sexta-feira, 10 de julho de 2020

O que vale é que também haverá 'finais' para outros!...


Sofrida e difícil vitória esta que o Sporting voltou a alcançar hoje em Alvalade. A cada jogo  que o Sporting vai realizando, mercê do estudo profundo a que é sujeita a sua forma de jogar, a eficácia dos antídotos inventados pelos treinadores adversários, vulgo "autocarros", vai sendo cada vez maior e os amargos de boca poderão vir a encadear-se uns nos outros se, entretanto, Rúben Amorim não for capaz de descobrir o "caminho das pedras" neste mar de previsibilidade em que a equipa se vem deixando enredar. O jogo desta tarde/noite esteve quase condenado a afinar pela diapasão do anterior, não fora, por mais uma vez, a codícia, a imprevisibilidade e a classe de Jovane Cabral, com um golaço do outro mundo, só ao alcance dos melhores. Mas os 'milagres' não acontecem todos os dias!...

Faltam três jogos! Três finais para o objectivo único que resta ao Sporting...

O que vale é que também haverá 'finais' para outros!...

Leoninamente,
Até à próxima

Vitória e bom futebol!...


Faltam apenas cinco horas para o jogo com que o Sporting encerrará a sua participação na 31ª jornada da Liga NOS 2019/20, defrontando no seu estádio o Clube Desportivo Santa Clara, dos Açores.

Os leões irão tentar defender a sua posição na tabela classificativa - terceiro lugar, com 3 pontos de avanço sobre o Sp. Braga! - enquanto que os açorianos terão pela frente apenas um encontro para cumprir calendário, sem quaisquer outras ambições ou receios que não passem, apenas e tão só, pela manutenção do meio da tabela que neste momento desfrutam.

Que os leões se mostrem capazes de alcançar a vitória clara a inequívoca que todos os adeptos desejam e saibam apagar a péssima imagem que deixaram no último jogo em Moreira dos Cónegos, mostrando o bom futebol que estará ao alcance dos seus excelentes executantes.

Vitória e bom futebol!...

Leoninamente,
Até à próxima

quinta-feira, 9 de julho de 2020

"Vero, vero, verissimo"!!!...


"Vero, vero, verissimo"!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

"Um estado dentro de outro estado"!...


O crime alemão de Vieira

«O crime que pode vir a ser imputado a Luís Filipe Vieira no processo do juiz Rui Rangel, recebimento indevido de vantagem, nasceu na Alemanha por causa do Campeonato do Mundo de 2006. A empresa ENBW, patrocinadora do Mundial, recebeu catorze mil vales de entrada para os jogos que transformou em prendas para os camarotes dos estádios de Berlim e Estugarda.

O busílis da questão esteve no facto de algumas dessas prendas terem sido dadas a 36 políticos, entre os quais o primeiro-ministro, cinco ministros do estado de Baden-Wurttemberg e o secretário de estado que tinha a cargo dossiês muito importantes para a política comercial da empresa patrocinadora.

Registaram-se algumas demissões mas o caso produziu, essencialmente, um célebre acórdão do 1º Senado do Supremo Tribunal Federal, de 14 de Outubro de 2008, que veio a ter uma enorme influência na construção deste ilícito nas legislações penais europeias, substituindo o velho crime da chamada corrupção para acto lícito.

Em Portugal, a questão discutiu-se pela primeira vez em sede do célebre processo judicial aos secretários de Estado que foram convidados para ir a Paris ver os jogos do Europeu que Portugal ganhou. Olhando para o resultado desse processo, podemos adivinhar, neste caso, o que aí vem em relação a Vieira, ou seja, praticamente nada no plano judicial. Outra coisa será a questão ética.

Não será este processo, porventura, a fazer cair Vieira, mas ele é muito eloquente no que mostra sobre as relações que se constroem à volta de um grande clube e como elas são muito úteis aos seus presidentes e dirigentes. Sem o Benfica, Vieira fica muito mais pobre e vulnerável. Com o Benfica, Vieira tem um indiscutível poder na sociedade e na imensa teia de promiscuidades que se forma quando se pode conviver com juízes, polícias ou qualquer outro representante do Estado nos camarotes e nos corredores de um grande estádio e de um grande clube. Um poder que raramente tem uma projecção social de utilidade colectiva e que é, tão só, um instrumento de benefício do próprio.

