terça-feira, 31 de maio de 2016

Toda a sorte do mundo para ti, Diogo!...


«Ainda como jogador do Grupo Desportivo de Chaves esteve presente num torneio perto de Pontevedra, onde além do Real Madrid participaram equipas como Paris Saint German, Atlético Madrid, Sevilha, Valência, Deportivo Corunha, Inter Milão, Barcelona e Porto.

No escalão de jogadores nascidos no ano de 2000, Diogo Brás, ao serviço do Real Madrid conquistou o 3º lugar no torneio.

Ainda com 12 anos, Diogo Brás despertou o interesse do Sporting, por quem disputou vários torneios e foi precisamente numa dessas representações que o flaviense, filho do antigo capitão do GD Chaves (Diamantino Brás), despertou na altura as atenções de um olheiro dos merengues. As coisas não se concretizaram e actualmente joga na equipa de juvenis do Sporting CP, onde é titular indiscutível e presença obrigatória nas convocatórias das selecções jovens portuguesas que já representou várias vezes (sub-15 e sub-16). É um extremo com elevado índice técnico, rápido. Uma das promessas do futebol português.»
(in Olheiro.pt, em 29-01-2016)






Numa operação surpreendentemente  mediada pela Gestifute, de Jorge Mendes,
o Sporting acaba de celebrar com Diogo Brás, extremo de 16 anos e que vinha brilhando tanto no escalão juvenil do Clube, quanto nas respectivas selecções nacionais, o seu primeiro contrato de profissional.

O talento está lá, agora, adquirida a tranquilidade com o fim de assédios inclassificáveis, apenas será preciso muito trabalho e aquela pontinha de sorte a somar à melhor universidade do mundo!...

Toda a sorte do mundo para ti, Diogo!...

Leoninamente,
Até à próxima

Bem vindo Nuno Saraiva, à tua "cadeira de sonho"!...


O jornalista Nuno Saraiva, subdirector do DN, prepara-se para assumir em exclusividade, o cargo de director de Comunicação do Sporting Clube de Portugal, no âmbito do plano de reestruturação em curso no emblema de Alvalade.

Em comunicado enviado à redacção do seu jornal, Nuno Saraiva explicou as razões da saída: 

"Não saio porque me sinta insatisfeito, pelo contrário, ou porque tenha perdido o encanto com o jornalismo. As minhas razões são, naturalmente, racionais, mas, sobretudo, afectivas e emocionais. O Sporting é, nunca o escondi, o meu maior vício e a minha paixão maior. Esta oportunidade e este desafio representam por isso para mim, como disse um dia alguém, a minha cadeira de sonho".

O consagrado jornalista parece assim determinado a enfrentar a sua primeira aventura fora da comunicação social. Aos 45 anos e com mais de duas décadas ligado aos media, com passagens pela Rádio Renascença, TSF, Expresso e agora pelo Diário de Notícias, tendo sido também comentador político na SIC e na TVI.

Nuno Saraiva deverá ser anunciado em breve, sendo de admitir a revelação de outras novidades sobre mudanças no departamento de comunicação do Sporting, entre elas um novo acessor de imprensa para o futebol profissional, para colmatar as saídas recentes de Diogo André e Rita Matos.

É um renovar da esperança. Bem vindo Nuno Saraiva, à tua "cadeira de sonho"!...

Leoninamente,
Até á próxima

E se David voltasse a obrigar Golias a morder o pó do caminho?!...


Segundo a Lusa, está agendada para sexta-feira, às 10 horas, no Tribunal do Barreiro, a audiência preliminar do processo movido pelo Benfica a Jorge Jesus.

Daquilo que veio a público, estará a ser exigida a Jorge Jesus uma indemnização de 14 milhões de euros, por incumprimento de contrato, contactos mantidos com um funcionário do Sporting ainda na vigência do anterior vínculo e, finalmente, por apropriação de 'software' confidencial do clube.

Estaremos perante um exemplo paradigmático daquilo em que se transformou o Benfica sob a batuta de uma classe dirigente liderada por quem a justiça já condenou a pesada pena por apropriação do alheio (LINK).

Mas sob a protecção do "guarda-chuva vermelho", quase miraculosamente, um condenado da justiça transformou-se num "golias" quase inimputável, que agora ousa levar a cabo nova "tentativa de roubo" perante um "david" que sempre viveu do seu trabalho, do seu conhecimento e da sua competência.

Terá naturalmente a palavra a Justiça. Mas para o cidadão comum, face a tão ridícula argumentação e perante o provincianismo do pedido indemnizatório, será de crer que o processo dificilmente passará desta audiência preliminar.

Acresce que Jorge Jesus, consciente da "gigantesca dimensão" do adversário, terá investido toda a força da sua inteligência e razão, na "funda" mais indicada e apropriada para desmontar toda a jactância com que naturalmente será confrontado: Rogério Alves, apenas e tão só, um dos mais brilhantes advogados que as barras dos tribunais portugueses terão visto! Não seria de pasmar que se virasse o feitiço contra feiticeiro e...
 
David voltasse a obrigar Golias a morder o pó do caminho!...

Leoninamente,
Até à próxima

Somos simplesmente um produto do meio em que fomos criados!...





O TEATRO DE PEPE NÃO FAZ FALTA À SELECÇÃO

«Os ingleses têm uma expressão para definir o excesso de representação. Chamam-lhe overacting. Acontece quando o actor emprega demasiada teatralidade numa cena que merecia uma abordagem mais serena e controlada. Como um histérico pranto onde devia cair apenas uma lágrima. Ou um profundo grito de dor apenas por causa de um fio de cabelo que foi arrancado. Pepe sabe o que é o overacting. Ou talvez não saiba. Parece complicado e mesmo assim é fácil.

