quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

"Gato sapato" de todos os políticos e até da Justiça!...



PIPPO RUSSO SOBRE RUI PINTO: “HÁ UM TRATAMENTO BIPOLAR E ESQUIZOFRÉNICO POR PARTE DAS AUTORIDADES PORTUGUESAS”
Em entrevista ao Jornal Económico, o sociólogo e jornalista italiano refere que "em qualquer país, Rui Pinto encontraria uma atitude muito diferente por parte das autoridades policiais e governamentais" (LINK1) e (LINK2)

Segundo o que o mundialmente conhecido jornalista e sociólogo italiano, Pippo Russo, terá afirmado ao Jornal Económico, “Rui Pinto é a representação do quanto em Portugal a política é algo de intocável!...”

Todos nós, cidadãos portugueses, sabemos bem - oh, se sabemos! - que a Pippo Russo faltarão ainda bastantes, bastantes mesmo, 'pequenos detalhes' sobre a sociedade portuguesa da actualidade! É que muito para além da intocabilidade dos políticos portugueses, está, claro que está e bem evidente, a impunidade do "estado lampiânico", que chega ao desplante de fazer...

"Gato sapato" de todos os políticos e até da Justiça!...

Leoninamente,
Até à próxima

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Deixar de acreditar em promessas de salvação!...








#Castigo Máximo#
19
FEV20


«O Sporting continua a gastar demasiado no futebol para os resultados desportivos que apresenta. Tal concorre para Resultados sem transacção de jogadores fortemente negativos. Eis os principais desequilíbrios verificados a nível da SAD, visíveis através do R&C anual referente à época 2018/19 (não significativamente alterados em 2019/20):

Resultados Operacionais sem transacção de jogadores negativos em 29 milhões de euros, consequência do lado dos Proveitos da não qualificação para a Champions e do lado dos Custos do não ajustamento dos Custos com Pessoal e dos Fornecimentos e Serviços Externos (FSEs) à nova realidade europeia;

Subida das Amortizações para um valor de 30,9 milhões de euros, por via da insuficiente aposta em jovens da Formação (Valor Bruto e Amortização zero) e da aquisição de demasiados jogadores;

Resultados Financeiros negativos em 10,4 milhões de euros, devido a um aumento dos custos de financiamento da dívida;

Somando estas 3 rúbricas, a Sporting SAD perde 70,3 milhões de euros;

Não havendo ajuste dos Custos aos Proveitos, mantendo-se este cenário, a SAD precisará de realizar vendas anuais de 70,3 milhões de euros para não apresentar prejuízos.

Olhando para este cenário, é óbvio para todos que a realidade está muito longe da desejada sustentabilidade. Acresce que os resultados desportivos não justificam de todo o investimento produzido (aquisição de jogadores) e os gastos gerais em que a SAD incorre anualmente. Tal resulta de uma política desportiva delirante (pardon my french), completamente desfasada dos constrangimentos financeiros da SAD e que privilegia a quantidade em detrimento da qualidade e ignora a Formação. Olhando para a Demonstração de Resultados é perfeitamente identificável o não ajuste dos Custos à quebra de Proveitos motivada pela exclusão da Champions, desequilíbrio que não se reflecte positivamente de nenhuma maneira no desempenho da principal equipa de futebol do clube. Sendo certo que a situação já estava descontrolada nos últimos tempos de Bruno Carvalho, por via de um aumento pronunciado dos custos (cerca de 75 milhões de euros em Custos Com Pessoal) e de investimento (63,7 milhões de euros em 17/18 divididos em diferentes R&C) que estava ainda assim suportado num lote de jogadores de qualidade mas que ficou em parte ameaçado com as rescisões, a não imediata reacção à perda de Proveitos e a Alcochete agudizou o problema. É difícil não pensar que se poderia fazer muito melhor gastando e investindo muito menos. Não são só os benchmarks (referências) de mercado (Braga, Rio Ave, Famalicão) que o indiciam, é também o passado. Por exemplo, se olharmos para a temporada de 2013/14 verificamos o seguinte (face à temporada anterior): corte nos FSEs de 4,3 milhões de euros, redução dos Custos com Pessoal em 16,6 milhões de euros, diminuição no valor das Amortizações em 11,3 milhões de euros devido a uma maior aposta na Formação e melhoria dos Resultados Financeiros em cerca de 3 milhões de euros (menos dívida e renegociação das taxas de juro), para além de menos 3 milhões de euros em provisões. Tudo isto concorreu para uma melhoria dos Resultados da SAD em 38,2 milhões de euros. E os resultados desportivos? Bom, passámos de um 7º lugar em 2012/13 para um 2º lugar (qualificação para a Champions) em 2013/14, demonstrativo de que se pode fazer melhor, de uma forma sustentável, mesmo gastando muito menos.

Conclusão: qualquer pessoa minimamente experiente em "turnaround" de empresas saberá que a actual situação é insustentável e que a aposta na Formação conjugada com uma política desportiva que privilegie a qualidade em detrimento da quantidade é a única solução possível. Ora, perante isto, o investimento de 47 milhões de euros em 15 contratações cirúrgicas em apenas 1 ano tem de ser considerado irresponsável, porque não só veio afectar ainda mais negativamente os Resultados da Sociedade como também não se perspectiva que possa proporcionar mais-valias significativas no futuro que possibilitem a cobertura do défice de exploração da Sociedade. Adicionalmente, a troca constante de treinadores (5 durante o consulado de Frederico Varandas) também não tem proporcionado a estabilidade necessária que mitigue um pouco os erros cometidos nas janelas de transferências. Para além disso, é hoje absolutamente notório um enfraquecimento da qualidade média do plantel face ao momento em que Varandas assumiu a presidência do clube. Nani, Raphinha, Bas Dost e Bruno Fernandes já não estão entre nós, Matheus Pereira, Domingos Duarte, Mama Baldé ou Ryan Gauld, jovens que estavam numa linha de sucessão, também não. Perante tudo isto, torna-se complicado perspectivar como a SAD conseguirá viver a partir de 2020/21, nomeadamente sabendo-se que sem cortar na despesa terá um défice de cerca de 70 milhões de euros e poucos jogadores de qualidade para o cobrir.

