sábado, 15 de agosto de 2026

BOA MALHA!...

LÍDIA PARALTA GOM ES 

Com bola, o Sporting está bem. Sem ela os problemas são mais que muitos (IN TRIBUNA EXPRESSO, ONTEM)


"Os leões foram para o intervalo a ganhar por 3-0, mas já a sofrer defensivamente. Na 2ª parte chegaram os golos do Vitória e o sofrimento até ao fim. Ainda assim, o Sporting chegou ao primeiro triunfo na I Liga (3-2), num jogo em que o processo defensivo e a gestão dos tempos de jogo voltaram a ser paupérrimos. De tanto querer mudar de identidade, o Sporting tornou-se uma contradição.

A doutrina diverge. Metade do mundo acredita no que é intrínseco, outra que é possível mudar. A primeira metade estará, neste momento, como que validada por este novo Sporting de Rui Borges.

Em busca de uma qualquer alteração de estilo ou atitude, o Sporting mudou. Mudou muito. Olha-se para as bancadas e estão figuras importantes de outra era, à procura de definir o futuro. Observa-se o onze e o banco e os perfis atropelam-se. O Sporting ganhou caparro, juventude. É uma equipa mais física, menos rendilhada, a tentar entrar à força no mundo moderno do futebol, onde talvez nem todos tenham de estar.

Porque no meio de tanta vida nova, o Sporting perdeu bons hábitos antigos. Os dois primeiros jogos do campeonato acentuam as dúvidas de uma equipa que procura personalidade. Ou que talvez só tenha mesmo uma.

Tal como frente ao Estrela, o Sporting com bola assume-se. É rápido, giza até lances de um interessante recorte técnico. Há um certo entrosamento. Mas sem ela é um caos. Falta uma liderança em campo, alguém que imponha a pausa. Falta definição sobre quem é quem em campo. Falta uma defesa agressiva e quem coloque os pés no chão. Falta querer ser o dono da bola e não um mero observador, porque nesse papel o Sporting não se sente confortável.

E, assim, parece pouco estranho que um 2-0 na Reboleira se tenha transformado num 2-2 e que um 3-0 ao intervalo por pouco não se tenha convertido num humilhante 3-3, depois de Tiago Margarido mexer ao intervalo e o Sporting continuar macio no seu processo defensivo - e já o tinha sido mesmo a marcar golos em barda na 1ª parte.

Começaram cedo os problemas do Sporting, mesmo com o marcador, minuto após minuto, a enganar a realidade. Aos 9’, Flávio Gonçalves atirou para a baliza num golo que é todo ele insistência de Ioannidis, a ganhar uma, duas, uma enormidade de bolas a Thiago Balieiro antes de a conseguir deixar para o jovem leonino, um dos destaques positivos deste arranque aos solavancos do Sporting.

Logo a seguir ao golo, os leões começaram a sofrer com a pressão alta do Vitória, com a falta de bola, com as saídas dos minhotos através dos laterais. Ainda assim, a equipa de Tiago Margarido não conseguia transformar a posse em oportunidades e na linha mais recuada ia somando erros. O Sporting, quando conseguia raros momentos de posse prolongada, era um perigo para Rivas e Balieiro. Aos 22’, numa extraordinária jogada, surgiria o 2-0: Flávio Gonçalves, fletindo para dentro, variou para Geny, que com um sombrero maroto tirou João Mendes do caminho. Depois, uma simples receção orientada, inteligente, rodando sobre o adversário, permitiu a Ioannidis ficar em posição para marcar. O que aconteceu.

Mais confiante depois de marcar ao Estrela, o grego era destaque num ataque do Sporting que carburava quando a bola chegava ao último terço. O que acontecia pouco. As dificuldades eram muitas na hora de gerir os tempos do jogo, conter os roubos do Vitória. O 3-0, num remate de fora da área de Altimira, com demasiado espaço à sua frente para mirar a baliza, parecia um bombom oferecido a uma equipa que empilhava asneiras.

