domingo, 7 de março de 2021

Esta "vacina" para o confinamento é portuguesa!...

 


Palpitações

"Tratei o clube como se fosse meu" - André Villas-Boas, ex-treinador do Marselha
E deu um resultadão porque mal vieste embora a equipa voltou a ganhar

"Rúben Amorim é um treinador brilhante, leal e um homem com princípios" - Frederico Varandas, presidente do Sporting
Sem dúvida, seria mesmo incapaz, um dia, de se candidatar contra ti a presidente do Sporting

"Vertonghen não era bem o que Jesus pretendia" - Luís Filipe Vieira, presidente do Benfica
Ele queria um central melhor, um que não fosse 123 vezes internacional e capitão da selecção líder do ranking da FIFA...

"Não é só a mim que o Sporting está a surpreender" - José Peseiro, seleccionador da Venezuela 
É mais a ti, claro, o Rúben Amorim não pensa noutra coisa que não seja em surpreender-te

"Rafa rendia mais se jogasse como segundo avançado" - Quim Machado, treinador do Vilafranquense
Vieira, tens o problema resolvido, contratas o Quim e convences o Jesus que os ares de Vila Franca lhe faziam bem aos nervos

INSÓNIA

"Estive até às 3 da manhã a picar o jogo todo" - Sérgio Conceição, treinador do FC Porto
"Eram 4 da manhã e estávamos a trocar mensagens" - Sérgio Conceição, treinador do FC Porto
As perturbações do sono afectam 40% da população e os dragões podem estar a ressentir-se de andarem a dormir de dia

ESPLENDOR DE RELVA

"Agora posso beber uns copos de vinho e umas cervejas" - Paul Gascoigne, ex-futebolista inglês
Sim, mas perde essa tua mania de tomar banho dentro das pipas

Esta "vacina" para o confinamento é portuguesa!...

Leoninamente,
Até à próxima

Para o Museu Sporting com Amor!!!...


E a Taça de Portugal em Voleibol, 26 anos depois da última alcançada pelo voleibol leonino, vai...

Para o Museu Sporting com Amor!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

De Alvalade com amor!!!...



Mais uma medalha para Portugal!...

De Alvalade com amor!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

Garantia Leonina!...



Caríssimos leitores Sportinguistas de Leoninamente: "ouçam bem o que vos digo" - já não está entre nós quem isto nos legou, mas ficará para sempre na nossa memória!... 

A credibilidade do jornalista transporta-nos para o "mundo da verdade", pelo que a partir de hoje podemos e devemos deixar de alinhar nas especulações de quem nenhum bem nos deseja.

Bruno Fernandes já rendeu ao Sporting Clube de Portugal 63 M€, em vez dos números  depreciados que por aí são atirados aos papalvos!...

Garantia Leonina!...

Leoninamente,
Até à próxima

Um Grande Leão!!!...


O melhor de Coates

«Se, à 22.ª jornada, me pedirem para apontar o melhor jogador da Liga, a resposta só poder ser uma: Coates. Não é uma escolha sexy, não é um goleador, não é um génio do drible ou do passe, mas é o jogador mais decisivo da melhor equipa até este momento. O uruguaio é imprescindível para Rúben Amorim, desempenhando um papel crucial como líder da defesa menos batida, somando também golos decisivos que permitem aos leões manter um avanço confortável na liderança da tabela.

Coates é o exemplo mais perfeito do que o contexto pode fazer por um jogador. No já longínquo arranque da temporada passada, o uruguaio viveu os piores momentos da carreira, com uma sequência de três partidas negras: cometeu três penáltis no mesmo jogo, viu um vermelho e fez dois autogolos. Há futebolistas que ficam eternamente marcados por muito menos, mas Coates tornou-se melhor jogador depois disso.

As boas equipas têm o mérito de tornar melhores os jogadores que as constituem, da mesma forma que equipas que não vencem fazem parecer piores os seus jogadores. O Sporting prepara-se para conquistar um título mais do que justíssimo. Não por ter jogadores melhores do que a concorrência, mas porque tem uma equipa melhor.»

