segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

E de longe o melhor hóquei está em Alvalade!...




No Pavilhão João Rocha o Sporting conseguiu, este domingo, perante a Oliveirense, um robusto triunfo, por 9-1, no cumprimento da 13.ª jornada do Campeonato Nacional de hóquei em patins.

Os leões chegaram ao intervalo a vencer por 6-1, avolumando o resultado na segunda parte para um registo pouco usual. João Pinto (2), Pedro Gil (2), Matías Platero (2), Henrique Magalhães, Toni Pérez e Vítor Hugo foram os marcadores de serviço dos leões, tendo Jordi Bargalló feito o único golo do conjunto de Tó Neves.

Com este triunfo, o Sporting subiu à segunda posição, com 34 pontos, apenas a um do Benfica, com o Porto no terceiro lugar com 33 e o adversário de ontem na quarta posição com 27.

E de longe o melhor hóquei está em Alvalade!...

Leoninamente,
Até à próxima

domingo, 21 de janeiro de 2018

Eis a maior potência desportiva nacional!...


A equipa masculina de Ténis de Mesa do Sporting reconquistou o título na Taça de Portugal, ao vencer na final o ADC Ponta do Pargo por 3-0, na competição disputada no Centro de Alto Rendimento nas Caldas da Rainha, depois de na meia-final ter derrotado também por 3-0, o CD São Roque.


O Sporting é a formação nacional que ostenta maior número de títulos (24) na Taça de Portugal da modalidade.

Esforço, Dedicação, Devoção e Glória...

Eis a maior potência desportiva nacional!...

Leoninamente,
Até á próxima 

Sobre o futuro, será Iuri a pôr e os deuses a dispôr!...


Sem grande surpresa, Iuri Medeiros já terá embarcado no Aeroporto de Lisboa, como se pode ver na fotografia acima, na companhia dos empresários Miguel Pinho e Rui Guimarães, da agência Positionumber, num avião que levantou voo pelas 14.45 horas rumo a Itália.

Logo depois de chegar, o extremo leonino deverá realizar os necessários exames médicos, para então assinar contrato pelo ano e meio do empréstimo do Sporting, ficando o Génova, que alegadamente pagará um milhão de euros ao clube de Alvalade pela cedência, com opção de compra de 80% do passe do jogador, fixado em dez milhões, no final do período acordado.

Como o próprio jogador, com pragmatismo, reconheceu na hora da partida, embora grato ao Sporting, trata-se de "uma nova fase da sua carreira"...

Sobre o futuro, será Iuri a pôr e os deuses a dispôr!...

Leoninamente,
Até à próxima

Porventura uma boa solução para as três partes!...



Após a vitória eleitoral de 21 de Dezembro último, a equipa directiva do Vitória Futebol Clube, liderada por Vitor Hugo Valente, terá vindo a tentar uma reaproximação ao Sporting Clube de Portugal, no sentido de normalizar as relações entre os dois clubes, a viverem uma embaraçosa situação de rotura nas relações institucionais, na sequência do divórcio ocorrido em Janeiro do ano passado, como reflexo de acontecimentos que culminaram no regresso imediato a Alvalade de André Geraldes e Ryan Gauld, que estavam cedidos à equipa vitoriana.

Na sequência dessa tentativa de reaproximação entre o novo executivo setubalense e a admininstração leonina, reforçada por ocasião do recente duelo entre os dois clubes, para o campeonato, terá resultado o reatar de relações que veio a determinar pela primeira vez desde há um ano, na cedência por empréstimo de um jogador da formação leonina ao clube sadino, corporizada por Wallyson Mallmann, médio de 23 anos, há muito apontado como uma das grandes promessas leoninas e que deste modo evoluirá no Bonfim até final desta época.

Porventura uma boa solução para as três partes!...

Leoninamente,
Até à próxima

Cadê os outros?!...


O criminoso volta sempre ao local do crime! E as autoridades sempre o souberam bem! A intervenção apenas peca por demasiado tardia. Porém...

Cadê os outros?!...

Leoninamente,
Até à próxima

Ser Sporting não se ensina, nem jamais se poderá exigir! Apenas se vive... ou não!...


Sem me deter nas palavras, naturalmente temperadas pelo tempo e por tantos outros factores que quase sempre decorrem após os acontecimentos, importará, neste e em milhões de outros casos, avaliar a genuidade e o significado profundo dos sentimentos que os factos expressaram.

