quinta-feira, 11 de março de 2021

O martelo venha a ser inapelavelmente arremessado!...


No seguimento da notícia de ontem à noite, em que o Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) instaurou um processo disciplinar a João Palhinha, Zouhair Feddal, Luís Neto e Hugo Viana "por inobservância de outros deveres em jogo a contar para a Liga NOS, na sequência da convolação de processo de inquérito, tramitado na Comissão de Instrutores da LPFP", chegou-me ao nariz, em definitivo, o cheiro ao esturro.

Ao que consta agora, o pretexto para este novo processo será a alegada confusão registada no túnel no final do encontro de Dezembro em Vila Nova de Famalicão, que terminou com empate a 2-2. Num jogo 'quentinho', condimentado com as habituais e recorrentes picardias durante os 90 minutos, sem excluir o intervalo, no final da partida terão existido vários despiques mais acalorados entre elementos das duas formações, cuja identificação terá resultado da posterior consulta das imagens de videovigilância.

No caso particular de Hugo Viana, tudo estará relacionado com o facto da não utilização  por parte do director leonino, da máscara de protecção à Covid-19, situação que, recorde-se, levou a que também já tivesse sido multado no clássico com o FC Porto no Dragão.

As palavras nunca conseguirão verdadeiramente descrever a fúria e a indignação do conhecimento desta manobra, mais uma, do perverso organismo liderado por Cláudia Santos.

O jogo em apreço teve lugar no dia 5 de Dezembro de 2020, e agora, passados mais de três meses, surge este processo, com a desculpa - areia para os olhos dos papalvos! - que terá havido demora na recolha de provas, nomeadamente na disponibilização de imagens por parte do Famalicão.

Está na cara de toda esta gente que este e outros processos do género movidos contra o Sporting terão como propósito único e último a tentativa de através da instabilidade criada em Alvalade, por todos e quaisquer meios ao alcance, reduzir ou mesmo anular a pontuação que suporta a liderança do Sporting no campeonato, cenário que incomodará, e muito, os poderes ocultos do futebol português em que, flagrantemente, parecem inserir-se os excelsos membros do dito organismo. 

Dizem-nos os dicionários que o verbo "convolar" - em termos semânticos este CD da FPF será um "livro aberto" para os "estudiosos"! - poderá significar, alterar, modificar, mudar, passar, substituir, transformar, trocar ou variar. Nesta condição o vocábulo "convolação", usada pelos excelsos e doutos constituintes do organismo federativo disciplinar presidido por Cláudia Santos, explicará por si só - essa gente já terá tomado toda a água benta da "capela sistina" da FPF! - pelo que a nós, tristes leigos e "analfabrutos", restará ficar com a ideia de que algo terá sido alterado, modificado, mudado, passado, substituído, transformado, trocado ou variado, de modo a que possam a vir ser alcançados os objectivos incansávelmente perseguidos que constituirão o seu , deles CD da FPF, maior e incontornável desígnio: reduzir o Sporting Clube de Portugal - sucata da pior espécie -,  a um amálgama rico e pronto a enviar para reciclagem!...

Perante toda esta "esperteza saloia", daqui do meu canto deixo a minha homenagem à "paciência de santo" de Frederico Varandas! Só um "santo" para aturar tanta presunção e pesporrência, até ao dia em que... 

O martelo venha a ser inapelavelmente arremessado!...

Leoninamente,
Até à próxima

"Se queremos ficar dentro ou fora do futebol dos milhões"!...


Longa vida aos penetras

«Se nada de muito anormal acontecer nos quatro jogos que ainda faltam dos oitavos, os quartos-de-final da Champions irão juntar sete equipas que estão nas 12 primeiras posições da Deloitte Football Money League de 2020, o mais conhecido ranking de riqueza de clubes de futebol. Há uma excepção, o FC Porto (29.º da lista), que se estreou na Football Money League precisamente em 2020 – nunca, até agora, os dragões tinham sido referidos neste levantamento que é feito anualmente desde 2002.

Este simples dado mostra bem a dimensão do feito do FC Porto ao chegar aos últimos oito da Liga dos Campeões. É um clube de acesso muito limitado, que nas últimas dez temporadas teve apenas cinco ‘penetras’ na ditadura das cinco maiores ligas: APOEL, Benfica (duas vezes), Galatasaray, FC Porto (três vezes) e Ajax. É uma tendência que se tem sentido ano após ano e que será agravada a partir de 2024, quando se entrar num ciclo de distribuição de (muito) dinheiro que tornará a Football Money League mais previsível do que o campeonato alemão.

