quinta-feira, 26 de abril de 2018

Um dia fura!!!...


O HOMEM QUE NÃO ENTENDE O SILÊNCIO

«Não tomemos a parte pelo todo. O Sporting deve a Bruno de Carvalho e à sua estratégia de exigência e compromisso muita da enorme mudança dos últimos anos. O futebol português, mesmo que os situacionistas não gostem, também deve ao Presidente do Sporting a denúncia de inúmeras situações que hoje a Justiça investiga além de um punhado de propostas sólidas que visaram melhorar o jogo e a indústria.

É bom ter estes dados em conta porque não só a sua legitimidade não está em causa como, no deve e haver, BdC tem um lugar no presente e no futuro. Mas seria bom acabar com os tiros nos pés.

O Presidente do Sporting costuma queixar-se amargamente que os analistas (e parece que também aqueles comentadores dos programas televisivos) reparam muito na forma e pouco na substância das suas intervenções, mas nos recentes SMS’s enviados aos jogadores não só a forma é péssima como o conteúdo é totalmente inadequado dadas as circunstancias.

Há um problema no Sporting entre Presidente e jogadores e, para mim é claro, nem Bruno é o mau da fita nem os jogadores são umas virgens imaculadas por muito que a opinião publicada faça o seu jogo. Um pouco vergonhosamente, até.

Um inevitável compromisso implica cedências de parte a parte.

Ora, ao escolher o caminho das mensagens escritas e não uma (ou mais) conversa (s) cara a cara, o líder do Sporting sabia que as mesmas acabariam nos jornais e na televisão. E deveria saber mais. Hoje a palavra escrita, do mail ao WhatsApp banalizou-se, mas escrever tem um peso muito distinto de falar. Dadas as circunstâncias tudo aconselhava ao recato de uma sala de reuniões e, se fosse o caso, com recurso a mediadores.

O tipo de argumentos usados - das boas condições às viagens, como se num clube de topo tal fosse uma originalidade - é óbvio que não colhe neste momento junto dos jogadores e, já agora, nem junto dos adeptos porque estes reconhecem mérito ao Presidente na mudança do clube mas nunca acham (como Bruno acha na sua imensa auto-estima) que ele é mais importante que quem marca golos ou ganha jogos.

Se dúvidas houvesse basta ver de que lado estiveram ou estão as multidões no conflito.»
(Nuno Santos, Ângulo Inverso, in Record)

Tanto há-de a água mole dar naquela cabeça dura, que...

Um dia fura!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

E ninguém vai preso?!...



SEGUNDO PRÁTICA HABITUAL SEF PEDIU VÁRIAS VEZES BILHETES AO BENFICA (LINK)

Funcionários ajudavam na "resolução mais rápida de situações" com jogadores

E ninguém vai preso?!...

Leoninamente,
Até à próxima

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Quanto mais velho mais burro!...


«SPORTING ESTÁ INSOLVENTE E O FC PORTO SUPERVISIONADO PELA UEFA»

Ó Jaiminho e então o asilo de ABOSTA, onde vais perorando os teus asininos dislates?! De tão solvente, qualquer dia dissolve-se! Podias disfarçar melhor, minha grandecíssima alimária!...

Quanto mais velho mais burro!...

Leoninamente,
Até à próxima

O estupor da tua gabardina ficou por lá!...



Pois é Mister, é tudo gente séria mas, porém, todavia, contudo, além de já andarem por aí uns zuns-zuns de milhões...

O estupor da tua gabardina ficou por lá!...

Leoninamente,
Até à próxima

Porcos, feios e maus, ao serviço de quem?!...


MENSAGENS PENDENTES

«Pode um presidente enviar mensagens por telemóvel para os jogadores? Pode, não vem daí mal ao Mundo e, em boa verdade, como responsável máximo do clube tem toda a legitimidade para o fazer, seja qual for o funcionário destinatário do SMS. No entanto, o assunto criou mal-estar na equipa de futebol do Sporting. E percebe-se porquê. Depois de uma reunião que Bruno de Carvalho teve com os jogadores que, como se sabe, correu (muito) mal e teve (péssimas) consequências, faria mais sentido que presidente e plantel voltassem a falar ‘olhos nos olhos’.