Talvez Pepe não entenda, não queira saber, ou, pior ainda, não consiga evitar. É um repetente. Um cadastrado de situações vergonhosas. Basta regressar a 2009 para nos lembrarmos de o ver agredir dois jogadores do Getafe. Um com pontapés na cabeça e outro ao soco. Esteve fora durante dez jogos. Uma suspensão leve. Muito leve. Porque a camisola do Real Madrid, felizmente para ele, tem muita força. Fosse ao contrário e provavelmente os jogadores do Getafe acabariam irradiados. Mas Pepe foi um sortudo. Pediu desculpa, cumpriu o castigo e voltou a jogar. Infelizmente não aprendeu a lição.

O que o central do Real fez na última final da Liga dos Campeões é uma vergonha para o futebol. Com o mundo a ver, simulou ser vítima de duas agressões: uma de Filipe Luís e outra de Ferreira Carrasco. Em ambos os casos, gritou e rebolou como se lhe tivessem arrancado um olho ou rasgado o maxilar. Foi uma pincelada de vergonha numa final de guerreiros. Pepe fingiu estar mal num jogo onde quase todos os outros jogadores imaginavam estar bem e tentavam tudo para vencer o cansaço e a fraqueza. Enquanto uns caiam com cãibras, ele caia no ridículo. E só no ridículo.

O árbitro inglês Mark Clattenburg tem essa noção. Avisou-o à primeira. Disse que não ia entrar naquele jogo. E à segunda fez-lhe um olhar e uma careta de reprovação que correram mundo. O que ele sentiu alargou-se a muitos adeptos que assistiam ao jogo. Como Gary Lineker. O antigo internacional inglês utilizou o twitter para expressar uma ideia generalizada após aqueles dois momentos: Pepe is such a dick. E logo a seguir: Pepe is an enormous dick. Difícil discordar. Fernando Pessoa dizia que a base da representação é a falsidade. Mas há barreiras para essa mentira. Até no teatro. Mais ainda no futebol.

Pepe deveria ter sido expulso. Sem contemplações. Mas passou pelos intervalos da chuva. Riu por último e riu melhor. Daqui por alguns dias estará na Selecção. O jogador Pepe faz falta. Sim, comete erros – como a grande penalidade sobre Fernando Torres –, mas ainda consegue ser um dos grandes centrais do futebol europeu. Forte no jogo aéreo, veloz a recuperar, poder de antecipação e capacidade de sair com a bola controlada. Ainda merece todas essas expressões elogiosas do "futebolês". O Pepe mau actor, contudo, não precisa de viajar para França. Pode ficar em San Siro, em Madrid, onde ele quiser. E se os dois são inseparáveis, mais vale ficar a representar no banco ou na bancada. Caso Portugal precisasse de um actor para ganhar jogos, levaria Joaquim de Almeida. Tem mais talento do que Pepe e jamais seria apanhado num desempenho tão pobre e vergonhoso. Pepe não pode continuar a confundir a arena de jogo com a arena de circo. E, se o fizer, pelo menos que não seja com a camisola da Selecção.»
(Luís Aguilar, Opinião, in Record)

"Não sou esperto nem sou bruto
Nem bem nem mal educado 
Sou simplesmente o produto
Do meio onde fui criado."
António Aleixo

"Seu palerma, chapéus há muitos"! Terá sido uma das frases que ficou para sempre ligada ao período áureo do cinema português e nele, ao prodígio de humor de uma das suas mais proeminentes figuras: Vasco Santana!...

Mas de jogadores palermas, parvos, idiotas, patetas, imbecis, estúpidos, néscios, tolos e ignorantes estará, sem a mais pequena réstia de dúvida, o futebol português repleto. A começar pelos orgãos a quem cabe neste pântano de corrupção administrar a justiça. Bastará lembrarmos os três paradigmáticos processos que envolveram Enzo Perez, Insua e Josué, há alguns anos (LINK), para percebermos que a "teatralização" de Pepe, no sentido de ludibriar o árbitro e levá-lo a expulsar o seu companheiro de profissão, terá sido um gesto angelical se comparado com as "escarretas públicas" desses três artistas. E no entanto, o mundo continuou a rolar, como se nada tivesse acontecido...

Pepe regressará à selecção e voltará a ser idolatrado se, eventualmente, a prestação desportiva da equipa de todos nós e de que continuará a fazer parte, culminar no êxito com que tantos sonham e em que acreditam. E as agressões bárbaras que lhe valeram em tempos 10 jogos de suspensão e esta e outras teatralizações que já protagonizou, ficarão para sempre perdidas no tempo e no esquecimento da alienação.

António Aleixo estava coberto de razão...

Somos simplesmente um produto do meio em que fomos criados!...

Leoninamente,
Até à próxima

segunda-feira, 30 de maio de 2016

E a procissão só sai do adro a 4 de Junho!...



Pronto, está visto que a campanha dos pasquins aponta no sentido de na próxima época o Sporting se ver na necessidade de disputar a Liga com metade da equipa B e a outra metade com os juniores!...

Três já estarão com guia de marcha, confirmada pela Clube. Um outro ainda, terá sido o próprio a confirmá-lo nas danadas das redes sociais. Mas os outros nove, valham-nos os deuses! A pasquinada resolveu cobri-los com as mortalhas da Quaresma, que é como quem nos convida a rezarmos-lhes pelas almas!...

Ora se a estes somarmos todos aqueles sobre os quais temos a desdita de os "tubarões da Europa" colocarem os olhos, está visto que o Jorge Jesus não terá gente para preparar o assalto ao campeonato, sem ir buscar os "manéis" da formação!...

Claro que cada um dos homens de mão da "central goebbelsiana do arcanjo ainda em funções", plantados por esses jornais e sites fora, vai lendo a cartilha que lhe foi entregue de sobrolho carregado pelo "mister angelical" e, em cada dia, faz o "servicinho que lhe cabe", certos de que todo o jogador de futebol compra os três pasquins em cada dia. É o seu veículo cultural, ressalvadas as devidas e honrosas excepções. E depois, não será preciso pormo-nos a inventar muito para adivinhar como ficam despedaçadas aquelas mentes, coitadinhas, para mais agora de férias e sem a "cortina protectora da estrutura"!...

