quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Entre técnicos e jogadores, um verdadeiro alfobre a Academia Sporting!...


Após três empates nas três primeiras jornadas, o Sporting venceu pela primeira vez na UEFA Youth League, conseguindo inverter a tendência no grupo F.

Em Dortmund, onde mais logo a equipa sénior tem um decisivo compromisso, os jovens leões de Tiago Fernandes demonstraram ser superiores e justificaram o triunfo, que surgiu à beira do intervalo, com Rafael Leão a aproveitar uma enorme falha defensiva germânica e a fazer o único golo de uma partida em que o resultado pecará por defeito, sobretudo na recta final e quando os leões já jogavam com 10 - Ricciuli foi expulso por acumulação de amarelos -, mas no qual até foram a equipa que esteve mais perto de voltar a marcar, desperdiçando à beira do fim duas soberanas oportunidades.

O emblema leonino soma agora seis pontos e é 2.º classificado no grupo. O Real Madrid é líder, com 7 pontos mas um jogo a menos, o Borussia Dortmund é 3.º classificado com 4 pontos, e o Legia Varsóvia está no último lugar com apenas 1 ponto mas também um jogo a menos, à semelhança dos madrilenos.

Os próximos dois jogos - com o Real Madrid em casa e o Légia Varsóvia fora - serão decisivos e ditarão a equipa que consegue ficar no primeiro lugar e garantir o apuramento directo para a fase a eliminar ou se alcança apenas o segundo lugar que obrigará a jogar um play-off.

Começa a revelar-se curioso e interessantíssimo o trabalho que Tiago Fernandes - com 35 anos e filho da velha glória sportinguista Manuel Fernandes -, vem desenvolvendo na formação junior da Academia Sporting! A somar a esta boa performance na UEFA Youth League, os leões lideram sem derrotas, com 34 pontos ao fim de 12 jornadas, a zona Sul do Campeonato Nacional de Juniores A S19 (LINK), com 8 pontos de avanço sobre a equipa classificada em segundo lugar, o Benfica.

Entre técnicos e jogadores, um verdadeiro alfobre a Academia Sporting!...

Leoninamente,
Até sempre, Sporting Sempre!...

O Poder da Vírgula


Leoninamente,
Até sempre, Sporting Sempre!...

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Solidariedade leonina precisa-se!...


Adágios populares:

- Quem não tem que fazer, faz colheres de pau.
- Quem não tem que fazer, vá fazer noutro lugar.

Vieram à minha memória estes dois velhos ditados populares quando, numa das minhas quotidianas deambulações pela blogosfera se me deparou no espaço leonino que naturalmente privilegio, algo de inusitado que a muito poucos sportinguistas lembraria. Alguém com nada para fazer, e porque lhe escasseará tanto a destreza para fazer colheres, quanto a vontade de fazer qualquer coisa noutro lugar, ter-se-à lembrado de "meter a colherada" nas ainda distantes eleições do Sporting e vá de escarrapachar de camarote, deduzo que sem falar com ninguém, uma interessante lista de candidatos que, na sua "ingénua humildade" e no seu insuspeito e longínquo pretensiosismo, os deuses lhe terão feito chegar à ideia. Eis a idiota - dada a assumida origem - vomitada ao cair da noite, presumo que antes do jantar:

António Pires de Lima, Filipe Soares Franco, João Benedito, João Rocha Junior, Jorge Coelho, José Couceiro, José Dias Ferreira, Luis Figo, Pedro Baltazar, Rogério Alves, Rui Barreiro, Sérgio Abrantes Mendes, Tomás Aires, Tomás Froes e Vitor Ferreira.

Deixo à consideração dos sportinguistas o desafio de tentarem alvitrar a este nosso consócio o melhor tratamento para tão grave enfermidade, ficando eliminados à partida, pelas razões já invocadas, os dois caminhos estabelecidos pelos adágios do início...

Solidariedade leonina precisa-se!...

Leoninamente,
Até sempre, Sporting Sempre!...

Silêncio não determina necessariamente apatia e passividade!...


A política do silêncio


Faz pouco sentido clamar por mística e depois agir, fora do relvado, sempre com indiferença e apatia