Pode esta crise entre presidente e equipa ser revertida? O tempo cura tudo. Haverá, no entanto, casos concretos que dificilmente irão merecer o perdão de Bruno de Carvalho. Isso mesmo é revelado na edição deste jornal quando se noticia que a SAD do Sporting aponta Rui Patrício e William como líderes de uma ‘revolta’… com segundas intenções. É uma acusação grave. Demasiado grave.

Pode Jorge Jesus suportar a situação, mantendo-se equidistante e insensível? Não é possível. Por muito rija que seja a carapaça do treinador, feita de décadas de experiência, duvido que Jesus assista a tudo isto sem lançar um olhar crítico a Bruno de Carvalho. As circunstâncias só podem causar dano à relação entre ambos.»
(António Magalhães, Saída de Campo, in Record)


"Sair de Campo" para emitir legítimas, ponderadas e razoáveis opiniões acerca do relacionamento, no mínimo instável ou mesmo e até periclitante, entre o presidente do Sporting Clube de Portugal e a sua equipa mais representativa, decorrente de um processo por todos conhecido e do qual nenhuma das partes terá saído bem na fotografia, parecerá em absoluto natural por parte do director de um jornal com a tradição e as responsabilidade de Record. 

O mesmo acontecerá quando esse mesmo jornalista entende pronunciar-se acerca da extrema dificuldade de Jorge Jesus, por muito "rija que seja a sua carapaça feita de décadas de experiência", em manter-se "insensível e equidistante" perante um clima de quase permanente turbulência, "sem lançar um olhar crítico a Bruno de Carvalho" e bem assim conceptualizar todos os danos que, eventualmente, as circunstâncias actuais possam vir a causar em termos de futuro, na relação entre ambos.

Mas avançar com base em pressupostos de autêntico jornalismo de sarjeta, para a dificuldade do perdão de Bruno de Carvalho, perante "casos concretos" revelados na mesma edição do jornal, em que "a SAD do Sporting teria apontado Rui Patrício e William como líderes de um 'revolta'... com segundas intenções", será sempre "uma acusação grave, demasiado grave", mas cuja gravidade recairá sempre e em exclusivo, sobre quem inventa e propagandeia semelhante atoarda...

Exactamente António Magalhães e o jornalismo que permite e estimula no jornal que dirige...

Porcos, feios e maus, ao serviço de quem?!...

Leoninamente,
Até à próxima

O seu desespero!...


Pobres, infelizes e dignos de comiseração serão sempre todos aqueles a quem apenas resta um único caminho, uma única esperança...

O seu desespero!...

Leoninamente,
Até à próxima

terça-feira, 24 de abril de 2018

25 de Abril SEMPRE!...


COMISSÃO PARLAMENTAR ACEITA PETIÇÃO PARA RECONHECIMENTO DAS EDIÇÕES DO CAMPEONATO DE PORTUGAL ENTRE 1922 E 1938

A Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto da Assembleia da República aprovou esta terça-feira por unanimidade a admissibilidade da petição que solicita o reconhecimento das edições do Campeonato de Portugal entre 1922 e 1938.

"A petição deu entrada com uma nota técnica de admissibilidade e como respeitava as condições exigíveis foi aprovada por unanimidade pela comissão", disse à agência Lusa o coordenador da Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto e deputado do PSD, José Carlos Barros.

Admitida a petição, apresentada por Paulo Alexandre Silva Almeida, cabe agora ao relator escolhido, o deputado Joel Sá, do PSD, emitir um parecer, depois de proceder a novas audições, quer junto dos peticionários, quer junto de outras entidades ou personalidades, caso assim o entenda, parecer esse que porá à consideração da comissão.

De acordo com José Carlos Barros, o relatório final terá sempre de ser agendado para debate em plenário do Parlamento, uma vez que a petição tem mais de quatro mil assinaturas.

O primeiro peticionário do requerimento, que contou com 4470 assinaturas, Paulo Alexandre Silva, é gestor de produto do Sporting Clube de Portugal e no documento enviado para a Assembleia da República denuncia o facto de a "Federação Portuguesa de Futebol não reconhecer as 17 edições do Campeonato de Portugal (única prova nacional disputada entre 1922 e 1938), não respeitando assim a história dos Clubes e Jogadores que venceram dentro de campo".

A FPF considera que o Sporting Clube de Portugal conta actualmente com 18 títulos, enquanto os peticionários alegam que o clube soma 22.
(Agência LUSA)

25 de Abril SEMPRE!...

Leoninamente,
Até à próxima

O que vai ser daquela gente toda?!...



