sexta-feira, 27 de maio de 2022

Que em Alvalade possa realizar todos os seus sonhos!...




Em qualquer homem e atleta, o reconhecimento, a gratidão, a nobreza e a ambição, por mais estranho que a alguns pareça, nunca serão sentimentos incompatíveis, desde que coexistam num caráter íntegro e bem formado.

Diogo Abreu tem todo o direito de ser um jovem ambicioso...

Que em Alvalade possa realizar todos os seus sonhos!...

Leoninamente,
Até à próxima

Uma aragem de dignidade!...



Fica uma gratidão imensa e...

Uma aragem de dignidade!...

Leoninamente,
Até à próxima

Uns vão bem e outros mal!...


«Luís Magalhães, que falava à imprensa após a derrota (95-80) no terceiro jogo da meia-final da Liga portuguesa de basquetebol, que afastou os ‘leões’ da final, aproveitou o momento para agradecer a todos quanto trabalharam com ele nas três épocas que esteve ao leme dos ‘leões’.

“Hoje, também saio do Sporting e do basquetebol. Estou cansado. Há mais coisas a fazer na vida. Não me revejo neste tipo de coisas. Não quero estar metido nisto, prefiro afastar-me. Agradeço aos jogadores, ao staff do Sporting. Era para ter vindo por uma época e fiquei três”, começou por dizer.

Questionado se a decisão estava mesmo tomada ou se estava a ‘falar a quente’, o treinador foi claro, realçando que quem o conhece sabe que não diria isto se a não tivesse tomado.

Segundo Luís Magalhães, na base desta decisão está a Federação Portuguesa de Basquetebol que tem, segundo o próprio, deitado abaixo a modalidade.

“Sou treinador há muitos anos, quando a Liga tinha um basquetebol elevadíssimo. Esta própria federação, estes membros que lá andam há vários anos deitaram-na abaixo. Agora continuam a dar golpes no basquetebol e não quero estar metido nesta situação. Prefiro sair, prefiro afastar-me”, concluiu.

Nos três anos no Sporting, desde 2019/20, Magalhães conduziu os ‘leões’ à conquista de um campeonato, três edições da Taça de Portugal, uma da Taça Hugo dos Santos e uma da Supertaça.»

 

E assim se faz Portugal...

Uns vão bem e outros mal!...

Leoninamente,
Até à próxima

quinta-feira, 26 de maio de 2022

Vergonha!!!...



O pesado silêncio da culpa

«Daqui a pouco fará um mês que Igor Silva, 26 anos, foi barbaramente esfaqueado às portas do Estádio do Dragão e, enquanto a investigação faz o seu trabalho de recolha de prova, tudo parece paralisado à volta deste episódio. Como se precisássemos de uma prova judicial, ainda mais fumegante, para fazer o debate sobre o que ali se passou, o que significa e como se combate.

A morte de Igor Silva não foi um episódio deslocado. Trata-se de uma morte que deve ser enquadrada numa luta pelo poder na claque dos Super Dragões e, consequentemente, pelo domínio do imenso dinheiro que mandar nesta guarda pretoriana comporta.

Os Super Dragões e os seus mandantes são os donos de dinheiro proveniente da venda de bilhetes no futebol, e nas muitas modalidades do FC Porto que enchem pavilhões. São os donos de dinheiro que vem do ‘franchising’ de produtos do clube e, alguns dos chefes da claque, são também os padrinhos que dominam o negócio da protecção mafiosa na noite do Porto, da droga e de um vasto conjunto de criminalidade bagatelar, mas sempre instrumental de crimes maiores e mais danosos.

O debate que um Estado de Direito Democrático tem a fazer sobre uma situação destas é simples. A lei tem de representar uma forte e verdadeira cerca sanitária sobre este tipo de criminalidade. O Estado tem de recorrer a todos os meios ao seu alcance para erradicar este tipo de bandos, que medram na sombra tutelar dos clubes, não apenas do FC Porto. Lei e Estado têm de enquadrar este tipo de fenómenos como o que efectivamente são, associações de malfeitores que vivem da intimidação e da violência, a começar, como se viu no caso de Igor Silva, dentro da própria casa, recorrendo à violência para eliminar adversários no processo de afirmação tribal do chefe. Há alguma dúvida?