Simultaneamente, o que é feito em relação a outras cores?! Ouro, incenso e mirra derramados sobre os melhores do mundo. Recordes de lotação batidos, golos e mais golos do outro lado do Atãntico e jogos e mais jogos na BTV do lado de cá, milhões e milhões em "charters" da China, o brilho intenso dos dois salvadores da selecção nacional, porrada para cima do Octávio que ninguém o manda dizer "aleivosias" e destoar do coro, porrada para cima do outro justamente condenado a quatro anos e meio de pena suspensa sem que o Sporting descesse de divisão, porrada no Bruno, porrada no Jesus, porrada nessa gente toda e... Viva o Benfica que é quem nos dá o pão que comemos todos os dias!...

Não há nada mais triste que uma criatura perder a dignidade! Não há nada mais chocante que ver um homem de rastos, lambendo o pó do caminho e os sapatos dos esbirros a quem serve!...

E a procissão só sai do adro a 4 de Junho!...

Leoninamente,
Até à próxima

Nem o pai vem nem a gente almoça!...




Tenho a convicção quase plena de que nem Bruno de Carvalho e muito menos Jorge Jesus serão da família da nossa amiga aqui de cima!...

A julgar pelo "andar da carruagem", deve estar agendada uma tão séria quão profunda "arrumação", lá para as bandas da Academia!...

Todos nós teremos em nossa casa, em lugar recôndito, aquilo a que eu costumo chamar cá em casa, de "depósito geral de adidos", que será assim a modos que um lugar onde a gente põe o que não tem qualquer valor ou utilidade, mas que um dia poderá vir a ser preciso. E então é um fartar vilanagem, raro será o dia em que não acrescentamos mais qualquer coisa inútil, com pena de a despacharmos para o contentor camarário. E quando um dia damos conta, aquilo está tão cheio de tralha e coisas sem valor, que já lá não cabe mais nada. 

Há longo tempo que, com o devido respeito pelas coisas inuteis, se radicalizou em mim a ideia de que o Sporting terá na Academia um "depósito geral de adidos"! E mais não digo, pelo receio, quase certeza, das maldições e pragas que sobre mim recairiam, nomeadamente de muitos sportinguistas, se porventura me atrevesse a "chamar os bois pelos nomes"!...

Eu tenho muito respeito, carinho e até, digamos, ternura por muita gente que entra para a Academia ainda sem buço e passados uns anos, já de barba cerrada, se entende por pronta a entrar no mercado de trabalho. Mas convenhamos que nem todos, ou mesmo muito poucos, serão Figos, Ronaldos, Patrícios, Adriens, Joões Mários e até Rúbens Semedos e Gelsons Martins. E então, por falta de coragem de alguém - dirigentes, treinadores, "and so on"! - lá vão para o "depósito geral de adidos". E andamos nisto há anos! Longos e "onerosos" anos! E um Clube da dimensão do Sporting e altamente profissionalizado, se optar por uma gestão de excelência, não pode dar-se a "luxos" destes!...

O "expediente" dos empréstimos, eu até serei capaz de compreender.  Já fui à feira comprar pintaínhos enfezados que resultaram mais tarde em excelentes galos para abate e produtivas galinhas poedeiras. Mas alguns continuaram sempre enfezados e acabaram por morrer. Era o seu destino e não haverá nada a fazer. A vendedeira jamais aceitaria que os devolvesse. Mas o Sporting aceita as devoluções e zás, "depósito geral de adidos"! Que um dia fica tão cheio e simultaneamente tão vazio de rentabilidade que é uma dor d'alma...

Dá-me ideia que o Presidente, o Treinador e até o Director Geral do Futebol, andarão a "arrumar a casa"! Pois que não lhes falte a coragem! Caso contrário... 

Nem o pai vem nem a gente almoça!...

Leoninamente,
Até à próxima

Como ainda dói vermos um odiado fosso em lugar da pista de atletismo em Alvalade!...



Estes são os momentos finais da espectacular vitória de Jessica Augusto nos 5.000 metros, em 15.52,53 minutos, com dez segundos de vantagem sobre a segunda classificada, deixando de forma decisiva e praticamente nas mãos do Sporting, o título europeu, que viria a ser confirmado pouco depois também com a vitória na estafeta de 4x400 metros, em 3.36,43, novo recorde nacional de clubes.

É o primeiro título europeu feminino de clubes arrecadado pelo Sporting, 16 anos depois da última conquista conseguida pela equipa masculina na mesma competição.

Como ainda dói vermos um odiado fosso em lugar da pista de atletismo em Alvalade!...

Leoninamente,
Até à próxima

domingo, 29 de maio de 2016

Um grande Clube, tão grande como os maiores da Europa!...


'Queremos que o Sporting seja um grande Clube, tão grande como os maiores da Europa'!...

Leoninamente,
Até à próxima

Quem for capaz de encontrar a resposta, deixe o seu comentário



Imaginem um grande jornalista como, por exemplo, Pippo Russo, a passar uns curtos dias de férias em Portugal e ser colocado perante a contrastante imagem que tomei a liberdade de "construir" a partir daquelas que acompanharam as notícias subordinadas ao mesmo tema, colocadas ontem e hoje pelos dois jornais desportivos com maiores tiragens em Portugal... (LINK 1) e (LINK2)

Agora ponham-se a adivinhar a expressão do seu rosto e a pergunta sacramental que certamente faria a um qualquer seu amigo e companheiro de profissão, nado e criado neste "triângulo das bermudas" em que se está a transformar o nosso "portugalzinho", enquanto ambos beberricavam um "café expresso" numa das esplanadas de Lisboa...

Quem for capaz de encontrar a resposta, deixe o seu comentário

Leoninamente,
Até à próxima

Kiko Rosa venceu, ao ficar para sempre na memória de todos!...


