sexta-feira, 31 de julho de 2020

Malditos guarda-chuvas!...


De conversas entre "rôtos e nus" estamos nós fartos por cá! E parece que ninguém saberá ao certo tanto quem será em Portugal o coleccionador-mor de processos, quanto quando é que esses campeões de processos serão... engavetados!...

Malditos guarda-chuvas!...

Leoninamente,
Até à próxima

3 comentários:

  1. "Defendido" por esse personagem...
    "É mais que uma garantia de honestidade e boa conduta..."

    Deve ter sido o amigo dele (o Sócrates), que lhe deve ter dado "essas boas referencias lampiónicas", ele também benfiquista (começo a ter dificuldades em vislumbrar "gente de bem" entre os adeptos desse "bando de malfeitores" )...

    "Estão todos ...apresentados..."

    SL

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  2. Caro Maximino,
    Bem dito - pertinente, verídico e incisivo.
    Para já é o que temos e por vezes observamos, pelo que se aguarda com esperança e expectativa, que a honorável credibilidade da Justiça, funcione, sancione e penalize.
    O País acredita na Magistratura e nos seus dignissimos e honrados servidores, pese embora os atropelos e desmandos espúrios de alguns ignóbeis e/ou indignas "maçãs podres", que conspurcam o bom nome, prestígio e imagem solene do colectivo.
    Têm a palavra, a competência e a responsabilidade, Excelências e Meretissimos Juízes.
    Que a Justiça seja feita e aplicada, sem desvios, sem tolerância ou condescendência, perante a gravidade e matéria factual das acusações.
    SL

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    Respostas
    1. "O problema" caro amigo, passa precisamente pela impossibilidade de observância destas suas palavras (numa grande parte das vezes)...:

      - "Que a Justiça seja feita e aplicada, sem desvios, sem tolerância ou condescendência, perante a gravidade e matéria factual das acusações"...

      É que (na maior parte das situações) mesmo que o Dig.mo Magistrado "seja dos que são fiéis ao que escolheram fazer..."...
      Quase sempre se depara com "leis cozinhadas por especialistas"...que se acaso "fecham uma janela" ao criminoso...
      Logo de seguida "lhe abrem uma porta"...por onde os seus advogados "o conseguem fazer fugir, à mão da Justiça..."

      É uma desgraça esta que se passa no nosso País, em que o cidadão quase sempre tem muitas duvidas, sobre a "justiça que é feita"...
      - O que nem sempre acontece "por culpa de quem julga..."

      SL

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