Os cobardes que matam e choram são um pouco melhores, apesar de tudo, do que os outros que os educaram e incentivaram a meter a força e a pura irracionalidade no lugar da decência. Uns e outros, não têm lugar numa sociedade livre e democrática. Espera-se, por isso, que este debate não morra nos gestos simbólicos criados pela oportunidade de agendas, como o caso das ausências de Marcelo e Costa da final da Taça de Portugal. Ou que se fique pelo caso isolado, quando já existe uma verdadeira ‘cantera’ de violência, e abra alas para que o actual chefe da claque apareça a liderar a claque de todos nós nos jogos do Mundial. O que seria uma vergonha mais, para um sistema político e desportivo que já carrega, em ruidoso silêncio, uma culpa imensa por tudo isto ter chegado ao estado a que chegou.»

Vergonha!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

"Vocês sabem do que estou a falar"!...


Alguma vez o "palmelão" teria de dizer a verdade...

"Vocês sabem do que estou a falar"!...

Leoninamente,
Até à próxima

Em caixa!!!...



Em caixa!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

Com apenas um pau, mata dois coelhos!!!...


«O Conselho de Disciplina da FPF instaurou um megaprocesso disciplinar na sequência dos incidentes ocorridos no final do jogo do campeonato entre FC Porto e Sporting, realizado a 11 de Fevereiro.

FC Porto SAD, Matheus Reis e vários funcionários dos dragões estão entre os visados desta "convolação do processo de inquérito n.º 18 – 2021/2022, instaurado em 15.02.2022, tramitado na Comissão de Instrutores da LPFP, e concluído por esta em 09.05.2022", como revela o Conselho de Disciplina da FPF em comunicado.

Em causa estão, nomeadamente, agressões a Matheus Reis, levadas a cabo por funcionários da manutenção da publicidade estática do Estádio do Dragão, os denominados coletes azuis. O processo inicial incluía ainda factos como o arremesso de cadeiras de plástico para o relvado ou ainda o arremesso de um projéctil para dentro das quatro linhas.

"O processo foi enviado, dia 17 de Maio de 2022, à Comissão de Instrutores da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, ficando excluída a publicidade até ao fim da instrução", acrescenta o órgão presidido por Cláudia Santos, na informação disponível no site da FPF.

No texto relativo ao processo disciplinar n.º 110 - 2021/2022 , são revelados os agentes desportivos relativamente aos quais o CD vai apurar as responsabilidades. "Instauração de processo disciplinar a João Paulo Vieira de Sousa, a Ricardo Manuel Vasconcelos Carvalho, a Carlos Miguel Alves Carvalho, à Futebol Clube do Porto – Futebol SAD, a Matheus Reis de Lima, a Manuel Silva, a Cláudio Filipe Nova e a Carlos Elias, por deliberação da Secção Profissional, de 17 de Maio de 2022, tendo por objecto factos ocorridos em jogo a contar para a Liga Portugal BWIN", refere a decisão do Conselho de Disciplina.

Directores e coletes

Entre os nomes referidos, João Sousa, Ricardo Carvalho e Carlos Carvalho são diretores do FC Porto, ligados à direcção de campo e de segurança.

Manuel Silva, Cláudio Filipe Nova e Carlos Elias, segundo Record apurou, são funcionários de uma empresa contratada pelo FC Porto que estavam de serviço no jogo, o que significa que foram eles os portadores de coletes identificados por parte das agressões, nomeadamente a Matheus Reis.

Risco de interdição

O Sporting, recorde-se, tem vindo a bater-se pela interdição do Estádio do Dragão, cenário que continua de pé, mas dependente da interpretação do CD.

As agressões a jogadores do Sporting perpetradas por elementos credenciados pelo FC Porto podem levar à aplicação do Artigo 118.º do Regulamento Disciplinar, relativo a "inobservância qualificada de outros deveres", que determina a interdição de um a três jogos. O mesmo prevê somente a aplicação de multa, opção seguida no passado em casos como a agressão a Pizzi por um adepto, no Dragão, em 2017/18 (2.860 euros), bem como a um árbitro assistente pelo ‘Diabo de Gaia’, na Luz, em 2008/09 (2.600 euros).»
Por Vítor Almeida Gonçalves

Dona Xepa deu, finalmente, um ar da sua graça, mas... adivinha-se o desfecho...

Com apenas um pau, mata dois coelhos!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

Toda a sorte do mundo!!!...


É de acreditar que, finalmente, terão terminado as filmagens de campo de tão emocionante "trabalho cinematográfico": a novela está pronta, todos os protagonistas irão agora gozar as merecidas férias e a 27 de Junho, o "realizador" dará início aos habituais e necessários "trabalhos de montagem"!...

