domingo, 26 de novembro de 2017

Apetece mandá-lo de volta à sua origem!...


Como qualificar o jornalismo capaz de tamanha, vil e insultuosa accão e quanta baixeza de meios e processos, senhor Vitor Serpa?!...

Com o devido respeito por quem o pariu... 

Apetece mandá-lo de volta à sua origem!...

Leoninamente,
Até à próxima

É na Segunda Liga!!!...


Como se não houvesse amanhã?! Mas o amanhã já está perfeitamente definido...

É na Segunda Liga!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

Quanto ao pénalti reclamado, não me façam rir!...





E foi assim! Por trás e sobre o tendão de Aquiles! Com boa ou má vontade o Rui Costa só podia ter feito o que fez! Assim tivessem outros "padrecos" a coragem que foi capaz de demonstrar!... 

Quanto ao pénalti reclamado, não me façam rir!...

Leoninamente,
Até à próxima

sábado, 25 de novembro de 2017

"Yo no creo en las brujas, pero que las hay, las hay"!...



Há quem se mostre muito relutante em venerar o general-doutor Nhaga!...

"Yo no creo en las brujas, pero que las hay, las hay"!...

Leoninamente,
Até à próxima

Trazer os três pontos nesta sempre difícil deslocação!...



Esta fotografia divulgada há pouco pelo Sporting no Twitter, com a comitiva leonina a viajar esta tarde para Paços de Ferreira, além de confirmar a presença de Acuña entre os convocados, traz-nos também a surpresa da primeira presença de Bryan Ruiz esta época, o que significará com grande margem de certeza, que Jorge Jesus estará mesmo a pensar no internacional costariquenho no sentido de aliviar a carga de esforço que tem solicitado ultimamente a alguns elementos do ataque leonino.

Uma excelente oportunidade para os treinadores de bancada não terem de esperar pela divulgação da convocatória completa - agendada apenas para as 15:00 de amanhã - para começarem a pensar no onze titular. Porém, fundamental e importante será...

Trazer os três pontos nesta sempre difícil deslocação!...

Leoninamente,
Até à próxima

Fizeram-lhe crer que estava no Dubai!...




"ERA DO SPORTING, MAS BASTOU-ME UM JOGO PELO BENFICA PARA ME TORNAR ADEPTO" 

«... O meu pai treinava uma equipa na minha cidade e eu, com sete anos, comecei a jogar lá. Depois, o Benfica viu-me a jogar e, com oito ou nove anos, fui para Lisboa jogar. Quando cheguei ao Benfica, era adepto do Sporting. São rivais de cidade, tal como aqui o Sampdoria-Génova. Depois de chegar ao Benfica, disseram-me que, se queria jogar lá, tinha de ser adepto do clube, e eu concordei. Bastou jogar o meu primeiro jogo tornei-me logo adepto...»
(Pedro Pereira, em 7 de Outubro de 2015)

"OH PAI, EU ACHO QUE O RUI VITÓRIA NÃO GOSTA É DE MIM"

«... O maior desejo do Pedro é, eventualmente, regressar a Itália e continuar a carreira dele. O melhor é sair em Janeiro. No Benfica não está a fazer nada, está a perder-se e a desvalorizar no mercado (...) O Pedro diz 'oh pai, eu acho que o Rui Vitória não gosta é de mim'...»
(Pai de Pedro Pereira, em 24 de Novembro de 2017)

Enganaram o rapaz. Fizeram-lhe crer que estava no Dubai!...

Leoninamente,
Até à próxima

A melhor da semana!...



A melhor da semana!...

Leoninamente,
Até à próxima

Raios me partam se eu me permitisse votar contra!...



Cá para mim, a "armadilha Gaitan" hoje posta a circular na imprensa desportiva cá do pântano, ainda a madrugada era uma criança,  cheira-me a "jogada de cartilha" pensada e implementada à janela de umas águas furtadas de uma qualquer rua pouco recomendada: oferece-se o rapaz ao Sporting, antes de se concretizar a vinda dele para  a "academia do Dubai" e lá voltamos nós a "coleccionar" mais uma vitória para oferecer aos nossos infelizes adeptos, a quem ultimamente só lhes temos oferecido derrotas.

Só que daquelo lado da rua ainda se estará a digerir - e a pagar com língua de palmo! - o empréstimo do "famoso Gabigol" e ninguém me convencerá que o "orelhas" ande com pachorra para se meter nessas corridas, pelo que sendo assim... 

Quanto mais não fosse por causa da "comovedora azia" que a "operação" faria despoletar nuns tantos milhões de "tristes conformados"...