Se ao inquestionável profissionalismo que todo o colectivo leonino patenteou no Bonfim, pudéssemos somar a singular, espontânea e sintomática mística evidenciada por Fábio Coentrão, o Sporting nunca estaria condenado a tão tremendos, descoroçoantes e frequentes fracassos...

Ser Sporting não se ensina, nem jamais se poderá exigir! Apenas se vive... ou não!...

Leoninamente,
Até à próxima

sábado, 20 de janeiro de 2018

Qual é o próximo jogo do Sporting?!...



Alguém deve oitenta e oito cêntimos a Rogério Casanova

«RUI PATRÍCIO

Passou por alegadas dificuldades ao minuto 45, quando alegadamente demorou a resolver um atraso e ia alegadamente chutando a bola contra um jogador do Vitória, mas as imagens televisivas não mostraram o alegado incidente - uma manifestação de decoro e respeito pela paz e sossego de um campeão europeu que devia servir de exemplo para todos, não só outros órgãos de comunicação social, mas também os adversários que teimam em invadir a sua privacidade com grandes penalidades.

PICCINI
Era óbvio que algo não estava bem. Desde o primeiro minuto que se notaram indícios de comportamento deficiente na sua estrutura. Será necessário um relatório para apurar as causas das anomalias detectadas, mas à primeira vista eram evidentes algumas fissuras na coxa direita, roturas ao nível do passe curto e longo, uma racha no frontispício do cruzamento fácil e outros sinais de alarme que levaram alguns adeptos mais nervosos a sentir vontade de invadir o campo até tudo ficar esclarecido.

Ninguém deve ser obrigado a ver um jogo neste clima de insegurança, quando três milhões de euros que até aqui pareciam tão estáveis de repente ameaçam ruir. Há que proteger o espectáculo. O ideal, o justo, o ético, teria sido interromper a partida, chamar uma equipa de engenheiros para avaliar o problema, e continuar o jogo daqui a uns meses.

COATES
Está mais do que na altura de Coates fazer uma introspecção profunda e demorada na maneira como se relaciona com a violência, uma relação cada vez menos eficaz e profissionalizada. Viu um amarelo ao minuto 50 por se encostar ao inofensivo Gonçalo Paciência, que conduzia inofensivamente a bola perto da inofensiva linha lateral. Nos últimos minutos, quando podia e devia ter anulado um problema bem mais sério, pregando uma pantufada ao adversário que lhe virasse os intestinos do avesso, optou por deixar-se comer na profundidade por um jogador com aproximadamente 58 anos de idade.

MATHIEU
Perfeitamente enquadrado no espírito do clube, respeitador do seu passado, conhecedor das suas tradições, sabia que há um ritual que consiste num defesa-central ser obrigado a cometer uma falta por trás, dentro da grande área, no Estádio do Bonfim, em Janeiro, sobre Edinho, e nos últimos minutos de um jogo decisivo. Limitou-se, portanto, a cumprir à risca o que estava previsto nos estatutos.

FÁBIO COENTRÃO
Foi o melhor em campo e saiu depois do empate, envolvendo-se de imediato num debate de ideias com o banco de suplentes, tão rancoroso como uma polémica teológica medieval. A interpretação de Coentrão, a julgar pela veemência injustiçada dos seus gestos, pelo seu semblante intransigentemente solitário, devia ser herética e não ortodoxa. O banco de suplentes teve o que merecia (a equipa também, ao contrário de Fábio). Uma coisa é certa: mais uma vez, Fábio Coentrão não caiu, não se aleijou, não sangrou: a não ser por dentro.

WILLIAM CARVALHO
O grande passe para Gelson dentro da área ao minuto 10, a placidez com que frustrou ao minuto 14 um projecto de trinta segundos de um jogador do Vitória que consistia em roubar-lhe a bola, o excelente contra-ataque que conduziu logo a abrir a segunda parte, galopando 40 metros e soltando no momento exacto para Piccini, o esclarecimento que mostrou quase sempre com bola: estes são os quatro pontos cardeais de uma boa exibição. O resto - e quando me refiro ao resto, refiro-me à escavação arqueológica a que por vezes se assemelha o meio-campo defensivo da equipa - tem menos a ver com a responsabilidade individual de William Carvalho e mais com a responsabilidade de quem acha que o fantasma de Adrien Silva ainda ali anda a ajudá-lo quando a equipa não tem bola.

