Hoje vimos um Sporting ainda em processo evolutivo, em busca da paz e tranquilidade que há muito lhe vem faltando. Apesar de tudo a equipa já foi capaz de apresentar a espaços uma boa dinâmica ofensiva e já pôde contar com um grande Bruno Fernandes, que logo no primeiro jogo que realizou nesta pré-temporada, demonstrou estar num patamar à parte, sobressaindo pela qualidade com bola e até nos momentos de jogo em que, sem ela, parece empurrar os companheiros para o caminho táctico mais correcto, interpretando como maestro competente a pauta fornecida por Peseiro.
Um erro absurdo de Viviano logo aos 4 minutos de jogo, que permitiu aos marselheses adiantarem-se no marcador, condicionou bastante o Sporting, que apenas se terá libertado dessas amarras quando aos 61 minutos André Pinto conseguiu a igualdade, na recarga a um cabeceamento também seu, defendido in-extremis pelo guardião francês.
A partir do empate o jogo passou a ser praticamente de sentido único, com o Sporting determinado em sair vencedor deste encontro. Mesmo não conseguindo alcançar tal desiderato, louve-se o meritório comportamento da equipa.
Ironicamente, no dia em que Lazio anunciou oficialmente a contratação de Milan Badelj, Petrovic terá constituído a maior e mais profunda desilusão desta apresentação, não se compreendendo mesmo o que terá ficado a fazer em Alvalade! Por quanto tempo teremos de chorar a perda do talento croata, ingloriamente perdido para os romanos?! E onde irá o Sporting encontrar uma qualidade parecida?!...
Ainda será cedo para imaginarmos como estará a equipa dentro de duas semanas, mas...
O Sporting acaba de comunicar à CMVM o regresso de Rodrigo Battaglia. O jogador argentino assinou novo vinculo válido para as próximas cinco temporadas, com um valor de 60 M€ na cláusula de rescisão.
O médio de 27 anos passou deste modo a ser o terceiro jogador, em nove que apresentaram a rescisão contratual, a voltar atrás com tal decisão, depois de Bruno Fernandes e Bas Dost.
Continua a saga de limitação dos estragos causados pelo inclassificável assalto à Academia Sporting em 15 de Maio pela Juve Leo, a página mais negra de toda a nossa gloriosa história, enquanto a culpa persiste em manter o celibato...
Quem regressa merece o nosso contido aplauso, enquanto vão caindo no esquecimento todos quantos, em nome de objectivos espúrios, se terão revelado incapazes de mostrar gratidão ao Clube a que sempre ficarão a dever a saída do anonimato a que, inevitavelmente e por força da pequenez do seu carácter e integridade, estariam condenados.
Assistiremos de pé ao triunfo de uns e ao insucesso de outros, conforme há muito vem determinando aquela que já é conhecida entre nós como sendo a...
PESEIRO APELA AOS SÓCIOS: «MOSTREM A FORÇA DO SPORTING»
«Queremos mostrar coisas boas, mas sabendo que a qualidade que vamos apresentar não será a mesma que no primeiro jogo da Liga. Queremos vencer e jogar bem. Queremos que as pessoas tenham vontade de nos ver, isto depois do que aconteceu. Quero ver as pessoas unidas na defesa do Sporting. É o momento de mostrar isso, mas tendo sempre a tolerância para uma equipa que não está completa. É sempre bom vencer e fazer uma boa exibição, mas o mais importante é o jogo do dia 12 frente ao Moreirense.»
Não será difícil aos sócios e adeptos do Sporting Clube de Portugal compreenderem as palavras de José Peseiro neste primeiro momento a sério do virar de página sobre os dois meses e meio mais negros de uma história centenária. E estou esperançado de que a resposta seja positiva. Mas que ninguém se iluda sobre a imperiosa necessidade de ser a equipa a mostrar, hoje frente aos franceses e antes dos sócios e adeptos, a "força do Sporting"! Inverter a ordem das coisas será o primeiro passo para a desculpabilização que parece ter-se transformado na imagem de marca que há tanto nos incomoda!...