Se a este poder de influência somarmos a repugnante cumplicidade com um bando de criminosos que se autodenominam claques, como acontece também no FCPorto e aconteceu no Sporting até há pouco tempo, onde está a imprescindível dimensão ética destes dirigentes que lideram instituições centenárias como os principais clubes portugueses!?»

(Eduardo Dâmaso, director da Sábado, Futebol de Rua, in Record hoje às 18:53)

Quanta protecção garante aquele estupor de guarda-chuva vermelho!... 

No dia em que o vento, 'acidentalmente', lho levar, como aconteceu a 16 de Fevereiro de 2001 a um seu antecessor, então as contas serão outras. Mas até que isso eventualmente possa vir a acontecer, será sempre, parafraseando o New York Times e para vergonha dos responsáveis políticos e judiciais deste pântano...

"Um estado dentro de outro estado"!...

Leoninamente,
Até à próxima

O sonho comanda a vida!...


Médio de 18 anos assina contrato profissional com o Sporting
Duarte Carvalho esteve esta temporada emprestado ao Estoril

O Sporting Clube de Portugal anunciou esta quinta-feira, através das suas redes sociais, que Duarte Carvalho assinou contrato profissional com o clube.

O médio centro, de 18 anos, que chegou à Academia de Alcochete na época 2009/10 e que é internacional Sub18 por Portugal, esteve esta temporada cedido ao Estoril, tendo realizado pelos juniores dos canarinhos 22 partidas e marcado 4 golos.

O sonho comanda a vida!...

Leininamente,
Até à próxima

Amorim, santo ou pecador, eis a questão!...


Uma opinião sobre Amorim: vencer não é convencer
João Almeida Rosa escreve sobre o treinador "da moda" Rúben Amorim, a quem o jogo da sorte e do azar tem beneficiado. Aponta-lhe críticas, mas também elogia a sua capacidade de comunicação e o seu optimismo

«No total, entre SC Braga e Sporting CP, Rúben Amorim leva 16 jogos na Liga NOS: ainda não perdeu, empatou três vezes e venceu por 13 ocasiões. Mas convenceu muito raramente, apesar dos resultados notáveis Num vídeo produzido pelo SC Braga, aquando da chegada de Rúben Amorim, o então técnico dos minhotos referiu, em jeito de apresentação, que “a ideia é que se consiga entender o que o SC Braga vai fazer, mas não seja fácil de parar”.

A frase é simples, mas levanta uma questão altamente relevante que está na base da construção de uma ideia de jogo no momento com bola e que, acredito, divide os treinadores em dois grupos: ou se quer o nosso futebol ofensivo o mais ordenado possível, rigoroso nos posicionamentos e capaz de espelhar os automatismos que trabalhamos ao longo da semana ou se, por outro lado, pretendemos gerar constantes problemas diferentes ao adversário dentro da nossa organização para desafiar os equilíbrios que nos vão procurar impor.

No fundo, ou padronizamos, ou,como diz Vitor Pereira, procuramos que o jogo seja menos de régua e esquadro, menos dos treinadores, mas mais dos jogadores.

Não acreditando em fórmulas corretas ou incorrectas, porque o futebol já se encarregou de nos mostrar que se ganha e alcança o sucesso de diversas formas, e percebendo que Rúben Amorim pretende com esta frase dizer que quer conferir organização à sua equipa e tarefas bem explícitas aos seus jogadores, julgo que existe um paradoxo nesta lógica: quanto melhor se conseguir entender o que neste caso o Sporting CP quer fazer, mais facilmente o conseguirão parar.

No clube de Alvalade, Rúben Amorim tem procurado replicar praticamente tudo o que estava a criar em Braga. Do sistema colectivo aos papéis individuais em cada posição, o que se tem visto é aquilo em que Amorim acredita. Um jogo mais dele do que dos jogadores, conforme diz o próprio.

“O que quero fazer é dar-lhes uma identidade, uma organização e uma forma de estar em campo em que, sim, continuamos a depender deles, mas menos. Sermos consistentes e, depois, aqueles últimos 10% pertencem ao jogador”, explica o treinador no vídeo de apresentação do SC Braga já referido.

