terça-feira, 2 de junho de 2020

Sempre preparados para a vitória!!!...


"Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não"!...

Sempre preparados para a vitória!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

A honrosa tradição do Sporting!...




«Tendo em conta a alínea número 3 do artigo 19.º dos Estatutos do Sporting Clube de Portugal, onde consta que “a numeração dos Sócios é actualizada nos anos terminados em zero e cinco, com a correlativa substituição dos cartões de Sócio”, o Clube informa que vai proceder à actualização do número de Sócios activos, ou seja, Sócios cujas quotas se encontram regularizadas.

A renumeração vai realizar-se no mês de Julho de 2020, durante o qual serão enviados aos Sócios os cartões provisórios com o novo número. Os novos cartões são enviados apenas no início da temporada 2020/2021.

Neste âmbito o Sporting Clube de Portugal Clube informa que está a ser desenvolvido um cartão de Sócio inovador, com novidades gráficas e tecnológicas, que o Clube irá revelar em breve.

Consciente das dificuldades que muitos Sportinguistas enfrentam devido à pandemia de COVID-19 e às consequências da mesma, o Sporting Clube de Portugal lançou a campanha “EU SOU - Renumeração 2020”, permitindo o regresso de Sócios antigos em condições especiais de regularização até 30 de Junho.

Importa salientar que a renumeração abrange todos os Sócios com quotas por regularizar até ao período máximo de dois anos.»


Que esta renumeração confirme e reforce, mais uma vez...

A honrosa tradição do Sporting!...


Leoninamente,
Até à próxima

FILHO ÉS, PAI SERÁS!!!...



Marcus Thuram ajoelhou-se e tornou-se o rosto do futebol europeu na luta pela igualdade
É filho do antigo campeão do Mundo Lilian Thuram (LEITURA OBRIGATÓRIA)

FILHO ÉS, PAI SERÁS!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

"Pero que los hay, los hay"!!!...


Rúben é bandeira de esperança

«A questão é antiga e não tem resposta que satisfaça a curiosidade de quem a coloca periodicamente: de quanto tempo precisa um treinador para construir uma equipa, incutir-lhe as suas ideias e vê-la jogar segundo os seus princípios técnicos, tácticos e estéticos? Na impossibilidade de avançar um número concreto de dias, semanas, meses e até anos, convencionou-se apenas que a operação é morosa, delicada e contingente. Vários mestres do jogo abordaram o tema com fundo científico e todos coincidiram na ideia de que a questão, na maior parte dos casos, é mais aproveitada como álibi para explicar insucessos.

José Mourinho sempre defendeu que o treinador necessita de muito menos tempo do que reclama para formar conjuntos fortes e ganhadores. Não se trata de consegui-lo à custa de passes de magia ou dos favores da Divina Providência; a execução de uma tarefa tão delicada não se mede por minutos, horas ou dias. Para isso é imperioso conjugar factores distintos, todos relevantes, como ideias certeiras, avaliação correcta do meio, boa relação com os jogadores e capacidade para deles tirar o melhor do seu talento. Sporting e Rúben Amorim cruzaram-se no meio de um terramoto emocional, cujas consequências ainda não foram medidas com precisão. O clube foi apanhado na ressaca de conflitos internos, que a escolha de treinador inexperiente e excepcionalmente caro acentuou em grande medida; RA assumiu responsabilidade, aos 35 anos, entre intermináveis zaragatas, cujo eco foi aumentado pela ausência de habilitações para o cargo.

Em Braga, RA tornou-se herói em menos de dois meses de trabalho. Pelos resultados – 10 vitórias em 13 jogos, cinco das quais com FC Porto (2), Sporting (2) e Benfica – mas principalmente pela forma como os construiu. Deslumbrou como general brilhante e não como vendedor de banha da cobra; revelou-se líder de corpo inteiro, que os jogadores seguiram de olhos fechados – e ninguém melhor do que eles para distinguirem um professor de um demagogo, um sábio de um charlatão, um comandante de um mero capataz. RA apresentou um plano claro, bem fundamentado, exequível e definidor de treinador preparado para todas as batalhas. Como conhecia o meio e teve resposta para todas as dúvidas, a afirmação foi breve, clara e indiscutível. O Sp. Braga viveu num paraíso raro no futebol.

