sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Ora aí está uma grande verdade!...



Ora aí está uma grande verdade!...

Leoninamente,
Até à próxima

8 comentários:

  1. Sem qualquer dúvida que é uma grande verdade...

    SL

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  2. Caríssimo Álamo:
    Se achamos o vídeo da Sagres ofensivo, o que dizer disto:

    http://www.dn.pt/inicio/tv/interior.aspx?content_id=4410970

    Mas esta gente estará toda passada dos carretos?
    Um Abraço,
    José Lopes

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    1. Amigo José Lopes, como na fábula do sapo e do escorpião, "é o seu ser"!...

      Não Amigo, esta gente não está passada dos carretos! Esta gente é mesmo assim!...

      Abraço e SL

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  3. Esperei 20 horas para acalmar a minha frustração e indignação. Devo referir desde já que temia uma goleada, na expectativa e esperança de um golo marcado fora. Imaginei o jogo com uma entrada forte deste Wolksburgo, que bateu o Bayern (4-1) e marcou 5 ao Leverkusen, com uma pressão alta sobre o nosso meio campo, a recuperar bolas e a realizar transições rápidas seguidas de cruzamentos rápidos e a nossa defesa aos papeis. E não se passou rigorosamente nada disso...Imaginei que poderíamos eventualmente marcar um golo numa transição de ataque rápida ao longo do jogo. Afinal ao 1º quarto de hora de jogo, com ambas as equipas a jogar a passo, sem pressão sobre o adversário, interrogava-me: Mas afinal este Wolks das duas uma: ou está com medo do Sporting ou está confiante que isto se resolverá sem grandes pressas. Hoje após o jogo e sem ter ainda uma explicação clara suponho que aquela atitude alemã, depois de estudado o Sporting, uma equipa que tem boa posse de bola e que a circula com alguma facilidade, chegando ao último terço apenas quando há espaço, sendo por outro lado uma equipa pouco intensa e agressiva no ataque, talvez valesse a pena pressioná-la mais atrás recuperando bola e transitando rápido e por vezes verticalmente como esta equipa alemã faz e que eu desconhecia (nunca vira qualquer jogo desta equipa). Na realidade o Wolksburgo revelou-se-me, apesar das qualidades que referi, como um colectivo muito menos temível do que supunha. Dito isto cresceu a convicção de que provavelmente não haveria goleada e o golo fora seria possível. Ao intervalo achava que o Sporting já deveria ter marcado o tal golo, que deveria por seu lado, fazer o adversário subir no terreno e alterar a estratégia. E teve realmente possíbilidade de o fazer, primeiro com uma boa transição que Carrillo, sem classe, desperdiçou, e segundo pelo erro que me pareceu deliberado do árbitro não sancionando a penalidade. Mas o Sporting, tal como Nani só teve uma velocidade: corrida ligeira. Muito adequada, e Nani mais uma vez muito bem a interpretou, quando foi preciso pautar o jogo, prendê-lo, roubar a bola ao adversário, descongestionar gerir,...etc, mas insuficiente quando ser quer entrar em vantagem no último terço, desposicionando o adversário e marcar. A segunda parte foi de novo a passo, mas desta vez só por parte do Sporting. O Wolksburgo, que já o ensaiara no primeiro tempo, pôs em prática um dos fundamentos do sucesso do jogo (isto treina-se MS...) que são as mudanças de ritmo e de velocidade para superar o adversário, e um pouco de pressão, (o adversário desequilibra-se, desposiciona-se, desorganiza-se, comete erros...), mobilidade atacante e...já está. Esta pequena diferença irá marcar a 2ª parte. O Sporting continuou a fazer tudo na mesma velocidade, sem intensidade, sem ritmo, sem vivacidade.... e sem mutações. E sem classe: João Mário a 3 metros da baliza, em zona frontal, cabeceia 6 metros ao lado do poste, num dos raros bons lances de ataque da equipa. A classe (técnica e mental) dos jogadores vê-se nestas coisas: falhar ou não falhar nos momentos decisivos, aqueles que fazem história, que deixam em aberto a possibilidade de êxito à sua equipa: os que não marcam a diferença nesses momentos serão sempre jeitosos, mas nunca atingirão outra dimensão.

