domingo, 27 de abril de 2014

Alguém encontrou por aí a dignidade desta gente?!...

TAÇA DOS MAGISTRUZES

Mais logo jogar-se-à a meia-final da TAÇA DOS MAGISTRUZES! O troféu passou das mãos, ou do apito, do Lucílio Baptista, para as mãos, ou para a consciência, dos magistrados(?) que já eram, e hoje serão alcatruzes(!): o Ti Herculano e o Ti Manel da Serra! Um, trocou o DOLO pelo LODO! O outro descobriu a INTENCIONALIDADE SEM INTENÇÃO! Paz às suas almas!... 

ALGUÉM ENCONTROU POR AÍ A DIGNIDADE DESTA GENTE?!...


Leoninamente,
Até à próxima

sábado, 26 de abril de 2014

... Que outro valor mais alto se alevanta!...



"... O choque aí está, brutal e, ao que parece, insanável. Fernando Gomes e Mário Figueiredo não estão no mesmo barco e diz-se à boca pequena que o presidente da FPF vem preparando uma “saída limpa” para a UEFA, assim a modos como (em 2004) Durão Barroso abandonou o país para iniciar funções como presidente da Comissão Europeia. Há muita coisa que se joga, neste momento, no tabuleiro dos bastidores do futebol. A perda do campeonato pelo FC Porto, as conquistas do Benfica (gestão dos direitos televisivos + título de campeão nacional) e um novo posicionamento institucional do Sporting estão a provocar incómodo(s). Há um clima de “assalto ao poder” em marcha e muitas figuras à procura do melhor posicionamento. Seguem-se as cenas dos próximos capítulos.".


O pequeno excerto que acima reproduzo, da excelente crónica Pressão Alta, que Rui Santos hoje assina no jornal Record, abriu de par em par a cortina pesada e opaca que me impedia de apreciar e compreender a guerra intestina, que na actualidade vai dominando o futebol português.

No meu modesto entender, estará a aproximar-se a derradeira batalha, a partir da qual nada será como dantes neste pântano hediondo, para onde ao longo de três décadas foi conduzido o futebol português.

E todo os pêlos do meu corpo de leão se eriçam, só de pensar o que seria hoje o Sporting Clube de Portugal, se André Patrão e Miguel Paim não fossem os sportinguistas que todos reconhecemos e a quem teremos de estar eternamente gratos! 

Mas face à rapidez com que os acontecimentos se têm precipitado e aos sinos a rebate que se adivinham, em cada dia o Futuro do Sporting Clube de Portugal há-de exigir ao homem que os sportinguistas colocaram à frente dos seus destinos, um cada vez mais elevado SENTIDO DE ESTADO, que começa a não se compadecer e, ao invés, a não ser mesmo compatível, com "jogos menores de animação de massas" e políticas desenhadas voluntariosamente, sem um respaldo estratégico rigoroso, amplo e profundo, sempre com o olhar fixo no horizonte.

O Sporting a uma só voz, foi uma vitória decisiva de Bruno de Carvalho! Mas não poderá ficar por aí a sua missão! Será necessário e urgente dar inatacável CREDIBILIDADE a essa voz, o que só poderá ser conseguido se o mundo se aperceber que a envolve e suporta, um claro, evidente e manifesto sentido de estado, que naturalmente há-de exigir, mais do que a obcessão pela popularidade, a reflexão silenciosa dos gabinetes e o alargamento do leque disponível de pensadores, ideólogos e estrategas com tarimba nos meandros obscuros do futebol luso, únicos caminhos para o êxito.

O Sporting está unido! O Sporting recuperou em apenas um ano, a estabilidade interna, o caminho do êxito desportivo e da sustentabilidade económica e financeira e o respeito exterior! O homem do leme e a sua tripulação têm o reconhecimento e a gratidão da grande nação leonina! Então:

Cessem do sábio Grego e do Troiano
As navegações grandes que fizeram;
Cale-se de Alexandro e de Trajano
A fama das vitórias que tiveram;
Que eu canto o peito ilustre Lusitano,
A quem Neptuno e Marte obedeceram.
Cesse tudo o que a Musa antiga canta,
Que outro valor mais alto se alevanta.

