de garantias, com as receitas do negócio dos direitos televisivos estabelecido pelo Sporting com a NOS. 

Paralelamente, não deixa de ser curiosa a posição tomada por um conhecido sportinguista, Miguel Frasquilho, que defende que os sportinguistas devem "estar unidos" e pede tempo para que a actual direcção possa "executar a sua estratégia". O economista que foi candidato na lista de José Maria Ricciardi nas últimas eleições do Clube, demarcou-se das críticas recentes feitas pelo banqueiro, embora aceite todos os contributos que possam ser dados à direcção liderada por Frederico Varandas. 

O actual presidente do conselho de administração da TAP falava num almoço-debate promovido pelo Internacional Club of Portugal e, confrontado com a entrevista de Ricciardi, sublinhou ter estado "com honra e privilégio na lista do meu amigo José Maria Ricciardi", explicando: "Entendi na altura que as ideias dele eram as melhores para o Sporting e por isso aceitei integrar o seu projecto como candidato à mesa da assembleia geral. Percebo todo o amor que ele tem ao Sporting e nesse sentido, nesta altura, todas as ajudas são bem-vindas". Porém, Frasquilho terá observado na oportunidade, que "há uma direcção eleita há seis meses e conhecem-se as dificuldades que enfrenta, fruto da herança pesada que alguns negaram que existisse, mas como é prova evidente, está aí para fazer face", acrescentando logo a seguir que, "Também por isso, este é o tempo em que os sportinguistas devem unir-se e não será dividindo que o clube irá vencer. Acredito que o dr. Ricciardi, como outros, podem dar um contributo, mas há um presidente eleito e há que dar tempo para que possa executar a sua estratégia. Depois, logo se verá"... 

E vem-me à memória uma velha canção do grande Fausto Bordalo...



"Atrás dos tempos vêm tempos e outros tempos hão-de vir"!...

Leoninamente,
Até à próxima

E o burro era ele?!...

O treinador belga não gosta do que vê a equipa fazer
Franky Vercauteren: “Precisamos de férias para arejar a cabeça”

O treinador do Sporting diz que a equipa anda a sofrer demasiados golos...

PÚBLICO
18 de Dezembro de 2012

«O Sporting não consegue ganhar, temos sempre de marcar dois ou três golos.
Estamos a sofrer demasiados golos. Acho que podemos fazer muito melhor. Damos demasiados brindes e depois é difícil dar a volta. Temos de melhorar defensivamente.
Acho que precisamos de férias para arejar a cabeça e para remodelar a equipa com alguns jogadores. A equipa pode melhorar algumas posições na classificação da I Liga.»

E o burro era ele?!...

Leoninamente,
Até à próxima

sexta-feira, 15 de março de 2019

Claro que os 3 pontos são importantes!...



Decididamente o Sporting de Keizer não tem vida, nem licença de condução para pesados! Quando lhe aparecem um, dois, três autocarros pela frente, alguns até de dois andares como terá sido o caso desta noite, não há coração de adepto que aguente ver esta equipa a jogar 90 e tal minutos!...

Não fora a "ratice" de Acuña e Bruno Fernandes e a inteligência de Raphinha e ainda agora por lá andaria o Sporting à procura do golo redentor, que talvez não chegasse nunca!...

A meu ver o único dos que pisaram o relvado de Alvalade que, por aquilo que fez ou não deixou que os açorianos fizessem, merecerá dormir um sono justo e tranquilo esta noite, terá sido Idrissa Doumbia. E até Marcel Keizer o terá reconhecido, já que nem se permitiu sequer arriscar um eventual segundo amarelo do costamarfinense. É que a sua consciência, pela diferença para a produção que Gudelj vinha evidenciando, de tão clamorosa, já lhe deverá ter recomendado a quem entregar a posição 6, tanto no último dia do mês em Chaves, quanto no dia 3 de Abril em Alvalade. Valha-nos ao menos isso e...

Claro que os 3 pontos são importantes!...

Leoninamente,
Até à próxima

Sem papas na língua!...


Três perguntas a... António Pires de Lima

«1. O que pensa das duras críticas feitas por José Maria Ricciardi à liderança de Frederico Varandas? 

Conheço o dr. Ricciardi muito bem e estou muito surpreendido. É de um messianismo completamente despropositado. Foi copiosamente derrotado nas eleições e mais do que Messias, precisamos de paz e responsabilidade. Tenho estima pessoal por Ricciardi, mas não me revejo minimamente nisto.

2. E como classifica a liderança de Frederico Varandas até ao momento? 

Acho que procura construir algo após uma situação calamitosa. Sempre fui um crítico do estilo e conteúdo da última direção, não apenas após Alcochete. Varandas poderá não ter acertado sempre, mas tenta reerguer o clube com humildade, discrição e uma equipa jovem que terá de, por vezes, errar. Mas a herança era terrível.

3. Do que precisa então o Sporting?

De paz e estabilidade. De sócios unidos, que tenham paciência. Isto parece-me fundamental. Messias e salvadores da pátria tiveram um efeito terrível no clube, tanto no passado recente, como mais longínquo. É uma das explicações para a ausência de títulos. Repito, é preciso paz. Sem ela, não se faz nada.»
(Bernardo Ribeiro, director jornal Record, Três perguntas a...)


Aposto que não será um dos 98 mil sócios do Sporting com as quotas em atraso, ao contrário de muitos que por aqui passam com a língua entaramelada de tanto veneno adstringente!...

Quando se sente Sporting, vive-se e fica-se...

Sem papas na língua!...

Leoninamente,
Até à próxima

quinta-feira, 14 de março de 2019

Queremos ser os primeiros campeões!...



Liga Revelação: Sporting derrota Benfica no Seixal
Leões foram a casa do rival triunfar por 2-1

A equipa de Sub23 do Sporting foi ao Seixal vencer o Benfica por 2-1 na 5.ª jornada da fase de apuramento de campeão da Liga Revelação, ascendendo assim, provisoriamente, à liderança. Marco Túlio fez o primeiro para os leões à meia hora de jogo. Aos 57', Tiago Gouveia restabeleceu o empate. Os encarnados podiam ter passado para a frente do marcador, mas Luís Maximiano defendeu um penálti batido por José Gomes, aos 66'. Aos 80', Bruno Paz recebeu a bola dentro de área, puxou para o meio e bateu Celton Biai. A equipa de Alexandre Santos está na 1.ª posição com 33 pontos, mas com mais dois jogos que o D. Aves que soma 31.

Foi bonito, sim senhor! Mas para os adeptos sportinguistas o objectivo apenas poderá ser um...

Queremos ser os primeiros campeões!...

Leoninamente,
Até á próxima

Depois não diga que não foi avisado!...


Seria desejável que o novo director do Record não começasse logo ao segundo dia do seu mandato, a seguir a linha do jornalismo praticado pelo seu homólogo do CM e que, para além do sobrenome, muito mais os distinguisse. Os leitores de Record eram capazes de lhe ficar gratos!...

Depois não diga que não foi avisado!...

Leoninamente,
Até à próxima

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