Na segunda parte apareceu o esperado castigo, já depois do Vitória quase marcar no final do primeiro tempo. Com Rui Silva inquieto, Doumbia em busca da sua identidade no meio-campo do Sporting - nunca surgiu em zonas de definição, como na pré-época -, um Altimira com dificuldades a recuar e um Zalazar apagadíssimo, rapidamente o Vitória cresceu. Aos 66’, numa boa combinação ao primeiro toque no corredor central com Ndoye, encontrou-se o espaço para Samu rematar. Rui Silva reagiu tarde, a época não está a começar bem para o guarda-redes dos leões.

Dois minutos depois, já com Suárez em campo, que neste momento parece um talismã para o Sporting, mas ao contrário, uma perda de bola infantil de Zalazar já perto da área do Sporting, permitiu um cruzamento perfeito a Strata, uma das apostas de Margarido para a 2ª parte, com Ndoye a fazer aquilo que melhor sabe e aquilo que o Sporting já experimentou na época passada: um míssil de cabeça direitinho para as redes.

Uma vitória certa transformou-se assim numa tremedeira já pouco surpreendente. Sem ninguém disponível para colocar gelo no jogo, sem uma alma que saiba tratar bem a bola e guardá-la para si, o Sporting sofreu durante longos minutos, até a reação do Vitória adormecer e o leão voltar a ter alguma posse, muito graças a algum discernimento final de Luis Guilherme. Mas, até final, Alvalade tremeu por todos os lados.

Nem sempre o que resulta para uns é infalível para outros. Olhando para as opções do Sporting esta época, para quem chegou e quem partiu, apetece dizer que não é o FC Porto de Farioli quem quer. Seguindo a cartilha do rival, o Sporting acreditou que teria uma equipa mais competitiva, mais de guerra, mas as armas estão demasiado descalibradas, são demasiado iguais e, naquilo em que o FC Porto é exímio, a gestão do jogo, o Sporting é, para já, demasiado incompetente.

Não basta simplesmente mudar, é preciso saber entrar em águas desconhecidas sem perder o pé. O anfiteatro de Alvalade já assobia."


segunda-feira, 16 de março de 2026

sexta-feira, 13 de março de 2026

Mas qual toalha???!!!...


«Na ressaca da derrota na Noruega, Rui Borges vai passar mensagem de confiança, de que é possível ainda seguir para os quartos de final.
A comitiva do Sporting aterrou ontem de manhã em Lisboa, depois de uma madrugada a viajar da Noruega e de ressaca da pesada derrota por 0-3 com o Bodo/Glimt que deixa hipotecadas as possibilidades de os leões seguirem para os quartos da UEFA Champions League. Na ideia do técnico leonino, porém, hipóteses hipotecadas não significa hipóteses perdidas e por isso o treinador vai aproveitar estes dois dias de folga para o diagnóstico e, sem choques, fazer depois a terapia à equipa. Porque, optimista por natureza, não atira a toalha ao chão...» 

Mas qual toalha???!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

quinta-feira, 12 de março de 2026

Pois é! Sei não!!!...

Rui Borges e Mourinho ficam?

«Aqui escrevi no final da pretérita temporada, face a todas as contingências, saída atribulada do treinador do projecto (Ruben Amorim), onda de lesões e arbitragens incompetentes que Rui Borges com a conquista do bicampeonato merecia uma estátua. Contudo tenho a certeza que os leitores nunca me viram afirmar que o transmontano era um excepcional treinador. Tem um discurso correcto (sem espectáculo comunicacional), gere bem o balneário, tem os pés assentes na terra mas já provou inúmeras vezes que em determinados momentos é muito poucochinho.

Fintou eficazmente a saída de Gyokeres com um sistema que tem dado frutos face ao momento excepcional de Luis Suárez e ao talento de Trincão e Geny, porém, naquelas alturas em que não pode falhar, claudica, assumindo a mentalidade de treinador de clube pequeno. O bom exemplo é o que se passou em Braga. Posse de bola liliputiana, entregando o jogo aos do Minho e ao fabuloso jogador que é Zalazar, fechando-se lá atrás, esperando apenas pelo contra-golpe que deu a perda imbecil de dois pontos. Isto é muito poucochinho.