Em Alvalade, o bom senso aconselha moderação, paciência e passos seguros para o futuro, mas a realidade reclama urgência na resposta às pretensões da família verde e branca. RA só tem de escolher uma estética, definir um estilo e fazer vingar um ideal futebolístico respeitador da história do clube; terá de satisfazer a sensibilidade de adeptos exigentes com os valores da sua identidade e do eterno desejo de se sentirem representados em campo. RA entrou em Alvalade com a época perdida. Trata-se de uma via transitória para se abalançar na empreitada de gerar felicidade comunitária, que terá de arrancar dos escombros de 18 anos marcados por sucessivas decepções, viagens ao inferno e momentos de desvario colectivo.

RA tem imagem de competência, propagada em surdina no meio futebolístico, antes mesmo de ser posta à prova em Braga. Ao trocar um lugar onde era feliz, querido e desejado, por outro, maior e mais exigente, onde impera a dúvida, a desarmonia e a desconfiança, aceitou pôr-se à prova, correndo riscos como figura inspiradora de um novo ciclo. RA é uma bandeira de esperança para devolver o sorriso aos adeptos; é o ás de trunfo de um projecto, sem medo das sucessivas tempestades que engoliram os seus antecessores, convicto de que, mesmo assim, pode ser ele o ponto de partida de um trajecto que visa cruzar-se com uma centenária história feita de glória...»
(Rui Dias, De pé para pé, in Record, hoje às 16:17)


Conhecem os meus leitores mais antigos e assíduos a ideia que tenho sobre a generalidade dos textos do jornalista Rui Dias que, a meu ver, sempre usou e continua a preferir um critério apertado na escolha dos temas que se propõe tratar com o seu sempre inconfundível estilo. Adivinho que por detrás do texto que hoje nos oferece estará algo parecido com aquilo que terá levado Frederico Varandas a 'colocar a cabeça no cepo' e arrastado consigo uma boa mão cheia de sportinguistas, onde me incluo, que também acreditarão na possibilidade de Rúben Amorim fazer o "milagre" que Alvalade há quase duas décadas implora...

Poderão chamar-lhe o que quiserem, 'sexto-sentido', intuição, premonição ou fé, que em verdade vos afirmarei a minha convicção de que tudo isso poderá estar  tão próximo quanto distante da realidade...

O que me interessa enaltecer aqui e agora e que muito provavelmente poderá vir a explicar tudo o que eventualmente possa vir a acontecer em Alvalade, será todo o conteúdo da extraordinária mensagem que Rui Dias transmite no último parágrafo deste seu soberbo texto de hoje. É que na bandeira de esperança que brilha no olhar de Rúben Amorim, somada à inteligente eloquência do seu silêncio para o exterior e que parece contrastar com as notórias certezas que já terá conseguido transmitir a todos os homens que comanda, poderão estar os reais indícios do "milagre"...

E eu, que nem acredito em milagres!...

"Pero que los hay, los hay"!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

A vergonha maior do povo que somos!!!...



Eduardo Galeano, citando um outro pensador, creio que brasileiro, terá afirmado um dia que "a Justiça seria como a serpente, apenas morderia os pés descalços"!... 

Aceitando o desafio implícito neste texto de Pedro Adão e Silva, será muito difícil catalogar com que tipo de réptil deveremos catalogar a "Justiça criminal em Portugal", na medida em que parece morder, indiscriminadamente, tanto "pés descalços" quanto "calçados", qual anaconda que apenas terá em conta, não o instinto natural que a fome determine, mas o prazer de sentir o estertor das vítimas nas suas entranhas!...

Marinho e Pinto terá uma grande parte da razão, quando aponta a divinização e impunidade total que presumem todos quantos "são ungidos pelos santos óleos da magistratura judicial", normal e recorrente escapatória para a acumulação de insucessos vários nos caminhos difíceis e exigentes da advocacia...