A verdade é que, por enquanto, na Liga NOS, o registo é quase perfeito: em 16 jogos (nove no SC Braga e sete no Sporting CP), ainda não perdeu, ganhou 13 e só empatou por três vezes. Pelo meio, conquistou uma Taça da Liga na qual bateu leões e dragões. Os resultados são incríveis, mas pessoalmente creio que Rúben Amorim tem vencido mais do que convencido.

E, devo dizer, tive pena que o Sporting CP não tenha conseguido ganhar ontem em Moreira de Cónegos porque, assim, esta publicação pode parecer influenciada pelo último empate dos leões, mas é até precisamente o oposto: apesar dos grandes resultados que Amorim tem conseguido, o seu futebol parece-me não justificar tamanha superioridade.

Nem ontem, nem quando ganhou.

Quando assim é – quando os resultados e as exibições não se justificam entre si – cria-se um problema de sustentabilidade. Mais cedo ou mais tarde, quem joga bem e perde há de começar a ganhar e quem vence sem convencer terá problemas. Neste momento, o Sporting CP, já sem beneficiar tanto do efeito surpresa de que o SC Braga beneficiou, é uma equipa demasiado previsível, com pouco jogo interior, refém das amarras atribuídas aos seus médios e, sem Mathieu e com Eduardo Quaresma ainda longe do seu potencial, órfã de centrais com mais capacidade na fase de construção.

Se assim é, perguntam, como é que não perde e tem ganho tantos pontos aos rivais? “Tenho tido bons jogadores, sorte nos momentos certos e gente que acredita em mim”, respondeu o próprio treinador, antes da última partida.

De facto, as pessoas tendem a desvalorizar a componente da sorte e do azar, mas Amorim tem tido mais da primeira do que da segunda. Foram vários os jogos em que, ainda em Braga ou já nos leões, as partidas poderiam ter terminado com resultados diferentes.

Ainda assim, é impossível não o referir, há também vários méritos claros do técnico da moda. Tem as ideias claras, e isso será sempre uma vantagem, comunica muito bem, tanto para fora como para dentro, ou não conseguiria impor as suas ideias de forma tão rápida junto dos jogadores, e é alguém profundamente positivo, que transmite confiança – e esse é um aspecto basilar em qualquer equipa.

A possibilidade de formar um plantel à sua imagem, coisa que ainda não pôde fazer nem num clube nem noutro, com uma pré-época pelo meio, irá ajudar a entender se o que vimos até agora foi somente uma ‘fase introdutória’ da ideia de jogo de Rúben Amorim e se há evoluções no modelo dos leões

É a prova dos nove que, em conjunto com a competência do clube no mercado de transferências para apetrechar ou não o plantel de mais qualidade, ditará o sucesso na próxima temporada dos verdes e brancos.»
(João Almeida Rosa, Tribuna Expresso, em 07 Julho 2020, às 15:36)

Desde que iniciei, na minha juventude, o longo caminho que me havia de levar à agnosticidade que, bastantes anos depois, a maturidade haveria de fazer explodir em mim de forma convicta e irreversível, que sempre me fascinou a figura que, nos complexos, tortuosos e quantas vezes inexplicáveis processos de canonização, ex-libris da igreja católica, apostólica e romana, era protagonizada pela incontornável e apropriadamente chamada de "advogado do diabo".

Ainda ontem, na quase quotidiana visita que faço às principais capas e destaques dos melhores jornais e revistas que, a meu ver, são produzidos por cá, encontrei esta 'pérola', que a convicção ou o talento para a ficção do auto-proclamado treinador de futebol, João Almeida Rosa, terão conseguido construir para deleite de todas as más línguas que abundam pelo imenso universo sportinguista, me lembrei dessa tão imprescindível quanto horrenda figura da história do catolicismo. Porque o articulista me parece desempenhar neste singular contexto do futebol em geral e em particular de Alvalade no momento actual, exactamente o mesmo papel que o "advogado do diabo, desempenhará nos corredores esconsos do Vaticano. Porque de um de dois inexoráveis destinos o técnico leonino não se livrará...

Amorim, santo ou pecador, eis a questão!...

Leoninamente,
Até à próxima

quarta-feira, 8 de julho de 2020

Porque nós merecemos!...