DRIBLAR A MORTE

«Há pequenos grandes de mais para desaparecerem cedo. Kiko Rosa tinha 8 anos. Jogava râguebi no Belenenses quando lhe apareceu a doença. Um neuroblastoma resolveu dificultar a vida do pequeno jogador e pô-lo à prova quando apenas devia brincar. E Kiko surpreendeu tudo e todos ao não desistir. A paixão pelo râguebi e pelo desporto era tão grande que chegou a jogar de cateteres ao peito. Não interessava a dor ou o sofrimento. Ali era feliz. Com esta força surpreendeu árbitros, colegas e pais que passaram jogos a chorar ao ver tamanha grandeza. 

O Kiko não venceu. Morreu cedo, 8 anos é muito cedo. Mas estava destinado a ficar na memória. Ontem realizou-se a sexta edição do torneio Kiko Rosa. No Restelo, a sua casa. Ali se juntaram famílias inteiras, jogadores, num espírito de partilha e amor ao râguebi que o Kiko deixou de herança. O pai diz sempre que este é um dia de emoções díspares. Vive-se a alegria mas chora-se a saudade. Mas assim, com este torneio, perpetua uma das mensagens do filho: não há cura para o râguebi.»
(Cristina Ferreira, A coluna da Cristina, in Record)





A minha singela homenagem à nobreza de uma grande mulher e à memória de um "pequeno grande homem". E ao contrário do que a Cristina e a vida escreveram...

Kiko Rosa venceu, ao ficar para sempre na memória de todos!...

Leoninamente,
Até à próxima

A primeira acção do Farelo no "terreno"?!...




Por mais atenção que qualquer fruticultor dedique ao seu pomar, às vezes é supreendido com algumas peças de fruta "com bicho" que, naturalmente, ao fim de algum tempo em armazém acabam por apodrecer...

E a inveja e a concorrência, levam outros fruticultores a aproveitar esses eventuais precalços e a estabelecer planos "goebbelsianos" tendentes a arruinar-lhe o negócio e a colher depois os dividendos dos malefícios provocados. É um "mundo cão" este que nos rodeia...

Foi com esta ideia bem consolidada na minha mente, que li a notícia no jornal Record, agora que sob o comando encapotado do Farelo e a complacência do António Migalhas,  parece ter saltado decididamente para as trincheiras do tais perversos fruticultores, sobre uma pretensa incursão de um "empresário português" junto da "estrutura leonina", com o "objectivo claro e limpinho, limpinho," que depois confessou em surdina a um tal Chico Laranja, jornaleiro "free-lancer" de profissão e com avença "record", presume-se que "choruda". (LINK)

Então o Chico Laranjo, com o "sopro" recebido nos tímpanos indigentes, lá redigiu uma pretensa notícia, qual varapau que conseguisse matar dois coelhos de uma só vez: dessincronizar a mente do mais talentoso futebolista que pisou os relvados portugueses na época finda, simulando acenar-lhe com uma "porrada de milhões" em cada um dos hipotéticos três anos de um falacioso contrato que um clube qualquer lá para os confins das arábias, mais concretamente do Abu Dhabi e, simultaneamente, deixar os leitores do pasquim, em polvorosa euforia, com os ridículos 5 milhões oferecidos pelo dito clube à entidade patronal actual do craque.

Como se algum clube lá daquelas bandas tivesse "pimlim" suficiente para pagar o peso de Bryan Ruiz em ouro, que será exactamente o valor do espectacular jogador que Jorge Jesus "descobriu" e que o Sporting, vá-se lá saber como, conseguiu trazer para Alvalade. 

Será que o Farelo já tomou posse como "director da comunicação" do Benfica e esta foi a sua primeira acção no "terreno"?!...

Leoninamente,
Até à próxima

"Há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz não"!...



O ANDOR, O SANTO E OS FIÉIS

«O andor saiu novamente à rua, uns anos depois da epístola original, em procissão lá para os sítios da Ajuda e das suas protecções terrenas. O cetim brilhante, a madeira trabalhada e as flores viçosas não podiam enganar: o santo renovava as suas esperanças e almejava-se atingir o altar das preces. Vigiado pelos acólitos que o santificam com veneração e pelos escriturários das actas da diocese, rogava-se mais uma vez o sacrifício de não se gaguejar com a saliva e – missão treinada sem dó – transmitir sem balbuciar a mensagem renovada aos fiéis. Não só os fiéis das vestes, mas também alguns novos pagadores de promessas, a investir para a função e para a remoção dos desgastados.

A procissão tem o seu momento de maior fervor quando se anuncia o rol de pressupostos do mundo novo. Geralmente aqueles que já deviam ter sido mais do que feitos e plenos e, em cada procissão, aparecem como algo de transcendental aos crentes e aos divulgadores do dia seguinte. Depois alguém se incumbirá de registar que se fez tudo o que se prometeu e dar-se conta da boa nova. Com a graça de quem manda. A santificação beneficia da ignorância e da ausência de memória. Os paroquianos são assim, sempre se pensa que se engolem pela vista, pelos banquetes e pelas obras da diocese. Depois resta afiar as facas. No entanto, os acólitos que enchem de ideias a bula diária não descansam na promessa de fundo: deixar de partilhar o poder com a mais relevante paróquia, com secretária lá para os sítios de cima, que organiza as procissões mais vistosas. Há já quem entenda nessa paróquia que o melhor é entregar as suas procissões a quem folga no cofre e está forte na imagem. Há que forçar a vontade. Há que não deixar sem mão a fé de quem não acredita. Há que alargar a procissão e munir todos por igual com a esperança redentora.

Nota-se quem carrega o andor nos ombros pela primeira vez. Quem troque os olhos com fito e trace a perna em modo incómodo. São os apóstolos cimeiros das confrarias, que vão atrás, ficando à frente. Os paroquianos têm esperança em ver neles uma nova luz, uma outra transparência, uma certa urgência ou um oportuno adiamento ou, apenas e só, uma sorte na nomeação. Sentem que o andor tem caminho. A caminhada ainda vai a meio. O paraíso não deve tardar.