Raios me partam se eu me permitisse votar contra!...

Leoninamente,
Até à próxima

Olhem que a bota bate certa com a perdigota!...


O PENTA É UMA MIRAGEM

«São demasiados os equívocos que afectam o Benfica, mas há um que é mais flagrante do que os outros: a passividade com que se aceitou a quebra de nível do plantel. O campeão perdeu Ederson, Nélson Semedo e Lindelöf poucos meses depois de também ter vendido Gonçalo Guedes, que é ‘apenas’ a estrela do momento em Espanha. Já para não falar em Mitroglou, que apontou a ninharia de 52 golos (!) em duas épocas na Luz. Saiu demasiada qualidade sem que entrasse qualquer verdadeiro reforço. Como se não bastasse, o treinador continua sem conseguir ‘sacar’ rendimento de um craque como Rafa – incompreensivelmente arrumado a um canto do Seixal. Fatal.

As dúvidas continuam a crescer e ninguém consegue prever que equipa veremos daqui para a frente: em 4x3x3 ou 4x4x2? E porque foi Gabigol inscrito na Champions e não Krovinovic? Que mal fez Samaris para ficar de fora em Moscovo, ultrapassado na curva por Filipe Augusto? E quem terá acreditado que Douglas poderia ser solução? E porque não param as lesões e recaídas? O que se passa, já agora, com Júlio César?

Mesmo com tanta derrapagem, uma vitória amanhã diante do V. Setúbal e outra na 6.ª feira, no Dragão, mudariam a história e colocariam de novo o Benfica na rota do penta. Só falta perceber como isso será possível.»


Conhecendo-se sobejamente o papel que esta criatura representa na divulgação e expansão da "cartilha de defenestração escarlate", depois desta singular crónica, as minhas reservas sobre o colossal pontapé que o "derrotas" estará na iminência de levar nos fundilhos, deixaram de estar em suspenso: o sonso muito dificilmente comerá o bolo-rei da pastelaria da Luz!...

Olhem que a bota bate certa com a perdigota!...

Leoninamente,
Até à próxima

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Rui Santos continua a fazer um excelente campeonato!...


RUI VITÓRIA NO PINO DA CONFUSÃO

«É sempre assim. Todos os treinadores têm os seus ciclos. Uns mais duradouramente vitoriosos e outros menos. Depende de muitos factores.

De que dependem os treinadores? Dependem da capacidade económico-financeira dos clubes para os quais trabalham. Dependem da qualidade dos jogadores. Dependem da natureza da intervenção dos presidentes e dirigentes que os rodeiam e os (não) suportam. Dependem das organizações que os (não) sustentam. E dependem, naturalmente, de si próprios: da capacidade de liderança (ou seja, da perícia de fazer acontecer), das decisões que tomam, da forma como comunicam e daquilo que é a sua apetência para perceberem o mundo global do futebol, independentemente dos seus conhecimentos na área técnico-desportiva.

Rui Vitória atravessa a sua fase mais difícil desde que chegou à Luz – e tudo porque não começou bem a época, sendo neste momento o último dos três ‘grandes’ no campeonato e a protagonizar uma situação impensável no momento do sorteio para a presente edição da Champions, correspondente a zero pontos na fase de grupos, com 5 dos 6 jogos realizados. Impensável, mesmo!

Bem se sabe que Rui Vitória entrou na Luz para corporizar a antítese de Jorge Jesus. Talvez não fosse esse o espírito de Rui Vitória, conhecido por ser um homem de ‘bons fígados’, mas sabe muito bem que muitos apostavam nele para ser uma espécie de treinador profano, assim a modos de um anti-Jesus.

Todavia, estavam na Luz seis anos de dinâmicas, rotinas, metodologias, relações e hábitos. E Rui Vitória, naturalmente, numa primeira fase, teve muitas dificuldades em montar o seu próprio sistema. Não estamos apenas a falar de sistema táctico. Estamos a falar de um ‘padrão Vitória’. De um Benfica ‘à Vitória’. O Benfica foi campeão e bicampeão com ele, mas em nenhum momento ficou indiscutível aos olhos de toda a gente, nem interna nem externamente, a imposição da impressão digital do treinador. Ficou acima de tudo a imagem de um gestor. Um gestor de equilíbrios e sensibilidades e o gestor técnico-desportivo de um projecto que Vieira e a sua Administração queriam impor no Benfica: com a ‘componente Seixal’ a liderar no critério de escolha dos jogadores.