Epílogo: Se Alcochete foi uma Tragédia Grega, na minha opinião a gestão produzida na SAD durante esta temporada deve ser encarada como uma nova peripécia dessa mesma Tragédia. À exuberância irracional do posicionamento de Bruno Carvalho nos últimos meses da sua presidência seguiu-se o preconceito com a Formação e o deslumbramento ("fácil, fácil") da política desportiva, tudo isto concorrendo para a situação dramática que actualmente se vive, que consiste em resultados desportivos medíocres e numa situação económica (a financeira resolveu-se apenas para esta época) deplorável e em constante deterioração. É urgente parar isto!»

Sem o imprescindível, indeclinável, incontornável e inadiável contraditório até ao momento, o 'manifesto' lançado hoje mesmo por Pedro Azevedo a todo o universo leonino, arrisca a constituir-se como insofismável verdade.

De pouco ou nada valerão todas e quaisquer contemporizações, todas e quaisquer tergiversações  que eventualmente venham surgir da parte daqueles a quem Pedro Azevedo aponta declarada e corajosamente o dedo acusador, se cada um dos pontos deste sua legítima, mesmo que panfletária posição, não for de imediato contraditado e suficiente e devidamente aclarado.

Não estamos perante um qualquer, corriqueiro, oportunista, revanchista e teleguiado movimento desestabilizador de índole semelhante aos que ultimamente nos pretenderam habituar. Tratar-se-à de um original, sério, sustentado e decerto ponderado e muito reflectido desafio, que nunca poderá ficar sem resposta, sob pena de cada sportinguista se sentir no legítimo direito de, definitivamente...

Deixar de acreditar em promessas de salvação!...

Leoninamente,
Até à próxima

É tudo gente séria do outro lado da rua!!!...


Ele há cada coincidência! O Paulo Baldaia ou é bruxo, ou então algum passarinho lhe contou um engraçada "história da carochinha" que, imagine-se, até terá convencido também o jornalista Nuno Martins do jornal Record, a julgar pelo 'balde de lixívia' que entendeu publicar 13 minutos antes do artigo que acima vos trago, que mão amiga - de dragão, pois o que havia de ser?! - me fez chegar à caixa do correio.

Só que o Baldaia, baldou-se e contou-nos a história 'à sua maneira'!...

É tudo gente séria do outro lado da rua!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Arremetidas quixotescas!...



Marega, as bestas ululantes e a lixeira do futebol
Esta gente olha para o futebol como um delírio carnavalesco, um momento de suspensão de todas as regras de civilidade

«O que aconteceu a Marega em Guimarães não é novidade. Não foi um “episódio”. Não foi um acaso. Não foi um “incidente”. Aquilo que lhe aconteceu foi um dia normal num estádio de futebol. Qualquer pessoa que costume ir à bola já ouviu aqueles urros dezenas e dezenas de vezes. Gritos obscenos a imitar símios sempre que um jogador adversário de pele negra toca na bola, se aproxima da linha fi nal ou marca um livre. São centenas, talvez milhares de pessoas, aos gritos de “uh-uh-uh-uh”, todos unidos a urrar e a celebrar a mais reles grunhice colectiva.

Note-se que estas bestas ululantes não são sempre ululantes, e também é possível que não sejam sempre bestas. Quando chegam a casa, talvez dêem um beijinho de boa-noite ao filho, e no dia seguinte talvez visitem a mãe velhinha. Com boa probabilidade, os que insultaram Marega foram os mesmos que vibraram com o golo de Éder no Euro 2016. Eles adoram os seus pretos — apenas odeiam os pretos dos outros. É um racismo selectivo e intermitente, de quem está convencido que é permitido ser grunho durante 90 minutos ao fi m-de-semana, porque as regras comuns da decência e da convivência não se aplicam nos estádios de futebol.

Infelizmente, as bestas ululantes não chegaram a essa conclusão por acaso - há toda uma cultura que permite os urros e os alimenta. Quando o assunto é futebol, as televisões aceitam que os comentadores gritem de uma forma que jamais gritariam em qualquer outro tipo de debate; os jornalistas aceitam que a honestidade intelectual é um botão que se liga ou desliga, consoante se está a falar de bola (altura em que se pode ser absolutamente cavernícola) ou de política nacional (altura em que convém voltar a ser sofisticado); os deputados do tipo Ventura aceitam como perfeitamente normal defender a cultura de corrupção desportiva na TV ao mesmo tempo que atacam com fervor a cultura de corrupção política na AR.

Os exemplos poderiam continuar.

Esta gente olha para o futebol como um delírio carnavalesco, um momento de suspensão de todas as regras de civilidade. Quando o assunto é bola, é permitido ser desonesto, desbragado e desprezível — não é para levar a mal. Marega, abençoado seja, levou muito a mal, e o momento em que decidiu sair do jogo de Guimarães, resistindo durante vários minutos aos puxões e aos pedidos para ficar da sua própria equipa, fez mais pela decência do futebol do que mil tarjas espalhadas pelas bancadas e milhares de criancinhas de mãos dadas a apelar ao fair-play.