Não haja ilusões: o futebol com que crescemos está a acabar. Mas é um caminho inevitável e que já foi trilhado em vários sectores de actividade. A pergunta que devemos fazer é: queremos estar lá dentro ou ficar do lado de fora?»

Será um desafio de todo o tamanho para o futebol em Portugal, cuja competitividade terá necessária e urgentemente de sofrer um considerável "upgrade", tanto com a redução imediata do número de participantes na nossa Primeira Liga, quanto com a radical alteração do espírito competitivo, decorrente de uma revolucionária e imediata alteração da mentalidade dos "treinadores do pontinho" cujo "grupinho fechado" se vai desgraçadamente revesando no comando técnico das nossas equipas, os mesmos "petits" de sempre, cujo único objectivo já conhecemos há décadas: defender e prolongar o mais possível o "tachinho pessoal" e o futebol que se lixe!...

E defendendo o natural egoísmo próprio de um adepto de qualquer clube, como adepto sportinguista e com todo o respeito por todos os nossos adversários, sem retirar o realismo e a racionalidade vertida por Salgado Zenha em recente entrevista, no meu modesto entender, não será hora de subordinar de qualquer maneira, o talento que irradiando da nossa Academia eventualmente se fixe na nossa equipa principal, às compreensíveis e inexoráveis exigências financeiras. Vender nunca, sem que primeiro seja antecipamente acautelado o futuro. O caso da contratação de Matheus Reis será o exemplo paradigmático a ser seguido, quando dentro de portas não for possível encontrar a "peça sobressalente" da "grande venda" que indicadores seguros forem tornando aconselhável.

Vem aí, dentro de três anos, uma autêntica revolução no futebol europeu. O Sporting, perdido em indecisões e constrangimentos, bem poderá limpar as mãos à parede com aquilo que fez nas últimas quatro décadas! Quatro décadas é demasiado tempo e inadmissível só a possibilidade de se poderem repetir. Assim, agora que foi alcançado um estágio qualitativo que nos poderá permitir ombrear e superar os nossos adversários internos, que nunca e em caso algum seja permitida a minima redução da qualidade das nossas principais equipas, tanto de jogadores quanto técnicas. Porque como muito bem acentua Sérgio Krithinas nesta sua crónica de hoje, a pergunta que deveremos fazer terá de ser, necessária e imperiosamente, para além do cumprimento rigoroso do fantástico desígnio dos nossos fundadores que jamais deveremos permitir que seja esquecido...

"Se queremos ficar dentro ou fora do futebol dos milhões"!...

Leoninamente,
Até à próxima

Darem a mão à palmatória!...


A arte de provocar ‘offsides’ ajuda a sofrer poucos golos

«Muito se tem dito sobre a excelente campanha do Sporting no campeonato , da qual resulta como facto mais relevante a vantagem de 9 pontos face ao segundo colocado (Sp. Braga), quando faltam disputar 12 partidas ou, dito de outra forma, 36 pontos. E tem sido opinião generalizada que a formação comandada por Rúben Amorim tem no bom desempenho defensivo um dos seus trunfos. De facto, com somente 11 golos sofridos (0,5 por jogo), pode dizer-se que começa aí a superioridade leonina, até porque os restantes concorrentes encaixam consideravelmente mais golos (o Benfica, após três partidas sem ver a baliza violada, contabiliza 17 e o trio formado por Belenenses SAD, P. Ferreira e Sp. Braga vai em 21, praticamente o dobro do conjunto de Alvalade).

Entre muitos outros aspectos que contribuem para a boa capacidade defensiva sportinguista, destaca-se a forma como a equipa consegue ‘apanhar’ os adversários em fora-de-jogo. Os leões são especialistas nessa área específica, já tendo provocado 65, a que equivale praticamente três por jogo (2,95), uma excelente ajuda para quem, por norma, até passa muito mais tempo a atacar do que a defender.