«Há uns anos, o Sporting decorou o túnel de Alvalade com fotos de adeptos raivosos e foi o fim do mundo até que a UEFA, caída de paraquedas no assunto, mandou trocar os hooligans por margaridas e lilases. Mas o diagnóstico estava certo. O Sporting era demasiado tecnocrata, conciliador e previsível, apesar de falar muito de arbitragens desde sempre. A maior conquista de Bruno de Carvalho foi ter obliterado essa imagem de clube de cavalheiros do século XIX, ainda que, eventualmente, exagerando na dose e criando, no lugar dela, radicalismos com tantos ou mais inconvenientes. O lado positivo é que toda a gente, equipa incluída, tem a percepção de que o Sporting está sempre na luta e de olhos abertos, mal ou bem. Não se trata só de intimidar os árbitros, nem esse é um atributo desejável para um futebol higiénico, como é evidente. Falo de competitividade e adrenalina, também fora do campo; falo de mostrar cá fora aquilo que se exige aos jogadores lá dentro e, sobretudo, de exibir número, força e autoridade quando se pressente que há uma oportunidade para isso. Faz pouco sentido falar muito de "mística" ou similares e depois passar para o exterior uma crescente imagem de apatia e passividade, ou até de isolamento e falta de partidários, mais ainda nos casos em que os adversários vão conseguindo convencer o público de que ali já não há nada o que recear. Às vezes, o silêncio é mesmo só medo do que os outros vão pensar se abrirmos a boca.»
(José Manuel Ribeiro, Opinião, in O Jogo)

Se a presunção ungisse a minha personalidade, diria que esta crónica era uma resposta bem esgalhada ao último texto que ontem aqui publiquei, em que partindo dos ensinamentos que Mahatma Gandhi nos legou, fazia a apologia do divórcio entre a palavra e a acção, colocando-as a viver separadas em Alvalade.

Mera coincidência portanto o repúdio que hoje JMR faz ao silêncio, chegando até ao extremo de lhe colar o rótulo e consequência do medo. Creio que percebo a intenção subjacente a tão inusitado pensamento: um duplo recado tendente a recolher benefícios, tanto pela manutenção do espalhafato de uns, quanto pelo encorajamento à verve daqueles a quem o medo eventualmente esteja a cortar a palavra. Terá julgado JMR ser capaz de com um único cajado matar dois coelhos, coisa que não poderá ser criticável ou pouco inteligente, a questão estará em saber se o conseguirá.

Julgo entender que o alicerce da teoria que repudia a "política do silêncio" de JMR, resultará da fragilidade de entender o silêncio como inacção. Ora Mahatma Gandhi nunca o terá dito, muito pelo contrário, ao afirmar que "a palavra e a acção não andam bem juntas". Exactamente porque logo conclui que "a Natureza trabalha continuamente em silêncio"! Em silencio sim, mas jamais descurando a acção! Ela trabalha contínuamente. Nesta condição...

Silêncio não determina necessariamente apatia e passividade!...

Leoninamente,
Até sempre, Sporting Sempre!...

Cautela e caldos de galinha...



Eu não arriscaria já a lançar Adrien Silva às feras em Dortmund! Clinicamente apto estará, não contestarei. Mas entendo que deveria ser mais moderada  a pressa de o lançar, quando muito dificilmente a mente ainda não estará preparada para tamanha carga física e responsabilidade.

Claro que uma decisão destas por parte de Jorge Jesus terá, necessaria e obrigatoriamente o respaldo de Frederico Varandas e do próprio jogador...

Mas cautela e caldos de galinha...

Leoninamente,
Até sempre, Sporting Sempre

Aplauso para a qualidade das questões colocadas!...



O CLÁSSICO, A CRISE NO SPORTING E AS ARBITRAGENS/PLANTEL NO FC PORTO


«1 - No jogo de maior grau de exigência (Nápoles), o Benfica falhou. O clássico do Dragão será o maior teste ao valor real da equipa de Rui Vitória?

Leonor Pinhão (Benfica): Não concordo. O jogo de ‘maior exigência’ têm sido todos os jogos desde que começou a época e o Benfica tem-lhes sobrevivido com estoicismo perante uma vaga de lesões que afastou da equipa jogadores como Ederson, Luisão, Jardel, Jonas, Danilo, Raúl Jiménez, Mitroglou, Zivkovic, Samaris e André Horta, e tudo isto sem chorar, o que muito se aprecia e agradece. O jogo com o Porto será muito mais um teste ao próprio Porto do que ao Benfica, tendo em conta a tabela classificativa.

Rui Calafate (Sporting): Na Champions o Benfica tem vacilado e falhou em Nápoles. No campeonato tem uma sólida vantagem e terá agora no Dragão o mais sério teste à sua liderança. Parte psicologicamente mais tranquilo pelo avanço que tem, é um jogo mais decisivo para o Porto, que não pode deixar fugir os da Luz. Vai jogar na expectativa, o que aumentará a pressão do Porto.

Nuno Encarnação (FC Porto): Não tenho dúvida que será um jogo de prova maior para o Benfica. Um jogo que testará uma defesa que ainda não encontrou a sua estabilidade, um meio-campo que ainda não se impôs e um ataque que tem variado ao sabor das disponibilidades. O Benfica e o Porto estão habituados a jogos de pressão como será este. Poderá o Benfica ir folgado pela vantagem pontual que apresenta? Eu não iria….