O caso Marega só se tornou um caso porque ele teve a coragem de reagir aos insultos constantes de que os jogadores negros são alvo nos estádios de futebol. Marega fez a sua parte. Agora falta o resto — falta limpar a lixeira do futebol. Com excepção dos jogadores e de alguns treinadores, quase tudo o resto leva décadas de esterqueira a céu aberto, começando nos presidentes dos clubes, descendo para as claques, passando pelos gabinetes de comunicação e acabando nos comentadores fanatizados. A luta de Frederico Varandas e da direcção do Sporting contra o poder das claques tem sido escandalosamente solitária; a justiça tem pactuado sistematicamente com o estado das coisas; e sempre que lhe cheira a bola, os políticos metem o rabinho entre as pernas e fogem da confusão. O meu desejo é que mil Maregas floresçam, a ver se os estádios de futebol voltam a ser locais onde um tipo decente possa ter orgulho em levar os filhos, em vez de serem esta vergonha que se vê.»
(João Miguel Tavares, Opinião, in Público, hoje às 06:38)

Ao deparar com este artigo de opinião de João Miguel Tavares, a quem, ainda que de forma indirecta, me ligam estreitos laços familiares, veio-me à memória algo sobre a "honestidade intelectual", que recolhi em tempos na seara de um quase anónimo licenciado em direito duma universidade brasileira - será já hoje, segundo julgo e para além disso, mestre em filosofia! -, e que defendia "ser necessário descermos do pedestal em que amiúde nos colocamos e renunciarmos à pretensão de sermos portadores da 'verdade universal', ao mesmo tempo que precisamos de elevar o nosso nível de consideração por aquilo que outros falam, levando-os a sério. Todos beneficiaremos com debates abertos, sérios e honestos, principalmente se não estivermos apenas preocupados em 'ganhá-los', julgando essa possibilidade sempre e em absoluto ao nosso alcance"...

Exactamente porque não acreditando que a maior fatia da sociedade que somos - e nessa a camarilha política a quem continuamos a oferecer o poder de mão beijada! - algum dia seja capaz de trilhar o caminho apontado por Rafael Barros de Oliveira, nem que, "pour cause", os desejos de João Miguel Tavares se venham a cumprir, vejo as "bestas ululantes" continuarem a frequentar, impunemente e "à sua maneira", os nossos estádios, por mais que "mil Maregas floresçam"!...

Quisera eu que as justas lutas de Marega, Varandas e poucos mais, não viessem a jazer  num curto amanhã, injusta e infelizmente, nos cemitérios das...

Arremetidas quixotescas!...

Leoninamente,
Até à próxima

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Pôr o Sporting a jogar futebol?!...



Jorge Silas após o empate diante do Rio Ave, afirmou que o Sporting terá realizado o seu pior jogo desde que assumiu a equipa leonina. Já todos o sabíamos antes de ele o vir confirmar, quase candidamente e como se nenhuma responsabilidade lhe pudesse ser atribuída. Para mal dos nossos pecados, parece ser o registo a que vinha habituado, sem se dar conta ainda da mudança de 'senhorio'...

A menos de três dias do jogo de todas as decisões na Liga Europa, e depois de hipotecar a nível doméstico todas as nossa esperanças, como será que estará a pensar ultrapassar os turcos?!... 




Outra vez com mais um novo e surpreendente 'sistema', um novo e mirabolante dispositivo táctico?! Ou ter-se-à, finalmente, apercebido que, na mesma estação, nenhum combóio pára duas vezes e que é tempo, mais do que tempo de...

Pôr o Sporting a jogar futebol?!...

Leoninamente,
Até à próxima

Castigo exemplar é preciso!...



As provas sobejam e não oferecem dúvidas! Se não houver coragem, lembrem-se de Margaret Thatcher...

Castigo exemplar é preciso!...

Leoninamente,
Até à próxima

domingo, 16 de fevereiro de 2020

Ficou tudo dito e muito bem dito!...



«O Sporting Clube de Portugal vem por este meio manifestar a sua solidariedade com o jogador Marega do FC Porto e repudiar qualquer acto de racismo e preconceito social.

Os valores que o Sporting Clube de Portugal defende não se revêem neste tipo de comportamento e consideramos, mais uma vez, que as autoridades devem agir em nome de todos aqueles que pretendem elevar o desporto e a sociedade portuguesa.

Os acontecimentos desta tarde em Guimarães merecem toda a nossa atenção e preocupação e apenas em conjunto conseguiremos erradicar estas atitudes dos estádios em Portugal.

Ao jogador, todo o nosso apoio.»


Ficou tudo dito e muito bem dito!...

Leoninamente,
Até à próxima

E sobre os árbitros estrangeiros nem uma palavra?!...


Ao serviço das massas acéfalas

«Nas duas derradeiras décadas, defendi recorrentemente a seriedade dos árbitros, não alinhei nos celerados "roubos de igreja", nem aceitei teorias da conspiração que justificassem a obsessão pelo "sistema". Critiquei e critico, sim, deficiências na formação, critérios de escolha, falta de clareza em nomeações e a incompetência de alguns árbitros, que demasiadas vezes se manifesta, no terreno e na análise vídeo, para prejuízo do futebol.

Os defensores do VAR, nos quais me incluo, viveram anos na ilusão de terem descoberto a pólvora e sofrem hoje a desilusão pela pornográfica duplicação do problema. A explicação é fácil: o erro fez e fará sempre parte do espectáculo futebolístico. Mais: constitui, mesmo, uma das componentes que, reforçando a incerteza pelo marcador, contribui para a magia do jogo.