Na Noruega um desastre e as condições climatéricas e o campo não são desculpa. Na Champions não pode haver défice de atitude nem intensidade. Quem viu o jogo percebeu que o Bodo/Glimt queria muito ganhar e a vontade do Sporting ficou no autocarro. Até se pode inverter a situação numa noite épica, mas a amostra foi raquítica e deu um banho de desilusão. Por isso é caso para pensar se Rui Borges pode dar mais do que isto. Se conquistar o tri, naturalmente, merece continuar porque os sportinguistas têm algo que vai faltando por aí: gratidão. Se falhar objectivos e nem um troféu conquistar julgo que Frederico Varandas terá de ponderar, pois os adeptos podem partir para a próxima época desconfiados da capacidade de Rui Borges.

E no Benfica José Mourinho deve continuar? Sabemos que não foi ele que escolheu o plantel, todavia, contra o FC Porto foi Leandro Barreiro a limpar o apagão da primeira parte. Os encarnados tinham de ser donos do jogo mas não o conseguiram. A qualidade do futebol é baixa, não há dinâmica de ataque. No discurso Mourinho arranja sempre estratagemas para se manter na mó de cima e, como o melhor dos prestidigitadores, semeia factos que manipulam as percepções e iludem a realidade. O setubalense é um dos melhores treinadores de sempre mas passado está no museu. O Benfica está obrigado a inverter a situação e mantenho dúvidas se Mourinho é o homem certo para um novo ciclo.»

Pois é! Sei não!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

sábado, 21 de fevereiro de 2026

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

A pedir renovação contratual!...


O anti-herói prático

O futebol português adora heróis clássicos: treinadores que falam como generais, prometem cruzadas, exigem mundos e fundos e explicam o fracasso com conspirações e arbitragens. Nesse teatro, Rui Borges é uma anomalia quase indecente. Não porque falhe – mas porque ganha sem cumprir o ritual


«O herói clássico do futebol é fácil de reconhecer: fala alto, promete revoluções, pede contratações, cria epopeia. Rui Borges, o treinador do Sporting, pelo contrário, aproxima-se mais de outra linhagem – a dos anti-heróis que resolvem problemas sem alarde, com soluções que parecem banais, até funcionarem. Há treinadores que precisam de épica como oxigénio. Carecem de guerras, de discursos inflamados, de inimigos declarados e de compras milionárias que sirvam de álibi. E depois há o técnico do Sporting, que parece cometer um pecado capital no futebol moderno: resolve problemas sem espectáculo.

Treinador leonino há pouco mais de um ano, Rui Borges começou por resolver, num ápice, o sintoma de alienação provocado pela deserção do magnético Ruben Amorim, conquistando para os leões uma inaudita dobradinha. Esta época, o Sporting até soma mais pontos do que há um ano (de facto, regista a sua segunda melhor pontuação dos últimos cinco anos), mas a carreira extraordinária e recordista do FC Porto tem-no mantido no segundo lugar da liga portuguesa, a uma distância segura, complicando em muito o sonho do 'tri'. Mas essa ilusória menor resplandecência caseira tem sido muitíssimo bem compensada por uma fabulosa carreira na Champions, que já rendeu 67,09 M€.