«Bruno de Carvalho não aceita que é passado no Sporting e continua no seu penoso estrebuchamento. Acha que tem ainda base societária suficiente para vencer eleições e, com essa (imaginada) vitória, como protagonista de um filme de ficção, continua a sua saga de implacável espadachim, ora na procura da degola, ora na procura da vitimização. Todos os actos de contrição foram simulados e, por isso, na AG que ditou a sua destituição, os sócios do Sporting exibiram-lhe um cartão vermelho e, com ele, deixaram bem claro que era tempo de acabar com tanta teatralidade e representação.
São residuais as hipóteses de Bruno de Carvalho se apresentar a eleições e está a chegar a hora do pronunciamento da Comissão de Fiscalização do Sporting. Se, no começo do processo, havia a convicção de que o ex-presidente dos leões poderia ser alvo de uma medida de suspensão efectiva (e até inferior a um ano), excluindo-se a expulsão, neste momento e de acordo com a evolução processual, Bruno de Carvalho pode ficar inibido de ser sócio do Sporting durante muitos anos (máximo: 8) e, na Comissão, há mesmo quem defenda o cenário da expulsão.
Quando surgiu o primeiro processo para ser objecto de apreciação por parte da Comissão de Fiscalização, constituída por Henrique Monteiro, João Duque, António Paulo Santos, Luís Pinto de Sousa e Rita Pereira, havia muitas dúvidas sobre as molduras penais a aplicar, se fosse esse o caso, uma vez que quer o regulamento disciplinar, quer os estatutos, haviam sido alterados - e é bom não esquecer que foi Bruno de Carvalho (BdC) quem fomentou o endurecimento das penas sobre os sócios. Quer dizer: foi BdC quem promoveu, antes, a expulsão de alguns associados (entre os quais os ex-presidente Godinho Lopes); é BdC quem - achando-se credor da condição de 'dono do clube' (e da SAD) e com o objectivo de ajustar o regulamento disciplinar e os estatutos a um poder presidencial mais ou menos absoluto - vai ser a principal vítima dessa visão monolítica e capciosa de liderança sportinguista.
Bruno de Carvalho vai beber do seu próprio veneno: na próxima semana, o ex-presidente dos leões verá aplicada uma medida sancionatória dura e gravosa, de acordo com regulamentos e estatutos menos tolerantes em relação a sócios que não cumpram os direitos e deveres ali consignados.
Com Bruno de Carvalho e Carlos Vieira próximos da impossibilidade de se apresentarem a eleições e com Frederico Varandas, João Benedito e Dias Ferreira a concitarem as maiores expectativas; com Pedro Madeira Rodrigues a lutar contra o erro de ter apresentado treinador fora de tempo; e com Fernando Tavares Pereira e Zeferino Boal com muitas dificuldades em mostrar algum fôlego, a notícia da não candidatura de Luís Figo à presidência do Sporting, depois dos rumores alimentados nos últimos dias, passou a ter máxima relevância.
Luís Figo está longe de ser um nome consensual entre os sportinguistas.
Quando o seu nome veio à baila, e apesar do impacto criado, através dos bons ofícios de Tomás Froes, logo se instalou a dúvida se Luís Figo, primeiro, avançaria e se, no caso de concretizar esse avanço, teria o apoio da maioria dos sócios sportinguistas.
É evidente e incontornável uma certa desconfiança do 'mundo sportinguista' em relação a Luís Figo. A memória (verde e branca) alcança um momento, enquanto jovem, em que chegou a assinar pelo Benfica e não tem havido, entre o Sporting e Luís Figo e Luís Figo e o Sporting, uma dinâmica de verdadeira aproximação. Há uma indiscutível distância a separar os dois 'mundos', a qual serve para não mitigar a imagem que Luís Figo foi criando ao longo dos tempos - a de um ser pouco dado a afectos e a salamaleques, demasiado frio nas suas relações pessoais e empresariais.