Quando falamos de erros por que deve tudo cair sobre as falhas dos árbitros? Então e os dirigentes que contratam anedotas? E os treinadores que escolhem mal os titulares ou optam por uma estratégia inadequada? E os jogadores que marcam na sua baliza ou são expulsos? E os comentadores, que antes e depois dos jogos – como "n" vezes me acontece – emitem considerações desfasadas da realidade e simples filhas da ignorância? Indefesos perante o tempo e as circunstâncias, incompetentes somos todos. Uns mais do que outros, é verdade, daí nascendo a diferença entre melhores e piores, sendo que são os últimos a sublinhar a imperiosa necessidade do investimento na preparação e no conhecimento.

Bruno Lage e Jorge Silas interpretaram, a propósito, dois momentos que merecem destaque. Com a honra que o caracteriza, o primeiro salvou do apedrejamento público o jovem árbitro assistente que cerrou o punho ao confirmar ter dado uma indicação acertada – um crime para os fanáticos. O segundo, em cima de mais uma polémica oportunista em torno de supostos lapsos de arbitragem, veio a terreiro com palavras precisas: "Os árbitros cometem erros em todo o lado. Pontualmente, podemos sentir-nos prejudicados, mas em geral não acho que sejam maus. Eu confio nos árbitros portugueses".

É certo: cometem erros em todo o lado. Em Espanha, não há semana sem asneira, e em Itália, basta recordar o último Milan-Juventus, para a taça, em que Quadrado foi atingido na cara dentro da área do Milan, numa falta clara para penálti, sem que o árbitro ou o VAR se dignassem, ao menos, analisar as imagens. Se fosse cá, havia gritaria para semanas.

Dito isto, e se mandasse – e se os clubes deixassem de colaborar na farsa, eis o busílis – eu apostaria tudo em duas vertentes: melhorar a qualidade dos árbitros, afastando os "incompetentes incorrigíveis", e punir com severidade as desculpas de mau pagador que, para segurar as massas acéfalas, atingem cobardemente o carácter de árbitros e de outros agentes desportivos. Olhem, para começar bania dos estádios os miseráveis que ontem, insultando Marega, nos ofenderam a todos. A revolta do maliano corre Mundo, mas a vergonha lavar-se-à segundo a norma da casa: com lágrimas de crocodilo.»
(Alexandre Pais, Outra vez segunda-feira, in Record, hoje às 20:47)

E sobre os árbitros estrangeiros nem uma palavra?!...

Leoninamente,
Até à próxima

E o título começa a não ser uma miragem!...



Basquetebol: Sporting bate Esgueira por 86-68, chega à 15ª vitória consecutiva e segura liderança

O Sporting venceu esta tarde no Pavilhão João Rocha o Esgueira por 86-68, em jogo da 20.ª jornada da fase regular da Liga e manteve a liderança, depois dos triunfos de FC Porto e Benfica na véspera.

Com os parciais 24-21, 26-21, 17-14 e 19-12, o jogo marcou a estreia do reforço Demetric Austin pelos leões, que acabaram por cavar a diferença pontual no derradeiro período. Travante Williams (17 pontos), James Ellisor (17 pontos) e Ty Toney (15 pontos) foram os melhores marcadores do Sporting.

O reforço Demetric Austin terminou a partida com quatro pontos, três ressaltos e uma assistência.

Os leões que na próxima jornada visitam o V. Guimarães, lideram a Liga com 39 pontos, mais um do que o Benfica e mais dois do que o FC Porto.

Ao intervalo do jogo, o técnico do Sporting, Luís Magalhães, recebeu o prémio de melhor treinador do mês de Janeiro.

E o título começa a não ser uma miragem!...

Leoninamente,
Até á próxima

Não batam mais nos céguinhos!!!...


Matheus Pereira rende 10 milhões de euros ao Sporting

Extremo chegou ontem aos 30 jogos pelo WBA, facto que torna a opção de compra obrigatória (LINK)

Dinheiro fresco  e "qualidade vai-te embora deste peito tão sofrido e leva para bem longe este nosso fado"! Mas, por favor...

Não batam mais nos céguinhos!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

Pois, tudo ao molho e fé nos deuses!...


INTERROGATÓRIO DO RIO AVE-SPORTING


Os mil e um sistemas de Silas


«O Sporting mereceu o empate em Vila do Conde?

Mereceu porque os leões não têm culpa da incompetência dos anfitriões. O Rio Ave estava a ser muito superior, tinha o jogo na mão, podia ter dilatado várias vezes, mas mesmo com dez o Sporting não baixou os braços e o penálti existiu mesmo. Como Jovane não falhou, aceita-se. Futebol também é isto.

+Como se explica que o Sporting jogue tão pouco?

É verdade que os leões não têm o mais equilibrado dos plantéis, mas daí a não poderem jogar melhor... Silas muda de sistema como quem muda de camisa numa equipa sem maturidade táctica para tanto. Aliás, poucas haverá capazes de desempenharem tantos sistemas. Falta uma ideia de jogo a este leão. Isto é fingir que tem várias.

+Entendem-se as escolhas de Silas em Vila do Conde?

É sempre injusto criticar sem ver os treinos. Ainda assim, deixar Battaglia no banco para deixar jogar Doumbia é para mim uma espécie de sacrilégio. Depois, no lançamento do jogo Silas disse que o Sporting tinha Sporar, Jovane e Plata. De início jogou apenas o primeiro. Haverá explicação, mas eu não consigo dar.

+Nota-se dedo de treinador no Rio Ave?

Muito. Apesar do empate, a equipa do Rio Ave foi muito superior ao Sporting. mandou nos tempos do jogo, foi mais incisiva ofensivamente, mesmo que falhando várias oportunidades. Belo trabalho de Carlos Carvalhal.»

Pois, tudo ao molho e fé nos deuses!...

Leoninamente,
Até à próxima

Sim, até quando?!...


SIM, ATÉ QUANDO?!...

Leoninamente,
Até à próxima

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Ainda nem sei como empatámos!...



