terça-feira, 5 de novembro de 2013

O que faz falta é avisar a malta !...


E que me venha o mais fanático sportinguista - terá de ser bem maior que este vosso companheiro de leoninidade! - afirmar a pés juntos, como José Couceiro ontem disse, que o Sporting fez o que estava à espera. Que nada, amigos! Nem Couceiro, nem ninguém estaria à espera, que ainda sem acabar o primeiro terço do campeonato, ocupássemos o 2º lugar da tabela classificativa a apenas 3 pontos do líder, fossemos a equipa mais realizadora e que possui uma das defesas menos batidas e equipasse de verde e branco o maior artilheiro destacado, de quantos por aí encheram à chegada, as primeiras páginas dos desportivos, abanando tesourarias que só a propaganda afirma saudáveis.  

Com 10 jogos disputados desde o início da época, será curioso imaginar as ilacções que Leonardo Jardim, já terá retirado da contribuição de cada um dos 22 atletas que até ao momento fez alinhar na equipa principal:

01 - Fredy Montero - 10 jogos (888 minutos)
02 - Adrien Silva - 10 jogos (828 minutos)
03 - Wilson Eduardo - 10 jogos (690 minutos)
04 - Carrillo - 10 jogos (679 minutos)
05 - Rui Patrício - 9 jogos (810 minutos)
06 - Maurício - 9 jogos (810 minutos)
07 - Cedric - 9 jogos (810 minutos)
08 - William Carvalho - 9 jogos (798 minutos)
09 - Marcos Rojo - 8 jogos (675 minutos)
10 - André Martins - 8 jogos (590 minutos)
11 - Vítor Silva- 8 jogos (396 minutos)
12 - Diego Capel - 8 jogos (322 minutos)
13 - Jefferson - 7 jogos (620 minutos)
14 - Slimani - 6 jogos (91 minutos)
15 - Eric Dier - 5 jogos (308 minutos)
16 - Gerson Magrão - 4 jogos (146 minutos)
17 - Rinaudo - 4 jogos (125 minutos)
18 - Ivan Piris - 3 jogos (270 minutos)
19 - Carlos Mané - 2 jogos (15 minutos)
20 - Marcelo Boeck - 1 jogo (90 minutos)
21 - Ruben Semedo - 1 jogo (45 minutos)
22 - Diogo Salomão - 1 jogo (45 minutos)



Mas apenas esse exercício de imaginação nos é permitido. A nós, adeptos e toda uma comunicação social que passa a vida a tecer teias de insinuação, à espera que Leonardo Jardim, qual mosca desprevenida, se deixe enlear nas suas traiçoeiras construções de baba venenosa.

De vez em quando, alguns leões descuidados, avançam de olhos fechados contra as teias e pouco mais fazem que depois perder o seu precioso tempo, afastando a baba seca dos olhos. Mas este leão nascido na "savana madeirense", prossegue imperturbável e começa a construir de novo o mito de uma mística de que já nos tínhamos esquecido.

Ele sabe como ninguém o que faz falta! E vai avisando a malta! Porque o que faz falta é avisar a malta! Porque a malta prevenida e unida vale o dobro, senão o triplo, ainda que não esteja ainda bem consciente dessa realidade inquestionável e incontornável.

Janeiro está quase aí. E Jardim sabe que aquilo com que se compram os melões, não abunda em Alvalade. E sabe que os melões apenas se podem avaliar devidamente, depois de abertos. Foi o "amigo" La Palisse que lhe deu a dica. Mas para que não tenha o azar de ficar decepcionado com algum melão depois de o abrir, vai abrindo ele próprio, os seus olhos, atentos, sabedores, competentes, porque sabe que a sua margem de erro é mínima, porque o Presidente todos os santos dias lhe mostra o porta-moedas. Vazio e com muito poucas hipóteses de mudar de estado tão cedo.

Mas Jardim tem leões aliados ao seu lado. Que lhe vão, silenciosamente, cobrindo os flancos e a rectaguarda. E no cimo do penedo mais alto da savana, vigilante atento, está o Leão do Atlas, pronto a defender a tribo. Dos chacais, das hienas, das cobras venenosas e dos caçadores furtivos. E a tribo sente-se finalmente em segurança, com cada um dos milhões de leões a saber, ou a caminho de saber, a missão que lhe está cometida.