Adivinha-se o sorriso rasgado de "HideLeo"

De leão ao peito, Hidemasa Morita cumpre finalmente o seu sonho e nós, Sportinguistas, apenas lhe desejamos...

Toda a sorte do mundo!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

Quem vai ao leme é que define o rumo!...


Sem ousar colocar em causa o valor de João Virgínia, cujo exemplar comportamento enquanto defensor da gloriosa verde e branca que envergou será sempre de realçar, o valor da cláusula de opção de compra no final do empréstimo sempre me pareceu excessivo, tendo em conta outras posições do plantel, quiçá mais prioritárias.

Compreender-se-á assim, nesta condição, a posição do Sporting, cujos responsáveis nunca poderão deixar de ter um olhar mais abrangente, já que a saúde financeira não se alcança com milagres.

Dentro da mesma linha de actuação não terá constituído qualquer surpresa a renovação por mais um ano - até Junho de 2023 - do guarda-redes André Paulo, anunciada pelo Sporting durante o dia de ontem.

Quem vai ao leme é que define o rumo!...

Leoninamente,
Até à próxima

quarta-feira, 25 de maio de 2022

10 milhões é muito dinheiro!!!...


«Renan, Tiago Ilori, Idrissa Doumbia, Eduardo Henrique, Battaglia, Rafael Camacho, Pedro Marques, Pedro Mendes, Sporar, Luiz Phellype e Slimani. Não fosse o excesso de jogadores ofensivos e o Sporting até poderia apresentar este onze na próxima época pois todos eles têm contrato com os leões e, em conjunto, apresentam um custo superior a 10 milhões de euros anuais em massa salarial. O problema é que não entram nas contas de Rúben Amorim, e uma das missões prioritárias de Hugo Viana será encontrar uma colocação para estes jogadores ou, em último caso, acertar a rescisão contratual para baixar o prejuízo.

Todos os processos são distintos, e enquanto há jogadores para os quais até poderá ser relativamente fácil encontrar uma solução, existem outros que se poderão revelar mais problemáticos. No topo da lista está Slimani que chegou em Janeiro e ainda tem mais um ano de contrato com o Sporting, mas Rúben Amorim foi claro em afirmar que o futuro não passa por Alvalade, uma decisão na qual contou com o apoio total da direcção. O problema é que o internacional argelino tem 33 anos e um vencimento líquido de 1,6 milhões de euros, um montante que diminui em muito o leque de clubes disposto a recebê-lo. O jogador por enquanto encontra-se na Argélia à espera de uma nova chamada para a selecção enquanto mantém a forma com a ajuda de um preparador físico. Até à data surgiram rumores do interesse dos sauditas do Al Hilal e do Fenerbahçe que está a negociar com Jorge Jesus. Foi justamente com JJ que o avançado atingiu o seu pico de forma, mas só poderá ser uma solução caso o técnico assine. Contudo, mesmo nesta situação, a situação será analisada pelo clube turco pois na lista Jesus está também o benfiquista Seferovic, um concorrente de peso. Recorde-se que em 18/19 o ponta-de-lança já representou o Fenerbahçe, por empréstimo do Leicester, tendo então disputado 25 jogos oficiais e marcado cinco golos...

Contratações falhadas

Quando tomou posse em 2018, Frederico Varandas tinha pouco dinheiro em caixa e uma formação a viver um momento de instabilidade bem espelhada na eliminação da equipa B. Mediante este cenário, a direção foi obrigada a apostar em jogadores de baixo custo oriundos de ligas menos competitivas como sucedeu com Tiago Ilori que jogava no Reading do segundo escalão do futebol inglês, e Idrissa Doumbia que representava os russos do Akhmat Grozny. Estes dois reforços implicaram um investimento superior a 6 milhões de euros, e não se conseguiram impor em Alvalade. Na última época, o central alinhou no Boavista e o médio nos belgas do Zulte Waregen, mas ambos sabem que não entram nos planos de Rúben Amorim em 2022/23 apesar de terem contrato válido até Junho de 2024. Juntos têm um peso anual de quase dois milhões de euros brutos no bolo salarial dos leões, e caso a SAD não consiga transferir novamente o seu passe, o cenário mais provável passa por novas cedências.

Igualmente problemática é a situação de Rafael Camacho que chegou à Academia oriundo do Liverpool em 19/20, e assinou um contrato válido por cinco épocas. Além dos cinco milhões de euros que o Sporting pagou ao clube inglês, o extremo ainda garantiu um vencimento de aumento progressivo que já atinge 1,6 milhões de euros limpos. Aos 22 anos, o atacante continua a ser um jovem com margem de valorização e progressão, mas as lesões que sofreu na última época ao serviço do Belenenses SAD impediram-no de jogar regularmente dificultando assim uma nova colocação. A saída para um clube estrangeiro afigura-se como a saída mais provável e, dado o salário, é provável que também seja novamente emprestado.

