quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

"Gato sapato" de todos os políticos e até da Justiça!...



PIPPO RUSSO SOBRE RUI PINTO: “HÁ UM TRATAMENTO BIPOLAR E ESQUIZOFRÉNICO POR PARTE DAS AUTORIDADES PORTUGUESAS”
Em entrevista ao Jornal Económico, o sociólogo e jornalista italiano refere que "em qualquer país, Rui Pinto encontraria uma atitude muito diferente por parte das autoridades policiais e governamentais" (LINK1) e (LINK2)

Segundo o que o mundialmente conhecido jornalista e sociólogo italiano, Pippo Russo, terá afirmado ao Jornal Económico, “Rui Pinto é a representação do quanto em Portugal a política é algo de intocável!...”

Todos nós, cidadãos portugueses, sabemos bem - oh, se sabemos! - que a Pippo Russo faltarão ainda bastantes, bastantes mesmo, 'pequenos detalhes' sobre a sociedade portuguesa da actualidade! É que muito para além da intocabilidade dos políticos portugueses, está, claro que está e bem evidente, a impunidade do "estado lampiânico", que chega ao desplante de fazer...

"Gato sapato" de todos os políticos e até da Justiça!...

Leoninamente,
Até à próxima

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Deixar de acreditar em promessas de salvação!...








#Castigo Máximo#
19
FEV20


«O Sporting continua a gastar demasiado no futebol para os resultados desportivos que apresenta. Tal concorre para Resultados sem transacção de jogadores fortemente negativos. Eis os principais desequilíbrios verificados a nível da SAD, visíveis através do R&C anual referente à época 2018/19 (não significativamente alterados em 2019/20):

Resultados Operacionais sem transacção de jogadores negativos em 29 milhões de euros, consequência do lado dos Proveitos da não qualificação para a Champions e do lado dos Custos do não ajustamento dos Custos com Pessoal e dos Fornecimentos e Serviços Externos (FSEs) à nova realidade europeia;

Subida das Amortizações para um valor de 30,9 milhões de euros, por via da insuficiente aposta em jovens da Formação (Valor Bruto e Amortização zero) e da aquisição de demasiados jogadores;

Resultados Financeiros negativos em 10,4 milhões de euros, devido a um aumento dos custos de financiamento da dívida;

Somando estas 3 rúbricas, a Sporting SAD perde 70,3 milhões de euros;

Não havendo ajuste dos Custos aos Proveitos, mantendo-se este cenário, a SAD precisará de realizar vendas anuais de 70,3 milhões de euros para não apresentar prejuízos.

Olhando para este cenário, é óbvio para todos que a realidade está muito longe da desejada sustentabilidade. Acresce que os resultados desportivos não justificam de todo o investimento produzido (aquisição de jogadores) e os gastos gerais em que a SAD incorre anualmente. Tal resulta de uma política desportiva delirante (pardon my french), completamente desfasada dos constrangimentos financeiros da SAD e que privilegia a quantidade em detrimento da qualidade e ignora a Formação. Olhando para a Demonstração de Resultados é perfeitamente identificável o não ajuste dos Custos à quebra de Proveitos motivada pela exclusão da Champions, desequilíbrio que não se reflecte positivamente de nenhuma maneira no desempenho da principal equipa de futebol do clube. Sendo certo que a situação já estava descontrolada nos últimos tempos de Bruno Carvalho, por via de um aumento pronunciado dos custos (cerca de 75 milhões de euros em Custos Com Pessoal) e de investimento (63,7 milhões de euros em 17/18 divididos em diferentes R&C) que estava ainda assim suportado num lote de jogadores de qualidade mas que ficou em parte ameaçado com as rescisões, a não imediata reacção à perda de Proveitos e a Alcochete agudizou o problema. É difícil não pensar que se poderia fazer muito melhor gastando e investindo muito menos. Não são só os benchmarks (referências) de mercado (Braga, Rio Ave, Famalicão) que o indiciam, é também o passado. Por exemplo, se olharmos para a temporada de 2013/14 verificamos o seguinte (face à temporada anterior): corte nos FSEs de 4,3 milhões de euros, redução dos Custos com Pessoal em 16,6 milhões de euros, diminuição no valor das Amortizações em 11,3 milhões de euros devido a uma maior aposta na Formação e melhoria dos Resultados Financeiros em cerca de 3 milhões de euros (menos dívida e renegociação das taxas de juro), para além de menos 3 milhões de euros em provisões. Tudo isto concorreu para uma melhoria dos Resultados da SAD em 38,2 milhões de euros. E os resultados desportivos? Bom, passámos de um 7º lugar em 2012/13 para um 2º lugar (qualificação para a Champions) em 2013/14, demonstrativo de que se pode fazer melhor, de uma forma sustentável, mesmo gastando muito menos.