Luís Vaz de Camões

Leoninamente,
Até à próxima

Homens sem medo!...



Humberto Delgado, o general Sem Medo! A sua derrota nas eleições de 1958, em que afrontou o fascismo, personlizado pelo candidato do regime, Américo Thomaz, ficou conhecida como a maior fraude eleitoral de sempre neste país de brandos costumes. Mas as sementes germinaram durante longos 16 anos e nem o seu assassinato, às mãos dos esbirros da PIDE, a polícia política fascista, em 1965, impediu a madrugada redentora de 25 de Abril de 1974, ainda ontem celebrada com orgulho e convicção no Largo do Carmo, pelo povo anónimo, no teatro principal da queda do regime fascista.

Bruno de Carvalho, nunca foi militar, embora na sua ascendência brilhe a estrela castrense, também frontal e determinada, que foi o almirante Pinheiro de Azevedo, seu tio-avô. Mas o medo também nunca fez parte dos seus predicados, substituído antes por uma determinação e vontade ímpares. Mas como o general Sem Medo, também foi vítima da maior fraude eleitoral de que haverá memória em todos as agremiações desportivas portuguesas.

Venho acompanhando com manifesto interesse, as crónicas, a meu ver intelectualmente honestas, que sob o título, HISTÓRIA - A Revolução no SCP, José Eduardo, ex-atleta e insuspeito sportinguista, vem dando à estampa no jornal "A Bola", sobre todo o processo que, desde a demissão do presidente Bettencourt, foi vivido pela centenária instituição que se orgulha de ser. o SPORTING CLUBE DE PORTUGAL! 

E enquanto lia o XVI Capítulo do doloroso processo narrado por José Eduardo, com que Godinho Lopes rematou a "dinastia roquettista", aqui declaro a minha incapacidade para rejeitar uma simbólica analogia entre o terrível regime fascista, Humberto Delgado, PIDE/DGS e o 25 de Abril de 1974, e o glorioso SPORTING CLUBE DE PORTUGAL. Ressalvadas, natural e respeitosamente, as devidas diferenças, haverá a meu ver uma linha condutora comum, pese embora o facto que reconhecerei sem pruridos e animosidades estéreis, que nem todo o grande e fantástico universo sportinguista comungará do meu prisma de observação. Eis o capítulo integral, com que José Eduardo hoje nos presenteou:

"Com algum distanciamento cumprimentámo-nos. Entrámos no elevador, carrego no botão do piso 0 e fico admirado quando Godinho, carrega no 2, já que era um piso que estava interdito, fechado. Abrem-se as portas, esperam-no uma funcionária e o segurança que possui as chaves para abrir as portas. Fico intrigado. Qual o motivo para se dirigir a um espaço fechado aos olhos de todos? Com quem se iria encontrar? E para quê? Durante meses, anos, transportei esta 'pedra no sapato'. Até que muito recentemente fez-se luz...

Confesso que, na altura, estranhei, mas a excitação e os acontecimentos posteriores, entorpeceram a atenção que devia ter prestado a tão insólito acontecimento.

Os resultados demoram. Há desordem no piso 0. Rebentam petardos. Ameaças de invasão. As televisões em directo começam a anunciar os vencedores.

É já do conhecimento geral. Bruno ganhou e Rogério Alves é o Presidente da AG. Distribuem-se abraços, Vencedores e vencidos dão entrevistas. De repente o golpe. Afinal os vencedores são Godinho e Barroso! É o caos. Oa candidatos estão em reunião a meio do caminho. Diz quem viu, que Godinho estava lívido.

A desordem é total. Pancadaria. Quando Godinho aparece e se dirige para o palanque é a revolta total. Insultado, vaiado, agredido, é obrigado a voltar para trás. Estava a ser escrita uma das páginas mais negras do SCP...".