2 - O que deve fazer o Sporting para dar a volta à crise? Abdicar da Champions e dirigir o foco exclusivamente para a Liga, é solução? O jogo com o Arouca é mais importante do que o de Dortmund? 

Leonor Pinhão (Benfica): A solução foi advogada pelo presidente do clube que, em mais um momento de grande sagacidade, recordou no sábado passado a campanha de 1999/2000 quando o então treinador Augusto Inácio – que tem ali mesmo à mão – conduziu a equipa do Sporting ao título, recuperando os 7 pontos de desvantagem que herdou do italiano Giuseppe Materazzi quando tomou conta da equipa em outubro de 1999. Foi a melhor chicotada psicológica de sempre na história do futebol português.

Rui Calafate (Sporting): Todos os jogos são importantes, o que conta é que, onde entram as camisolas verde e brancas, os jogadores têm de dar tudo, serem abnegados, respeitando a instituição que lhes paga e os adeptos que os apoiam. Na Alemanha temos a oportunidade de, com uma boa exibição, restabelecer patamares de confiança e empatia com os sócios. Depois, com o Arouca, só há licença para ganhar. Não há desculpas.

Nuno Encarnação (FC Porto): Abdicar das competições europeias em prol do campeonato é uma marca de Jorge Jesus. A história repete-se demasiadas vezes com este Senhor que só conheceu o seu sucesso desportivo na Segunda Circular. Estar em quarto lugar não é novidade para Jesus, poupar a equipa com o Dortmund não seria pecado, seria repetir o prato. Jesus, ao jogar em contramão na Segunda Circular, arrisca-se a mais um grande acidente na sua carreira.

3 - É a juventude da equipa de Espírito Santo que tem custado mais pontos ao FC Porto ou são as arbitragens? Que árbitro escolheria para o clássico com o Benfica? 

Leonor Pinhão (Benfica): Talvez seja mais a ‘juventude’ de Nuno Espírito Santo enquanto treinador de um grande emblema – aquele desenho… – do que a propriamente dita juventude dos jogadores do Porto que, nestes primeiros meses da temporada, até têm rendido muitas alegrias aos adeptos do dragão, nomeadamente os êxitos da dupla goleadora André Silva/Diogo Jota, a quem não se pode exigir mais. Quanto ao árbitro para o clássico – e como a decisão já não é do Vítor Pereira –, podia ser o guarda Abel.

Rui Calafate (Sporting): O Porto tem uma equipa talentosa mas jovem. E em alguns momentos notamos falta de calma a decidir e ausência de matreirice. Já pecaram por imaturidade, mas os árbitros também já pecaram por incompetência. Para o clássico espero um árbitro experiente e não um dos da nova vaga. PS: Grande jogo em Vila do Conde e uma saudação especial para o espectáculo dentro e fora do campo do Vitória de Guimarães. Foi bom para o futebol português.

Nuno Encarnação (FC Porto): Talvez seja a ‘juventude’ dos árbitros que apitam o Porto… Em Alvalade, contra o Sporting, houve tanta juventude no apito. Em Setúbal a maturidade deste jovem árbitro não apareceu.Margarida Rebelo Pinto escrevia "Não há coincidências"; eu diria que há permanentes ocorrências contra o Porto e ninguém as corrige. As faltas fazem parte dos jogos e as mesmas alteram os resultados. A cegueira da arbitragem em Portugal é gritante. O Porto é quem mais tem sofrido nos últimos anos.»

Continuo com a opinião que as anteriores rubricas me deixaram, sobre cada um dos "paineleiros": Leonor Pinhão, a "madama benfas", igual a si própria até no mais insignificante pormenor, Calafate a confirmar em cada palavra o porquê de ser considerado um dos melhores na difícil arte da comunicação e Encarnação a enterrar cada vez mais na cabeça o "ovo de calimero".

Aplauso para a qualidade das questões colocadas!...

Leoninamente,
Até sempre, Sporting Sempre!...

Ele há mesmo horas felizes!...



Agora que o homem já foi reeleito para mais uma "missão comissionista" de quatro anos, começam a vir à tona os números há muito cozinhados e prudentemente guardados na gaveta, não fosse o diabo tecê-las...



Logo agora, apenas a dois dias da celebração do 13º aniversário da sua entrada triunfal na "santa casa"!...

Ele há mesmo horas felizes!...

Leoninamente,
Até sempre, Sporting Sempre!...

Tomara que não o queimem a ele!...


Aproveitar a onda...