Em complemento desta crónica de Sérgio Krithinas sobre o nosso Capitão e a talhe de foice, será bom ter em conta aquilo que Bruno Fernandes, jornalista de O Jogo, hoje escreveu às 08:13, no seu jornal:

«Um dos quadros mais antigos do actual plantel do Sporting, Coates insiste em vestir a pele de herói com golos em cima dos apitos finais - é, até ver, o defesa mais goleador da Liga NOS, com quatro tentos -, e tem uma história de fidelidade com o clube ao qual chegou em 2016, então por empréstimo do Sunderland. Para lá de ter pegado de estaca no onze, somando, nesta altura, 229 duelos de leão ao peito, recusado rescindir contrato no pós-ataque a Alcochete, em 2018, e de ter sido premiado posteriormente com a braçadeira de capitão, o compromisso do uruguaio com os verdes e brancos conta-se com outra recordação, neste caso a renovação de contrato que celebrou em Janeiro de 2020 e na qual... não pediu qualquer aumento no seu ordenado.

Num diálogo fácil com a administração liderada por Frederico Varandas, que para 2019/20 tinha definido o limite salarial - havendo excepções - de 1 milhão de euros face ao processo de reestruturação da SAD, agravado com o impacto da covid-19, Coates aceitou prolongar a ligação aos verdes e brancos de 2022 para 2023, deixando ainda em aberto a possibilidade deste prazo ir até 2024, caso as partes assim o entendam. Com altas responsabilidades no plantel, o central acabaria, pouco depois desta assinatura, por liderar, em conjunto com o outro capitão, Mathieu, as negociações para um corte de 40% dos ordenados do plantel, devido à necessidade de mitigar os efeitos que o coronavírus veio trazer ao desporto.

Veículo de experiência numa equipa com muita juventude, a tranquilidade que Portugal lhe dá, a si, à mulher e aos dois filhos, também foi fundamental para que o sul-americano compreendesse a conjuntura, não obstante de se manter fiel ao Sporting.

"Portugal é um país muito parecido ao Uruguai, o que faz com que esteja muito cómodo, tal como a minha família. E no futebol, quando as coisas te saem bem, claro que também ajuda. Desde que cheguei ao Sporting, joguei sempre", disse Coates, numa grande entrevista concedida recentemente ao "Ovación", mostrando precisamente essa satisfação.

No que aos números diz respeito, e para lá de, contra o Santa Clara, ter atingido em 29 jogos os mesmos seis golos que fez na última época, mas em 40, Coates continua a ser o único jogador totalista da Liga NOS que não um guarda-redes, para além de se poder isolar na 36.ª posição dos jogadores mais utilizados na história do clube já no sábado, diante do Tondela, ultrapassando Chico Faria.»

Além do grande jogador que é, do grande Capitão que todo o plantel, equipa técnica, dirigentes e a grande nação sportinguista  respeitam, Coates vai muito para além disso, por ser...

Um Grande Leão!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

Fala quem já passou por elas!!!...



..."Se acontecerem coisas estranhas"!...

Fala quem já passou por elas!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

sábado, 6 de março de 2021

"A marcha continua"!...


Interrogatório do Sporting-Santa Clara: não foi à campeão mas a marcha continua

«O Sporting justificou a vitória?

Talvez até não tenha justificado, mas o facto é que ganhou. Foi uma exibição muito pobre mas que teve um final apoteótico.

Foi sorte? Foi estrela?

Há que desconfiar de quem tem sempre sorte e de quem tem sempre azar. O Sporting não fez uma exibição à campeão anunciado, longe disso, mas, na hora em que foi mesmo necessário ‘matar’ o jogo, não falhou uma vez mais. E, nestas circunstâncias, o plano B até é bem conhecido. Coates, que está a fazer uma época magnífica, passa a jogar a ponta-de-lança... e resolve.

Como se explica uma exibição tão pobre do Sporting?

Por mérito do Santa Clara, que, por várias circunstâncias, ganhou uma nova dinâmica num passado recente, pela falta de ideias apresentada pelos leões, por algum relaxamento, talvez motivado pelo recente empate no Dragão, e pela tentativa de controlar o jogo demasiado cedo.

Pedro Porro fez falta?