E parece que já não subsistirão mais dúvidas, de que os leões não nasceram para viver em zoos, circos, jaulas e gaiolas, antes para correrem livres e à desfilada pela savana! Como reis que são, terão sempre de ser tratados com o respeito que lhes é devido, para que na selva todos os animais vivam em paz.

E há-de chegar o dia em que mais de três milhões de leões rugirão e o seu rugido varrerá toda a savana, provocando a fuga desordenada dos burros que um dia julgaram ser leões. E a genuflexão de todos os outros animais, perante a Rei da Selva!...

Leoninamente,
Até à próxima 


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Ó Manha, aguenta querido !!!...


A Liga Portuguesa de Futebol Profissional, no ponto 6 do Artigo 9.º do Regulamento de Competições Profissionais de Futebol, determina que para estabelecimento da classificação geral dos clubes que no final das competições se encontrarem com igual número de pontos, sejam aplicados, para efeitos de desempate, os seguintes critérios, segundo ordem de prioridade:

  a) Número de pontos alcançados pelos Clubes empatados, no jogo ou jogos que entre si realizaram;

  b) Maior diferença entre o número de golos marcados e o número de golos sofridos pelos Clubes empatados, nos jogos que realizaram entre si;

  c) Maior número de golos marcados no campo do adversário, nos jogos que realizaram entre si;

  d) Maior diferença entre o número dos golos marcados e o número de golos sofridos pelos Clubes nos jogos realizados em toda a competição;

  e) Maior número de vitórias em toda a competição;

  f) Maior número de golos marcados em toda a competição»


A Liga determinou no entanto, que durante a prova e conforme o estabelecido no n.º 3 do artigo 13.º do mesmo regulamento,  para a elaboração da classificação, sejam aplicam apenas os critérios d) a f).

Em conformidade com o que está estabelecido regulamentarmente, a cada jornada é aplicado o critério da diferença entre o número de golos marcados e o número de golos sofridos, que, neste momento, se cifra em 14 para o Sporting e 9 para o Benfica. 

No comunicado do Sporting Clube de Portugal, hoje publicado no seu site, têm assim pleno cabimento as críticas dirigidas aos jornais Record e Correio da Manhã, que teimam em apresentar o seu "afilhado" benfica em segundo lugar, com o Sporting atirado para o terceiro!...

Oh Manha, anda lá "querido", deixa-te lá de lamber as botas ao "orelhas" e cumpre apenas o que está estabelecido. Ou andas com a mania de desalojar o Conduto?! Vá lá, não te armes em "carapau de corrida" e deixa de fazer "copy and past" do jornal do teu clube! Tem vergonha nessa lata! Endireita-me essa espinha, pôrra! Custa-te muito não é, filho?! Eu sei que sim, mas tens de fazer como aconselhou aquele senhor que conheces bem, o Ulrich: aguenta querido!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

                    

Enquanto o pau vai e vem, folgam as costas!...


 
Aprecia-se a imagem, aqui publicada, e apetece chamar um nome feio a Tomás Taveira, o incompetente que desenhou o nosso estádio. Dizem que nem sequer terá desenhado. Que se terá limitado a fazer um "copy and past" de um outro projecto qualquer que retirou da internet e que depois complementou com algumas próteses que a ganância e falta de visão lhe solicitaram. Dizem que fez o mesmo em Aveiro e Leiria, sem que ninguém, então, lhe pedisse responsabilidades. Agora viverá descansado dos rendimentos chorudos que lhe caíram na conta e o Sporting andará mais 30 ou 40 anos a padecer a sua incompetência e a superficialidade de escrutínio dos dirigentes que lhe entregaram uma mina de pepitas fáceis e reluzentes.

O novo estádio das Antas, foi projectado pelo arquitecto Manuel Salgado e custou ao seu proprietário menos de 80 milhões de euros, já que o custo total de cerca de 98 milhões foi comparticipado em 18,5 milhões pelo Estado português.