"... Porto e Sporting vivem momentos antagonicamente diferentes. E se os primeiros podem aspirar à Champions para voltarem às vitórias e tentarem serenar novamente os ânimos no Dragão – onde derivam com uma velocidade alucinante –, já os leões podem ter em Dortmund mais um espinho cravado na difícil caminhada que têm feito desde Madrid. É curioso o futebol. O Sporting terá feito frente ao Real de Cristiano o jogo mais brilhante realizado esta época por uma equipa portuguesa. Mas os valores à disposição de Zidane acabaram por virar quando o leão já não merecia perder. O Sporting nunca mais foi o mesmo. E se a Champions, já se sabia, era missão impossível, tudo o resto tem explicação complicada. Há hoje demasiado ruído em Alvalade. E pouca gente com capacidade para o entender."
(Bernardo Ribeiro, Entrada em Campo, in Record)

No meio da seara de jóio em que estará a transformar-se o jornal Record, começa a ser bastante difícil de encontrar uma pequeníssima mão cheia de pés de trigo que possam servir de alimento a todos os que recusam vender a alma ao diabo!...

Da crónica de hoje de Bernardo Ribeiro sobrou isto, depois de separar o jóio e "queimá-lo" como há mais de dois mil anos ensinou Jesus, o primeiro, porque o de agora...

Tomara que não o queimem a ele!...

Leoninamente,
Até sempre, Sporting Sempre!...

Cá se fazem, cá se pagam!...


Ainda não vi um único jornalista cá da praça, fazer um estudo sobre a quantidade de atletas que, num passado de certo modo recente, atravessaram a nossa rua no sentido Norte Sul! Seria interessante para avaliar que afinal tudo não passará de um acerto de contas! A memória é curta...

Cá se fazem, cá se pagam!...

Leoninamente,
Até sempre, Sporting Sempre!...

Terá sido esquecimento?!...




Os grandes flops Peseiro e Marega

Estamos na fase dos juízos apressados, mas há duas boas razões para ter calma

«Os fracassos de Janeiro do Porto são os sucessos de Outubro no Braga e no V. Guimarães. O flop José Peseiro reparte o segundo lugar com Nuno Espírito Santo, dois pontos à frente de Jesus, e o megaflop Marega é a maior avalancha de golos do campeonato. Duvido que esta constatação convença algum treinador de bancada a pensar duas vezes antes de cuspir outras sentenças de morte já amanhã, mas talvez o leve a pensar uma vez e meia. Estamos naquela fase da época propícia aos juízos apressados, como aquele que, há um ano, enterrava o Benfica de Rui Vitória, por exemplo, e coroava Aboubakar como príncipe dos pontas de lança. A própria intrusão de Braga e V. Guimarães no espaço habitual dos três grandes foi uma surpresa que chegou de mansinho, porque a sombra de Peseiro descartou-o aos olhos dos críticos e porque o Vitória perdeu o costume de procurar os holofotes. Os factos, ou seja, as equipas no papel já nos diziam que podia haver trovoada no Minho e, permitam-me, por haver trovoada no Minho é ainda mais desaconselhável ter certezas sobre o destino do campeonato, campeão incluído. São dois casos diferentes, Sporting e Porto. Os primeiros planearam mal, mas têm como corrigir; os segundos investiram em miúdos de 20 anos que só podem melhorar, a menos que, lá está, os juízos apressados façam o estaleiro desabar sobre eles.

Nota: o padrão do relacionamento entre o Porto e os árbitros é evidentíssimo, mas a legião de apitos criada a biberão por Vítor Pereira vai manter-se e o país nunca tenderá a tomar as dores dos portistas. O remédio é que André Silva e Diogo Jota cresçam depressa e que Depoitre deixe de ser uma peça de mobiliário.»
(José Manuel Ribeiro, Opinião, in O Jogo)


Uma crónica interessantíssima do director de O Jogo, que li com agrado e que, pela policromia que exibe, me levou a trazê-la para este meu canto leonino, porque felizmente ainda me recuso a fazer do meu umbigo de leão o centro do mundo!...

Para além da originalidade dos flop e megaflop justamente encontrados por JMR, achei muito interessante aquilo a que chama da "fase dos juízos apressados", em que muita gente, que parece nunca mais escarmentar, se costuma enfiar até ao pescoço. Naturalmente que está coberto de razão...

Mas a maior piada que encontrei terá sido quando JMR sublinha que "a legião dos apitos criada a biberão por Vitor Pereira vai manter-se e o país nunca tenderá a tomar as dores dos portistas".  Claro que compreendo o seu "narcisismo" ao apontar apenas as dores dos portistas. As lentes dos seus óculos nunca foram verdes. Mas se, no mínimo, fossem incolores, falaria também das dores sportinguistas e talvez pudesse até dar a devida coloração ao espectacular "trabalhinho lampiónico" do Bítaro dos Árbitros, ao que se diz, depois de entregar o tricampeonato aos lampiões, a caminho de ir ensinar para Terras de Santa Cruz, o caminho mais rápido para o título do brasileirão...

Só não falou de Fábio Veríssimo! Terá sido esquecimento?!...

Leoninamente,
Até sempre, Sporting Sempre