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  4. E Slimani fez uma falta imensa. não há alternativa no plantel para o argelino (acho que o Sporting é pelo menos na primeira Liga a única equipa que não tem ponta de lança-pivot alternativo) o que já fôra decisivo frente ao Benfica e Belenenses e significa só o "adeus" permaturo a 2 competições. Mas com Slimani só entre os centrais adversários, ou com qualquer outro nessa posição, os cruzamentos para quem está em inferioridade na área devem chegar tensos e fortes, espécie de remates para a zona entre a linha de defesas e o guarda redes, com trajectória em "folha seca" como Jefferson por vezes faz, e mais ninguém faz. Para uma defesa com boa estatura, colocada e em marcação a um único adversário, um cruzamento por alto com bola em suspenso é lance ganho. E por aí o Sporting nunca lá chegará. O cruzamento tenso e forte encurta o tempo de trajectória e reduz o tempo que os defesas têm para reagir à assistência. Sem Slimani, Marco, melhor que qualquer um de nós saberá que nos últimos 30 metros o ritmo lento e seguro da progressão com bola em ataque continuado, que o Sporting utiliza como modelo, tem que dar lugar a mudanças bruscas de velocidade com movimentações rápidas e estratégicas dos 3 que actuam nas linhas mais avançadas com a entrada, em lance prometedor, de um médio atacante para espaço sem marcação. Isto não tem acontecido nos últimos jogos, e só a espaços, Mané corporiza. Como em jogos anteriores, está a faltar intensidade a este Sporting, que já a teve a espaços, e quando existiu deu origem aos melhores jogos e a claras vitórias. Não sei o que nos reserva o futuro, mas o que espero é uma disputa intensa e honesta da segunda mão, sem pressão emocional (acho que os alemães acabarão por marcar em Alvalade, e a nossa vitória será insuficiente), e dois jogos da meia final da taça muito bem preparados para podermos chegar à final do Jamor. Além disso recuperar níveis mais elevados no campeonato, para manter adversários à distância e se possível aproximar dos da frente. E BdC: a próxima época precisa de ser preparada com tempo e com várias opções para as diferentes posições, o que não acontece este ano por exemplo com atletas como Slimani ou William, ou até Adrian (está com ritmos baixos e necessita recuperar e Wallison tem que crescer um pouco mais). Em quase todos os sectores, à excepção dos médios de flanco, não há alternativas sólidas e para ter pontas de lança alternativos não são necessárias fortunas: há sempre uns "Mazous" (há uns 2 anos atrás) "Hassans", "Derleys", etc..., e mais uns quantos nas 2ªs ligas e ligas francesas, sobretudo. Só é preciso quem os adivinhe...

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  5. Esse José Gabriel Quaresma é lampião e basta. É claro que era uma piada, mas também é claro que o "feicebuque" também tem destas coisas, permite ver o que há por detrás dos "profissionais" da comunicação, o que eles são, o que eles pensam.

    Ainda há pouco tempo o Brian Williams da NBC foi suspenso por ser um fanfarrão que inventou estórias para se promover, e foi precisamente no "feice" de pessoas que conheciam a verdade que ele foi desmascarado. À nossa escala temos um caso um apresentador da TVI que se revelou um lampião imbecil. Há tantos e às claras, este é só mais uma de legião. Acho até que isto até funciona a nosso favor. Devia ser feita uma compilação de "pérolas" destes cromos lampiónicos para destacar o que são dos adeptos mais merdosos do mundo. Só o Rui Gomes da Silva providencia um autêntico "arquivo" de cretinices.

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    1. Fazer um filme com as "cretinices" dos cromos lampiónicos lavava a honra dos lagartos. É isso?
      Outro troféu para o museu?

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    2. As cretinices são um enorme gozo. Então, agora já não temos sentido de humor, ou só com o Patrício?

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