Sem surpresa para ninguém, a equipa do Sporting voltou a mostrar que não possui uma ideia sequer aproximada, sobre aquilo que deverá fazer em campo. Mesmo que nos consigamos abstrair da questão da tão batida e estafada falta de qualidade individual, será muito difícil alguém compreender tão descoroçoante falta de intensidade, com e sem bola e a terrível lentidão com que a bola circula no nosso próprio meio campo em cada início do processo ofensivo, que até para os adversários será, porventura, enervante.

Julgo que apenas Jorge Silas acreditará que este colectivo passou uma semana inteira a treinar, para depois mostrar aquilo que hoje mostrou em Vila do Conde. É mau de mais para que alguém possa compreender!...

Ainda nem sei como empatámos!...

Leoninamente,
Até à próxima 

João Palhinha, volta que estás perdoado!!!...




JOÃO PALHINHA, VOLTA QUE ESTÁS PERDOADO!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Já tenho o comprimido preparado!...



Estão escolhidos os 19 que Jorge Silas entendeu escalar para levar com ele a Vila do Conde. E quem de 19 tira 18, faltará apenas saber, entre Pedro Mendes ou Francisco Geraldes, aquele que irá aquecer a bancada dos Arcos. Tão certo como os quatro da defesa já estarem decididos, a menos que o ensaio de um novo esquema táctico, tão do agrado do nosso treinador, esteja na forja...

Assim, com tudo ao molho e muita fé nos deuses, Silas deverá fazer alinhar de início:

Luís Maximiano; Ristovski, Coates, Luís Neto e Borja; Battaglia, Eduardo e Wendel; Rafael Camacho, Sporar e Jovane, ou Gonzalo Plata, ou Bolasie, quiçá Jesé, só ele saberá.

Assim como assim e antes que o diabo as teça...

Já tenho o comprimido preparado!...

Leoninamente,
Até à próxima

Será o "burnout" de origem vírica?!...



Que mais nos irá acontecer?! Até já o Jornal do Sporting parece ter sido 'capturado' pela terrífica e implacável Lei de Murphy!...

Sem fazer a menor ideia sobre se a Comissão de Gestão, antes de entregar a pasta, terá providenciado uma aturada e profunda desinfecção geral do Sporting, ardo de ansiedade para perguntar ao doutor Barroso... 

Será o "burnout" de origem vírica?!...

Leoninamente,
Até à próxima

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

O Sporting que sempre foi!...


O triunfo de Varandas

«Sobre as claques organizadas no futebol já sabemos tudo e há demasiado tempo. Há estudos académicos de grande nível, há leis nacionais e da União Europeia, há uma generalizada censura social e política da violência no futebol, mas a impunidade persiste. Há uma lei, a 39/2009, sujeita a sucessivas alterações na última década, que permanece um monumento à hipocrisia do Estado. Os governos têm feito declarações de circunstância aqui e ali mas, no essencial, lavam as mãos como Pilatos.

O mundo despertou para o perigo das claques com a tragédia de Hysel Park, em Maio de 1985, na tristemente célebre final da Taça dos Campeões Europeus em que morreram 39 pessoas. Portugal nunca despertou. Até aos anos 90 não existiam Super Dragões, Juventude Leonina ou No Name Boys. Existiam adeptos que gostavam de ver futebol, que tinham as suas rivalidades, é certo, mas não eram grupos organizados, financiados pelos clubes. Não existiam líderes eternos nas claques que exibissem verdadeiras fortunas em termos patrimoniais sem nenhuma explicação lógica, que tivessem ligações ao submundo da droga ou fizessem e desfizessem direcções.

O Sporting transformou-se no caso mais grave de todos. É o primeiro exemplo de um clube que foi dominado por uma claque. Uma claque que elegeu um presidente que, por sua vez, deu uma excepcional situação de privilégio a esse grupo, transformando-o na sua guarda pretoriana. O dito presidente saiu mas o vírus ficou.

Os estudos académicos feitos em toda a Europa sobre o hooliganismo e a ideologia ultra explicam muita coisa sobre as claques e, cada vez mais, a sua ligação ao crime organizado. Em Itália, de Milão a Palermo, os comportamentos violentos, a intimidação e o ódio, o poder e os negócios detectados nas três maiores claques portuguesas, são os ingredientes que levam a Mafia a utilizar estes grupos radicais nas suas vinganças e estratégias de terror. Por isso, os que agora se riem da luta de Frederico Varandas contra a Juventude Leonina podem um dia ter de chorar. O mal também está na casa deles. Varandas pode não ganhar esta luta porque a falta de resultados desportivos não agrega vontades. Mas uma coisa é certa: no campeonato da decência Frederico Varandas está a golear por vinte a zero. E é lamentável que os outros clubes ditos ‘grandes’ não se juntem a ele numa frente unida pela paz no futebol, pressionando um poder político totalmente inepto no ataque a esta tragédia social.»
(Eduardo Dâmaso, director da revista Sábado, Futebol de Rua, in Record, hoje, às 18:05)

Deixo por aqui esta velha mas sempre actual mensagem de Adriano, dedicada a todos os sportinguistas que, enfeudados aos resultados desportivos, parecem, esquecendo os valores supremos que sempre rechearam a riquíssima e centenária história do Sporting Clube de Portugal que nos trouxe até aqui, esquecer o essencial da ingrata e difícil tarefa de quem legitimámos com o nosso voto e que merecerá, sempre e "mesmo na noite mais triste", todo o nosso respeito.

Há muito mais para além de quaisquer erros que eventualmente tenham acontecido! Há muito mais para além de uma, ou duas ou muitas épocas pouco conseguidas!....
   


TROVA DO VENTO QUE PASSA

Pergunto ao vento que passa
Notícias do meu país
E o vento cala a desgraça
O vento nada me diz.