A Justiça em Portugal será, hoje por hoje e muito provavelmente...

A vergonha maior do povo que somos!!!...

Leoninamente,
Até à próxima 

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Adeus e vai-te embora!!!...


Pôr os pontos nos 'is' é a ordem do dia

«O assunto que eu menos desejo abordar neste espaço, hoje e já há algum tempo, é o ex-presidente destituído. Tornou-se vincadamente repugnante relembrar o personagem e os seus mais de cinco anos à frente do Sporting Clube de Portugal.

Por força das circunstâncias, nomeadamente o desfecho do julgamento sobre a invasão à Academia, sentimos a obrigação de voltar a comentar o evento e, inevitavelmente, quem presidia ao Clube nesse período.

Com este post, pretendo fechar o "livro" e é o meu mais sincero desejo não ter de voltar a o abrir num futuro próximo. Dito isto, não o faço sem primeiro dizer algumas coisas que me vão no íntimo e uma vez que não estou aqui com a intenção de agradar a gregos e troianos, também não me incomoda muito ferir algumas sensibilidades.

Ao longo da sua existência centenária, o Sporting Clube de Portugal agregou bons e maus dirigentes, bons e maus presidentes, mas Bruno de Carvalho chama a si a distinção de ser a figura mais ignóbil que já representou o nosso Clube.

É um ser humano de baixos valores morais ou éticos, mentiroso compulsivo e sobretudo obsceno, que não olha a meios para servir os seus interesses pessoais. Um insignificante anónimo da sociedade, surgiu em Alvalade através do pára-quedas populista, com o ínfimo condão de agregar à sua volta um agrupamento de ideólogos de baixo nível, energúmenos e alguma boa gente que se deixou iludir pela proverbial banha da cobra.

Ocasionalmente já apelidei alguns de anormais, mas mesmo reconhecendo que a maioria não o é, só anormalidade pode verdadeiramente demarcar quem ainda hoje o segue depois do muito que ocorreu nos últimos anos e que, de certo modo, ainda persiste.

Só esta condição excepcional pode realmente explicar o não reconhecimento que a recém-absolvição de Bruno de Carvalho no Tribunal de Monsanto não infere de modo algum a sua total inocência e isenção de responsabilidade, directa ou indirecta, na infame invasão à Academia Sporting.

Podemos imaginar interpretações subtis e atirar para o meio da discussão os argumentos mais criativos e fantasistas, mas a análise final, hoje e eventualmente nos anais históricos, por mentes sensatas, só poderá ser que o evento só surgiu no pensamento dos malfeitores e levado a cabo, pela simples razão de Bruno de Carvalho ser o presidente do Clube, tendo ele tomado parte ou não no todo do processo.

Nunca tive grande esperança de haver total condenação, apenas e tão só porque não confio na Justiça portuguesa. Por conseguinte, o veredicto de registo desapontou, sem dúvida, mas não surpreendeu.

Onde sempre depositei bastante confiança num ajuste de contas foi nos resultados de uma auditoria. Uma foi de facto efectuada no início do consulado de Frederico Varandas, mas com um desfecho muito insatisfatório, ou porque não investigou ao nível mais desejado ou ainda porque os actuais dirigentes decidiram que não beneficiaria a imagem do Sporting vir lavar roupa suja na praça pública. De qualquer modo, não há acusações dirigidas ao ex-presidente destituído porque não há provas, mas, mesmo assim, não se livra de suspeitas. Aquela sua choradeira no Tribunal sobre a falta de meios para transporte público, marcou-me decisivamente, neste contexto.

Ainda fica muito por dizer, mas já escrevi mais do que era a minha intenção inicial. Sei antecipadamente que este texto não vai agradar a uns quantos leitores, mas como referi logo no início, não estou aqui para agradar a ninguém.