GELSON MARTINS
Temporização e definição perfeitas no lance do golo. Grande slalom a partir da própria área ao minuto 77, num lance em que fez tudo bem e que merecia melhor conclusão. Capacidade inesgotável para fazer de lateral, segundo trinco, e segundo avançado, por vezes no espaço de 10 segundos. Aos 89, isolado depois do milionésimo sprint da época, já não teve energia para rematar, e fez com que eu acendesse não um, mas dois cigarros em simultâneo, que posteriormente deixei cair ao chão no momento do penálti, tendo voltado a acender mais dois, e a deixá-los cair também. Pelos meus cálculos, alguém me deve oitenta e oito cêntimos; mas não é Gelson - é quem o deixou, muito literalmente, jogar até cair.

BRUNO FERNANDES
A qualidade que conta nos momentos cruciais. Marcou um golo, na primeira diagonal em que conseguiu aparecer dentro da área. E merecia bisar a dois minutos dos 90, que mais não seja por ter sido dos poucos que se apanhou com a bola dentro da área e tentou metê-la realmente dentro da baliza, em vez de criar uma instalação artística chamada "Andebol". Espero que Coentrão tenha deixado uma parte do banco intacta, pois este também estava com cara de quem precisava de descomprimir à biqueirada.


ACUÑA
Alguns jogadores vêem as jogadas como elas são e perguntam "porquê?" Outros sonham jogadas que nunca foram e perguntam "por que não?" Acuña imagina os dois tipos de jogadas e pergunta "será esta uma boa altura para chutar a bola para a nebulosa de Orion?" E a resposta é quase sempre positiva. Embora o torne inútil como médio-ala, o seu actual momento de forma ainda pode ter utilidade noutras áreas. Os instrumentos de trabalho de Marie Curie permanecem radioactivos xx anos depois da sua morte. Talvez as recentes exibições de Acuña possam ser preservadas num laboratório subterrâneo no Nevada, debaixo das areias do deserto, dentro de um cubículo reforçado por paredes de aço de dois metros de grossura, estudadas pelos andróides que vão preparar armas biológicas para a IV Grande Guerra Mundial.

RÚBEN RIBEIRO
Geralmente bem nas combinações ao primeiro toque, esteve envolvido em duas jogadas na segunda parte (ambas com Gelson) em que podia ter decidido ou executado melhor. Creio que o cliché operativo mais adequado neste tipo de situações é "não fez um jogo deslumbrante". E não fez. A não ser para quem se deslumbre com pouco, como eu. Quem se deslumbre, por exemplo, com a capacidade que mostrou ao minuto 85 para, rodeado por três adversários e sem linhas de passe perto da linha, manter a calma, manter a posse, e deixar a situação esclarecida. Saiu no minuto seguinte, e perdeu-se pelo menos um bocadinho dessa lucidez em espaços fechados, e dessa anómala relutância em perder bolas escusadas.

BAS DOST
A fada dos golos deve tê-lo informado que hoje não ia marcar e portanto não valia a pena estragar a sua sobrenatural percentagem de eficácia com tentativas condenadas ao fracasso. É pelo menos essa a conclusão a tirar da sua acção ao minuto 86, quando optou por servir Bruno Fernandes, no outro lado da área, em vez de rematar à porra da baliza. E assim se vai agravando a sua preocupante seca de golos, que já se arrasta há 93 minutos.

BATTAGLIA, PODENCE E DOUMBIA
Foram apenas testemunhas de uma desgraça, e é como tal que devem ser tratados.»
(Rogério Casanova, Tribuna Expresso)

Só o leão Rogério Casanova para me retirar da porra do poço negro para onde me empurraram ontem à noite o JJ e o tal "carrapau de corrida" com aproximadamente 58 anos.

Creio que depois desta miraculosa e rápida "cura de divã", esta noite vai ser menos tenebrosa para mim!...

Qual é o próximo jogo do Sporting?!...

Leoninamente,
Até à próxima

P.S. - Um abraço para o Funchal.

Até quando leoas e leões?!...


Esperar e ter esperança

«Perdemos, perdão, empatámos com, porventura, a pior equipa do campeonato. Era tudo demasiado fácil para não procurarmos complicar. Contra um ataque inofensivo, um meio campo à deriva e uma defesa a dar abébias, nada melhor do que a célebre ideia de jogo do Jorge Jesus, seja isso o que for. A execução dessa ideia de jogo transformou-se num fim em si mesmo, interessando pouco os resultados.