Vou aguardar com singulares expectativa e muita curiosidade, o XVII Capítulo da história de José Eduardo. Porque acredito que do episódio que colocou "a pedra no sapato" de José Eduardo, como ele próprio deixa antever, virá a luz que retirará da penumbra em que ainda hoje permanecem, outras histórias sobre "uma das páginas mais negras do SCP"!

Mas não termino sem deixar também por aqui, um pequeno excerto do corpo principal do artigo de José Eduardo, hoje publicado e que recomendo, sob o título "O Porto (cidade/portuenses) é uma lição", que merecerá por parte de muitos daqueles que por lá aparecem implicitamente retratados, serena reflexão, e em que o autor se refere ao SCP:

"Bruno omnipresente, em Bruxelas, nos Açores, fotos, autógrafos, almoços, jantares, reuniões. Tudo muito. Demasiado? Cuidado!".

Desejaria não me sentir tão identificado com o alerta de José Eduardo. Mas a minha consciência obriga-me a subscrevê-lo.

Leoninamente,
Até à próxima

Shikabala vai à Madeira ?! Os adeptos andam "tesicadinhos" !...




A fazer fé em alguma informações que nos vão chegando, Shikabala estará a crescer! Não em altura, porque aos 28 anos, não me parece que do seu 1.79 salte para o número redondo. Para os lados vou crescendo eu e os da minha idade. O nosso "faraó" estará a crescer, na exacta medida dos desejos de todos os sportinguistas, nos hábitos, fisicamente, tecnicamente e... mentalmente!

Os adeptos andam "tesicadinhos"! Com esta forma do verbo "tesicar" é que eu deixei os meus amigos à nora. Esta, antes de vos explicar, vou dedicá-la ao meu grande amigo e sportinguista dos sete costados João António Cachim. Porque de vez em quando, lá me vem ele com aquele seu ar de gozo, dizer-me que para ler os meus posts teve de recorrer ao dicionário. Desta vez, foi ele e as gentes da terra dele que eu há muitos anos fiz minha, que me ensinaram.

Tesicar, será ter uma necessidade ou um desejo muito grande, estar mortinho por fazer, comer, dizer alguma coisa. Não terei a certeza, mas creio que nos terá chegado da Galiza irmã, que tanta coisa nos tem dado, até um carinho e amizade fraternal que fará doer o cotovelo aos espanhóis. 

Mas voltemos ao Shikabala. No jogo particular contra o Farense, disputado na nossa Academia, para que os nossos leões não esqueçam que a Liga ainda não acabou, dizem que terá sobressaído e demonstrado uma confiança que poderá levar Leonardo Jardim a arriscar a sua presença contra o Nacional. Era bonito, e os sportinguistas, tenho a certeza, que de hoje a uma semana às 18.30, deixariam tudo de lado e estariam em frente da televisão!...

Leoninamente,
Até à próxima

sexta-feira, 25 de abril de 2014

O equilíbrio instável da arbitragem



O equilíbrio instável será, por definição, a situação de qualquer corpo ou sistema que, sujeitos a determinado tipo de força, revelem tendência para se afastar da posição de repouso inicial, em vez de a recuperarem, logo que a força deixe de ser aplicada.

A fazer fé na reacção de José Fontanelas, presidente da APAF, às afirmações de Vitor Pereira, presidente do CA da FPF, no Fórum da Maia, o equilíbrio supostamente estável, que se julgava existir entre os dois homens fortes da arbitragem portuguesa, parece ter passado perigosamente a instável.

A verborreia inconsequente, atrabiliária e egocêntrica de Vitor Pereira, parece ter sido mal digerida pelos árbitros, pese embora a resposta do "sumo pontífice" arbitral, não trazer a gasolina da provocação de Pereira.