Para aqueles cujo primeiro instinto é de denegrir e insultar por todos os meios, aconselho-vos a não perder tempo precioso, dado que essas 'obras' não serão lidas por mim e muito menos publicadas.»
(Rui Gomes, in Camarote Leonino, em 31 de Maio de 2020, as 04:48)


Com a devida vénia a Rui Gomes, autor do blog 'Camarote Leonino',  sirvo-me do "réquiem" com que pretendeu celebrar as exéquias do destituído, em primeiro lugar pelo motivo óbvio de partilhar o seu assertivo pensamento de "fechar o livro" e não o voltar a abrir num futuro próximo e, em segundo lugar, porque dois leões a repetirem as mesmas palavras sobre tão insignificante 'figurinha', já seriam demasiados leões!...




Acrescentarei apenas, como legenda de um dos mais felizes de todos os cartoons, entre os inúmeros que a sua caricata figura terá sugerido a tantos e tantos dos nossos artistas...

Adeus e vai-te embora!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

Tenho cá uma vaidade por ser do Sporting!!!...


Política com futebol

«A esperada candidatura de Pinto da Costa é a cristalização do status quo. É o que acontece quando o homem e a sua criação se fundem num só. Os tempos de crise desaconselham saltos no desconhecido, mas são também oportunidades para a mudança. Não vai acontecer.

Uma das coisas que não muda é a apetência pelas relações íntimas entre o futebol e a política. Rui Moreira é um dos nomes de Pinto da Costa na lista ao Conselho Superior do FC Porto. É compreensível que o presidente dos dragões o queira na sua recandidatura à liderança: o autarca é popular na cidade, acrescenta notoriedade e prestígio.

O conselho superior é um órgão consultivo, com 20 elementos, que zela pelos estatutos do clube, emite pareceres e apresenta sugestões à direcção. Mas não é só por isso que Rui Moreira lá está. Como outros na lista, caso do vereador e eurodeputado Manuel Pizarro, conta a sua influência política.

Se Fernando Medina, um portuense adepto do Benfica, integrasse uma lista idêntica no clube da Luz era arrasado na praça pública. Um presidente da câmara tem direito a ter as suas preferências clubísticas, mas não deve aceitar cargos num clube, mesmo que honoríficos, porque isso significa atribuir um estatuto de preferência. Em suma: o FC Porto até pode convidar, Rui Moreira deveria declinar. Na Invicta, só Rui Rio achava que os dois mundos tinham de andar separados.

Rui Moreira também tem interesse em estar na lista de Pinto da Costa. Não que precise disso para vir a ser bem-sucedido numa candidatura a um terceiro mandato à frente da Câmara do Porto, mas marca pontos junto da maior parte . Para o empresário, agora edil, é também uma forma de afirmar o FC Porto como símbolo do Norte no combate ao centralismo da capital.

O FC Porto, que tão crítico foi, e bem, da escolha de uma deputada do PS, alegadamente próxima do Benfica, para liderar o conselho de disciplina da federação, também não prescinde das pontes com a política ou a justiça. Tal como o clube lisboeta, de resto. Nisso os rivais são unha com carne.

É por esta e por outras que depois saem artigos no 'The New York Times' sobre o país onde o futebol é um "Estado soberano". Na verdade, esta concubinagem penaliza a imagem de ambos. Quando se está debaixo de uma nuvem de descrédito, é mais difícil ter crédito. Literalmente.

Na entrevista que dá ao Jornal de Notícias, Pinto da Costa critica a indisponibilidade do Novo Banco para emprestar dois milhões ao FC Porto para facilitar o pagamento de ordenados contra a apresentação de garantias. O líder dos azuis e brancos sabe que a banca está impedida pelo regulador de aumentar a exposição aos clubes de futebol, mais ainda no actual contexto e estando em causa uma SAD que tem capitais próprios negativos. Só pode queixar-se de si próprio.

Se as finanças e a imagem do futebol português fossem outras, Pinto da Costa não tinha de ir pedir dinheiro emprestado a um banco alemão.»