Não se adivinha o que vai ser o futuro próximo do Sporting. Os tempos são difíceis e o próximo presidente dos leões tem uma herança difícil de gerir. Se, na justificação de Froes/Figo, "um projecto de fôlego geracional para o Sporting exige um tempo de maturidade incompatível com o apertado calendário eleitoral", isso significa que a candidatura não foi preparada no tempo certo; havia sinais suficientes de que o Sporting poderia estar a entrar num novo ciclo.
Se Luís Figo tem, na verdade, no curto ou no médio prazo, intenções de fazer parte do 'futuro do Sporting', tem de fazer algo para diluir a distância. Isso também passa pela comunicação, e Tomás Froes sabe disso melhor do que ninguém.»
Só os "loucos de Alvalade" parecem continuar cegos, surdos e convencidos de serem capazes de levar os sportinguistas a "duvidar que a Terra gire ao contrário e os rios nasçam no mar"!...
Eduardo Barroso, complacente e misericordioso, em passado não muito distante, terá apelidado essa tão esquisitíssma e séria doença de "burnout". Na ocasião, entre a tertúlia leonina que me é mais próxima, houve quem discordasse e preferisse defini-la como loucura, tendo eu colocado algumas reticências, em defesa da ideia do emotivo sportinguista. Estavam certos os que, não apenas diagnosticaram a loucura, como a adjectivaram de "galopante"! Os factos do dia a dia que se vão vivendo em Alvalade, confirmam-no!...
A radiografia que Rui Santos hoje nos mostra na sua habitual crónica semanal Pressão Alta, será mais uma profunda machadada nessa réstia de "loucura" que ainda se supõe instalada no Sporting. Mas o mais severo golpe do machado, esse, pelos vistos, já não demorará mais do que uma semana!...
Mas desiludam-se os sportinguistas que acreditam na possibilidade de haver algum machado capaz de cortar as raízes que têm sustentado a "loucura de Alvalade"! Ela há-de manter-se por tempo indeterminado: ultrapassará o 9 de Agosto, o 8 de Setembro e, para mal dos pecados do Sporting Clube de Portugal e dos seus quase 4 milhões de adeptos, há-de continuar a roubar-nos a paz e o discernimento para prosseguir uma caminhada gloriosa de 112 anos, independentemente do que ditarem os resultados do acto eleitoral cada vez mais próximo!...
Ah Leão, será que te reza tão hedionda e macabra sina...
De nada valeu o servicinho cuidado e meticuloso de calibragem levado a cabo aqui em Leoninamente, da alça da carabina de José Sousa Cintra! Enquanto foi levantando caça mais leve, cada tiro foi resultando em mais um melro, um tordo ou mesmo uma perdiz ou narceja, para o cinturão do "velhote", que nem precisou de fazer mira. O pior foi quando, à medida que se foi internando na floresta, lhe começou a surgir pela frente caça mais grossa e esperta e ele, presunçoso e convencido de que a alça na ponta do fusil seria simples adorno desnecessário perante os seus experimentados olhos, disparou, arma longe da cara, sem apontar, com ambos os olhos bem abertos e, qual caçador amador, sem fazer mira, como a imagem nos mostra...
E lá foram Gelson e Badelj correndo à desfilada para bem longe da trajectória do chumbo precipitado e descuidado do caçador, que outro remédio não teve que substituir os invólucros vazios na câmara e continuar a basculhar a floresta em busca de outros exemplares que ninguém lhe poderá garantir possam vir a ter o mesmo peso e qualidade.
Assim não Ti Zé Cintra!...
Quem quer ser campeão não pode falhar tiros destes!...