Filipe Çelikkaya foi, na tarde desta quarta-feira, anunciado oficialmente como novo treinador da equipa B do Sporting, que irá regressar na próxima época às competições oficiais - Campeonato de Portugal -. depois de ter sido extinta por Bruno de Carvalho. Aos 35 anos, Çelikkaya passa assim de adjunto de Luís Castro no Shakhtar Donetsk,  a treinador principal da segunda equipa dos leões, num por si declarado agradável regresso a Alvalade, onde, entre 2015 e 2017, fez parte da equipa técnica da equipa de juniores:

«Estou muito feliz por estar de volta. Era algo que eu ambicionava. Surgiu esta oportunidade e tentei resolver a minha situação profissional no meu clube anterior. É um regresso a casa e o regresso de uma equipa B que estava extinta. A emoção é grande, assim como a felicidade por encontrar pessoas com as quais privei durante algum tempo na Academia Sporting. Estou desejoso de voltar a trabalhar.

Esse é um grande desafio que não é fácil e leva tempo. No entanto, tendo em conta o panorama actual do clube, é algo que motiva porque há uma luz que é o investimento feito na Academia Sporting e na formação. Estou feliz por poder contribuir para esse objectivo e agora queremos começar o trabalho porque há muitos jovens jogadores desejosos de, um dia, poderem representar a equipa principal do Sporting»

Ao que se vai sabendo, com a apresentação oficial de Filipe Celikkaya, estarão finalmente gizadas as grandes linhas orientadoras do projecto desportivo que Frederico Varandas desde sempre terá pretendido para o futebol do Sporting. Desde a sua tomada de posse, percalços vários que pouco ou nada importará agora analisar, terão ensombrado os seus sempre reiterados desígnios...

Escolhidas as sementes e lançadas à terra, será chegada a hora de os sportinguistas poderem começar a apreciar o desabrochar dos tenros rebentos e serem confrontados com a perspectiva das boas colheitas há muito, legitimamente, desejadas. E que tudo seja para bem do Sporting...

Porque nós merecemos!...

Leoninamente,
Até à próxima

Já dá pena olhar para o futebol português!!!...


Portugal fora da Europa

«Foi ontem decidido no seio da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) a manutenção do formato e calendário da Taça da Liga para a época 2020/2021.

Trata-se, somente, de uma das piores decisões alguma vez tomadas no que se refere à protecção do futebol português e dos clubes portugueses que competem nas competições europeias.

Quando todo o mundo se debate ainda com uma pandemia, em que ninguém sabe ou conhece ainda o real alcance da mesma, a LPFP entendeu meter a cabeça na areia e fingir que a mesma não existe, nem nunca existiu. Mas a realidade é diferente.

Devido à pandemia, a época desportiva, que devia durar cerca de dez meses, passa para cerca de nove, o que resulta numa situação sem precedentes, em que se assistirá a um número recorde de jogos naquele período de tempo, sem condições adequadas de paragem e tempos de descanso necessários. Isto, enquanto os clubes diminuíram as suas receitas, o que gera dificuldades acrescidas na construção dos plantéis (principalmente dos que competem nas competições europeias), ao mesmo tempo que potenciará riscos de lesões para os seus jogadores.

Quando toda a Europa do futebol caminha num rumo de extinção de competições como a Taça da Liga, e em que os clubes da Premier League que competem nas competições europeias ponderam tomar a decisão de não jogar esta época a respectiva Taça da Liga, Portugal mantém tudo como dantes.

Quando se pretende aumentar o valor da Liga portuguesa (e melhorar o ranking de Portugal), tomam-se medidas para que os clubes que a representam na Europa do futebol não tenham condições de a representar ao seu melhor nível.

Quando se devia estar a falar da reformulação dos quadros competitivos da I Liga, com a diminuição de 18 para 16 clubes, sobrecarrega-se ainda mais o calendário.

Mas esta decisão é ainda contraditória com as alterações regulamentares que foram feitas na época anterior, em que se tentava proteger os clubes portugueses que competem nas competições europeias. É, ainda, contraditória com tudo o que tinha vindo a ser apregoado durante esta época pelos seus líderes. Passado um ano, o que mudou?

Finalmente, não se pode deixar de realçar a inconsciência de uma decisão que potência que as Ligas profissionais não venham a terminar na época 2020/2021, já que não houve qualquer preocupação em ser criado um prazo de segurança adicional, caso se venha a verificar uma segunda vaga da pandemia.

