No seguimento da notícia de ontem à noite, em que o Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) instaurou um processo disciplinar a João Palhinha, Zouhair Feddal, Luís Neto e Hugo Viana "por inobservância de outros deveres em jogo a contar para a Liga NOS, na sequência da convolação de processo de inquérito, tramitado na Comissão de Instrutores da LPFP", chegou-me ao nariz, em definitivo, o cheiro ao esturro.
Ao que consta agora, o pretexto para este novo processo será a alegada confusão registada no túnel no final do encontro de Dezembro em Vila Nova de Famalicão, que terminou com empate a 2-2. Num jogo 'quentinho', condimentado com as habituais e recorrentes picardias durante os 90 minutos, sem excluir o intervalo, no final da partida terão existido vários despiques mais acalorados entre elementos das duas formações, cuja identificação terá resultado da posterior consulta das imagens de videovigilância.
No caso particular de Hugo Viana, tudo estará relacionado com o facto da não utilização por parte do director leonino, da máscara de protecção à Covid-19, situação que, recorde-se, levou a que também já tivesse sido multado no clássico com o FC Porto no Dragão.
As palavras nunca conseguirão verdadeiramente descrever a fúria e a indignação do conhecimento desta manobra, mais uma, do perverso organismo liderado por Cláudia Santos.
O jogo em apreço teve lugar no dia 5 de Dezembro de 2020, e agora, passados mais de três meses, surge este processo, com a desculpa - areia para os olhos dos papalvos! - que terá havido demora na recolha de provas, nomeadamente na disponibilização de imagens por parte do Famalicão.
Está na cara de toda esta gente que este e outros processos do género movidos contra o Sporting terão como propósito único e último a tentativa de através da instabilidade criada em Alvalade, por todos e quaisquer meios ao alcance, reduzir ou mesmo anular a pontuação que suporta a liderança do Sporting no campeonato, cenário que incomodará, e muito, os poderes ocultos do futebol português em que, flagrantemente, parecem inserir-se os excelsos membros do dito organismo.
Dizem-nos os dicionários que o verbo "convolar" - em termos semânticos este CD da FPF será um "livro aberto" para os "estudiosos"! - poderá significar, alterar, modificar, mudar, passar, substituir, transformar, trocar ou variar. Nesta condição o vocábulo "convolação", usada pelos excelsos e doutos constituintes do organismo federativo disciplinar presidido por Cláudia Santos, explicará por si só - essa gente já terá tomado toda a água benta da "capela sistina" da FPF! - pelo que a nós, tristes leigos e "analfabrutos", restará ficar com a ideia de que algo terá sido alterado, modificado, mudado, passado, substituído, transformado, trocado ou variado, de modo a que possam a vir ser alcançados os objectivos incansávelmente perseguidos que constituirão o seu , deles CD da FPF, maior e incontornável desígnio: reduzir o Sporting Clube de Portugal - sucata da pior espécie -, a um amálgama rico e pronto a enviar para reciclagem!...
Perante toda esta "esperteza saloia", daqui do meu canto deixo a minha homenagem à "paciência de santo" de Frederico Varandas! Só um "santo" para aturar tanta presunção e pesporrência, até ao dia em que...
O martelo venha a ser inapelavelmente arremessado!...
Leoninamente,
Até à próxima