Mais um ciclo se aproxima na Federação do futebol. Com uma agenda escondida, um Estado relapso e a última batalha por fazer. Entre dentes, sussurra-se na procissão da Ajuda: devagar com o andor que o santo é de barro.»
(Ricardo Costa, Por força da Lei, in Record)


Com a devida vénia a Ricardo Costa pela sublime crónica, deixo-lhe a minha homenagem com a sempiterna mordacidade de José Carlos Ary dos Santos e o talento de Fernando Tordo, lembrando-lhe que o "inteligente" não foi capaz de acabar com as canções!...  



"Há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz não"!...

Leoninamente,
Até à próxima

sábado, 28 de maio de 2016

O pasquim asqueroso em que se transformou A Bola!...



Direito do Desporto - Opção e Preferência

«1. No âmbito da contratualização desportiva, isto é da celebração de contratos de trabalho com desportistas profissionais, muitas vezes deparamos com cláusulas, inseridas nesses contratos, ou em acordos paralelos, que consagram um direito de preferência ou umdireito de opção.

A primeira prevenção a fazer é que essa denominação das partes do contrato não se revela decisiva, mas sim o seu real conteúdo. Por exemplo, podem as partes intitular a cláusula como um direito de opção e ela ser, verdadeiramente, um direito de preferência.

A segunda prevenção a ter em conta é que, por vezes, direito de preferência e direito de opção são utilizados como sinónimos. Destas prevenções resulta que um real entendimento da vontade das partes passa, necessariamente, pela análise atenta do acordado.

2. Numa visão, dir-se-ia normal, o direito de preferência exprime-se, na possibilidade conferida a um clube de, perante um do jogador com vínculo a outro clube, se e quando ocorrer o termo do contrato com este último ou a possibilidade de transferência para um terceiro clube, o clube titular do direito de preferência poder igualar qualquer proposta de contratação e, dessa forma, ser ele o clube a celebrar o contrato de trabalho com o jogador. Enfatize-se que o jogador tem que ser parte deste acordo que estabelece o direito de preferência a dado clube.

3. Já o direito de opção, não discutindo agora a sua duvidosa legalidade, resulta de uma cláusula a partir da qual o contratante pode prorrogar o prazo de contrato, por uma ou mais épocas desportivas nos termos estipulados no contrato (eventualmente acompanhado até de diferente remuneração.»
(José Manuel Meirim, Professor de Direito do Desporto, in Camarote Leonino, em 13/04/2013)

Sporting tem direito de preferência sobre Miguel Silva e Alexandre Silva


«O Sporting garantiu um direito de preferência sobre o guarda-redes Miguel Silva e o avançado Alexandre Silva, ambos jogadores do V. Guimarães, ao abrigo do contrato de cedência de Oriol Rosell.

O direito de preferência garante à SAD leonina a possibilidade de ser avisada e poder igualar qualquer proposta que venha a ser feita para a contratação de qualquer um destes dois jogadores.

Miguel Silva é um guarda-redes de 20 anos, que foi lançado esta época por Sérgio Conceição para a titularidade da equipa principal e de imediato teve um enorme impacto. Soma já dez jogos realizados.

Já Alexandre Silva é um avançado de 18 anos, filho do antigo jogador do FC Porto Quinzinho, que foi curiosamente formado em Alcochete. O Sporting acabou por perder o jogador na passagem deste para júnior, obtendo agora a possibilidade de o recuperar. Alexandre Silva soma 14 jogos e um golo na equipa principal do V. Guimarães.»

Miguel Silva interessa ao Benfica

«Miguel Silva tem tudo para em breve saltar do Vitória de Guimarães para o Benfica. O jovem guarda-redes, de 21 anos, chegou esta época à Liga e as exibições protagonizadas como n.º 1 do emblema vimaranense encantaram Rui Vitória, conforme pode ler este sábado em A BOLA.

O interesse encarnado nos serviços do guardião que também é internacional sub-21 e concorre a uma vaga na convocatória para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro (Brasil) é do conhecimento dos responsáveis vitorianos, com Júlio Mendes, presidente do clube, perfeitamente disponível para acertar um potencial acordo com Luís Filipe Vieira, líder das águias.

Vinculado ao Vitória de Guimarães até 2020, o facto de o Sporting ter direito de preferência de compra do passe de Miguel Silva não será entrave de maior a uma hipotética transferência para Luz. Até porque se os leões não conseguiram acompanhar os valores que forem oferecidos pelas águias, esse direito deixa de ter efeitos.»
(Redacção de A Bola, em 28/05/2016)


Afastando liminarmente todos e quaisquer vícios interpretativos que o tema em torno do interesse que a jovem promessa vitoriana Miguel Silva poderá eventualmente estar a suscitar, tive o cuidado de alinhar cronologicamente as três publicações acima, pela simples e inequívoca razão de cada uma delas ter sido produzida quando nada faria supor o que o futuro haveria de reservar.

José Manuel Meirim com o saber e prestígio que lhe são reconhecidos, dissertou em Abril de 2013 sobre o tema de direitos de preferência e opção. Tudo claro, límpido e que não merecerá discussão de ninguém.

Sérgio Pereira reportou no final da última abertura de mercado de Inverno, com clareza e sem ambiguidades, sobre o contrato de cedência de Oriol Rosell pelo Sporting ao Vitória de Guimarães e das contrapartidas que este clube entendeu acordar com os leões, pela cedência do médio leonino. Tudo limpinho, limpinho e o "céu continuou azul e a água molhada"!...

Vem agora a Redacção de A Bola dizer, qual Galileu Galilei em frente da pira da Inquisição, que afinal o Sol gira em torno da Terra, ainda que num "doloroso e sofrido golpe de rins", amenize a "boutade", murmurando baixinho "que contudo a Terra move-se"!...