Pergunto aos rios que levam
Tanto sonho à flor das águas
E os rios não me sossegam
Levam sonhos deixam mágoas.

Levam sonhos deixam mágoas
Ai rios do meu país
Minha pátria à flor das águas
Para onde vais? Ninguém diz.

[Se o verde trevo desfolhas
Pede notícias e diz
Ao trevo de quatro folhas
Que morro por meu país.

Pergunto à gente que passa
Por que vai de olhos no chão.
Silêncio -- é tudo o que tem
Quem vive na servidão.

Vi florir os verdes ramos
Direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
Vi sempre os ombros curvados.

E o vento não me diz nada
Ninguém diz nada de novo.
Vi minha pátria pregada
Nos braços em cruz do povo.

Vi minha pátria na margem
Dos rios que vão pró mar
Como quem ama a viagem
Mas tem sempre de ficar.

Vi navios a partir
(Minha pátria à flor das águas)
Vi minha pátria florir
(Verdes folhas verdes mágoas).

Há quem te queira ignorada
E fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
Nos braços negros da fome.

E o vento não me diz nada
Só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.

Ninguém diz nada de novo
Se notícias vou pedindo
Nas mãos vazias do povo
Vi minha pátria florindo.

E a noite cresce por dentro
Dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
E o vento nada me diz.

Quatro folhas tem o trevo
Liberdade quatro sílabas.
Não sabem ler é verdade
Aqueles pra quem eu escrevo.

Mas há sempre uma candeia
Dentro da própria desgraça
Há sempre alguém que semeia
Canções no vento que passa.

Mesmo na noite mais triste
Em tempo de servidão
Há sempre alguém que resiste
Há sempre alguém que diz não.


Só com um desmedido e orgulhoso altruísmo e uma real e profunda agregação de vontades, o nosso grande amor poderá voltar a ser...

O Sporting que sempre foi!...

Leoninamente,
Até à próxima

"É ver para crer"!...

Clicar nesta legenda para ver o vídeo

CMTV mostra imagens de insultos e perseguição aos dirigentes do Sporting em Alvalade

A CMTV apresentou as imagens de videovigilância do Pavilhão João Rocha, captadas nos instantes que antecederam as agressões a dois elementos do Conselho Directivo do Sporting Clube de Portugal, Miguel Afonso e Filipe Osório de Castro. Imagens nas quais se vê Miguel Afonso a ser interpelado por um indivíduo, junto à porta de acesso à rampa que conduz aos elevadores e a ser perseguido por mais três elementos. Alegadamente, os insultos e agressões terão ocorrido junto ao elevador em fase posterior ao excerto de imagens divulgado pela estação.

Parafraseando Pedro Fernandes, sportinguista que conduz um dos concursos do momento nas televisões portuguesas, aqui fica o desafio aos sportinguistas mais cépticos sobre a veracidade de toda esta selvajaria...

"É ver para crer"!...

Leoninamente,
Até à próxima

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

A 'dobradinha' seria o fim do mundo!...



Basquetebol: Sporting avança para os quartos-de-final da Taça de Portugal
Leões eliminam Ovarense por 75-50

O Sporting manteve intactas as ambições de conquistar a Taça de Portugal na temporada do regresso ao escalão principal do basquetebol nacional, ao apurar-se esta noite para os quartos-de-final.

Os leões derrotaram esta noite, no Pavilhão João Rocha, um adversário que compete também na Liga Placard, a Ovarense, por 75-50, mas só na segunda parte terão conseguido, verdadeiramente, mostrar o seu poderio, já que chegaram ao intervalo a vencer com apenas quatro pontos de avanço (38-34).

No reatar da partida, porém, a equipa de Luís Magalhães entrou disposta a resolver rapidamente a questão, conseguindo um parcial de 21-7 no terceiro período, para finalizar o encontro com 25 pontos de diferença.

A 'dobradinha' seria o fim do mundo!...

Leoninamente,
Até à próxima

É deixá-lo a falar sozinho!!!...


A melhor resposta do Sporting para este trolha...

É deixá-lo a falar sozinho!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Assim se mata o futebol!...


Assim se mata o futebol!...

Leoninamente,
Até à próxima

Vamos trabalhar que o Sporting é causa séria!...



COMUNICADO DA MAG DO S.C.P.

«A Mesa da Assembleia Geral do Sporting Clube de Portugal vem informar os Sócios e Adeptos do seguinte:

1. Nesta data deliberou, por unanimidade, indeferir o requerimento apresentado a 7 de Janeiro de 2020 pelos Sócios António Luís Barbosa Lonet Delgado e Carlos Manuel Barbieri Serra Mourinha, no qual se solicitava a convocação de uma Assembleia Geral comum extraordinária, tendo como ponto único deliberar a revogação com justa causa do mandato dos titulares de todos os Órgãos Sociais do Sporting Clube de Portugal.

2. O indeferimento do requerimento fundamenta-se em irregularidades formais, devidamente detalhadas na deliberação.

3. Ainda assim, a Mesa da Assembleia Geral entende que os factos constantes do requerimento não integrariam o conceito de "justa causa".

4. Todas as razões de facto e de direito que fundamentam o indeferimento encontram-se na deliberação da Mesa da Assembleia Geral remetida nesta data aos Requerentes e disponibilizada no sítio do Sporting Clube de Portugal.

5. Por fim a Mesa da Assembleia Geral esclarece ainda, que competiu aos serviços do Sporting Clube de Portugal a verificação dos requisitos estatutários que dizem respeito à elegibilidade das assinaturas.»