Mas Manuel Salgado, providenciou com a abertura de gigantescas entradas de ar nos topos, a adequada circulação de ar necessária à vida do relvado e preveniu a imprescindível luminosidade, com a utilização na cobertura, de placas acrílicas translúcidas. Tomás Taveira tinha mais em que pensar e os dirigentes leoninos também.

O custo total do complexo que viria a tomar o pomposo nome de Alvalade XXI, de derrapagem em derrapagem, acabou por custar aos cofres leoninos, mais do dobro que a colectividade nortenha pagou do seu bolso, para ficar na posse do mais belo, harmonioso e interessante estádio construído para o Euro2004 que, pela sua excelência, tem servido de inspiração para construções similares noutros países, destacando-se  o novo estádio nacional da Irlanda do Norte, a construir em Maze, perto de Lisburn.

O nome glorioso de José Alvalade ficou ligado a uma manta de retalhos estúpida e dramaticamente policromática, quer no seu exterior, quer no interior, apetrechada com um estúpido e assassino fosso e com um irremediável e incompetentemente hermético ambiente, onde nem a erva cresce e que apenas a grandiosidade da sua massa adepta disfarça em dias de grandes jogos.

Mas ainda hoje, varrida julga-se que para sempre, a incompetência e o desmando daqueles que foram responsáveis pela concepção e construção do aborto, reinará no subconsciente de quem tenta levantar o Leão do chão, um medo quase irracional de violar os direito de autor do madraço arquitecto que concebeu tamanha aberração. E a inenarrável policromia do interior, os estúpidos riscos assassinos de um fosso que ninguém sabe para que serve, a porventura irreversível incapacidade de arejamento e as placas opacas da cobertura, continuam lá, a alimentar a profunda decepção de uma massa adepta ímpar e a impôr a cíclica morte anunciada de cada relvado que lá seja colocado.

E enquanto o pau vai e vem, folgam as costas e a relva vai sobrevivendo artificialmente, à custa de lhe ser insuflado o ar de que o madraço se esqueceu e de lhe iluminarem a vida com as baterias de lâmpadas especiais que a triste imagem acima nos mostra. Porquê?! Porque a incompetência, para além de nos deixar com uma casa a meter água por todos os lados, nos entregou nas mãos dos credores ao ponto de nem dinheiro termos para limpar a merda para que somos obrigados a olhar todos os dias, de coração dilacerado e os olhos rasos de água.

E ainda há quem pense que a auditoria é um gesto de "haraquiri"! Talvez porque se incluem no grosso lote daqueles que contribuiram para que em Alvalade nem a erva possa crescer e viver!...

Leoninamente,
Até á próxima

Oh Marquês, anda cá abaixo !...




Uma altercação entre Rui Cerqueira, director de comunicação do FC Porto, e dois jornalistas, João Fonseca, da Rádio Renascença, e David Carvalho, da TSF, marcou o final da partida. Tudo aconteceu quando Helton recolhia aos balneários.

À entrada para o túnel de acesso aos balneários, os repórteres abordaram o brasileiro com o intuito de recolherem a sua leitura do jogo. Rui Cerqueira interveio no sentido de inviabilizar a acção – nenhum dos jogadores do FC Porto falou à comunicação social, à excepção de Fernando, na “flash-interview”, –, situação descrita em antena pelos jornalistas como “tentativa de agressão”.

O director de campo da partida, Rui Oliveira, solicitou, alegadamente, à PSP a identificação dos jornalistas, pedido reiterado por Rui Cerqueira, que vai apresentar queixa na PSP contra João Fonseca. Segundo apurámos, os delegados do jogo assistiram ao sucedido e farão constar o episódio no seu relatório, referindo a confusão que se instalou, mas, ao que tudo indica, não a rotulando como uma tentativa de agressão.

Record contactou os presidentes do Sindicato dos Jornalistas, Alfredo Maia, e do CNID, António Florêncio, e ambos revelaram ainda não ter sido informados, na altura, da situação, pelo que adiaram reacções para o momento em que tomarem conhecimento dos factos.