Jornalismo de nauseabunda sargeta este praticado pelo jornal A Bola! Capaz de afirmar com um "brilhozinho nos olhos" que "Miguel Silva tem tudo para em breve saltar do Vitória de Guimarães para o Benfica", indo ao estúpido despropósito de "insinuar de forma mentirosa e capciosa" que "Júlio Mendes, presidente do clube, (estará eventualmente) perfeitamente disponível para acertar um potencial acordo com Luís Filipe Vieira, líder das águias, quando estão fartos de saber que, ou Júlio Mendes rasga os papéis que assinou com Bruno de Carvalho e sujeita-se a todas as consequências que daí possam advir para o seu bom nome ou para os cofres do clube que dirige, ou ao Sporting caberá apenas e tão só, igualar a melhor oferta do Benfica e acordar depois com o jogador os termos da nova relação de trabalho.

As velhas referências e valores do jornal A Bola, de degrau em degrau, já desceram abaixo da tampa da sargeta!...

Há longos anos que não compro e apenas vou "folheando na internet e com os devidos cuidados" para não me conspurcar, o pasquim asqueroso em que se transformou A Bola!...

Leoninamente,
Até à próxima 

Está um senhor do futebol português, Rui Patrício!...


A completar 10 anos desde a estreia na equipa principal do Sporting, o guarda-redes já está em Alvalade desde os 11 e renovou até aos 34. Não se cansa de ser leão e continua ambicioso.


RECORD: É o sexto jogador da história do Sporting com mais jogos pelo clube - 373 – e acabou de renovar até 2022. Acreditava que ia ser assim se lhe dissessem isto há dez anos, quando se estreou?

RUI PATRÍCIO – Quando estamos nos juniores ou nos juvenis queremos sempre chegar à equipa principal do Sporting. Mas não pensava em quantos jogos iria fazer ou até quando.

R: Muitos adeptos veem-no como um símbolo. Sente que é?

RP – Sou o jogador que está há mais anos no Sporting. Tenho 28 e estou lá desde os 11. É muito tempo. Já passei mais tempo no Sporting do que em casa dos meus pais. Com o passar dos anos e dos jogos é natural que comece a ser visto como um símbolo.

R: Percebe-se que está confortável no Sporting, mas a conta ao número de anos que leva no clube já vai de facto longa. Não cansa, tanto tempo? 

RP – Estou confortável mas não estou acomodado. Quero trabalhar e evoluir todos os dias. É o meu principal objectivo. Mas não vivo obcecado com o meu futuro.

R: Conquistou duas Taças de Portugal (2007/08 e 2014/15) e duas Supertaças (2008 e 2015). Também esteve na pior classificação de sempre na Liga (7.º lugar, em 2012/13). Quais os melhores e os piores momentos por que passou em quase dez anos? 

RP – Tem sido uma grande aprendizagem. Cresci como jogador e como homem. Passar por bons e maus momentos torna-nos mais fortes e faz-nos crescer.

R: Não teve um início fácil no Sporting. Foi importante para perceber ao que ia?

RP – Já o disse: é nos momentos mais difíceis que nós aprendemos mais. Foi muito bom passar por isso. Quando está a acontecer, custa. Mas dá gosto saber que depois disso vamos crescer.

R: Já atingiu a plenitude das suas capacidades? 

RP – Não. Nem nunca vou pensar assim. Tenho 28 anos. Ainda tenho mais alguns de carreira. Sei que vou aprender mais.

R: Em 2022 terá 34 anos. Imagina-se a jogar até que idade?

RP – (Risos). Não sei. Terei 34, mas os guarda-redes costumam jogar até mais tarde. Quanto mais idade, melhor. Não há limite. Jogarei até conseguir (risos).

R: O melhor ainda está para vir? 

RP – Sim. Estagnar, nunca.

R: Acredita que para o ano o Sporting estará mais forte. Com ou sem Rui Patrício? 

RP – É muito difícil responder. Nem sei o meu dia de amanhã. Neste momento só estou focado no Euro. Vivo um dia de cada vez. 

R: A hipótese de transferência interfere com o foco no Euro?

RP – É lógico que não. Tenho contrato com o Sporting. Nada vai interferir.

R: A propósito de ter contrato, como surgiu a oportunidade de renovar? 

RP – Foi o clube que falou comigo. Foi fácil. O Sporting é um clube onde estou há muitos anos. É a minha segunda casa, quase a primeira. Não foi difícil chegarmos a acordo.

R: O presidente tem fama de ser duro a negociar…

RP – Nunca tive problemas com ninguém dentro do Sporting. Não era agora que ia ter. As coisas resolveram-se normalmente, não há nada a acrescentar.

R: Jogar numa liga mais forte do que a portuguesa ainda é um objectivo, é algo em que pensa?

RP – Se as coisas tiverem de acontecer, acontecem. É lógico que todos os jogadores têm a ambição de melhorar mais e mais, de quererem ser melhores. Quanto maior for a liga, melhor. Seja qual for a equipa, quantos mais e melhores jogadores existirem, mais se evolui. Faz parte. Não há dúvidas de que é assim.

R: É uma porta que não abre mas que também não fecha. Se tiver de acontecer, acontece. 

RP – Sim. Não vivo obcecado com isso.

R: Pelo facto de ter muitos anos de Sporting, há quem acredite que acabará por fazer toda a carreira no clube porque não terá espírito de emigrante. 

RP – Não sei quem é que diz isso. Repito, não vivo obcecado com isso. Tenho contrato com o Sporting e agora estou ao serviço da Selecção.

R: Era importante ser campeão no Sporting antes de sair? 

RP – Tenho o sonho de ser campeão pelo Sporting. Este ano não conseguimos. Estivemos quase. Mas é um sonho, sem dúvida. 

R: Paulo Bento é o treinador que mais o marcou?

RP – Vai ficar marcado na minha carreira. Foi ele quem me lançou não só no Sporting mas também na Selecção.

R: Como tem sido trabalhar com Jorge Jesus?

RP – Com todos os treinadores, o objectivo é evoluir. Com Jorge Jesus, Marco Silva, no ano passado, (Leonardo) Jardim, há dois anos. No Sporting ou na Selecção, treinadores principais, adjuntos ou de guarda-redes, quero é aprender. Com Jorge Jesus é igual.

