Com a marca de Marco
"O Sporting voltou a vencer no Bonfim, onde não ganhava desde 2010, e regressou às vitórias na Liga, depois do tropeção em Paços de Ferreira, jogo que correspondeu a um dos momentos mais conseguidos do ponto de vista exibicional e a um resultado frustrante, pois não foi além do empate.
Sem Nani, William e Slimani no onze, Marco Silva jogou com o que tinha à sua disposição e graças a uma ideia de jogo bem assimilada e um espírito solidário a equipa conseguiu dar nova boa resposta, dias depois de garantir a presença na final do Jamor.
O leão entrou mal (na 1.ª e na 2.ª partes), resistiu a uma das leis que alguns árbitros têm tendência para aplicar em determinadas circunstâncias (Olegário Benquerença é um dos especialistas) e que é a lei da compensação, mas marcou dois golos que lhe deram margem para assegurar o triunfo e conservar o Sp. Braga à distância de confortáveis 7 pontos..."
(António Magalhães, Entrada em Campo in Record)
"O Sporting voltou a vencer no Bonfim, onde não ganhava desde 2010, e regressou às vitórias na Liga, depois do tropeção em Paços de Ferreira, jogo que correspondeu a um dos momentos mais conseguidos do ponto de vista exibicional e a um resultado frustrante, pois não foi além do empate.
Sem Nani, William e Slimani no onze, Marco Silva jogou com o que tinha à sua disposição e graças a uma ideia de jogo bem assimilada e um espírito solidário a equipa conseguiu dar nova boa resposta, dias depois de garantir a presença na final do Jamor.
O leão entrou mal (na 1.ª e na 2.ª partes), resistiu a uma das leis que alguns árbitros têm tendência para aplicar em determinadas circunstâncias (Olegário Benquerença é um dos especialistas) e que é a lei da compensação, mas marcou dois golos que lhe deram margem para assegurar o triunfo e conservar o Sp. Braga à distância de confortáveis 7 pontos..."
(António Magalhães, Entrada em Campo in Record)
António Magalhães, de luva branca, não deixou de apontar as duas grandes verdades que a partida do Bonfim colocou a nu: Olegário Benquerença é um dos piores árbitros de sempre do futebol português, numa carreira quiçá demasiado longa a que há muito as instâncias competentes deveriam ter posto termo e Marco Silva continua distraído, sem preceber que esta não deverá ser a marca que deverá imprimir ao trabalho que vem desenvolvendo em Alvalade.
Sobre Benquerença nada haverá a fazer, para além de esperar pacientemente que a sua carreira termine no final desta época, atingido o limite de idade, sem que nos abandone a preocupção da meia dúzia de atropelos que ainda poderá vir a cometer, até que a lei inexorável da vida lhe acabe com a gritante desonestidade e discricionaridade que sempre exibiu ao longo de tempo demasiado.
Quanto a Marco Silva, o "anel de noivado" que lhe recomendámos no texto anterior, significará o reconhecimento das suas inegáveis potencialidades mas, simutaneamente, o alerta para um nível de comprometimento e exigência que a grandeza do clube que actualmente representa lhe impõe, de modo algum compaginável com o repetitivo discurso desculpabilizador com que vem pretendendo convencer-nos, em vez da assumpção das culpas que incontornavelmente deverá assumir como suas e que será estulto alguma vez pensar que poderão morrer solteiras.
A marca de Marco no Sporting nunca poderá ser esta!...
Leoninamente,
Até à próxima