Vocês nem imaginam o quanto isto me confunde. Fui colega e amigo de Rui Cerqueira, fiz várias viagens pelo mundo com ele e enquanto jornalista, era daqueles em quem se podia confiar, sempre longe das confusões, nada agressivo, muito pelo contrário e por isso, para mim é um espanto que se tenha transformado naquilo que as últimas notícias nos trazem. Ganhar o pão é importante, mas não a qualquer preço. Rui Cerqueira é jornalista e pode ser descartado do clube a qualquer momento, vai ser difícil voltar à profissão que lhe deu vida.
 
 
A agressão de Rui Cerqueira aos jornalistas da RR e da TSF foi, como era de esperar, simplesmente... apagada. Nunca aconteceu. Lemos os jornais, vemos os sites, ouvimos as rádios. Zero. Apenas um deu destaque ao caso: o Record. Num texto que acaba a fazer de Cerqueira já não o agressor mas a vítima.

A verdade é simples e tem de ser dita: a maior parte dos jornalistas desportivos em Portugal é cobarde. Se se juntassem e contassem o que sabem, podiam salvar o futebol desta gente podre que o enfraquece de ano para ano. Falta coragem, verticalidade, sentido de justiça. Falta-lhes aquilo para que estudaram: compromisso com a verdade, dever de informação, gosto pelo justo; pacto com o certo.

Mais um caso abafado. Mais uma vergonha por punir. O futebol português afunda-se há 30 anos em mentiras, corrupções, compadrios, sistemas e polvos e quem o devia melhorar por dentro, quem trabalha o seu ofício supostamente por amor e dedicação ao futebol, finge que não, nada vê. Mesmo quando é insultado, ameaçado, agredido. Não há verdade que aguente tanta falta de coragem.

(in Ontem vi-te no Estádio da Luz)
 
 
E nós sportinguistas, lemos estas coisas e dizemos para com os nossos botões "nunca te metas num caniço" ! Porque isto é mesmo, dum caniço, c'um carago! Passado o tempo necessário ao esquecimento do "apito dourado", apetece gritar para os céus e dizer:
 
Oh Marquês, anda cá abaixo, que eles já cá estão outra vez!...
 
Leoninamente,
Até á próxima

domingo, 3 de novembro de 2013

Os novos ricos e o futebolzinho de merda !...



Eu nunca me senti feliz com o mal dos outros, mas por outro lado, sendo agnóstico, partilho com muita gente o conceito de que "por cá se fazem , por cá se pagam" !...

Lembram-se daquela do 4º GRANDE?!... Pois é, sempre ouvi dizer que quanto mais alto se sobe, inevitavelmente maior será o trambolhão. E em verdade vos digo, que se fosse adepto e sócio desse GRANDE, lá para o fim do mês votaria outra vez no "salvador". É que o que mais desejo é que os jornais e sítios do costume continuem a queimar o incenso todo nestes grandes, para que não sobre nenhum para os "incensados" do costume. Pode ser que esta época seja a época da correcção dos "desaforos" cometidos por uma comunicação social ignóbil.

Hoje então, foi um dia exemplar. Ironicamente "alguns dos GRANDES inventados por essa comunicação social", espalharam-se ao comprido perante aquele futebolzinho com que ainda não há muito tempo, lixaram muitas equipas que até praticavam um futebol aceitável. E ainda hei-de assistir a "golpes palacianos" e dezenas de "chicotadas psicológicas" que hão-de colocar no desemprego muitos daqueles que hoje distribuem beijos pelos condutores dos seus autocarros. Nunca conseguirei deixar de considerar asquerosos, os "novos ricos" responsáveis por este futebolzinho de merda que se pratica em Portugal.