De qualquer modo, diz a Física, que desfeito o equilíbrio, nada mais fica como antes, a menos que novas forças permitam ao corpo ou sistema recuperarem a posição inicial, se entretanto a deslocação não tiver provocado significativas alterações de massa, que inviabilizem a recuperação do estado inicial.

Para já, ao intervalo do "match", Fontanelas está a ganhar 1-0, em golo marcado pela "Elegância" da resposta. A acompanhar com interesse a segunda parte...

Leoninamente,
Até à próxima

Ajoelhou?! Tem que rezar!...




"... Se me perguntarem se estou satisfeito com o nível da arbitragem, diria que os desempenhos gerais ficaram aquém das expectativas. [...]

Olhando para os comentários de quase todos os intervenientes do jogo, e isso é recorrente ao longo dos anos, os campeões são sempre justos vencedores no final."

Ajoelhou?! Tem que rezar!...

Leoninamente,
Até à próxima

A reestruturação do Sporting europeu




"... Ainda assim, a ideia segundo a qual o Sporting esta época se fez à custa de milagres no recrutamento não corresponde à realidade. Maurício, Montero e Slimani foram grandes achados (bons e baratos) e Jefferson uma confirmação, para contrabalançar com falhanços como Gerson Magrão, Piris ou Welder (ainda que com a vantagem de também estes terem chegado ao preço da chuva). No entanto, muito da força da equipa se deveu à recuperação de jogadores da casa, como William Carvalho, à subida de rendimento de outros que já lá estavam, como Adrien, André Martins, Cédric ou Rojo, e à eclosão do talento puro de Carlos Mané. Factores com uma enorme responsabilidade de Leonardo Jardim, que os fez crescer a todos, pelo que o primeiro passo para a construção de um Sporting europeu terá sempre de passar pela continuidade do treinador.

Depois, com essa base garantida, a capacidade do Sporting de 2014/15 dependerá sempre da manutenção da política desportiva agora iniciada (base da formação, com reforços capazes de fazer a diferença) e da sua afinação. Dependerá, primeiro, de se saber quais das estrelas desta época saem. Rui Patrício ou William, por exemplo, parecem bastante mais difíceis de substituir do que Rojo, Adrien ou qualquer dos extremos do plantel. Dependerá, depois, da escolha dos jogadores a fazer regressar a casa: além de João Mário e Viola, poucos ou nenhum parecem estar já à altura do desafio. Dependerá, em seguida, da decisão acerca dos elementos da equipa B a fazer subir ao grupo principal (Wallyson? Iuri? Dramé?) ou a emprestar, numa época em que as opções terão de ser sempre mais do que as 15 ou 16 que efectivamente estão à disposição de Jardim na temporada em curso.

Neste contexto, já se percebe que, além de colmatar eventuais saídas, o Sporting terá de contratar três ou quatro reforços verdadeiros, daqueles que chegam e discutem de caras um lugar no onze. Um central, um lateral multiusos, um médio de classe e abrangência e mais um ponta-de-lança. Tem a palavra a carteira.
(António Tadeia, Conversas de bancada, Record)


Uma análise interessante e com a qual grande maioria de sportinguistas concordará. A meu ver, pecará apenas na abrangência da conclusão, sem a condicionar a eventuais saídas.

O reconhecimento do falhanço das contratações de Gerson Magrão, Ivan Piris e Welder, a que acrescentarei Vitor Silva, parecendo-me óbvio, afigura-se-me absolutamente passível de ser resolvido com o recurso às promoções de João Mário, Ricardo Esgaio e Wallyson.

A contratação de um central e de um ponta de lança, só a entenderei como obrigatória, face a eventuais saídas de atletas que hoje fazem parte do plantel, nas referidas posições. Assim como a referência a um lateral multiusos, a meu ver, deveria reduzir-se à lateral esquerda, perante a propalada e já citada chamada ao plantel principal, de Ricardo Esgaio, que resolverá, do meu ponto de vista, com maior qualidade, as carências reveladas nesse flanco.