Não deve ser por acaso que a segunda defesa menos batida da competição (Benfica) é também a segunda que provoca mais ‘offsides’ (59) aos opositores. No pólo oposto surge o Belenenses SAD. Os azuis são a equipa que mais vezes caiu na armadilha do fora-de-jogo (53), sendo que o avançado Cassiera (23) é o alvo mais fácil das defesas contrárias, sendo responsável por 43,39% das ocasiões em que os árbitros assinalam deslocação aos jogadores da formação de Petit. Nem de propósito, a equipa com o pior ataque da prova é o Belenenses SAD ((13 golos) . Aprender a fugir melhor ao ‘offside’ seria, com toda a certeza, uma boa ajuda para tentar inverter a tendência de marcar poucos golos...»









Apenas admirará os distraídos a constatação de a equipa do Sporting, ao fim de 22 jornadas decorridas nesta temporada, ocupar quase todos os lugares cimeiros nas estatísticas das múltiplas performances conseguidas, desde a tabela classificativa até esta curiosidade sobre os fora de jogo com que o estudioso Luís Avelãs nos hoje nos presenteia.

É a melhor resposta para os que teimam em não encontrar mérito nos resultados alcançados pelo Sporting, nem nas espectaculares capacidades de Rúben Amorim para conseguir colocar a sua equipa, bem destacada de todas as outras, na liderança de quase todas as vertentes do jogo.

Vão-se mentalizando para, mesmo contrariados, em tempo não muito distante... 

Darem a mão à palmatória!...

Leoninamente,
Até á próxima

quarta-feira, 10 de março de 2021

É como se batessem contra uma parede!!!...


Acaba de ser divulgado o último acordão do Tribunal Arbitral do Desporto (TAD), sobre um processo que havia sido instaurado ao Sporting pelo CD da FPF e no qual fora condenado, naturalmente, por este orgão federativo e de que, naturalmente também, o Sporting havia recorrido para o TAD.

Serão menos 3.830 €uros a entrar na tesouraria da FPF e mais 5.000 €uros que Fernando Gomes terá de disponibilizar para pagar as custas ao TAD. Contas feitas, quase 10.000 €uros de prejuízo para os cofres federativos...

É como se batessem contra uma parede!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

"Onde vai um, vão todos"!...


Rúben: Onde vai um, vão todos!

«A vetusta Associação Nacional de Treinadores de Futebol (ANTF), num exercício de corporativismo bacoco, fez, há um ano, queixa de Rúben Amorim e do Sporting Clube de Portugal. Passado todo este tempo, e num contexto competitivo em que o Clube está em primeiro lugar na Liga com uma vantagem de 10 pontos sobre o mais directo competidor, a Comissão de Instrutores da Liga decide deduzir uma acusação de fraude contra o treinador e o Sporting por, alegadamente, este ter sido inscrito como adjunto quando, na verdade, seria o treinador principal.

Vamos por partes: este não é um caso virgem, longe disso, no futebol português. Antes de Rúben Amorim e o Sporting se terem limitado a fazer o que os regulamentos da Liga preveem, já outros o tinham praticado. De Paulo Bento a Sérgio Conceição, de Jorge Silas a Marco Silva, de Nuno Espírito Santo a Paulo Fonseca, de Petit a Mário Silva, de Pedro Emanuel a Pepa, e por aí adiante, todos estiveram na mesma situação de Rúben Amorim quando entrou no Sporting Clube de Portugal e jamais mereceram a deferência e sanha persecutória da parte do mister-adjunto José Pereira que lidera a ANTF.

As razões parecem-me óbvias: nunca um "miúdo", Rúben Amorim, tinha mostrado tanta competência e qualidade a liderar uma equipa de "miúdos", maioritariamente da Academia Sporting, e a tinha colocado no primeiro lugar do campeonato, a tanta distância dos rivais, ameaçando assim a hegemonia dos concorrentes directos e, sobretudo, o poder instalado da galeria de treinadores de museu – excepção feita a Toni ou a Carlos Diniz que, entretanto, se demarcou da ANTF – e cujo currículo é, a todos os títulos, discutível. Além disso, interrogo-me, e devemos todos fazê-lo, sobre o que é que leva aqueles senhores a arvorarem-se na pretensão de serem proprietários por usucapião do direito de certificarem e atestarem competências, méritos e qualidades de quem quer que seja, e que, manifestamente, os seus currículos não revelam.