R: Em que aspecto sente que evoluiu com ele nesta época?

RP – Não quero individualizar. Cada um tem a sua forma de ver o jogo e isso ensina-nos. Quanto mais ideias novas vamos assimilando, melhor.
(Rui Patrício, entrevista a Record, em 29/05/2016)


Está um senhor do futebol português, Rui Patrício!...

Leoninamente,
Até á próxima

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Tarefa ciclópica!...



«Quem prende a água que corre
É por si próprio enganado
O ribeirinho não morre
Vai correr por outro lado.

Nós não devemos cantar 
A um deus cheio de encantos
Que se deixa utilizar
P'ra bem duns e mal de tantos.

Há tantos burros mandando
Em homens de inteligência,
Que às vezes fico pensando
Que a burrice é uma ciência.»
("Este livro que vos deixo" - António Aleixo)

Que Rui Miguel Mendonça possa vir a conseguir retirar a SportingTV das garras da mediocridade...

Tarefa ciclópica!...

Leoninamente,
Até à próxima

Tantas vezes vai o cântaro à fonte, que um dia deixa lá a asa!...


Tenho à minha frente uma imagem digitalizada de uma reportagem ontem publicada no Jornal Sporting e quase não acredito naquilo que lá vem escrito, supostamente dito ao engajado redactor de serviço pelo auto-intitulado "Comandante" Vicente Manuel de Moura Coutinho de Almeida d'Eça, que desde que passou à reserva em 1977 nunca mais comandou coisa nenhuma e ao que sei será hoje apenas e tão só,  depois de passar à reforma em 1988, um dos muitos - em  número obscenamente exagerado para uma armada minúscula e decrépita de um país minúsculo e quase indigente! - vice-almirante reformado da Armada Portuguesa. E quase não acredito por um sem número de razões de que, ao correr das teclas, tentarei destacar as mais importantes:

1 - Não acredito que um único sportinguista corrobore a afirmação do "comandante" de que Godinho Lopes tenha celebrado o protocolo com a ABSCP, comprometendo-se a apoiá-la institucional e financeiramente, apenas no pressuposto de um dia poder vir a ser "convencido" da bondade e das virtudes da associação e da modalidade em causa, mas alimentando subrepticiamente a esperança e o desejo de que a missão viesse a fracassar. Com todos os defeitos que naturalmente terá, com todos os erros que terá cometido no curto espaço de tempo em que liderou o Sporting, ninguém acreditará nas "setas envenenadas" que o "comandante" lhe terá pretendido dirigir. O compromisso de Godinho Lopes só poderá ter sido assumido, porque, como sportinguista, acreditou nas pessoas que se propunham "levantar" de novo a modalidade e também acreditou na força e no impacto desta no universo leonino.

2 - Não acredito que um único sportinguista não se sinta confundido perante a primária dicotomia do "comandante", ao reconhecer que "a associação fez um excelente trabalho ao nível da formação", para logo a seguir contrapôr, do alto da sua cátedra - na marinha chamam-lhe "ponte de comando", naturalmente! -, que "não resistiu em criar uma equipa de séniores femininos que foi subindo de divisão até chegar ao principal escalão"! O "comandante" acaba, estúpida e falaciosamente, por negar a essência do desporto e o sagrado lema do olimpismo, por onde parece apenas ter passado, qual "vegetal", sem nada ter aprendido: "Citius, Altius, Fortius"!...

3 - Não acredito que um único sportinguista se deixe enlear na "patranha" do "comandante" de que a extinção da ABSCP e a "humilhante" desistência e retirada da Liga Profissional Feminina, se tenha ficado a dever ao (des)honroso 9º lugar e manutenção alcançados, a troco da "poupança" de umas "míseras dezenas de milhares de euros". 

4 - Não acredito que um único sportinguista não reconhecesse "de facto e de jure" a modalidade do basquetebol como modalidade oficial do Sporting e que afine pelo "ronco estridente" do apito da nau do "comandante", de que a melhor solução é o abandono espúrio e criminoso pelo Sporting, do escalão máximo do basquetebol feminino, em troca de uma "pescadinha de rabo na boca, que antes de o ser já o era", começando tudo do zero.

5 - E não acreditando em tudo isto, como acreditar no novo projecto, para mais conduzido por quem, embora tenha tido no passado o peso que o "comandante" à força quer impingir aos sportinguistas, não passará hoje, reconhecidamente, de um "homem ignorante que perdeu definitivamente o combóio do basquetebol", jogo no qual revela, para além de outros pormenores quase hilariantes, extrema dificuldade em avaliar os tipos de lançamentos que valem 1, 2 ou 3 pontos, o porquê de não existirem hoje empates no final de cada contenda, ou os tempos de posse de bola, colectivo e individual, no meio campo defensivo, ofensivo, no garrafão e nos lançamentos laterais e sem fazer a mínima ideia sobre os cinco tipos de faltas hoje sancionadas no basquetebol. É um homem destes que o "comandante" quer colocar à frente do basquetebol do Sporting?!...

Porque será que o "comandante" não conta aos sportinguistas, a todos os sportinguistas, APENAS A VERDADE, SÓ A VERDADE E NADA MAIS QUE A VERDADE?! Aquela verdade que o círculo, infelizmente ainda não muito alargado, dos amantes do basquetebol do Sporting, conhece há longo tempo, há demasiado tempo, para uma instituição com a grandeza do Sporting Clube de Portugal e que, heroicamente, e contrariando e remando contra a "corrente verborreica do regime" têm suportado em silêncio abnegado e altruísta, reduzindo quantas vezes a mínimos quase insuportáveis e apenas por amor ao Sporting, a sua própria dignidade!...

Mas cuidado "comandante"! Tantas vezes vai o cântaro à fonte, que um dia deixa lá a asa!...

Leoninamente,
Até à próxima

Um passo importante para o tão desejado, nunca visto, mais que certo e já apregoado TETRA!...