Não faltará quem venha de seguida indicar que devido à pandemia, os chamados clubes grandes têm de ser mais solidários com os chamados pequenos. É esta a Liga que insistimos ter.

O caos bem pode estar lançado e, em Portugal, a pandemia parece ter acabado única e exclusivamente por imposição da LPFP (se é que alguma vez aconteceu!).

Já dá pena olhar para o futebol português!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

Desta vez nem Santa Bárbara lhes poderá valer!...


In(coerência) personalizada

«O futebol é um desporto propício ao erro por existirem contactos permitidos e justificados pela falta de objectividade das leis de jogo. O factor humano é sempre decisivo na forma como os árbitros analisam e punem as situações em campo, muitas vezes alegando questões de interpretação para justificá-las. O jogo em Moreira de Cónegos é um exemplo pela forma como a ‘interpretação’ é utilizada para justificar o injustificável, contando com a ‘cumplicidade’ de alguns especialistas. 
No início do jogo, há um penálti por assinalar sobre Jovane após rasteira de João Aurélio, o árbitro nada assinala e o VAR ignora a situação. Erro apontado pelos especialistas. 
Halliche é expulso por destruir uma clara oportunidade de golo, o defesa perde a bola e, na tentativa de recuperá-la, impede a progressão do adversário, existindo posteriormente uma troca de braços entre os jogadores. Árbitro assinala, o VAR valida. Erro apontado por alguns especialistas, justificando que o atacante agarra. 
No final do jogo, uma camisola é agarrada e esticada dentro da área. O árbitro nada assinala, o VAR alerta para penálti e, após ver as imagens, o árbitro insiste em não punir o óbvio. Especialistas que até tinham interpretado uma falta atacante na expulsão de Halliche, desta vez com a camisola visivelmente agarrada e esticada, defendem a decisão final do árbitro!»
(Marco Ferreira, Arbitragem sem filtros, in Record, hoje à 1:37)


Quando nem o "sistema corporativo" que ao longo das últimas décadas o "poderoso lobby" da arbitragem portuguesa foi capaz de criar, para tentar ir camuflando ou mesmo escondendo e atirando para debaixo do tapete, os seus "gloriosos pecados", afigura-se a toda gente que Roberto Severo estaria completamente dentro da razão quando afirmou, no final do jogo de Moreira dos Cónegos, nas trombas do próprio árbitro do encontro, Tiago Martins que, depois dos "roubos de igreja" pelo mesmo perpetrados, "já se teria f....."!...

É que já não restarão mais dúvidas de que Tiago Martins "f....-.." mesmo, ainda que a suspensão de 30 dias tenha sido inapelavelmente descarregada sobre o responsável leonino, aquele "peixe" mais à mão de Meirim, para "morrer pela boca", independentemente do tempo que terão demorado a colocar as "vírgulas do ditado" que, naquela decisiva hora, alguém terá composto e estaria a fornecer ao aflito e desesperado juiz!...

Por mais cera que Fontelas Gomes tente gastar com tais defuntos, por mais missas que possa mandar rezar pelas suas defuntas almas, Jorge Sousa - já com 45 anos completados há quase um mês! - e Tiago Martins - apesar de, em teoria, ainda poder continuar por mais cinco anos a infligir ao nosso futebol toda a aviltação de que sempre se mostrou capaz! -, terão entregado, em definitivo, as suas nebulosas carreiras aos deuses da arbitragem!... 

Desta vez nem Santa Bárbara lhes poderá valer!...

Leoninamente,
Até à próxima

terça-feira, 7 de julho de 2020

Toda a protecção é dada aos LADRÕES!!!...

Tiago Martins a fazer de conta que está a ver as imagens do VAR

Seria deveras interessante que o Conselho de Arbitragem da FPF divulgasse o áudio da conversa que, necessariamente, terá ocorrido entre Tiago Martins e Jorge Sousa, durante o visionamento das imagens pelo árbitro do encontro!...

Se aquilo que aconteceu em Moreira dos Cónegos se tivesse verificado em Inglaterra, a 'conversa', conforme compromisso de honra e hábito reiterado da federação inglesa, seria divulgada. Mas por cá...

Toda a protecção é dada aos LADRÕES!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

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