O que está aqui em causa é muito simples: Rúben Amorim é hoje um treinador com provas dadas. E o que é incompreensível é que o acesso à habilitação de nível IV possa demorar até 8 a 10 anos, ou seja, mais tempo do que fazer uma licenciatura, um mestrado ou até um doutoramento. As qualificações e a formação são fundamentais, seja em que sector de atividade for. Mas não podem funcionar como força de bloqueio à competência, ao mérito e ao sucesso, muito menos pela parte de quem, manifestamente, tem falta deles e de autoridade curricular.

Mas o Rúben Amorim não é, apenas, um treinador competente no plano técnico, táctico e desportivo. Também no plano ético e comunicacional tem demonstrado toda a sua qualidade e inteligência. Num tempo em que passamos a vida a clamar, e bem, pela higienização do futebol português, numa época em que nos queixamos sistematicamente da toxicidade ambiental do futebol nacional, confrontamo-nos com agentes desportivos que estão empenhados na maledicência e em causar dano reputacional a um treinador e a uma instituição, mais do que centenária, como é o Sporting Clube de Portugal.

A consequência desta conduta é evidente, e já existiu noutras paragens. Um treinador como Rúben Amorim, um dos melhores activos – não me esqueço, também, do Carlos Carvalhal que é um cavalheiro e um modelo de civismo – que o futebol português foi capaz de produzir em matéria de urbanidade ou uma espécie de álcool-gel desta pandemia que tem tantos anos no desporto português, rapidamente se fartará deste ambiente hostil e partirá para outro campeonato que tenha uma cultura civilizacional em que se reveja. E nós ficaremos entregues aos do costume. Isto é válido, não apenas para treinadores, mas também para dirigentes de clubes e outros agentes do fenómeno desportivo que não estão para ser insultados e vilipendiados nas suas reputações. E escrevo com a autoridade moral de quem tem a consciência de que, em vários momentos, também eu contribuí para um certo ambiente incendiário que seria dispensável.

E, de duas, uma: ou os apelos à pacificação e à descontaminação do ambiente no futebol são para levar a sério, ou então teremos que reconhecer que tudo não passa de hipocrisia e que, afinal, o que queremos mesmo é que nada mude para que tudo fique na mesma. Por mim, e perante esta ignomínia, comprometo-me com o Rúben Amorim dizendo-lhe, simplesmente, o seguinte: Onde vai um, vão todos!»

"Perante esta ignomínia", estou cada vez mais certo de que todos os sportinguistas se comprometem...

"Onde vai um, vão todos"!...

Leoninamente,
Até à próxima

"Felizmente há luar"!...



De vez em quando e no meio do breu da escuridão, por entre as nuvens negras que teimam em carregar o horizonte leonino...

"Felizmente há luar"!...

Leoninamente,
Até à próxima

Olha quem fala!!!...


"Chama-lhe p... filha, antes que alguém se lembre de te chamar a ti"!... 

Olha quem fala!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

Falta fazer muito menos que o está feito !!!...


Defesa à leão deixa adversários em sentido: sector recuado do Sporting em alta
Além do melhor registo no campeonato, o Sporting é a equipa que menos remates permite aos adversários

«A melhor defesa é o ataque? No caso do Sporting de Rúben Amorim, a resposta é claramente negativa. O sector recuado verde e branco está em alta desde o início da temporada e é o pilar que sustenta o restante. Embora seja verdade que quem marca está sempre mais perto de vencer, quem nunca sofre também o está. E para trabalhar nesse sentido, evitar o máximo possível de remates dos adversários acaba por fazer uma enorme diferença. Não é por acaso que os leões são líderes da Liga NOS e o clube com menos golos sofridos (11).

O segredo parece estar no menor número de remates concedidos. Ao todo, o Sporting permitiu 170 tiros e está a uma distância considerável dos clubes que perseguem o primeiro lugar, como o FC Porto (194), Benfica (199), Sp. Braga (200) e P. Ferreira (220). Também no capítulo dos remates enquadrados com a baliza se mantém o fosso do líder (47 concedidos) para os concorrentes. Neste cenário estatístico, as águias já nem entram no top 5.