Os nossos "queridos autocarros" hoje resolveram parar em Barcelos, em Braga e no Estoril. E na classificação vamos assistindo a trambolhões do carago! E a dança das cadeiras dos treinadores, em perfeita sintonia com os lenços brancos nas bancadas, há-de continuar. E enquanto nas gavetas dos presidentes houver meia dúzia de cêntimos, há-de continuar a curar-se a ferida do cão, com o pelo do mesmo cão. E a dança das cadeiras não há-de parar. Até chegar à porta da Federação. Porque com mais ou menos dificuldade, com mais ou menos naturalização, com mais ou menos promoções de zeros a infinito, com mais ou menos objectivos por cumprir, também lá chegará a música quando restar apenas uma cadeira. E alguém nela se sentará quando a música parar. Só não se sabe ainda quem será o novo "novo rico" !...

Desculpem. Estive a falar do futebol português!...

Leoninamente,
Até à próxima


Porque será que a equipa B parece dar-se melhor fora de casa!



Para acabar este fim de semana em beleza, faltava a equipa B do Sporting Clube de Portugal, regressar da Madeira com mais três pontos no bornal e ultrapassar os benfas na classificação geral, ocupando agora o 5º lugar, apenas a dois pontos do pódio, em jogo que aparece bem desenvolvido no site do Clube.

A nossa juventude, parece ter seguido o exemplo da equipa principal e para além de lhe copiar o resultado, também conseguiu a reviravolta que ontem acompanhou na Madeira pela televisão.

Confrontados com os excelentes resultados obtidos fora de casa, com aqueles que a equipa tem conseguido intramuros, talvez comece a fazer sentido o pensamento daqueles que defendem estar no lamentável estado do relvado de Alvalade, a razão mais forte para que em casa não tenhamos até agora assistido à explosão de toda a superior valia técnica e do talento ímpar da nossa equipa mais jovem.

Ainda não há muito tempo que por aqui, terei desvalorizado, porventura erradamente, a prioridade de substituição do relvado de Alvalade. Mas depois do confrangedor aspecto que ontem nos foi dado apreciar no jogo com o Marítimo e tendo em conta a sobrecarga originada pela utilização do nosso recinto pela equipa secundária, temo que essa prioridade se possa converter a breve trecho em imperiosa necessidade.

Mas este tema candente que envolve a busca de uma solução que não deverá ser cópia de todas as anteriores para o relvado de Alvalade, é minha forte convicção de que não deverá limitar-se como até aqui, à exiguidade do "know how" existente dentro das nossas fronteiras, cujas soluções parecem apontar para a eternização do problema, excelente teta para que alguns interesses instalados continuem a mamar paulatina e irresponsavelmente, atirando o cotão para debaixo do tapete.

A tese que alguns defendem, no sentido de que a melhor opção apontaria para o relvado sintético, parece ser em absoluto desaconselhada, se outras razões não houvesse, pelo impacto negativo para as equipas do Sporting Clube de Portugal, que passariam a uma condição de manifesto prejuízo em metade dos jogos disputados ao longo da época. Mas a limitação da procura continuar condicionada aos custos e a consequentes interesses alheios ao Clube, parece-me não ser o caminho mais correcto. Um concurso internacional, sujeito a um rigoroso caderno de encargos, que não escamoteando as condições difíceis que a "taveirada" de Alvalade exige, preveja fortes penalizações para o executor em caso do problema persistir, parece-me ser o único caminho.

Dir-me-ão os mais entendidos, que uma solução óptima e porventura com um prazo de validade incomparável a todas as anteriores, custará o dobro das clássicas soluções já tentadas. Mas eu replicarei se não terão custado mais todas as substituições levadas a cabo nos 10 anos que o estádio leva de vida?!...

Leoninamente,
Até à próxima

sábado, 2 de novembro de 2013

Recuperámos o 2º lugar. Agora venha a Taça!...






Um jogo de emoções, uma vitória que assenta bem ao Sporting, mas um exorcismo complicado e difícil dos fantasmas que ainda esta noite teimaram em sobrevoar Alvalade e que pareceram dar um empurrão na equipa madeirense e encher de escolhos o caminho dos leões.

Com um primeiro golo resultante de um rasgo individual de Capel, quando a equipa ainda pouco tinha feito para o merecer, o Sporting assistiu depois, quase sem tempo para esfregar os olhos, à resposta feliz e imerecida do Marítimo, que parece ter-lhe copiado o modo e adregou de ir para o intervalo por cima.