Sabe-se que nunca se realizará antes de 8 de Agosto
O movimento patrocinado pela candidatura de Bruno de Carvalho terá programado deslocar-se hoje a Alvalade para entregar assinaturas de sócios que pretenderão pedir uma assembleia geral extraordinária. O objectivo da referida AGE será validar, entre outras, a lista de BdC, que se encontra suspenso da condição de sócio e, como tal, não poderá concorrer, a menos que entretanto o processo em curso na Comissão de Fiscalização fosse arquivado (o que não acontecerá, pois o ex-presidente e Carlos Vieira deverão ser suspensos por um ano).
Independentemente desta realidade, Bruno de Carvalho não desiste de validar a sua pretensão de ir a eleições e quer, através desta AGE, submeter a decisão aos sócios. O problema está em que essa é uma competência da Comissão de Fiscalização, pelo que dificilmente será aceite um requerimento para uma AG que pretendesse deliberar sobre a lista de BdC (ou de Vieira, se fosse o caso). Sabe-se que a AGE, se avançar mesmo, depois de validadas as assinaturas, não só terá de ser paga por quem a convoca (o grupo de sócios) como nunca se realizará antes do prazo limite para a entrega de candidaturas, que é 8 de Agosto, por questões estatutárias e de logística (seria necessário reservar a Altice Arena)...
O tempo acabará por nos trazer a verdade sobre se a recusa de José Sousa Cintra à proposta ontem recebida do Atlético de Madrid por Gelson Martins, terá sido um erro ou se a sua firmeza se traduzirá num negócio ainda mais valioso!...
À primeira vista, tanto por parte de uma grande maioria dos sportinguistas, quanto da opinião generalizada dentro da própria administração da Sporting SAD, a proposta dos colchoneros até que poderia parecer razoável. Mas Sousa Cintra sempre afirmou não estar o Sporting em saldos e terá entendido por bem esticar a corda um pouco mais. Normalmente, quem está por dentro deste tipo de negociações, será sempre o único a aperceber-se de pormenores que poderão passar despercebidos a quem estiver à margem dos processos. Sousa Cintra é um homem calejado em grandes negócios e merecerá o benefício da dúvida em vez da chuva de críticas que terá recebido, nomeadamente por parte de quem ainda continua com a mente alienada num projecto que, decididamente, já entrou irreversivelmente em falência, pese embora o saudosismo que por aí ainda lavra!...
Dieci milioni di euro complessivi, spalmati su quattro anni di contratto. A tanto è arrivato il rilancio dello Sporting Lisbona per cercare un ultimo disperato tentativo di rimettere in piedi la trattativa che avrebbe dovuto vedere Milan Badelj vestire la maglia dei Leoes. Un’offerta da capogiro, superiore rispetto a quella formulata dalla Lazio che pure ha ottenuto il sì da giocatore ed Entourage dopo l’inserimento delle ultime ore. Nessuna risposta da parte di Badelj, che come abbiamo raccontato ha stabilito di voler sposare la causa capitolina, ma il tentativo estremo dei lusitani è certamente da registrare.
«Dez milhões de euros no total, distribuídos por quatro anos de contrato. A nova proposta do Sporting procura assim ser uma última e deseperada tentativa de impedir a concretização do negócio com a Lázio e tentar que Milan Badelj venha a vestira a camisola dos leões. Uma oferta vertiginosa, superior à formulada pela Lazio, que parecia ter sido aceite pelo jogador e entourage, foi apresentada nas últimas horas. Não se conhece até ao momento nenhuma resposta de Badelj, que, como dissemos, tinha decidido abraçar a causa do Capitólio, mas a tentativa extrema dos lusitanos certamente será registada.»
A confirmar-se a notícia avançada pelo site italiano TuttoMercatoWeb.comàs 06:15 - hora portuguesa -, aplaudo vivamente a iniciativa da Sporting SAD, que deverá permanecer na luta pela contratação de um excelente jogador, quiçá uma pedra de toque importantíssima para a concretização dos objectivos anunciados de lutar pelo título.