Sporting já não desce de divisão!...

«O antigo vice-presidente do Sporting, Paulo Pereira Cristóvão, foi condenado a quatro anos e seis meses de prisão com pena suspensa, no âmbito do processo Cardinal.

Pereira Cristóvão foi condenado por dois crimes de peculato, por uso indevido de dinheiro e bens do Sporting, um crime de acesso ilegítimo e ainda por denúncia caluniosa agravada ao árbitro José Cardinal. Foi, porém, absolvido dos crimes de burla e branqueamento de capitais.

Foi também condenado ao pagamento de 57.500 euros de indemnização, sendo que 40 mil serão para José Cardinal por danos patrimoniais e o remanescente a dividir pelos 35 árbitros que interpuseram pedido de indemnização.

O antigo inspector da Polícia Judiciária foi ainda interdito de desempenhar funções como dirigente desportivo por três anos mas nesse período serão descontados os 15 meses que já tinha cumprido em termos disciplinares no Sporting.

O tribunal conclui pela inexistência de responsabilidade do Sporting neste caso, pelo que o clube não terá de pagar qualquer indeminização a Cardinal, já que considerou o juiz que Pereira Cristóvão agiu como vice-presidente do clube mas na exorbitância de tais funções
(in A Bola, há momentos)

Paulo Pereira Cristóvão vai ter de pagar, supostamente, a José Cardinal 38 mil euros - depreende-se que terá ficado provado o pagamento antecipado de 2 mil euros na sua conta na Madeira! - e mais 500 a cada um dos 35 árbitros da sua corporação - APAF -, que se sentiram ofendidos na sua honra e dignidade, no processo que hoje teve o seu desfecho.

A notíca foi recebida em Alvalade com justificado alívio, dado que sobre o Clube Leonino recaía a "poderosa espada vermelha de Dâmocles", acerca de uma "eventual descida para a II Liga", com o concomitante baixar ao Campeonato de Portugal do Sporting B. Felizmente o senhor doutor Juiz, presumivelmente, será... sportinguista!...

José Fontelas Gomes ainda não se terá pronunciado, mas será legítimo esperar a manifestação do seu profundo júbilo, face ao "pé de meia" a receber por José Cardinal. A esfregar as mãos de contentamento estarão também as 35 instituições de solidariedade social, a quem a quase certa doação dos "quinhentinhos" de cada um dos árbitros contemplados, certamente farão um "jeitaço"!...

Permitam-me apenas em remate, discordar do acordão: PPC deveria também ter sido condenado a pagar, o total da despesa em "carbonato de di-hidróxido de alumínio e sódio" para combater a azia do outro lado da rua! Apesar de tudo...

Um passo importante para o tão desejado, nunca visto, mais que certo e já apregoado TETRA!...

Leoninamente,
Até à próxima

"Quando a esmola é grande o pobre desconfia"!...



«...  Nunca tive qualquer afinidade clubística. As pessoas não acreditam nisto, mas, com a arbitragem, a afinidade que possamos ter por um clube acaba por esmorecer. O nosso clube passa a ser a arbitragem. As pessoas não conseguem compreender isto, mas é a mais pura das verdades.[...]

É a tal transparência que defendo (alguns árbitros assumirem a sua simpatia clubística) e que, na maioria das vezes, é incompreendida. Muitos desses árbitros acabam por ser criticados por isso. As pessoas não conseguem compreender que um árbitro possa ser simpatizante de um determinado clube e isento ao mesmo tempo, acham sempre que vão beneficiar ou prejudicar. E as coisas não são assim.[...]

Não tenho simpatia clubística. Não tenho mesmo. É ponto assente. É-me indiferente. Nunca me identifiquei com qualquer clube...»
(José Fontelas Gomes, entrevista à revista O Jogo, em 11/02/2016)

«Pretendemos divulgar os relatórios das equipas de arbitragem no site da FPF e vamos avançar com essa ideia no início da temporada para ajudar a diminuir o ruído. [...]

Para não haver suspeições e pensar-se que as coisas foram feitas com segundas intenções, vamos pedir junto das inatâncias internacionais para divulgar os relatótios dos observadoes, a título experimental por uma época. [...]

Queremos uma política criteriosa nas nomeações dos árbitros, em que a avaliação, a experiência, o mérito e a localização geográfica sejam levadas em conta... Mas também vamos valorizar o desempenho dos árbitros ao longo da época e queremos prestar esclarecimentos aos árbtros e aos agentes sobre os critérios das nomeações. Não queremos dúvidas. O conselho vai ter uma voz e um rosto para prestar esses esclarecimentos.[...]

Pretendemos rever a carreira dos árbitros e a forma como se chega ao topo. Esta é a melhor forma de motivar os árbitros.[...]

Vamos testar o "vídeo-árbitro na Supertaça... Queremos ajudar os árbitros a decidirem melhor...»
(José Fontelas Gomes, entrevista ao JN, em 27/05/2016)


«Finalmente alguém dá um passo no caminho certo para acabar com o constante clima de suspeição do futebol português. José Fontelas Gomes, futuro líder do Conselho de Arbitragem da FPF, vai tentar tornar públicos os relatórios de ábitros e observadores (falta-lhe autorização internacional).»
(Luís Mota, Semáforo, in JN, em 27/05/2016)

"Com papas e bolos se enganam os tolos", assim diz um velho e muito gasto pelo uso, ditado popular cá da nossa terra...

Depois de ter afirmado que "esperava para ver o programa de Fontelas Gomes", acho suficientemente eloquente o "olhar de soslaio" que Bruno de Cravalho exibe do lado esquerdo da imagem que vos deixo! Porque, cá para mim, apreciador de sempre da famosa canção da Dalida & Alain Delon, nos anos 70, 



continuo profundamente convicto da profundidade de um outro e magistral provérbio da nossa humilde gente...

"Quando a esmola é grande o pobre desconfia"!...

Leoninamente,
Até à próxima

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