Percebe-se, assim, como é que o Sporting pode estar cimentado no topo da classificação do campeonato, isolado com mais nove pontos do que os bracarenses, e reforçado com o betão armado da muralha defensiva. A ajudar a esta competência defensiva ímpar no actual panorama nacional está a solidez implementada por Amorim. O sector mais recuado é o que menos alterações tem sofrido ao longo da época, ao passo que no lado oposto as opções tendem a ser mais imprevisíveis. Tanto é assim que os quatro jogadores do Sporting mais utilizados no campeonato estão, todos eles, na linha defensiva: Coates (1.980 minutos), Adán (1.980’), Porro (1.836’) e Feddal (1.752’). E neste ponto, tirando as limitações físicas pontuais que condicionaram a utilização do lateral-esquerdo Nuno Mendes, só houve uma mudança de fundo no eixo: Gonçalo Inácio, de 18 anos, ganhou o lugar ao veterano Luís Neto, que começou a época a titular.

Adán também... lidera

Mesmo em relação a Adán, a verdade é que o espanhol tem beneficiado muito do acerto dos colegas que jogam à sua frente. Além de dar confiança a sair dos postes, o dono da baliza é recompensado com pouco trabalho. É obrigado a intervir menos do que os adversários mais próximos do Sporting e tem 37 defesas feitas. Ao passo que Matheus (Sp. Braga) tem 39, tal como Marchesín (FC Porto); Vlachodimos (Benfica) está com 45 e até perdeu recentemente a titularidade para Helton Leite... E o castor Jordi encerra o top 5, em tudo semelhante à classificação actual.

Adán e Coates são os melhores do mês

A reforçar a condição de melhor linha recuada em Portugal, o guarda-redes do Sporting, Antonio Adán, foi ontem premiado pela terceira vez seguida como o melhor guardião da Liga NOS, ganhando com 31,37% dos votos a Matheus (Sp. Braga), que ficou em 2.º com 13,73%, e a Léo Jardim (Boavista), que fechou o pódio com 9,15%. Adán, recorde-se, participou em seis jogos (no mês), cinco sem sofrer golos. Também o capitão Coates foi considerado o melhor defesa do mês de fevereiro, superando o companheiro Porro, com 8,5% dos votos, e Pepe (FC Porto), com 7,84%.»

Todos os dados estatísticos provam è evidência quão imaculada se apresenta a liderança leonina nesta fase da prova, decorridos que estão, praticamente, dois terços do campeonato! E sempre que a análise se situa, especificamente, na performance dos leões em termos defensivos, então as diferenças explicam cabalmente o desafogo, a tranquilidade e a confiança com que o Sporting olha para quem vem atrás!...

Haverá sempre quem continue a recusar o mérito do Sporting quanto à invejável situação de que desfruta, quando faltam apenas disputar doze (12) jornadas até ao termo do campeonato. São os mesmos críticos de sempre, alienados por décadas de servidão e comprometimento. Mas Rúben Amorim e a sua gente prosseguem indiferentes, agora na preparação do próximo jogo em Tondela, afinando a fabulosa máquina de jogar futebol em que se transformou o Sporting, em escassos 365 dias! E nem as convulsões inventadas por um "sistema" que, em desespero, tenta sobreviver, muito dificilmente conseguirão travar o sprint vitorioso que todos prevemos e desejamos até ao momento de celebrar o nosso mais claro e legítimo objectivo!...

Vamos em frente Leões... 

Falta fazer muito menos que o está feito !!!...

Leoninamente,
Até à próxima

Bora lá ganhar a Tondela Leões!!!...



E concluída a 22ª Jornada da Liga NOS, para desconsolo de muita gente, esta é a realidade que terão de enfrentar enquanto os Leões tiverem forças para suster os ataques que em cada dia lhes são desferidos!...

Bora lá ganhar a Tondela Leões!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

terça-feira, 9 de março de 2021

Mais uma questão de excedentários resolvida!...


Oficial: Bruno Gaspar ruma à MLS

Bruno Gaspar já é reforço do Vancouver Whitecaps. O clube canadiano da Major League Soccer (MLS) anunciou no Instagram a chegada do defesa do Sporting como sendo "um lateral experiente com pedigree europeu".

O luso-angolano irá assim abandonar o Sporting e rumar à MLS, onde ficará, pelo menos, até ao fim de 2021 como parece contemplar o contrato de empréstimo que, ao que se sabe, incluirá também uma cláusula de opção de compra de valor a rondar os 1,5 milhões de euros. Estará por horas o correspondente anúncio por parte do Sporting.

Mais uma questão de excedentários resolvida!...

Leoninamente,
Até à próxima