Quatro avançados com vínculo

Rúben Amorim já pediu à direção a contratação de mais um avançado que possa colmatar a saída de Slimani, pois considera que os atacantes ligados ao clube não possuem as características para os esquemas táticos que pretende implantar. Luiz Phellype (OFI Creta), Sporar (Middlesbrough), Pedro Mendes (Rio Ave) e Pedro Marques (Famalicão) continuam vinculados e esperam por instruções em relação à nova temporada. Sporar aufere um salário anual bruto de dois milhões de euros, e a solução passava pela sua transferência para o Middlesbrough, que acabou por não se concretizar, uma vez que o clube do norte de Inglaterra falhou o acesso à Premier League. A contratação do internacional esloveno implicou um investimento de 7,5 milhões de euros, e a prioridade em Alvalade ainda é recuperar este valor no defeso. À partida Luiz Phellype, Pedro Mendes e Pedro Marques terão menos dificuldades de colocação pois têm vencimentos consideravelmente mais baixos.

Renan passou dois anos a treinar

A situação de Renan Ribeiro ilustra bem os problemas que os clubes enfrentam quando as partes se extremam. O guardião está há dois anos sem disputar qualquer jogo oficial pelo Sporting, mas durante a época continua a deslocar-se diariamente à Academia para treinar. O guardião ainda tem mais um ano de contrato, e é possível que aproveite a próxima janela de mercado do futebol brasileiro para resolver a sua situação. Aos 32 anos, o guardião tem sido sondado frequentemente para voltar ao Brasil, mas as ofertas que recebeu não igualavam o salário anual de 1,2 milhões de euros brutos que aufere em Alvalade. As partes também já reuniram para acordarem a rescisão, mas nunca foi alcançado um consenso e a situação mantém-se inalterada. Certo é que este defeso será a última oportunidade para a SAD reaver algum do investimento efectuado pois, em Janeiro, o atleta fica livre para escolher o seu futuro.

Numa situação semelhante está Rodrigo Battaglia que foi cedido ao Maiorca sem cláusula de opção, e corre o risco de ter de voltar a apresentar-se na Academia se entretanto não encontrar uma solução. O internacional argentino recebe 1,8 milhões de euros brutos por ano, um valor que o coloca no topo das prioridades na lista de saídas. Resta abordar a situação de Eduardo Henrique que passou os últimos meses na Arábia Saudita, ao serviço do Al Raed. Com mais dois anos de contrato, o brasileiro também deve prosseguir a carreira fora de Portugal.

Gonzalo Plata e Jovane

Dois casos distintos são Gonzalo Plata e Jovane, dois jogadores do plantel principal, mas acabaram por sair para poderem jogar com maior regularidade. Conforme Record avança na edição de hoje, o internacional equatoriano tem-se destacado no Valladolid, e caso o clube assegure a subida a La Liga vai tentar segurá-lo por um valor abaixo dos 10 milhões de euros que constam na cláusula de opção. Neste caso convém assinalar que se trata de um jogador com presença garantida no Mundial do Quatar, mas do qual o Sporting só detém 50% do passe.

Já Jovane Cabral foi cedido à Lazio, em janeiro, mas não alcançou os objetivos que obrigavam o clube transalpino a ficar com o seu passe a troco de oito milhões de euros. O extremo até tem sido utilizado com frequência por Rúben Amorim, mas nunca conseguiu manter o nível exibicional que lhe garantisse a titularidade no Sporting. O atacante termina contrato em junho de 2023, e a direcção leonina começa a perder margem de manobra no processo.

O Sporting inicia a época 22/23 a 27 de Junho, e o mais provável é que a maioria destes processos continue em aberto. Se este cenário se verificar, uma vez mais, a maioria destes jogadores terá de apresentar-se em Alcochete onde treinarão à parte até haver o tão esperado fumo verde.
(João Soares Ribeiro)

Eis aqui porventura a missão mais difícil para Hugo Viana! Aliviar a SAD de uma carga salarial quase obscena, não deverá ser tarefa nada fácil. Veremos dentro de um mês se a situação já apresenta significativas melhoras!...

10 milhões é muito dinheiro!!!...

Leoninamente,
Até à próxima