A segunda parte constituiu-se como a prova real e definitiva do valor desta equipa do Sporting, com os insulares a obrigarem os jovens leões a um exame sem prova oral e sem cábulas, do seu talento e do valor do colectivo que formam. 

Leonardo Jardim aproveitou o intervalo para recolocar o Sporting a jogar com 11, substituindo com naturalidade o talento amorfo de Carrillo, pela vontade e  garra de Wilson Eduardo. E como por artes mágicas, o colectivo acordou para outra atitude, outra velocidade e outra capacidade para chegar à baliza adversária. Uma resposta de gente grande, gente madura e com a lição muito bem preparada nos escassos minutos do intervalo, não sei se com palavras suaves, se com alguns puxões de orelhas. 

Leonardo Jardim, quando o Sporting já começava a encostar às cordas a equipa insular, deu o golpe de misericórdia,  trocando Vitor Silva por Slimani, e no tempo que os adeptos mais nervosos demoraram a fumar um cigarro, Alvalade festejou dois golos, e viu a raça e o querer darem a volta ao jogo e arrancarem uma vitória preciosa. Primeiro com o argelino a corresponder de cabeça a um lançamento teleguiado de Capel e depois com Adrien a converter exemplarmente um penalty cavado por Montero.

Valeu o jogo mais pelo resultado que pela exibição, mas foi bonito assistir a uma segunda parte que deve ter dado a Jardim excelentes indicadores, bem patentes na expressão de satisfação que revelou na conferência de imprensa, onde teve de desviar para canto as impertinentes e habituais perguntas dos jornalistas, sobre a candidatura ao título e sobre a arbitragem de Bruno Esteves. A quem tanto desejava saber, disse... nada!

E recuperámos o 2º lugar! Agora venha a Taça!...

Leoninamente, 
Até à próxima
 
P.S. - Ah, o infeliz do incompetente comentador da SportTV, de quem nem sei o pobre do nome, disse, que eu bem ouvi com estas orelhas de leão, bem espetadas, que Fredy Montero estava no... OCASO!!!...

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Na mesma gaveta da indemnização do Djaló !...



"Indemnização do Sporting ao Benfica era inevitável"
(Pragal Colaço, advogado do Benfica, in Bola Branca, 14-01-2013)

O Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) condenou o Sporting a pagar cerca de 360 mil euros (359.338.70) de indemnização ao Benfica, devido ao episódio dos incidentes provocados por adeptos leoninos no "derby" entre ambas as equipas, na Luz, em Novembro de 2011. 

O Sporting vai recorrer para o Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol, da decisão de indemnizar o Benfica, na sequência dos incidentes registados no "derby" entre os rivais lisboetas realizado a 26 de Novembro de 2011.

O Ministério Público (MP) determinou o arquivamento do inquérito sobre o incêndio deflagrado no Estádio da Luz, após um jogo de futebol entre Benfica e Sporting, por insuficiência de prova para a identificação dos autores.
(Bola Branca, 01-11-2013) 

Eu não sou jurista mas hoje, ao saber do arquivamento do inquérito por parte do MP, "... por insuficiência de prova para a identificação dos autores.", apeteceu-me dar uma valente gargalhada, perante a inevitabilidade apregoada em Janeiro deste ano pelo benfa Colaço, face à decisão do CD da FPF desse mesmo dia. 

Eu não sou jurista, nem estive atento ao resultado do recurso interposto pela Sporting, SAD junto do CJ da FPF. Provavelmente terá sido indeferido ou arquivado, mas a julgar pelo que hoje li, a Sporting, SAD ainda não terá pago a choruda indemnização.

E não sendo jurista, volto a gargalhar com gosto, quando vejo uma estrutura judicial dotada dos mais sofisticados meios como é o MP, afirmar que se viu confrontada com "insuficiência de prova", e constato que o CD da FPF acumulou tantas provas que consegui chegar aos 360 milhares de euros!...