Conclusão: qualquer pessoa minimamente experiente em "turnaround" de empresas saberá que a actual situação é insustentável e que a aposta na Formação conjugada com uma política desportiva que privilegie a qualidade em detrimento da quantidade é a única solução possível. Ora, perante isto, o investimento de 47 milhões de euros em 15 contratações cirúrgicas em apenas 1 ano tem de ser considerado irresponsável, porque não só veio afectar ainda mais negativamente os Resultados da Sociedade como também não se perspectiva que possa proporcionar mais-valias significativas no futuro que possibilitem a cobertura do défice de exploração da Sociedade. Adicionalmente, a troca constante de treinadores (5 durante o consulado de Frederico Varandas) também não tem proporcionado a estabilidade necessária que mitigue um pouco os erros cometidos nas janelas de transferências. Para além disso, é hoje absolutamente notório um enfraquecimento da qualidade média do plantel face ao momento em que Varandas assumiu a presidência do clube. Nani, Raphinha, Bas Dost e Bruno Fernandes já não estão entre nós, Matheus Pereira, Domingos Duarte, Mama Baldé ou Ryan Gauld, jovens que estavam numa linha de sucessão, também não. Perante tudo isto, torna-se complicado perspectivar como a SAD conseguirá viver a partir de 2020/21, nomeadamente sabendo-se que sem cortar na despesa terá um défice de cerca de 70 milhões de euros e poucos jogadores de qualidade para o cobrir.

Epílogo: Se Alcochete foi uma Tragédia Grega, na minha opinião a gestão produzida na SAD durante esta temporada deve ser encarada como uma nova peripécia dessa mesma Tragédia. À exuberância irracional do posicionamento de Bruno Carvalho nos últimos meses da sua presidência seguiu-se o preconceito com a Formação e o deslumbramento ("fácil, fácil") da política desportiva, tudo isto concorrendo para a situação dramática que actualmente se vive, que consiste em resultados desportivos medíocres e numa situação económica (a financeira resolveu-se apenas para esta época) deplorável e em constante deterioração. É urgente parar isto!»

Sem o imprescindível, indeclinável, incontornável e inadiável contraditório até ao momento, o 'manifesto' lançado hoje mesmo por Pedro Azevedo a todo o universo leonino, arrisca a constituir-se como insofismável verdade.

De pouco ou nada valerão todas e quaisquer contemporizações, todas e quaisquer tergiversações  que eventualmente venham surgir da parte daqueles a quem Pedro Azevedo aponta declarada e corajosamente o dedo acusador, se cada um dos pontos deste sua legítima, mesmo que panfletária posição, não for de imediato contraditado e suficiente e devidamente aclarado.

Não estamos perante um qualquer, corriqueiro, oportunista, revanchista e teleguiado movimento desestabilizador de índole semelhante aos que ultimamente nos pretenderam habituar. Tratar-se-à de um original, sério, sustentado e decerto ponderado e muito reflectido desafio, que nunca poderá ficar sem resposta, sob pena de cada sportinguista se sentir no legítimo direito de, definitivamente...

Deixar de acreditar em promessas de salvação!...

Leoninamente,
Até à próxima

É tudo gente séria do outro lado da rua!!!...


Ele há cada coincidência! O Paulo Baldaia ou é bruxo, ou então algum passarinho lhe contou um engraçada "história da carochinha" que, imagine-se, até terá convencido também o jornalista Nuno Martins do jornal Record, a julgar pelo 'balde de lixívia' que entendeu publicar 13 minutos antes do artigo que acima vos trago, que mão amiga - de dragão, pois o que havia de ser?! - me fez chegar à caixa do correio.