O que falta em capacidade de explosão e potência nos jogadores, sobra na arte de trocar a bola a toda a sela, a passo e sem o propósito devido: o golo. Os jogadores deleitam-se em jogadas inconsequentes, jogando ao “meiinho” com o adversário sem perder a bola para não terem de correr atrás dela. Jogam ao “meiinho” na defesa, jogam ao “meiinho” no meio-campo, jogam ao “meiinho” na área do adversário, contando com o empenho e dedicação do próprio Bas Dost. Os jogadores acasalam todos tanto e tão bem que se esquecem que o objectivo é consumar o acto com o adversário. O Ruben Ribeiro encaixa que nem uma luva no ritual e o Montero, sempre que não estiver acabrunhado, o que é raro, também encaixará.

O fácies dos jogadores não denota uma centelha de irritação, de raiva ou de incomodidade. A placidez, a troca de palavras amigáveis, pedindo sempre desculpa se não passaram a bola a outro, o seu autocontentamento só são quebrados quando o Bruno Fernandes vislumbra o espaço que os outros não vêem e inventa uma jogada ou o Gelson Martins estica o jogo. Suspendemos a respiração, mas por pouco tempo.

O Setúbal só teve que fazer o que fazem todas as outras equipas: esperar. Esperar até que o tempo nos vá desgastando, física e psicologicamente, e se instale alguma ansiedade. Quando o jogo caminha para o fim, basta meter uns avançados frescos e acreditar que, numa biqueirada para frente, uma desconcentração da defesa ou um golpe de sorte lhes permita marcar um golo. Foi o que aconteceu ontem. Não se pressionou como se devia o lançamento lateral, o Coates estava desconcentrado e o Mathieu não tinha pernas para chegar mais cedo ao adversário. Se fosse no princípio do jogo, dificilmente teria acontecido. É por isso e só por isso que sofremos golos a acabar os jogos.

O que fazer? Esperar, continuar a esperar. Não é só a nossa sina. Somos realmente bons nisso. Outros já teriam desistido. Apesar de tudo, no final do jogo de ontem houve um sinal, um sinal só para ter esperança: a raiva do Coentrão. Espero que ele e outros em vez de esmurrarem o banco dos suplentes esmurrem as fuças do Jorge Jesus, dizendo-lhe que querem marcar golos, ganhar jogos e conquistar títulos e que estão fartos de defender a ideia de jogo do treinador como se ele e só ele interessasse.»
(Rui Monteiro, in A Insustentável Leveza de Liedson)


Obrigado Rui Monteiro! Desde o "mau fim" do jogo do Bonfim, que vinha tentando, quiçá num rodopio de enésimas vezes, escrever qualquer coisa que pudesse por aqui publicar, que falasse de raiva. Da minha raiva. Mas todas as tentivas acabaram por desembocar no Delete. Umas vezes por demasiado cinismo e/ou hipocrisia. Outras vezes por demasiado cabelo que terei colocado na minha raiva. E a raiva cabeluda é como o cuspe que atiramos ao ar: pode vir a cair-nos na careca!...

Há pouco o Rui, pela certa que sem o querer, ao publicar a  sua raiva na "Insustentável Leveza de Liedson", salvou-me, sugerindo uma forma airosa, delicada, gentil, civilizada que eu, confesso, não tinha ainda sido capaz de encontrar, de "esmurrar as fuças do Jorge Jesus"!...

Com o Bruno na retranca, vá lá saber-se porquê, só nos resta "esperar, continuar a esperar, ter esperança, muita esperança"...

Até quando leoas e leões?!...

Leoninamente,
Até à próxima

P.S. - Nunca mais rebenta a p... da chicla!...

Porque será assim com este "caga-lérias"?!...




Como se algum leão deste mundo acreditasse que o homem tivesse levado um porradão de um soco no estômago! Nada disso, népia, nadica de nada! Ele apenas disse o que disse, em modo de disfarce e enquanto tomava o ar que se lhe tinha escapulido com o impacto!...

O que ele levou foi um valente e jesuíta pontapé naquele sítio que deixa um homem sem respirar durante mais de meio campeonato!...

Mas, honra lhe seja feita! Até agora, cerrou os dentes e... Nem o mais leve queixume: ainda não tugiu, nem mugiu! E ele não é, nem nunca foi de deixar ninguém sem troco...

Porque será assim com este "caga-lérias"?!...

Leoninamente,
Até à próxima

Até quando?!..



Ainda estará por conhecer o feliz destinatário de tão "triste e desgraçada cortesia" com que os leões, ontem no Bonfim, terão decidido estimar a concorrência. Mas sobre o responsável único e exclusivo ninguém na grande nação sportinguista parece ter qualquer dúvida...

Até quando?!..

Leoninamente,
Até à próxima

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