Paro de gargalhar, quando me passa de repente pela cabeça, que já não será apenas o "desgraçado" do Joseph Blatter a contrair fantásticas bebedeiras que lhe perturbam a missão de chefão da FIFA. Cá pela lusa terra, aqueles juízes da FPF, também lhe devem chegar e bem! E não será propriamente com vinho tinto. Aquilo tem mais aspecto de ser resultado de malte! Importado, naturalmente!...

Eu não sou jurista, mas estou em ânsias para saber como vai terminar este caso. Porque de uma coisa eu já estou certo. Os juristas que rodeiam Bruno de Carvalho, até ao momento, ainda não os vi dar ponto sem nó! Só não sei como será que o Sporting poderá ser ressarcido das 180 miladas que já avançou aos benfas. Se calhar ficam na mesma gaveta da indemnização do Djaló! Há que diga por aí que a gaveta já só apresenta sinais de cotão!...

Leoninamente,
Até à próxima

Quantos me podem substituir ?!...



Na próxima terça-feira, um tremendo e duro teste espera as nossas leoas. A ultrapassagem deste obstáculo só se tornará possível com muito querer, garra e uma inultrapassável capacidade de sacrifício. Nada que não esteja ao seu alcance...

Quisera estar por perto, mas Lisboa está tão longe! E as meninas mais bonitas do basquetebol português, bem que precisariam. Quantos me podem substituir?!...

Leoninamente,
Até à próxima

Partamos para Dortmund e aprendamos com o seu exemplo !...

Confiemos na nossa Estrutura!...

Nós, adeptos sportinguistas, há muito que presumimos possuir o dom da antecipação. Sempre nos vimos como detentores daquela capacidade, a raiar o sobrenatural, quiçá olímpico, de ver mais longe, mais alto e mais forte. Porque a esse estado de alma sempre nos convidou a atroz incapacidade específica de quem nos dirigiu nas últimas décadas, escondida por detrás de uma limitada mas exuberante e estéril tecnocracia.

Hoje, apesar de nos entrarem pelos olhos dentro, concludentes provas de que o novo rumo que empreendemos, contemplará inequivocamente a existência de uma estrutura que revela em cada dia possuir os atributos a que desde os tempos do saudoso João Rocha, deixámos de estar habituados, continuamos a incorrer nos vícios antigos da antecipação visionária.

E começam a surgir por aí os "luíses antónios", os "camilos sanvezzos" e outros que nem valerá a pena referenciar, como os "salvadores da pátria leonina", capazes de nos conduzirem à glória, sem esforço, sem dedicação, sem devoção, sem trabalho e no tempo que demora a queimar um fósforo! Porventura incontornável este estigma que todos transportaremos, este "adn" de que todos os dias provamos não sabermos ou não desejarmos libertar-nos!...

Já esquecemos a gorda dezena de casos herdados, que a estrutura resolveu, utilizando os mais variados e "possíveis" remédios, para continuarmos quase diariamente a falar dos poucos para os quais ainda não foi possível encontrar a solução menos prejudicial ao Sporting Clube de Portugal, nomeadamente Jeffrén, Labyad e Bojinov. E sem o mínimo de complacência por naturais erros nas aquisições feitas, que noutros clubes são entendidos como naturais e ao invés de nós custaram milhões e milhões, já assistimos por aí à derrotista catalogação de "flops" em casos como os de Welder, Magrão e sei lá quem mais.

E nunca mais aprendemos a confiar na estrutura que maioritária e democraticamente escolhemos com os nossos votos. Outros adeptos, de outros mundos, não discutem, antes relevam, as dezenas de "flops" acumulados nos cacifos dos respectivos balneários e passam como cão por vinha vindimada pelas dezenas e dezenas de milhões que custaram e se acumulam em passivos inimagináveis e porventura irresgatáveis.

É tempo de deixarmos trabalhar em paz a estrutura que é a nossa! É tempo de nela confiarmos e deixarmos em definitivo essa nossa mania da antecipação impertinente e estéril. E se houver que copiar, que copiemos os bons exemplos, na certeza de que aqueles que vemos dentro do nosso quadrilátero, jamais o serão. Partamos para Dortmund e aprendamos com o seu exemplo!...

Leoninamente,
Até à próxima