Só que o Baldaia, baldou-se e contou-nos a história 'à sua maneira'!...

É tudo gente séria do outro lado da rua!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Arremetidas quixotescas!...



Marega, as bestas ululantes e a lixeira do futebol
Esta gente olha para o futebol como um delírio carnavalesco, um momento de suspensão de todas as regras de civilidade

«O que aconteceu a Marega em Guimarães não é novidade. Não foi um “episódio”. Não foi um acaso. Não foi um “incidente”. Aquilo que lhe aconteceu foi um dia normal num estádio de futebol. Qualquer pessoa que costume ir à bola já ouviu aqueles urros dezenas e dezenas de vezes. Gritos obscenos a imitar símios sempre que um jogador adversário de pele negra toca na bola, se aproxima da linha fi nal ou marca um livre. São centenas, talvez milhares de pessoas, aos gritos de “uh-uh-uh-uh”, todos unidos a urrar e a celebrar a mais reles grunhice colectiva.

Note-se que estas bestas ululantes não são sempre ululantes, e também é possível que não sejam sempre bestas. Quando chegam a casa, talvez dêem um beijinho de boa-noite ao filho, e no dia seguinte talvez visitem a mãe velhinha. Com boa probabilidade, os que insultaram Marega foram os mesmos que vibraram com o golo de Éder no Euro 2016. Eles adoram os seus pretos — apenas odeiam os pretos dos outros. É um racismo selectivo e intermitente, de quem está convencido que é permitido ser grunho durante 90 minutos ao fi m-de-semana, porque as regras comuns da decência e da convivência não se aplicam nos estádios de futebol.

Infelizmente, as bestas ululantes não chegaram a essa conclusão por acaso - há toda uma cultura que permite os urros e os alimenta. Quando o assunto é futebol, as televisões aceitam que os comentadores gritem de uma forma que jamais gritariam em qualquer outro tipo de debate; os jornalistas aceitam que a honestidade intelectual é um botão que se liga ou desliga, consoante se está a falar de bola (altura em que se pode ser absolutamente cavernícola) ou de política nacional (altura em que convém voltar a ser sofisticado); os deputados do tipo Ventura aceitam como perfeitamente normal defender a cultura de corrupção desportiva na TV ao mesmo tempo que atacam com fervor a cultura de corrupção política na AR.

Os exemplos poderiam continuar.

Esta gente olha para o futebol como um delírio carnavalesco, um momento de suspensão de todas as regras de civilidade. Quando o assunto é bola, é permitido ser desonesto, desbragado e desprezível — não é para levar a mal. Marega, abençoado seja, levou muito a mal, e o momento em que decidiu sair do jogo de Guimarães, resistindo durante vários minutos aos puxões e aos pedidos para ficar da sua própria equipa, fez mais pela decência do futebol do que mil tarjas espalhadas pelas bancadas e milhares de criancinhas de mãos dadas a apelar ao fair-play.

O caso Marega só se tornou um caso porque ele teve a coragem de reagir aos insultos constantes de que os jogadores negros são alvo nos estádios de futebol. Marega fez a sua parte. Agora falta o resto — falta limpar a lixeira do futebol. Com excepção dos jogadores e de alguns treinadores, quase tudo o resto leva décadas de esterqueira a céu aberto, começando nos presidentes dos clubes, descendo para as claques, passando pelos gabinetes de comunicação e acabando nos comentadores fanatizados. A luta de Frederico Varandas e da direcção do Sporting contra o poder das claques tem sido escandalosamente solitária; a justiça tem pactuado sistematicamente com o estado das coisas; e sempre que lhe cheira a bola, os políticos metem o rabinho entre as pernas e fogem da confusão. O meu desejo é que mil Maregas floresçam, a ver se os estádios de futebol voltam a ser locais onde um tipo decente possa ter orgulho em levar os filhos, em vez de serem esta vergonha que se vê.»
(João Miguel Tavares, Opinião, in Público, hoje às 06:38)

Ao deparar com este artigo de opinião de João Miguel Tavares, a quem, ainda que de forma indirecta, me ligam estreitos laços familiares, veio-me à memória algo sobre a "honestidade intelectual", que recolhi em tempos na seara de um quase anónimo licenciado em direito duma universidade brasileira - será já hoje, segundo julgo e para além disso, mestre em filosofia! -, e que defendia "ser necessário descermos do pedestal em que amiúde nos colocamos e renunciarmos à pretensão de sermos portadores da 'verdade universal', ao mesmo tempo que precisamos de elevar o nosso nível de consideração por aquilo que outros falam, levando-os a sério. Todos beneficiaremos com debates abertos, sérios e honestos, principalmente se não estivermos apenas preocupados em 'ganhá-los', julgando essa possibilidade sempre e em absoluto ao nosso alcance"...