Onde a convergência entre a análise de AT e a minha opinião pessoal será absoluta, verificar-se-à na imperiosa e incontornável necessidade da contratação de "um médio de classe e abrangência", que o Sporting parece não ter, quer no plantel actual, quer da resultante dos regressos de alguns emprestados ou de eventuais promoções da equipa B. Shikabala continua a representar uma incógnita demasiado difícil de esclarecer, e as responsabilidades e dificuldades da próxima época não deverão ser enfrentadas com base em pressupostos falíveis.

Bruno de Carvalho, Augusto Inácio e Leonardo Jardim, tendo em conta a a saúde financeira e disponibilidade do Clube, não terão tarefa fácil, face à dureza dos números que o mercado apresenta. Mas há um ano, com as água bem mais turvas, todos pudemos apreciar o que de bom foi feito. Pelo que não será necessário fazer um grande esforço para acreditar que será possível conseguir o cumprimento do lema instituído: "fazer mais como menos" !...

Leoninamente,
Até à próxima



E venha o futebol de praia!...





O Sporting Clube de Portugal formalizou na tarde desta quinta-feira, a inscrição da sua equipa que participará no Campeonato Nacional de Futebol de Praia.

Esta competição disputar-se-à entre os meses de Maio e Setembro.(link)


Uma excelente notícia! Agora ficarão a faltar os pormenores, a composição da equipa, o anúncio das transmissões televisivas... E Madjer, poderemos contar com ele?! Grande leão!...

Fica a imagem acima, como um feito a perseguir!...

Leoninamente,
Até á próxima

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Greetings to you !...




GREETINGS TO YOU !...

Leoninamente,
Até à próxima


Ai o diabo do número 10 que não me sai da cabeça!...




Não serei suficientemente capaz de cortar a raiz ao meu pensamento e amiúde dou comigo a pensar na fase de grupos da próxima Champions League. Fecho os olhos e vejo-me em Alvalade, olhando para os nossos leões de gloriosa camisola às riscas verde e brancas a cobrir-lhes os troncos suados, terçando armas com algum tubarão europeu. E sinto um arrepio percorrer-me o corpo. Falta qualquer coisa nesta equipa, que Leonardo Jardim não tem...

Lembro-me de Shikabala, mas o arrepio continua. Mesmo quando tento encontrar no meu espírito uma gigantesca palete de benefício de dúvida. E o número 10 não me sai da cabeça. Sem a classe e o talento de um armador acima da média, vejo com alguma reserva a nossa presença na Champions. E imagino quanta da minha reserva não andará aos trambolhões no espírito do nosso Professor.

Desde que abandonámos o Restelo com o passaporte debaixo do braço, que tenho gasto uma boa parte do meu tempo e a pouca ciência que reúno, a tentar fazer uma descoberta qualquer que ajude o Augusto Inácio. Mas a situação é complicada e o porta-moedas do Presidente não ajuda. O que o Sporting precisava, até que nem seria muito difícil de encontrar. Mas os melões estão caros p'ra burro! É uma linguagem de milhões aquela que se nos depara por aí...

Há pouco mais de uma hora, passei por aqui e achei curiosa "a dica". Porque este "puto" belga - Thorgan Hazard, 21 anos feitos em Março -, dos quadros do Chelsea e emprestado ao Zulte-Waregem, da Bélgica, irmão de outro Hazard, que é cabeça de cartaz também no Chelsea, parece possuir os atributos necessários para encaixar como uma luva em Alvalade e fazer com que as minhas dores de cabeça e se calhar de muita gente mais, deixassem de fazer sentido.

Se fosse conseguido o seu empréstimo, porventura com uma razoável opção de compra e com um ordenado mensal que actualmente parece situar-se pouco acima dos 25 mil euros e portanto perfeitamente enquadrado no tecto salarial do Clube, creio que seria um bom negócio para o Sporting...

Ai o diabo do número 10 que não me sai da cabeça!...

Leoninamente,
Até á próxima