Segundo o jornal oficial do Benfica a NASA terá enviado para a Luz uma máquina revolucionária, capaz recuperar todas as mazelas das costas do Jonas, a tempo de ainda tornar possível a conquista do Tetra!...

Mas juntamente com esse milagre da técnica, utilizado pelos astronautas regressados do espaço para recuperarem das sequelas causadas pela total ausência de gravidade durante períodos dilatados de tempo, na volumosa embalagem remetida pelos americanos, que nunca dão ponto sem nó, parece ter chegado também um outro muito esquisito equipamento, cuja aplicação até agora ninguém por aquelas bandas terá descoberto...




Estes "amaricanos" são levados da breca! Até já o Trump sabe das desgraças que vão por cá: nada que diga respeito ao DAESH lhes escapa!...

Mas nós por cá ficamos em cuidado...

O que vai ser daquela gente toda?!...

Leoninamente,
Até à próxima

segunda-feira, 23 de abril de 2018

"Inconseguimento" do famigerado PENTA!...



Responsabilidade

O VAR não pode servir para aliviar os árbitros da obrigação de decidir

«1 Há lances que faz sentido deixar correr, aproveitando a cobertura dada pelo VAR para evitar que eventuais erros sejam irreversíveis. Um fora de jogo duvidoso num lance de golo eminente, por exemplo. Uma falta discutível a meio-campo da qual resulta uma clara oportunidade, talvez. Agora, não faz sentido que os árbitros pura e simplesmente se abstenham de decidir em lances tão claros como foi o penálti cometido por Robson em Alvalade. É impossível que Fábio Veríssimo e o assistente que acompanhava o ataque do Sporting não tenham visto o lance e, vendo-o, é incompreensível que não o tenham assinalado de imediato. O resultado foi um amarelo que Bryan Ruiz não devia ter sido obrigado a forçar. O VAR é uma ferramenta de precisão. Se começar a servir de pau para toda a obra como forma de desresponsabilizar os árbitros pode acabar por ser pior a emenda que o soneto.

2 Uma semana depois da verdadeira batalha campal entre adeptos do Benfica que se seguiu ao clássico da Luz e da qual resultaram sete detidos e seis polícias feridos - "seis polícias feridos" é o tipo de expressão que merece ser repetida a ver se entra pelos olhos de alguns responsáveis adentro -, o silêncio e a inacção do Estado, concretamente do IPDJ e da Secretaria de Estado do Desporto e da Juventude (SEDJ), para já não falar do Ministério da Administração Interna, criou as condições ideais para os confrontos a que se assistiu no final do Estoril-Benfica. Desta vez, houve adeptos encarnados que se deram ao trabalho de dar a volta ao estádio para forçarem a entrada na bancada central onde se multiplicaram as agressões, obrigando a uma intervenção musculada da GNR. 
Do IPDJ e da SEDJ, mais uma vez, nem uma reacção, só silêncio que também passa uma mensagem clara: quem cala, consente.»
(Jorge Maia, Opinião, in O Jogo)

Até parece que Jorge Maia não terá tido acesso a este maquiavélico "plano quinquenal" indrominado pelo DAESH ESCARLATE em Junho de 2012, ou então não terá prestado a devida atenção ao conteúdo dos diapositivos 41 e 42... 



Está lá tudo o que parece apoquentar o espírito crítico deste senhor jornalista, com a óbvia excepção do cada vez mais previsível...

"Inconseguimento" do famigerado PENTA!...

Leoninamente,
Até à próxima

Talvez conjecturando sobre... competência!...



Perante a inclassificável capa exibida pelo jornal Record na passada sexta-feira, o responsável máximo pelo Departamento Clínico do Sporting Clube de Portugal, doutor Frederico Varandas, terá usado de todo o seu bom senso e civilidade e calado a justa indignação despoletada por esse provocatório acto de baixo e reles jornalismo que terá varrido todo o seu departamento...

Mas como "quem não se sente não é boa gente", Frederico Varandas, com a elegância que se lhe reconhece, não deixou passar a primeira oportunidade para escrever na sua conta de Instagram:



E lá ficou o jornal Record com a sua torpe farpa enrolada nas três mestras do "arame farpado" que, para desespero de todos os avençados que por lá vão vegetando em vez de fazerem jornalismo sério, Frederico Varandas, com luvas de pelica, lhes endereçou...

Talvez conjecturando sobre... competência!...

Leoninamente,
Até à próxima