O reconhecimento mediático dessa proeza acabou, esta semana, por ser mitigado por força do épico e 'Trubinado' triunfo do Benfica sobre o Real Madrid do desenxabido Arbeloa. Mas o facto de o rival da Luz ter tido uma histórica noite de gala europeia e de, com isso, ter evitado, contra a lei das probabilidades, a prematura eliminação da Liga dos Campeões, não deve apequenar a luminescência do vizinho de Alvalade. Ao fim de 17 jogos da sua histórica memória, o Sporting conseguiu em Bilbau finalmente o seu primeiro triunfo em Espanha, somando 16 pontos (fruto de cinco vitórias e um empate) num calendário em que teve de defrontar PSG, Bayern de Munique, Juventus, Nápoles, para além de Brugge, Marselha, Kairat e Athletic Bilbao. Tão ou mais significativo, ganhou ao campeão europeu (boa resposta a quem diz que só é forte frente aos fracos) e terminou no sétimo lugar de uma classificação em que ficou à frente do City e em que Real Madrid, Inter de Milão, PSG, Newcastle, Juventus e At. Madrid serão obrigados a jogar o playoff. Foi um enorme feito e outros no lugar de Rui Borges teriam mercantilizado sem grandes pudores o facto de, esta época, ser o treinador português com mais vitórias na Europa.

O Sporting vai no quarto jogo a ganhar nos descontos e no domingo acusou o desgaste europeu e deixou muito a desejar frente ao Nacional do promitente Tiago Margarido. Mas nem isso impede que Rui Borges deva ser visto com uma ave rara, quase uma excêntrica mistura de Lucky Luke (o cowboy da banda desenhada que dispara mais rápido do que a própria sombra), Columbo (o detetive mais bem educado das séries policiais) e Mark Watney (o astronauta herói no filme Perdido em Marte – The Martian, no original inglês).

O seu lado Lucky Luke é talvez o mais irritante para quem vive do ruído. O cowboy do oeste selvagem não entra em todos os duelos, não reage a cada provocação, não acelera quando o ambiente pede fogo. Espera. Observa. Deixa o campeonato revelar as suas fragilidades, deixa os adversários cometerem excessos, deixa o ruído gastar-se sozinho. Enquanto os outros disparam para o ar para provar que estão vivos, ele deixa-os falhar sozinhos.

Há também nele o lado mais subtil, quase invisível: Columbo. Há uma ausência quase total de pirotecnia intelectual, mas a aparência de simplicidade, até de normalidade excessiva, é enganadora: discurso simples, frases directas. Parece tudo demasiado normal para ser brilhante. E é exactamente aí que mora o erro de quem o subestima. Como no detective de gabardina amarrotada (os símbolos em Rui Borges são o colete sem mangas e o módico relógio Casio), a força está na persistência, no detalhe. Um jogador fora de posição aqui, uma pequena alteração ali, uma insistência que parece teimosia – até que o adversário se contradiz em campo e o jogo cai sozinho. Não há humilhação pública, nem 'checkmate' teatral. Há apenas a prova suficiente para ganhar.

Finalmente, como o astronauta Mark Watney, ele raramente tenta vencer o impossível de uma só vez. A resposta nunca é o desespero nem o discurso grandioso, mas a redução do problema. Ajusta aqui, simplifica ali, reaproveita o que existe. Onde outros veem limitações, ele vê material disponível. Não transforma o Sporting num clube diferente – transforma o dia seguinte num pouco mais viável. Tal como Watney (no filme dirigido pelo premiado Ridley Scott), ele trabalha com recursos finitos e margem de erro mínima. A diferença é que, no futebol português, isso devia gerar drama – e não gera. Em vez de proclamações sobre injustiça estrutural ou perseguições cósmicas, há, como no filme, batatas plantadas em solo impróprio ou fita adesiva para resolver uma calamidade. O lema de ambos parece ser sempre o mesmo: “Usar o que há”, sejam jogadores reaproveitados, sistemas ajustados ou soluções que parecem demasiado simples para serem respeitadas. O treinador do Sporting não tenta vencer o impossível; limita-se a não falhar o próximo passo. O que, ironicamente, é muito mais eficaz.

Como os anti-heróis, não muda o mundo; contorna-o

Tal como Watney, Lucky Luke ou Columbo, Rui Borges vence não porque seja mais forte, mais rico ou mais brilhante – mas porque gasta menos energia do que o problema exige. Numa Liga onde muitos treinadores lutam para parecer grandes, ele limita-se a ser eficaz – e isso, convenhamos, é uma afronta. Porque nada ofende mais um sistema do que alguém que consegue provar, semana após semana, que afinal não era assim tão complicado. Num país onde se confunde intensidade com inteligência e barulho com liderança, isso quase soa quase a sabotagem cultural.