Com fundamentos relacionados tanto com a forma quanto com o fundo que terão sustentado o requerimento apresentado a 7 de Janeiro de 2020 pelos associados António Luís Barbosa Lonet Delgado e Carlos Manuel Barbieri Serra Mourinha, no qual era solicitada a convocação de uma Assembleia Geral comum extraordinária, tendo como ponto único deliberar a revogação com justa causa do mandato dos titulares de todos os Órgãos Sociais do Sporting Clube de Portugal, a Mesa da Assembleia Geral do Sporting Clube de Portugal presidida por Rogério Alves trouxe hoje ao conhecimento público a sua liminar rejeição, por unanimidade.

Aqui do meu canto, sempre considerei como óbvia esta decisão. Muito mal iria o Sporting se porventura tivessem sido escancaradas as portas a um tão inconsistente quanto oportunista e, previsivelmente, tão nefasto e perigoso precedente...

Vamos trabalhar que o Sporting é causa séria!...

Leoninamente,
Até à próxima

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Viva o nosso Sporting!!!...


Frederico Varandas teve a coragem de enfrentar arruaceiros e energúmenos. Não pode ficar sozinho nesse combate
Nicolau Santos escreve sobre o momento actual do Sporting, que vive num clima de tensão constante

«O que se está a passar no Sporting é o resultado de anos e anos em que o clube foi ficando refém das claques, capazes de fazer e desfazer treinadores e jogadores, mas também de impor a sua vontade e sobretudo os seus interesses económicos aos presidentes e às administrações do clube de Alvalade.

Frederico Varandas teve a coragem de as enfrentar. E não pode ser deixado sozinho neste combate.

Os arruaceiros, que estavam habituados a mandar no Sporting e cujas benesses e prebendas subiram em exponencial com Bruno de Carvalho, não desistem.

Nas assembleias gerais insultam, apupam, gritam – e quando chega a hora das votações perdem sistematicamente por mais de 70% dos votos.

No estádio insultam o presidente e assobiam a equipa.

No pavilhão João Rocha fazem emboscadas, agridem dirigentes e menores.

Já não é só o regresso de Bruno de Carvalho que querem. O que lhes dói é que Frederico Varandas tenha tido a coragem de os enfrentar, de lhes cortar os benefícios claramente exagerados de que desfrutavam e de lhes mostrar que quem manda no Sporting são os sócios e a direcção eleita em assembleia geral e não eles.

O combate é duro, duríssimo, para os actuais dirigentes do Sporting e para as suas famílias porque estes energúmenos não tem valores nem princípios. Querem submeter à sua vontade todos os que lhes fazem frente. Daí que peçam insistentemente a demissão de Varandas.

E é por isso que, neste momento, todos os sportinguistas que querem um Sporting limpo destas péssimas influências tem de se unir em torno do presidente, mesmo que tenha tomado decisões erradas e mesmo que a equipa principal de futebol esteja a fazer uma época desastrosa.

Não é isso o que importa. Neste momento, o que é decisivo é saber se o Sporting continuará a ser um clube democrático, com princípios e valores, ou se acabará por cair nas mãos de uma ralé cujo sportinguismo assenta unicamente nos muitos milhares de euros com que vinha a ser beneficiada todos os anos.

Daí que, se houver assembleia geral visando destituir a direcção de Frederico Varandas, a resposta nas urnas tem de ser clara e inquestionável. Apoiar o presidente é neste momento decisivo para o futuro do Sporting, mesmo que tenha tomado decisões erradas.

Neste combate contra as claques, contudo, está certíssimo. E só é pena que o Governo e os outros clubes grandes de Portugal não apoiem uma medida urgente para sanear o futebol português: a proibição de claques organizadas, que são um antro de desordeiros, de droga, de marginalidade e de violência.

Em Inglaterra fizeram essa limpeza e o campeonato inglês tornou-se o mais vibrante do mundo. Porque é que em Portugal a mesma medida não há-de resultar?»
(Nicolau Santos, Tribuna Expresso, hoje às 08:00)

Custa-me lançar mais um sportinguista dos sete costados para a 'fogueira da inquisição' em que ultimamente se tem vindo a transformar a caixa de comentários deste blog. Nicolau Santos não o mereceria, mas a frágil largura das minhas costas começa a ser curta para suportar sozinha tamanha enxurrada de tão cega e alienada 'viperinidade', como a que todos os dias se abate sobre este espaço, vinda de onde menos se esperaria...

Estás certo companheiro Nicolau! Com a tua ajuda, volto a ter esperança!...

Viva o nosso Sporting!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

Cá se fazem, cá se pagam!!!...




Árbitro Jorge Sousa escolhido para apitar jogo entre Famalicão e Benfica
Jogo da segunda mão da meia-final da Taça de Portugal decorre esta terça-feira, no Estádio Municipal de Famalicão

De óculos escuros já ninguém o conhecerá quando amanhã pisar o relvado do Estádio Municipal 22 de Junho! E até o Conselho de Arbitragem parece já ter esquecido o que fez há pouco mais de uma semana na Pedreira!...

Qual 'jarra' qual carapuça! Na arbitragem em Portugal o crime compensa!...

Afastado o Sporting da luta pelo segundo lugar no campeonato, importará agora preparar, segundo o 'novo tratado tordesilhas', o caminho para as suas cores, no Estádio do Jamor.

Até que seria merecido...

Cá se fazem, cá se pagam!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

'Tempestade' que apenas causa revolta e nojo!...