Exactamente porque não acreditando que a maior fatia da sociedade que somos - e nessa a camarilha política a quem continuamos a oferecer o poder de mão beijada! - algum dia seja capaz de trilhar o caminho apontado por Rafael Barros de Oliveira, nem que, "pour cause", os desejos de João Miguel Tavares se venham a cumprir, vejo as "bestas ululantes" continuarem a frequentar, impunemente e "à sua maneira", os nossos estádios, por mais que "mil Maregas floresçam"!...

Quisera eu que as justas lutas de Marega, Varandas e poucos mais, não viessem a jazer  num curto amanhã, injusta e infelizmente, nos cemitérios das...

Arremetidas quixotescas!...

Leoninamente,
Até à próxima

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Pôr o Sporting a jogar futebol?!...



Jorge Silas após o empate diante do Rio Ave, afirmou que o Sporting terá realizado o seu pior jogo desde que assumiu a equipa leonina. Já todos o sabíamos antes de ele o vir confirmar, quase candidamente e como se nenhuma responsabilidade lhe pudesse ser atribuída. Para mal dos nossos pecados, parece ser o registo a que vinha habituado, sem se dar conta ainda da mudança de 'senhorio'...

A menos de três dias do jogo de todas as decisões na Liga Europa, e depois de hipotecar a nível doméstico todas as nossa esperanças, como será que estará a pensar ultrapassar os turcos?!... 




Outra vez com mais um novo e surpreendente 'sistema', um novo e mirabolante dispositivo táctico?! Ou ter-se-à, finalmente, apercebido que, na mesma estação, nenhum combóio pára duas vezes e que é tempo, mais do que tempo de...

Pôr o Sporting a jogar futebol?!...

Leoninamente,
Até à próxima

Castigo exemplar é preciso!...



As provas sobejam e não oferecem dúvidas! Se não houver coragem, lembrem-se de Margaret Thatcher...

Castigo exemplar é preciso!...

Leoninamente,
Até à próxima

domingo, 16 de fevereiro de 2020

Ficou tudo dito e muito bem dito!...



«O Sporting Clube de Portugal vem por este meio manifestar a sua solidariedade com o jogador Marega do FC Porto e repudiar qualquer acto de racismo e preconceito social.

Os valores que o Sporting Clube de Portugal defende não se revêem neste tipo de comportamento e consideramos, mais uma vez, que as autoridades devem agir em nome de todos aqueles que pretendem elevar o desporto e a sociedade portuguesa.

Os acontecimentos desta tarde em Guimarães merecem toda a nossa atenção e preocupação e apenas em conjunto conseguiremos erradicar estas atitudes dos estádios em Portugal.

Ao jogador, todo o nosso apoio.»


Ficou tudo dito e muito bem dito!...

Leoninamente,
Até à próxima

E sobre os árbitros estrangeiros nem uma palavra?!...


Ao serviço das massas acéfalas

«Nas duas derradeiras décadas, defendi recorrentemente a seriedade dos árbitros, não alinhei nos celerados "roubos de igreja", nem aceitei teorias da conspiração que justificassem a obsessão pelo "sistema". Critiquei e critico, sim, deficiências na formação, critérios de escolha, falta de clareza em nomeações e a incompetência de alguns árbitros, que demasiadas vezes se manifesta, no terreno e na análise vídeo, para prejuízo do futebol.

Os defensores do VAR, nos quais me incluo, viveram anos na ilusão de terem descoberto a pólvora e sofrem hoje a desilusão pela pornográfica duplicação do problema. A explicação é fácil: o erro fez e fará sempre parte do espectáculo futebolístico. Mais: constitui, mesmo, uma das componentes que, reforçando a incerteza pelo marcador, contribui para a magia do jogo.