Tendo em conta que se trata de um jogador livre, mesmo com substancial prémio de assinatura e um salário elevado, será sempre um bom negócio para o Sporting, que nunca conseguirá encontrar no mercado um jogador com esta categoria e talento, por uma contrapartida ao clube onde estiver, inferior a 10 M€, para além do salário, obviamente.
«O Sporting tem inúmeros problemas e um dos seus maiores pecados é a comunicação. Tenho pela minha experiência profissional de 23 anos, primeiro, como jornalista até 2001 e, posteriormente, como responsável da comunicação da maior câmara do país, Lisboa, seguindo depois para o mundo da indústria de Conselho em Comunicação onde comando a minha empresa desde 2009, a opinião de que o verdadeiro líder comunicacional de uma organização é o seu responsável máximo, o seu presidente. É ele o condutor estratégico dos objectivos, é ele que marca o ritmo, é ele que eleva ou reduz o perfil das intervenções. Coadjuvado, isso sim, por uma equipa profissional especializada que faz a ligação com a arena mediática e, sobretudo, o deve aconselhar bem no que toca à mensagem e aos momentos de comunicação. Por algum motivo, quem trabalha na minha área intitula-se consultor de comunicação e não decisor de comunicação. A última palavra cabe sempre ao líder.
Ora, nas últimas décadas do Sporting não me recordo de nenhum presidente que percebesse verdadeiramente de comunicação nem todas as variáveis que a envolvem e, ainda por cima, muitos deles eram péssimos comunicadores. A inépcia comunicacional é endémica e isso é algo que não potencia lucros, marca, reputação, logo, resultados, sem esquecer os desportivos. Porque se há anjinhos que entendem que os campeonatos se ganham só com um treinador astuto e jogadores talentosos, podem esquecer. Para lá dos lados ocultos do futebol onde operam diversos doutorados em ‘bas-fond’, a comunicação tem ganho uma relevância importantíssima que continua a ser descuidada e cabe ao clube encontrar o caminho correcto para se profissionalizar e conquistar uma influência que nunca teve. Porque os media não estão contra nós, como soltam os amadores e ‘calimeros’, nós é que nunca soubemos seduzir e estabelecer uma relação empática com os media. Não podemos ter a percepção que imprensa e televisões nos prejudicam, isso é estar derrotado à partida, temos é de ter a sensatez de dar a volta, deixar trabalhar, ser diplomata, depois, analisaremos. Se não nos respeitarem, seremos nós a não dar seguimento às boas relações que pretendemos ter com todos os ‘players’.
A comunicação em todas as empresas, instituições e clubes deve ser serena, pela positiva, a puxar mais por nós e a ligar menos aos outros. Quem criou o planeta onde vivemos sabia muito mais do que nós. O céu habitualmente está sereno, mas se houver um trovão todos escutam. Que ilação retiramos disto para a comunicação? Simples: devemos ser serenos, porque se tivermos de ser mais duros e a mensagem mais agressiva ela será muito mais eficaz, será o nosso trovão, se não estivermos constantemente em desgaste de guerras algumas do alecrim e manjerona. E há duas regras de ouro na comunicação: o bom senso, sabermos o momento certo para carregarmos nas teclas suaves ou ríspidas; e ser mestre a manusear o silêncio, que pode ser cínico porque a estratégia assim o exige, e porque o silêncio é a arma mais difícil de combater e comete menos erros. Sei como ninguém que os tempos são actualmente marcados pelo ruído, tons odiosos e por extremismos pouco inteligentes. Pois é, mas estes especialistas a fazer barulho não são especialistas de comunicação. É tempo do Sporting ultrapassar este pecado original.»
Muito particularmente nos últimos cinco anos, foi tudo feito ao contrário das "duas regras de ouro" de que nos fala com propriedade e conhecimento, Rui Calafate: faltou o bom senso e o talento para manusear o silêncio!...
Agora...
Chamamos-lhe triste e o seu futuro, foi aquilo que se viu!...