Varandas sai reforçado

«Cada dia turbulento em Alvalade, em que uma minoria particularmente ruidosa de adeptos pede a demissão da direcção, acaba por, ironicamente, reforçar a presidência de Frederico Varandas. Pode haver várias razões para pedir uma mudança de rumo no Sporting (mais uma...), mas quem o faz recorrendo à violência e ao insulto deixa de ter qualquer crédito. E os protestos acabam por ter sempre o efeito contrário: a cada cena destas, Varandas tem uma oportunidade de se reforçar perante a maioria, como se vê até pela forma como o resto do estádio acaba por abafar os cânticos de ordem oriundos das claques. Nesta ‘guerra civil’, ninguém pode deixar de condenar aqueles que passam todos os limites do razoável para passar uma mensagem. E agressões a dirigentes, ou insultos e cuspidelas a uma miúda de 16 anos, ultrapassam qualquer limite do nojo...»
(Sérgio Krithinas, Saída de Campo, in Record, hoje às 00:42)


Nojo talvez seja, efectivamente, a palavra mais adequada para definir o sentimento que grassa nos milhões de sportinguistas que constituem o formidável universo leonino, face ao comportamento de "uma minoria de adeptos particularmente ruidosa", seja à volta do estádio nos dias em que lhes dá jeito, seja nas redes sociais e caixas de comentários de blogs, em cada dia desta 'tétrica e destruidora procissão"!...

Só os néscios continuam a pretender tapar o Sol com uma peneira e parecem ainda não se ter apercebido onde e em quem estará situado o epicentro de toda esta... 

'Tempestade' que apenas causa revolta e nojo!...

Leoninamente,
Até à próxima

domingo, 9 de fevereiro de 2020

Na segunda só cai quem quer!...



Crónica do Sporting-Portimonense: silêncio que se vai ganhar o jogo
A classe de Mathieu, a mudança de sistema ao intervalo e os miúdos que saltaram do banco anularam um grande golo de Jackson Martínez

«Não sem sofrer, algo que já nem é notícia para os lados de Alvalade, o Sporting cumpriu a obrigação de vencer o Portimonense e voltou ao 3º lugar da Liga. E se a última imagem é aquela que fica, então a irreverência dos miúdos na segunda parte permite aos leões esboçarem um (tímido) sorriso no meio de uma profunda crise de identidade (e não falamos apenas de futebol, naturalmente).

Silas, desta vez, não surpreendeu e fez o que prometeu de véspera, ao apresentar "praticamente o mesmo sistema" de Braga: manteve a linha de três defesas – com Neto no eixo em vez de Coates e Mathieu de regresso (no lugar de Borja) – e prescindiu de um dos homens do meio-campo (Eduardo) para devolver Vietto ao onze e implementar um 3x4x3, em detrimento do 3x5x2. A intenção do técnico, no papel, era positiva: estabilizar o sistema de três centrais , que é o seu favorito, aproveitar as rotinas (por poucas que fossem) e dar maior agressividade ao ataque. Afinal, o Sporting jogava em casa.

Camacho para esquecer

O problema é que, na prática, a ideia não resultou. E porquê? Essencialmente porque Rafael Camacho, após uma sequência de exibições promissoras, teve um final de tarde para esquecer, e porque Vietto (tal como Wendel, no duplo pivô) sentiu dificuldades em interpretar o que o treinador lhe pedia. As consequências não se fizeram esperar, a despeito de o primeiro sinal de perigo ter pertencido a Battaglia, de cabeça, logo aos 3 minutos (Gonda respondeu à altura).

Mesmo sem forçar, mas tirando partido da boa organização colectiva e da... classe de Jackson Martínez, o Portimonense viu-se de súbito em vantagem. Um remate indefensável do Cha Cha Cha (26’) ameaçava condenar o leão ao triste fado anunciado pelo silêncio das claques, um cenário que poderia ter piorado, não fosse Luís Maximiano, logo de seguida (28’), ter defendido um remate de Aylton Boa Morte.

O pai deles todos

O labirinto do costume estava montado: claques contra o presidente, o estádio contra as claques e a equipa incapaz de encontrar um ADN alternativo à herança de Bruno Fernandes. O grito de revolta, porém, não tardou. E partiu do jogador que o ex-capitão considerava, com toda a propriedade, o ‘pai’ do balneário. Na cobrança, perfeita, de um livre direto, Mathieu fez o empate, como aprendeu com... Messi no Barcelona, e ajudou os companheiros a perceberem que, quando nada mais resta, o orgulho é tudo o que se joga dentro das quatro linhas...

Plata tem pinta

Percebidos os erros, Silas ajudou a mudar o que faltava ao intervalo. Ao sacrificar Neto, o técnico passou a dispor o Sporting em 4x2x3x1, com Battaglia e Wendel atrás de Jovane, Vietto e Camacho. O Sporting começou a rematar mais e, quando Camacho deu lugar a Plata, tomou de assalto a baliza do Portimonense.

Se Jadson não tivesse feito autogolo (72’), Sporar teria marcado o seu primeiro, assistido por Jovane, após cruzamento de Acuña. É certo que Vietto desperdiçou mais uma ‘daquelas’ oportunidades (66’) mas o Sporting ainda entusiasmou nos minutos finais e tudo (ou quase) por causa de Gonzalo Plata: uma finalização de primeira que teria sido um golaço (81’), um grande passe para Sporar (84’) e um remate com estrondo ao ferro (89’) deixaram as bancadas de água na boca. Haja tempo, paciência e coragem.»
(Vitor Almeida Gonçalves, in Record, hoje às 21:43)

É bom que continuemos a caminhar, indiferentes ao 'ruído'! O caminho faz-se caminhando e será hora de os sportinguistas começarem a olhar para o 'maestro' com que nos teremos de governar até final da época, para então começarmos a pensar, de maneira crítica mas justa, se estará esta rapsódia popular tantas vezes repetida, ao nível do nosso gosto, ou se valerá a pena ir em busca de outro maestro que melhor possa satisfazer os requintes do nosso bom gosto. É que na primeira qualquer cai, mas... 

Na segunda só cai quem quer!...

Leoninamente,
Até à próxima

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