Rui Vitória foi, pois, desde que chegou à Luz, um treinador condicionado. A dimensão da oportunidade sobrepôs-se a todas as condicionantes e Rui Vitória sabia ao que ia e não tinha de se queixar. Aceitou correr os riscos e a verdade é que, neste momento, na óptica pessoal, ninguém pode dizer que se tratou de uma opção errada. Contudo, no começo da sua terceira época na Luz houve coisas que Rui Vitória não soube nem podia controlar, porque fora esse, aliás, o pacto que havia assinado com o presidente e a Administração: não é, no limite, Luís Filipe Vieira que faz a equipa, mas é ele que condiciona as escolhas da equipa, se é que me faço entender. E nunca tinha sido assim, como se sabe, nos últimos 8 anos…

Os dois títulos de campeão nacional conquistados com Rui Vitória adensaram junto do presidente e da Administração a convicção de que a hegemonia do Benfica estava reconquistada e controlada. Sob o comando do presidente e da Administração, num novo modelo em que o treinador era apenas uma peça secundária de todo o modus operandi do Benfica. E foi assim que se cometeram erros inacreditáveis para quem se gaba de ter uma estrutura operativa, competente e superprofissional.

O plantel do Benfica é hoje uma manta de retalhos, a partir da não resolução do problema que constituiu a saída de Ederson, Nélson Semedo, Lindelöf e Mitroglou, fundamentalmente. O Benfica tem andado, esta época, a correr debaixo do peso desse enorme equívoco. E a correr pouco, como se viu em Moscovo. Os jogadores estão sem confiança e é preciso dizer que, em cima do erro colossal da Administração (provavelmente mais preocupada e desconcentrada em função da dimensão que ganhou o ‘caso dos emails’), Rui Vitória tem feito muito para roubar a confiança dos jogadores (a partir do caso dos guarda-redes). Alternância de sistema táctico, um corrupio de jogadores a entrar e a sair, tudo o que – é dos livros – condiciona o rendimento dos jogadores. Ou se tem uma atitude de alguma exigência ou pressão sobre a equipa (e, para isso, ela tem de acreditar naquilo que se faz…), como acontece com Sérgio Conceição no FC Porto e com Jorge Jesus, no Sporting, ou é meio caminho para o desastre.

Não é estranho que não haja um jogador do plantel do Benfica que esteja no top das suas capacidades? Rui Vitória atingiu o pino da confusão e da indefinição. O buraco na Champions é maior e irreparável porque, cá em casa, é como se sabe. Tudo um pouco mais brando. Menos no Dragão. E é no Dragão que o Benfica vai… ‘viver ou morrer’.

JARDIM DAS ESTRELAS -- 4 estrelas

Contrariando o desastre

O treinador Jorge Jesus e a equipa de futebol são a última esperança do Sporting, esta época. Com uma comunicação desenfreada, sem rei nem roque, e agora já sem a ‘protecção’ de Octávio Machado, Jorge Jesus e os jogadores estão cada vez mais entregues a si próprios e à capacidade de blindar o balneário a interferências desestabilizadoras. Não é fácil, mas já se pode dizer, incluindo o desempenho frente ao Olympiakos, que a equipa deu uma excelente resposta na Champions. O ‘milagre’ maior que Jesus tem de fazer é conseguir resultados desportivos com o presidente a marcar tantos golos na própria baliza — um fenómeno desastroso de ‘comunicação’.
Destaque, também, para o Sp. Braga: grande maturidade no jogo com o Hoffenheim (que tudo fez para vencer!) e um belo desempenho na Liga Europa. Chapeau!

O CACTO -- Quem quer a cabeça de Fontelas?

Esta estória em redor da paralisação dos árbitros, das condições que têm ou não têm para arbitrar debaixo deste clima insustentável de suspeição, esconde a questão essencial: todos querem controlar o presidente do Conselho de Arbitragem. Tê-lo na mão. Dirigir as nomeações, nem que seja por mera sugestão. É uma função difícil, porque há muitos interesses em jogo e os clubes — já se viu — têm as suas preferências. Os árbitros estão ‘marcados’. Uns querem tê-los; outros não querem. Começou cedo a tentativa de decapitação, neste caso de Fontelas Gomes. Com os ataques ao VAR. Com a forma como se tem pretendido influenciar os árbitros neste processo de pré-paralisação, até com SMS de ex-árbitros… Foi exactamente por isto que sempre defendi que um ex-árbitro nunca poderia ser presidente da Liga.»


Rui Santos continua a fazer um excelente campeonato!...

Leoninamente,
Até à próxima