Sem dúvida... e Rúben Amorim não foi particularmente feliz na escolha do onze. Houve a opção estranha de preferir adaptar Matheus Nunes em detrimento de João Pereira, o substituto natural do espanhol. Mas também houve a opção infeliz de deixar Nuno Santos no banco. É verdade que Tabata fez a assistência para o golo de Pote, mas é também indiscutível que o ex-Rio Ave dá uma outra dinâmica ao ataque.»

Sim, não foi à campeão, mas...

"A marcha continua"!...

Leoninamente,
Até à próxima

A "estrelinha" por si só, pode não ser suficiente!...


A crónica do Sporting-Santa Clara, 2-1: o golo caiu do céu
Coates emprestou a cabeça à ideia de João Mário e o líder ganhou um jogo em que o Santa Clara o obrigou a fazer a exibição mais pobre na Liga

«O filme já foi visto mas não com este enquadramento e significado. Em alguns jogos anteriores, sempre que chegou à vitória tardiamente, o Sporting fez tudo quanto estava ao seu alcance para chegar ao golo; falou-se muito da estrela de Rúben Amorim, mas o sucesso, em boa parte desses casos, correspondeu a uma atitude colectiva, a uma operação para a qual todos contribuíram com esforço e talento. Ontem não foi assim. O empate, esteve por um triz, correspondia a uma exibição pobre e a um resultado ajustado ao que se passara nos 90 minutos. Quando Coates emprestou a cabeça à ideia de João Mário – aquilo não foi um cruzamento, foi um remate a contar com o desvio do uruguaio –, no terceiro minuto da compensação, o Sporting pouco fizera para chegar à vitória. Depois do empate dos açorianos, aos 84 minutos, poucos acreditavam que seria possível alterar o marcador, isto porque a dinâmica ofensiva leonina estava reduzida ao mínimo e os açorianos fizeram pela vida até chegarem ao 1-1 e estavam a justificar o empate.

Uma semana depois de ter empatado no Dragão, o Sporting assinou, com elevado grau de probabilidade, a pior exibição em jogos da Liga. Uma noite em que se mostrou sem reacção, sonolento, sem chama, totalmente desinspirado e pouco disponível para lutar contra essa inércia. O golo de Pote, aos 22 minutos, também ajudou a criar esse clima e só quando Rui Costa empatou a equipa despertou para a realidade que era estar a desperdiçar dois pontos.

Um remate, um golo

Boa entrada do Santa Clara, seguro e eficaz no modo como travou o desenvolvimento do futebol leonino, numa conjugação bem calibrada de pressão alta, posicionamento irrepreensível, tempo de entrada à bola e ambição traduzida na aparente disponibilidade de sair para a frente em ataques rápidos. O problema dos açorianos é que o adversário nunca sofreu com as dificuldades, nunca perdeu paciência, confiança e convicção no que estava a fazer, mesmo partindo do princípio de que não estava a fazer bem. Tinham os dois razão: o Santa Clara porque fez o que devia para evitar o desenvolvimento oleado do jogo leonino, o Sporting porque a serenidade com que respondeu lhe permitiu, mesmo assim, chegar ao golo.

A ganhar, os leões diminuíram a já de si baixa intensidade com que entraram no jogo e os forasteiros não se revoltaram com a infeliz ocorrência para os seus interesses que foi o golo de Pote. Destas premissas resultou um duelo previsível, sem dinâmica nem intensidade, lento, sem lances de perigo, sempre jogado longe das balizas – ao intervalo, a estatística confirmava o desinteresse da acção, ao registar três tiros à baliza, um verde e branco e dois encarnados.

Final alucinante

Depois do intervalo, o Santa Clara foi mais afirmativo na intenção de chegar à baliza de Adán. A equipa de Daniel Ramos deu o passo seguinte e resolveu pegar na bola e instalar-se no meio-campo contrário. Para se medir o modo como as coisas estavam a correr aos leões, Rúben Amorim abordou os últimos 20 minutos sem uma referência ofensiva na zona central. Apostou no talento e na mobilidade dos seus jogadores para roubar iniciativa ao adversário, até ao momento em que teve de se atirar para a frente, ganhando o jogo com um daqueles golos que caem do céu. A euforia final justifica-se tanto quanto a necessidade de reflectir. É por estas e por outras que Rúben Amorim não quer ouvir falar em título nacional. Mesmo com vantagem tão larga, tem ele toda a razão.