Quando falamos de erros por que deve tudo cair sobre as falhas dos árbitros? Então e os dirigentes que contratam anedotas? E os treinadores que escolhem mal os titulares ou optam por uma estratégia inadequada? E os jogadores que marcam na sua baliza ou são expulsos? E os comentadores, que antes e depois dos jogos – como "n" vezes me acontece – emitem considerações desfasadas da realidade e simples filhas da ignorância? Indefesos perante o tempo e as circunstâncias, incompetentes somos todos. Uns mais do que outros, é verdade, daí nascendo a diferença entre melhores e piores, sendo que são os últimos a sublinhar a imperiosa necessidade do investimento na preparação e no conhecimento.

Bruno Lage e Jorge Silas interpretaram, a propósito, dois momentos que merecem destaque. Com a honra que o caracteriza, o primeiro salvou do apedrejamento público o jovem árbitro assistente que cerrou o punho ao confirmar ter dado uma indicação acertada – um crime para os fanáticos. O segundo, em cima de mais uma polémica oportunista em torno de supostos lapsos de arbitragem, veio a terreiro com palavras precisas: "Os árbitros cometem erros em todo o lado. Pontualmente, podemos sentir-nos prejudicados, mas em geral não acho que sejam maus. Eu confio nos árbitros portugueses".

É certo: cometem erros em todo o lado. Em Espanha, não há semana sem asneira, e em Itália, basta recordar o último Milan-Juventus, para a taça, em que Quadrado foi atingido na cara dentro da área do Milan, numa falta clara para penálti, sem que o árbitro ou o VAR se dignassem, ao menos, analisar as imagens. Se fosse cá, havia gritaria para semanas.

Dito isto, e se mandasse – e se os clubes deixassem de colaborar na farsa, eis o busílis – eu apostaria tudo em duas vertentes: melhorar a qualidade dos árbitros, afastando os "incompetentes incorrigíveis", e punir com severidade as desculpas de mau pagador que, para segurar as massas acéfalas, atingem cobardemente o carácter de árbitros e de outros agentes desportivos. Olhem, para começar bania dos estádios os miseráveis que ontem, insultando Marega, nos ofenderam a todos. A revolta do maliano corre Mundo, mas a vergonha lavar-se-à segundo a norma da casa: com lágrimas de crocodilo.»
(Alexandre Pais, Outra vez segunda-feira, in Record, hoje às 20:47)

E sobre os árbitros estrangeiros nem uma palavra?!...

Leoninamente,
Até à próxima

E o título começa a não ser uma miragem!...



Basquetebol: Sporting bate Esgueira por 86-68, chega à 15ª vitória consecutiva e segura liderança

O Sporting venceu esta tarde no Pavilhão João Rocha o Esgueira por 86-68, em jogo da 20.ª jornada da fase regular da Liga e manteve a liderança, depois dos triunfos de FC Porto e Benfica na véspera.

Com os parciais 24-21, 26-21, 17-14 e 19-12, o jogo marcou a estreia do reforço Demetric Austin pelos leões, que acabaram por cavar a diferença pontual no derradeiro período. Travante Williams (17 pontos), James Ellisor (17 pontos) e Ty Toney (15 pontos) foram os melhores marcadores do Sporting.

O reforço Demetric Austin terminou a partida com quatro pontos, três ressaltos e uma assistência.

Os leões que na próxima jornada visitam o V. Guimarães, lideram a Liga com 39 pontos, mais um do que o Benfica e mais dois do que o FC Porto.

Ao intervalo do jogo, o técnico do Sporting, Luís Magalhães, recebeu o prémio de melhor treinador do mês de Janeiro.

E o título começa a não ser uma miragem!...

Leoninamente,
Até á próxima

Não batam mais nos céguinhos!!!...


Matheus Pereira rende 10 milhões de euros ao Sporting

Extremo chegou ontem aos 30 jogos pelo WBA, facto que torna a opção de compra obrigatória (LINK)

Dinheiro fresco  e "qualidade vai-te embora deste peito tão sofrido e leva para bem longe este nosso fado"! Mas, por favor...

Não batam mais nos céguinhos!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

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