O treinador do Sporting não alimenta a indústria do heroísmo. Não promete redenções históricas, não encena sofrimento, não se coloca acima do clube nem abaixo dele. Trata o futebol como aquilo que ele é: um problema sucessivo para ser resolvido com o menor custo possível. Não promete revoluções, não dramatiza limitações, não pede aplausos pelo sofrimento. Rui Borges não quer mudar o sistema; quer fazer o sistema funcionar, apesar de tudo. Não quer ser símbolo; quer ser incómodo. Não quer mudar o futebol português. Quer apenas ganhar nele. E isso, para muitos, é imperdoável. No futebol, como na vida, nada irrita mais do que alguém que ganha sem fazer grande alarido…»

A pedir renovação contratual!...

Leoninamente,
Até à próxima

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

sábado, 24 de janeiro de 2026

E... Aconteceu!!!...


O inimaginável acontece

"Hoje conto-vos a história daqueles que, em primeira mão, dizem, que os desafios são impossíveis, impensáveis e fora de qualquer cenário lógico. E contagiam todos em seu redor a concordar com a cabeça, muito seguros dessa certeza. Até ao dia em que o inesperado acontece. No início era o choque, o desconforto, e aquele silêncio insuportável, e depois de acções muito assertivas, as teorias resvalaram, e o impensável aconteceu. O mundo - e a bola - continuaram a girar e, para surpresa geral, venceu-se o monstro. E foi então que as convicções caíram uma a uma, sem pedir licença, e no fim ficou a ironia perfeita de que o inimaginável não só aconteceu, como ainda teve a ousadia de, a posteriori, parecer óbvio.

Quando soou o início, o mundo encolheu num retângulo verde e o coração começou a bater mais alto do que a multidão. A vitória nasceu então muito antes do triunfo, nas frias sessões matinais, nos músculos cansados, nas derrotas que ensinam silêncio e carácter. Há instantes em que o tempo parece parar, nos apitos ensurdecedores, no sprint final e no golo impossível. É aí que o sonho deixa de ser uma ideia e passa a ser lembrança eterna. Vencer não é apenas erguer troféus, é também levantar-se quando ninguém vê, porque a vitória chega muitas vezes, suada, feia, mas sempre justa. O herói falha oportunidades, mas marca no fim - e a memória colectiva faz o resto.Porque ganhar é simples: joga-se sofrido, sofre-se jogando e festeja-se exuberando.

O futebol voltou a provar que não é ciência exacta, é teimosia bem organizada. Noventa minutos depois, o marcador contou uma história melhor do que o jogo. Uns golos meio acidentais, umas defesas 'milagrosas' e um herói improvável, que antes não calçava. A estatística dirá que foi justo, o adepto dirá que foi batalhado, e os leões, esses guerreiros, desfilaram no final pelo túnel triunfal. Grande noite leonina."

E... Aconteceu!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

Mais uma "fera" para Borges!...


Salvador Blopa, jovem extremo de 18 anos, acaba de renovar contrato com o Sporting. Num processo que estava há algum tempo em fila de espera, o jovem futebolista que esta temporada se estreou na equipa principal dos leões sob a batuta de Rui Borges, terá rubricado um vínculo válido por cinco temporadas, ou seja, ficará ligado à SAD até Junho de 2030.

Tal como já antecipado, era uma questão de agenda até que o camisola 70, também presença habitual em alguns jogos da equipa B dos verdes e brancos, fechasse aquilo que há muito desejava, tanto como o clube que o formou e lançou no futebol profissional. Ao que se conseguiu perceber, a cláusula de rescisão do internacional sub-19 deverá ter ficado nos 80 milhões de euros.

Mais uma "fera" para Borges!...

Leoninamente,
Até à próxima