Homem do jogo

Coates - Foi ele a selar a vitória, aos 90’+3 de um jogo em que a equipa esteve abaixo do normal. O capitão foi decisivo. Tem sido.

Rui Dias terá sido exemplarmente capaz de explicar nesta sua crónica e de forma bastante linear, aquilo que ontem aconteceu ao Sporting no jogo frente aos pupilos de Daniel Ramos. Só não conseguiu, creio que por intencionalidade evidente, ir além do recado de reflexão deixado em remate da sua análise, oferecer a sua contribuição na explicação sobre os porquês que terão levado uma equipa com um trajecto sólido e já suficientemente lubrificado, a rubricar "a pior exibição em jogos da Liga".

Estou em crer que estaremos a assistir em cada jogo do Sporting a um rápido apuramento da soma das qualidades das sucessivas "vacinas" que os técnicos adversários têm vindo a "inventar e a apresentar" para se oporem ao padrão de jogo que Rúben Amorim tem tentado implementar desde que chegou a Alvalade e a que me permitirei chamar, na esperança do devido perdão dos meus leitores, de... "camisa de forças"!...

A cada novo adversário essa "camisa de forças" parece vir a ser sujeita  a sucessivos "up grades", resultando daí uma cada vez maior incapacidade do Sporting se libertar dos espartilhos que lhe são colocados.  Rúben Amorim já vem alertando há muito tempo com o suposto "remédio" para tal epidemia: a necessidade de, em certos jogos, os seus jogadores terem de "ultrapassar os seus limites"! Quer-me parecer porém, que essa "ultrapassagem de limites" se estará a revelar, de jogo para jogo, cada vez mais insuficiente. Todos os limites têm limite, além de que tal desígnio começa a ser, aparentemente, também usado pelos adversários...

Penso ser para aí que aponta Rui Dias: Rúben Amorim e a sua equipa técnica terão de reflectir e, consequentemente providenciar, no sentido de fornecer aos seus pupilos os "up grades" capazes de rasgar em pedaços as "camisas de forças" com que, sistematicamente, começam a ser confrontados...

A "estrelinha" por si só, pode não ser suficiente!...

Leoninamente,
Até à próxima

Só dá Sporting!!!...


Habituem-se...

Só dá Sporting!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

"Porque amanhã é sempre tarde demais"!...


'Fazer o Que Ainda Não Foi Feito'

Sei que me vês
Quando os teus olhos me ignoram
Quando por dentro eu sei que choram
Sabes de mim
Eu sou aquele que se esconde
Sabe de ti, sem saber onde
Vamos fazer o que ainda não foi feito
Trago-te em mim
Mesmo que chova no verão
Queres dizer sim, mas dizes não
Vamos fazer o que ainda não foi feito
E eu sou mais do que te invento
Tu és um mundo com mundos por dentro
E temos tanto pra contar
Vem nesta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais
E eu sei que dói
Sei como foi andares tão só por essa rua
As vozes que te chamam e tu na tua
Esse teu corpo é o teu porto, é o teu jeito
Vamos fazer o que ainda não foi feito
Sabes quem sou, para onde vou
A vida é curva, não uma linha
As portas que se fecham e eu na minha
A tua sombra é o lugar onde me deito
Vamos fazer o que ainda não foi feito
E eu sou mais do que te invento
Tu és um mundo com mundos por dentro
E temos tanto pra contar
Vem nesta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais
Tens uma estrada
Tenho uma mão cheia de nada
Somos um todo imperfeito
Tu és inteira e eu desfeito
Vamos fazer o que ainda não foi feito
E eu sou mais do que te invento
Tu és um mundo com mundos por dentro
E temos tanto pra contar
Vem nesta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais
Vem nesta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais
Porque amanhã é sempre tarde demais
Porque amanhã é sempre tarde demais
Porque amanhã é sempre tarde demais 

 

"Porque amanhã é sempre tarde demais"!...

Leoninamente,
Até à próxima