Quando recordo a carta enviada ao PMAG do Sporting, por Francisco Rodrigues dos Santos, então vogal do Conselho Directivo do Sporting, antes de se candidatar à liderança do CDS/PP, redigida nos seguintes termos:

"Uma vez que me proponho a alcançar uma posição política de elevado grau de responsabilidade nacional, entendo que a simples assunção desse objectivo poderia conflituar com o meu lugar no Sporting. Embora os estatutos do clube permitam a legal conciliação entre as minhas actuais e possíveis futuras funções, entendo ser meu dever prevenir eventuais incompatibilidades éticas e morais, agindo em defesa da lisura e da transparência com que sempre pautei a minha conduta pública e privada"...

Tenho cá uma vaidade por ser do Sporting!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

Será assim, ou Amorim terá outra ideia?!...

Este homem vai jogar até aos 40?!...

Wendel continua à parte
Duas baixas para Guimarães

O plantel do Sporting voltou a trabalhou na manhã desta segunda-feira, na Academia, com vista ao jogo com o V. Guimarães, agendado para a próxima quinta-feira, às 21.15 horas, no Estádio D. Afonso Henriques.

Apenas com as excepções de Wendel e Luiz Phellype, ambos a recuperar das  respectivas lesões, não estiveram às ordens de Rúben Amorim que, segundo adiantou o Clube, se terá focado "no rigor e na intensidade que quer nos jogos, recebendo resposta positiva por parte do grupo".

O médio é baixa confirmada para Guimarães, assim como Luiz Phellype, que prossegue o plano de recuperação à ligamentoplastia no joelho direito realizada no início do ano.

Novo treino está agendado para amanhã, a partir das 10 horas, na Academia, em que Rúben Amorim decerto retirará as últimas ilacções sobre o onze titular que deverá apresentar na Cidade Berço e cujo desenho me atrevo desde já a adivinhar:

Maximiano; Neto, Coates e Mathieu: Ristovski, Battaglia, Matheus Nunes e Acuña; Plata, Sporar e Vietto.

Será assim, ou Amorim terá outra ideia?!...

Leoninamente,
Até à próxima

"Em futebol o que hoje é verdade amanhã é mentira"?!...


Sporting procura sucessor para Mathieu
Amorim está preparado para não ter o gaulês em 2020/21 e o Sporting já faz diligências para ter central com perfil similar (LINK)

Que Jérémy Mathieu ainda não tenha decidido a opção que necessariamente terá de fazer, todos compreenderemos. Desejará fazê-lo com mais sustentação apenas no final desta nova etapa da Liga e ninguém lho poderá levar a mal. Mas que no caso de optar por terminar a sua carreira no final do remate da temporada de 2019/20, o Sporting procure um seu sucessor no mercado externo é que poucos sportinguistas compreenderão!...

O sucessor do excelente central francês há muito que está encontrado:  com apenas alguns poucos centímetros a menos na altura, canhoto e tecnicista como ele, residindo a diferença apenas no facto de ter metade da sua idade! Até já a Rúben Amorim não terá Gonçalo Inácio passado despercebido, razão pela qual o fez subir ao plantel principal...

O diamante estará agora nas mãos do lapidador! E todos nós, a começar pelo técnico, passando pelos adeptos e terminando no próprio jogador, teremos de ter muita paciência e compreensão até que o talento que se lhe reconhece comece a ser despejado por esses relvados fora...   





Ou não será essa a mensagem de Varandas, todos os seus pares e respectiva estrutura do futebol?! Ou será que pretenderão fazer a demonstração, com a sua verve ondulante ou mesmo sinusoidal, da "grande descoberta" que Pimenta Machado há tantos e tantos anos nos ofereceu...

"Em futebol o que hoje é verdade amanhã é mentira"?!...

Leoninamente,
Até à próxima

"Deixem jogar o Mantorras"!!!...


Vi a capa de jornal Record de hoje, assim, "à minha maneira"! Que os meus leitores me permitam, mas tive de concluir, como alguém aqui há uns anos...

"Deixem jogar o Mantorras"!!!...

Leoninamente,
Até à próxima